Iranian Hackers

Grupo de hackers iraniano Nimbus Manticore realiza novos ataques

O grupo de hackers apoiado pelo Estado iraniano, conhecido como Nimbus Manticore, está por trás de uma nova onda de ataques cibernéticos direcionados a entidades no Oriente Médio, África e Sul da Ásia. Os ataques utilizam uma nova backdoor para Windows chamada NightLedger, além de dois tunneling personalizados, BridgeHead e ArcBridge, para manter acesso clandestino. Os alvos incluem organizações governamentais e de telecomunicações em países como Egito, Jordânia, Tanzânia, Paquistão e Etiópia. A técnica de acesso inicial ainda não foi identificada, mas os hackers costumam usar phishing disfarçado de oportunidades de emprego. O NightLedger permite uma série de comandos, como coleta de informações do usuário, execução de processos e captura de telas. Além disso, os tunneling BridgeHead e ArcBridge facilitam o tráfego de rede entre o servidor de comando e controle e as máquinas infectadas, tornando o ataque mais difícil de detectar. A descoberta desses ataques ocorre em um momento em que outra amostra de malware, chamada HOLLOWGRAPH, foi identificada, que utiliza a API do Microsoft Graph para criar um canal de comando e controle disfarçado em calendários do Microsoft 365.

Grupo de hackers iranianos utiliza novo malware contra Israel

Um grupo de hackers iranianos, vinculado ao Ministério da Inteligência e Segurança do Irã, tem utilizado um novo framework modular de comando e controle (C2) chamado Cavern, visando principalmente organizações israelenses, especialmente no setor de TI e governo. A pesquisa da Check Point identificou que o Cavern Manticore, como é conhecido o grupo, apresenta semelhanças táticas com outros grupos como MuddyWater e Lyceum. O framework é construído sobre uma base .NET e utiliza múltiplos formatos de compilação, dificultando a análise por parte de especialistas em segurança.