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Novo malware Android Perseus rouba informações sensíveis de notas

Um novo malware para Android, chamado Perseus, está se espalhando por lojas não oficiais disfarçado como aplicativos de IPTV. Ele tem como alvo informações sensíveis armazenadas em notas pessoais, como senhas e dados financeiros. O malware permite o controle total do dispositivo, captura de telas e ataques de sobreposição. A ameaça se aproveita da familiaridade dos usuários com a instalação de APKs fora da Google Play Store, especialmente em busca de transmissões esportivas gratuitas. Pesquisadores da ThreatFabric identificaram que o Perseus foca principalmente em instituições financeiras na Turquia e na Itália, além de serviços de criptomoedas. O malware utiliza serviços de acessibilidade do Android para abrir e escanear aplicativos de notas, como Google Keep e Evernote, em busca de dados valiosos. O Perseus também realiza verificações extensivas para evitar detecção antes de executar suas atividades maliciosas. Para se proteger, os usuários devem evitar a instalação de aplicativos de fontes duvidosas e garantir que o Play Protect esteja ativo.

Aplicativos de IPTV estão sendo usados para entregar malwares

Pesquisadores da Threat Fabric identificaram um novo trojan bancário chamado Massiv, que está sendo distribuído por meio de aplicativos disfarçados de IPTV. Este malware tem sido utilizado em campanhas fraudulentas em diversos países, especialmente no sul da Europa. O Massiv possui funcionalidades avançadas, como overlay, keylogging e interceptação de SMS, permitindo que os hackers capturem credenciais e dados financeiros das vítimas. Um dos alvos do ataque foi o aplicativo gov.pt, utilizado em Portugal para autenticação digital, o que levanta preocupações sobre a segurança de informações sensíveis. Os hackers podem abrir contas em nome das vítimas e realizar transações fraudulentas, utilizando um canal WebSocket para controle remoto dos dispositivos infectados. A ameaça é particularmente atrativa para os usuários devido à promessa de serviços premium em aplicativos IPTV, levando-os a baixar APKs maliciosos. Embora o Massiv ainda não seja um malware-as-a-service, há indícios de que essa possibilidade possa surgir em breve, aumentando a disseminação do malware.

Novo malware bancário para Android se disfarça de app IPTV

Um novo malware bancário para Android, denominado Massiv, está se disfarçando como um aplicativo de IPTV para roubar identidades digitais e acessar contas bancárias online. O malware utiliza sobreposições de tela e keylogging para obter dados sensíveis e pode assumir o controle remoto de dispositivos comprometidos. Pesquisadores da ThreatFabric observaram uma campanha que visava um aplicativo do governo português, que se conecta ao sistema de autenticação digital Chave Móvel Digital. Os dados obtidos podem ser usados para contornar verificações de KYC e acessar serviços bancários e públicos. O Massiv permite que os operadores controlem remotamente o dispositivo infectado, utilizando modos de transmissão ao vivo e extração de dados estruturados. A pesquisa também destacou uma tendência crescente de uso de aplicativos IPTV como iscas para infecções por malware, especialmente em países como Portugal, Espanha, França e Turquia. Os usuários de Android são aconselhados a baixar apenas aplicativos de fontes confiáveis e a manter o Play Protect ativo para proteger seus dispositivos.

Polícia italiana desmantela serviços ilegais de IPTV em operação global

Uma recente operação global de combate à pirataria, coordenada por Europol, Eurojust e Interpol, resultou na apreensão de três serviços ilegais de IPTV em larga escala. A ação, liderada pela Promotoria do Distrito de Catania e pela Polícia Estatal Italiana, abrangeu 11 cidades em 14 países, com foco especial na Itália, que se prepara para sediar as Olimpíadas de Inverno em Milão em fevereiro de 2026. Durante a operação, 31 indivíduos foram identificados como suspeitos de pertencer a um grupo criminoso organizado transnacional, acusado de violar direitos autorais e realizar fraudes computacionais. Os serviços de IPTV, como IPTVItalia, migliorIPTV e DarkTV, eram responsáveis por retransmitir ilegalmente conteúdos de plataformas como Sky, DAZN e Netflix, atingindo milhões de usuários. Além disso, a operação resultou na identificação de 250 revendedores e 100.000 assinantes apenas na Itália. Embora as autoridades tenham tomado medidas para desmantelar a infraestrutura, alguns sites ainda estavam ativos no momento da reportagem. A operação também se estendeu a serviços piratas na Bulgária, onde três domínios populares foram desativados, afetando a distribuição de obras protegidas por direitos autorais.