Polícia Militar tem dados sensíveis roubados por falha básica de segurança
Um recente incidente de cibersegurança revelou que a Polícia Militar do Brasil teve dados sensíveis comprometidos devido à falta de autenticação de dois fatores (2FA) em sistemas utilizados por diversas empresas. O hacker conhecido como Zestix, ou Sentap, explorou credenciais de nuvem comprometidas, obtidas através de malwares de infostealing, para acessar portais de compartilhamento de arquivos. Entre as 50 empresas afetadas, estavam organizações de setores críticos, como saúde e aviação, com dados sendo vendidos por milhões de reais em bitcoin. O caso da Maida Health, que teve 2,3 TB de dados vazados, destaca a gravidade do problema, evidenciando a necessidade urgente de implementar medidas de segurança robustas, como o 2FA, para proteger informações sensíveis. O relatório da Hudson Rock, que analisou o incidente, enfatiza que a maioria das empresas invadidas não havia adotado a autenticação multifatorial, permitindo que os hackers utilizassem senhas vazadas sem a necessidade de ataques mais complexos. Este incidente serve como um alerta para a importância de fortalecer a segurança cibernética em todas as organizações.
