VPNs gratuitas e apps de streaming expõem redes empresariais a riscos
Um estudo recente revela que muitos usuários de VPNs gratuitas e aplicativos de streaming podem estar inadvertidamente contribuindo para atividades criminosas, ao permitir que suas conexões de internet sejam utilizadas como proxies residenciais. Esses serviços, que prometem anonimato, frequentemente não obtêm permissão dos usuários e podem resultar em suas redes sendo marcadas como fraudulentas. A pesquisa da Infoblox Threat Intel indica que mais de 65% dos clientes de sua nuvem de defesa contra ameaças realizaram consultas DNS a domínios associados a redes de proxies residenciais, totalizando mais de 500 bilhões de consultas mensais. Essa prática não só compromete a segurança e a privacidade dos usuários, mas também pode levar a problemas legais, uma vez que é difícil provar que um usuário foi apenas um intermediário em atividades maliciosas. Para mitigar esses riscos, recomenda-se realizar auditorias de software, monitorar dispositivos conectados e investir em serviços que bloqueiem solicitações suspeitas. Além disso, usuários podem verificar o perfil de risco de seus endereços IP para identificar se já foram vítimas de abusos.
