<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Httpspy on BR Defense Center</title><link>https://brdefense.center/tags/httpspy/</link><description>Recent content in Httpspy on BR Defense Center</description><generator>Hugo</generator><language>pt-br</language><lastBuildDate>Fri, 29 May 2026 04:43:02 -0300</lastBuildDate><atom:link href="https://brdefense.center/tags/httpspy/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Grupo Kimsuky realiza ataques cibernéticos na Coreia do Sul</title><link>https://brdefense.center/news/grupo-kimsuky-realiza-ataques-ciberneticos-na-core/</link><pubDate>Fri, 29 May 2026 04:43:02 -0300</pubDate><guid>https://brdefense.center/news/grupo-kimsuky-realiza-ataques-ciberneticos-na-core/</guid><description>&lt;p>O grupo de ameaças patrocinado pelo Estado norte-coreano, conhecido como Kimsuky, foi responsável por uma nova onda de ataques cibernéticos direcionados a entidades militares e corporativas da Coreia do Sul entre março e abril de 2026. Utilizando táticas de engenharia social, como páginas falsas de instalação de software de segurança e reuniões do Webex, o grupo conseguiu disseminar uma variante de malware chamada HTTPSpy. Este malware, disfarçado como instaladores de software de segurança sul-coreano, permite acesso remoto completo aos sistemas comprometidos. Os ataques foram projetados para atingir administradores de mensagens em ambientes corporativos, utilizando páginas fraudulentas que simulavam serviços legítimos. Além disso, o Kimsuky evoluiu suas técnicas, incorporando ferramentas como o Microsoft Visual Studio Code para estabelecer acesso remoto, o que representa uma mudança significativa nas suas táticas. A análise destaca a necessidade de atenção redobrada por parte das organizações, especialmente em setores críticos, devido ao potencial impacto em conformidade com a LGPD e à segurança de dados sensíveis.&lt;/p></description></item></channel></rss>