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Ataque ao Drift Protocol resulta em perda de 280 milhões

O Drift Protocol, uma plataforma de negociação DeFi baseada na blockchain Solana, sofreu um ataque sofisticado que resultou na perda de pelo menos $280 milhões. O ataque foi atribuído a hackers norte-coreanos, conforme indicado por empresas de inteligência em blockchain, como Elliptic e TRM Labs. Os atacantes utilizaram contas de nonce duráveis e transações pré-assinadas para atrasar a execução de suas ações até um momento escolhido, permitindo que tomassem o controle administrativo da plataforma rapidamente. O ataque ocorreu entre 23 e 30 de março, culminando em uma transação legítima seguida pela execução de transações maliciosas em 1º de abril, o que resultou na transferência de controle administrativo para o hacker. Após a detecção de atividades incomuns, o Drift Protocol emitiu um alerta público e congelou suas operações. A plataforma está colaborando com firmas de segurança e autoridades para rastrear e congelar os fundos roubados, prometendo um relatório detalhado sobre o incidente em breve.

Engenharia Social e Ataque ao Drift 285 Milhões Roubados

No dia 1º de abril de 2026, a exchange descentralizada Drift, baseada em Solana, sofreu um ataque que resultou no roubo de aproximadamente $285 milhões. O ataque foi realizado por um ator malicioso que obteve acesso não autorizado ao Drift Protocol, utilizando uma técnica inovadora envolvendo ‘durable nonces’. Essa abordagem permitiu a pré-assinatura de transações, atrasando sua execução e facilitando a apropriação das permissões administrativas do Conselho de Segurança da plataforma. Importante ressaltar que o ataque não explorou vulnerabilidades nos contratos inteligentes da Drift, nem houve comprometimento de frases-semente. Em vez disso, os atacantes manipularam aprovações de transações, possivelmente através de engenharia social, para executar uma transferência administrativa maliciosa rapidamente. O incidente, que começou a ser preparado em 23 de março, está sendo investigado em colaboração com várias empresas de segurança e autoridades. Relatórios indicam que o ataque pode estar ligado a grupos de hackers da Coreia do Norte, que têm um histórico de roubo de criptomoedas para financiar programas de armas. A evolução das técnicas de engenharia social, aliada ao uso crescente de inteligência artificial, amplia o escopo das ameaças, tornando desenvolvedores e colaboradores de projetos alvos potenciais.

Nintendo é hackeada? Grupo afirma ter roubado dados sigilosos

O grupo de hackers Crimson Collective anunciou, no último sábado (11), que invadiu os servidores da Nintendo, alegando ter acessado arquivos confidenciais, incluindo materiais de produção e dados de desenvolvedores. A gigante japonesa, conhecida por sua rigorosa proteção de informações, não se pronunciou sobre o incidente, o que levanta dúvidas sobre a veracidade da alegação. O Crimson Collective também foi responsável por um ataque recente à Red Hat, onde roubaram cerca de 570 GB de dados e tentaram extorquir a empresa. A Red Hat optou por admitir o vazamento e colaborar com as autoridades, enquanto a Nintendo pode não se manifestar a menos que dados de clientes ou funcionários tenham sido comprometidos, o que exigiria uma divulgação legal. Se confirmada, a invasão pode indicar a prática de ransomware, uma técnica crescente em ataques cibernéticos, especialmente na indústria de jogos, que já enfrentou incidentes semelhantes, como os ataques à Rockstar e à Insomniac Games nos últimos anos. A situação destaca a vulnerabilidade das empresas de tecnologia e a necessidade de medidas de segurança robustas para proteger dados sensíveis.