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A Revolução do GRC com Inteligência Artificial Agentic

O artigo de Maril Vernon discute a transformação do Governança, Risco e Conformidade (GRC) por meio da inteligência artificial agentic. Tradicionalmente, o GRC tem sido tratado como um sistema estático, mas a introdução de agentes autônomos promete mudar essa abordagem. Esses agentes operam com autonomia, contexto e capacidade de executar múltiplas etapas, permitindo uma avaliação contínua e em tempo real das práticas de conformidade. A autora destaca que, enquanto a automação não é nova no GRC, a verdadeira inovação está na capacidade dos agentes de agir com base em condições específicas, em vez de depender de avaliações periódicas. Isso não apenas melhora a eficiência, mas também permite que os analistas se concentrem em tarefas que exigem julgamento humano. A confiança nos resultados gerados por esses agentes se torna um fator crítico, uma vez que a transparência das ações realizadas é essencial para a governança. O artigo conclui com um guia prático para a construção de um agente GRC, enfatizando a importância de começar com tarefas repetitivas e de baixo julgamento.

A Revolução do GRC com Inteligência Artificial Agente

O artigo de Yair Kuznitsov discute a transição das equipes de Governança, Risco e Conformidade (GRC) para um modelo de Inteligência Artificial Agente, que promete substituir processos operacionais tradicionais. Embora muitos profissionais reconheçam o potencial dessa tecnologia, há uma hesitação em adotar essa mudança, que está mais ligada a questões de identidade e valor profissional do que a limitações tecnológicas. Os especialistas em GRC, que historicamente construíram suas carreiras em torno da competência operacional, enfrentam o desafio de redefinir seus papéis em um ambiente onde as máquinas podem realizar tarefas como coleta de evidências e gerenciamento de auditorias. A proposta é que, ao liberar os profissionais dessas funções operacionais, eles possam se concentrar em atividades mais estratégicas, como a definição do apetite ao risco e a interpretação do contexto de negócios. Essa mudança é vista como uma oportunidade para que os profissionais de GRC voltem ao propósito original de sua função: entender e gerenciar riscos de forma mais eficaz. A transição, embora desafiadora, é apresentada como um retorno ao que sempre deveria ter sido o foco do GRC.