Grc

A Revolução do GRC com Inteligência Artificial Agente

O artigo de Yair Kuznitsov discute a transição das equipes de Governança, Risco e Conformidade (GRC) para um modelo de Inteligência Artificial Agente, que promete substituir processos operacionais tradicionais. Embora muitos profissionais reconheçam o potencial dessa tecnologia, há uma hesitação em adotar essa mudança, que está mais ligada a questões de identidade e valor profissional do que a limitações tecnológicas. Os especialistas em GRC, que historicamente construíram suas carreiras em torno da competência operacional, enfrentam o desafio de redefinir seus papéis em um ambiente onde as máquinas podem realizar tarefas como coleta de evidências e gerenciamento de auditorias. A proposta é que, ao liberar os profissionais dessas funções operacionais, eles possam se concentrar em atividades mais estratégicas, como a definição do apetite ao risco e a interpretação do contexto de negócios. Essa mudança é vista como uma oportunidade para que os profissionais de GRC voltem ao propósito original de sua função: entender e gerenciar riscos de forma mais eficaz. A transição, embora desafiadora, é apresentada como um retorno ao que sempre deveria ter sido o foco do GRC.