<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Gputhor on BR Defense Center</title><link>https://brdefense.center/tags/gputhor/</link><description>Recent content in Gputhor on BR Defense Center</description><generator>Hugo</generator><language>pt-br</language><lastBuildDate>Wed, 26 Aug 2026 23:16:11 -0300</lastBuildDate><atom:link href="https://brdefense.center/tags/gputhor/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Novo ataque GPUThor contorna proteção de GPUs NVIDIA</title><link>https://brdefense.center/news/novo-ataque-gputhor-contorna-protecao-de-gpus-nvid/</link><pubDate>Wed, 26 Aug 2026 23:16:11 -0300</pubDate><guid>https://brdefense.center/news/novo-ataque-gputhor-contorna-protecao-de-gpus-nvid/</guid><description>&lt;p>Um novo ataque de Rowhammer, denominado GPUThor, foi revelado por pesquisadores da Universidade de Toronto, mostrando a capacidade de contornar as proteções de código de correção de erros (ECC) em GPUs NVIDIA. Este ataque, que se demonstrou eficaz em modelos da linha Ampere, como RTX A4000 e A6000, permite tanto a escalada de privilégios para nível root quanto a indução de estados de negação de serviço (DoS). O GPUThor apresenta taxas de alteração de bits significativamente superiores a ataques anteriores, como GPUHammer, alcançando até 377.000 alterações por GB de memória. Os pesquisadores ajustaram o padrão de acesso à memória para evitar as mitigação de Target Row Refresh (TRR) da GDDR6, resultando em uma taxa de ativação de linhas de memória 6,6 vezes maior. A NVIDIA já emitiu orientações para mitigar os riscos, recomendando a ativação de SYS-ECC e isolamento IOMMU/DMA. Apesar das defesas existentes, o ataque pode ainda afetar GPUs de classe servidor, como a A100, e até mesmo futuras gerações de GPUs, como HBM3/e e GDDR7, se múltiplas alterações de bits forem acionadas.&lt;/p></description></item></channel></rss>