Credenciais roubadas e a importância do modelo Zero Trust
Em 2025, 22% das brechas de segurança foram atribuídas a credenciais roubadas, destacando a necessidade urgente de um modelo de segurança mais robusto. O Zero Trust, que elimina a confiança implícita e exige verificação constante de cada solicitação de acesso, é visto como uma solução eficaz. No entanto, sua implementação deve ser integrada a uma estratégia coesa de identidade, evitando lacunas que possam ser exploradas por atacantes. O artigo apresenta cinco abordagens práticas para fortalecer a segurança da identidade dentro do modelo Zero Trust. Entre elas, destaca-se a aplicação do princípio do menor privilégio, que limita o acesso excessivo e reduz a exposição em caso de comprometimento de contas. Além disso, a autenticação contínua e contextual é essencial para prevenir ataques como sequestro de sessão. A segmentação de acesso e a governança centralizada de identidade também são fundamentais para limitar o movimento lateral de atacantes e garantir visibilidade em ambientes complexos. A adoção gradual dessas práticas pode ajudar as organizações a protegerem seus pontos de entrada mais vulneráveis, especialmente em um cenário de trabalho remoto crescente.
