Gestão De Riscos

Cibersegurança em 2026 Desafios e Estratégias em um Mundo Instável

Em 2026, o cenário de cibersegurança se caracteriza por uma instabilidade contínua, onde ameaças impulsionadas por inteligência artificial (IA) se adaptam em tempo real. As organizações precisam não apenas reagir a regulamentações, mas integrá-las como parâmetros permanentes em suas arquiteturas de segurança. A pressão geopolítica também influencia o ambiente cibernético, exigindo que as estratégias de segurança considerem riscos de cadeia de suprimentos e atividades cibernéticas alinhadas a estados.

A abordagem tradicional de prever ataques está se tornando obsoleta; agora, a prioridade é moldar as condições que dificultam o sucesso dos atacantes. Tecnologias como Defesa de Alvo em Movimento Automatizada (AMTD) e Gestão Contínua de Exposição a Ameaças (CTEM) são essenciais para encurtar a janela de oportunidade dos invasores. Além disso, a IA é cada vez mais integrada nas ferramentas de segurança, melhorando a eficiência na detecção e resposta a incidentes.

Estudo revela a importância da Gestão Contínua de Exposição a Ameaças

Um estudo de inteligência de mercado de 2026, que entrevistou 128 tomadores de decisão em segurança de empresas, destaca uma divisão significativa entre organizações que adotam a Gestão Contínua de Exposição a Ameaças (CTEM) e aquelas que não o fazem. As empresas que implementaram o CTEM apresentam 50% mais visibilidade da superfície de ataque e 23 pontos percentuais a mais na adoção de soluções de segurança. Apesar de 87% dos líderes de segurança reconhecerem a importância do CTEM, apenas 16% o implementaram, evidenciando um desafio na transição da conscientização para a prática. A complexidade da superfície de ataque se torna um multiplicador de riscos, especialmente quando o número de domínios monitorados ultrapassa 100, aumentando exponencialmente as vulnerabilidades. O estudo também revela que, com o aumento dos custos médios de violação, que chegam a US$ 4,44 milhões, a gestão da superfície de ataque se tornou uma questão crítica para as lideranças empresariais. Portanto, a adoção do CTEM não é apenas uma questão técnica, mas uma necessidade estratégica para garantir a segurança organizacional em um cenário de crescente complexidade e riscos.

Desmistificando o SOC Moderno Construir, Comprar ou Automatizar?

Atualmente, muitas equipes de segurança enfrentam um excesso de ferramentas e informações, resultando em um ambiente de trabalho caótico e ineficiente. O artigo destaca a sobrecarga que os Centros de Operações de Segurança (SOCs) enfrentam, onde promessas de ‘cobertura completa’ e ‘automação impulsionada por IA’ não se traduzem em melhorias reais. A sessão ao vivo proposta, liderada por Kumar Saurabh e Francis Odum, visa esclarecer as decisões críticas que os líderes de segurança devem tomar: o que construir internamente, o que adquirir de fornecedores e o que automatizar. Através de estudos de caso e uma análise comparativa de modelos de SOC, os participantes poderão obter uma visão prática e aplicável para simplificar operações e melhorar resultados. Com orçamentos encolhendo e ameaças crescendo, é essencial que as equipes de segurança repensem suas estratégias e adotem uma abordagem mais inteligente e eficiente para a gestão de riscos.

Gestão Contínua de Exposição a Ameaças Uma Nova Abordagem em Cibersegurança

As equipes de cibersegurança estão se afastando da análise isolada de ameaças e vulnerabilidades, buscando entender como essas interagem em seu ambiente real. A Gestão Contínua de Exposição a Ameaças (CTEM) é uma abordagem que se destaca nesse contexto, promovendo um ciclo contínuo de identificação, priorização e remediação de exposições exploráveis. Definida pela Gartner, a CTEM envolve cinco etapas: escopo, descoberta, priorização, validação e mobilização, visando melhorar a postura de segurança das organizações.

Infraestrutura ociosa pode causar sua próxima violação veja como evitar

O artigo da TechRadar destaca que a infraestrutura ociosa nas organizações pode ser uma porta de entrada para ataques cibernéticos. Muitas empresas ainda operam com contas de usuário inativas e senhas que nunca expiram, criando vulnerabilidades que os cibercriminosos podem explorar. Além disso, dispositivos de armazenamento físico, como pen drives e discos externos, frequentemente contêm dados sensíveis que não são adequadamente protegidos. O autor, Camellia Chan, CEO da X-PHY, enfatiza que a inatividade não deve ser ignorada, pois pode facilitar o acesso de atacantes. Para mitigar esses riscos, as empresas devem revisar suas contas e dispositivos, desativar ou proteger adequadamente aqueles que não estão em uso e implementar armazenamento seguro que se mantenha protegido mesmo quando inativo. A abordagem deve ser proativa, tratando a ociosidade como parte da estratégia de defesa cibernética.

Por que o CTEM é a resposta à pressão nas salas de reunião e à fadiga de segurança

Um estudo recente revelou que 73% dos CISOs enfrentaram um incidente de segurança significativo nos últimos seis meses, com 58% desses eventos ocorrendo apesar da presença de ferramentas que deveriam ter prevenido tais falhas. A crescente complexidade das ferramentas de segurança e a sobrecarga de dados têm gerado frustração nas equipes, levando a uma percepção de reatividade em vez de proatividade. Para enfrentar esses desafios, muitas organizações estão adotando a Gestão Contínua da Exposição a Ameaças (CTEM), que oferece uma abordagem estruturada para identificar, avaliar e reduzir continuamente a exposição a riscos. O CTEM se destaca ao transformar a visibilidade em ação, priorizando vulnerabilidades com base em sua relevância para os negócios e permitindo que os líderes de segurança comuniquem progresso de forma clara e mensurável aos executivos. Essa metodologia não apenas melhora a eficiência das ferramentas existentes, mas também fortalece a relação entre as equipes de segurança e a alta administração, promovendo uma cultura de transparência e confiança. Ao mudar a percepção da segurança cibernética de um centro de custo para um parceiro na gestão de riscos, as organizações podem se preparar melhor para enfrentar as ameaças cibernéticas de forma proativa.

Redução Dinâmica da Superfície de Ataque Uma Nova Abordagem em Cibersegurança

As equipes de segurança enfrentam diariamente o desafio de gerenciar um número excessivo de riscos e alertas, muitas vezes se sentindo sobrecarregadas e sempre um passo atrás. O artigo apresenta a Redução Dinâmica da Superfície de Ataque (DASR), uma abordagem inovadora que promete transformar a defesa cibernética. Ao contrário das ferramentas tradicionais que apenas identificam problemas, o DASR atua em segundo plano, monitorando mudanças arriscadas e fechando vulnerabilidades automaticamente. Isso é crucial em um cenário onde a superfície de ataque está em constante evolução devido a novos aplicativos, sistemas em nuvem e dispositivos remotos. O webinar promovido pela The Hacker News e Bitdefender abordará a eficácia do DASR, destacando como a automação e o contexto podem reduzir riscos em tempo real. Especialistas da Bitdefender compartilharão experiências práticas e mostrarão como o sistema PHASR pode prevenir ataques antes que eles causem danos. Essa abordagem não só promete aliviar a carga das equipes de segurança, mas também oferece uma maneira mais eficiente de proteger as organizações contra ameaças cibernéticas.

Transformando a Segurança em Crescimento Está seu MSP Pronto para Expandir?

Os Provedores de Serviços Gerenciados (MSPs) enfrentam um aumento nas expectativas dos clientes por resultados robustos em cibersegurança e conformidade, enquanto as ameaças se tornam mais complexas e as exigências regulatórias evoluem. Os clientes buscam proteção abrangente sem a necessidade de gerenciar a segurança por conta própria, o que representa uma oportunidade significativa de crescimento para os MSPs. Para se destacar no mercado competitivo, é crucial que os MSPs adotem uma mentalidade de segurança que vá além da execução técnica, integrando a gestão de riscos e a resiliência como componentes essenciais da estratégia de negócios dos clientes. O guia “Transformando a Segurança em Crescimento” oferece um checklist estruturado para avaliar a prontidão estratégica e operacional dos MSPs. A mudança de uma abordagem de conformidade pontual para uma gestão de riscos contínua é fundamental, assim como a capacidade de conectar as iniciativas de segurança aos resultados de negócios. O guia também aborda a definição de serviços, a alocação de pessoal e a documentação de processos, ajudando os MSPs a escalar seus serviços de segurança de forma eficaz e lucrativa.

Sua organização sofre com a lacuna de percepção em cibersegurança?

Um estudo da Bitdefender de 2025 revela uma lacuna de percepção em cibersegurança entre líderes e equipes operacionais. Embora 93% dos profissionais de TI se sintam confiantes na gestão de riscos cibernéticos, essa confiança é desproporcional entre os níveis hierárquicos. Enquanto 45% dos executivos se consideram ‘muito confiantes’, apenas 19% dos gerentes de nível médio compartilham dessa visão. Essa discrepância pode resultar em subinvestimentos em tecnologia e processos críticos, uma vez que os líderes podem não estar cientes dos riscos reais enfrentados pelas equipes de segurança. Especialistas da Bitdefender apontam que a falta de comunicação e entendimento mútuo entre executivos e profissionais de segurança é um fator chave para essa lacuna. Para mitigar essa situação, é essencial promover um alinhamento estratégico que permita que ambos os lados compreendam as prioridades de negócios e as ameaças operacionais. A construção de uma cultura de visibilidade compartilhada e confiança é fundamental para fortalecer a resiliência cibernética das organizações.

As 10 Melhores Soluções de Gestão de Risco da Cadeia de Suprimentos em 2025

A gestão de risco da cadeia de suprimentos (SCRM) se tornou um pilar essencial para empresas que buscam resiliência em 2025. Com a crescente interconexão e fragilidade das cadeias globais, as organizações enfrentam riscos que vão desde conflitos geopolíticos até ciberataques. O artigo destaca as 10 melhores soluções de SCRM, que utilizam análises preditivas, monitoramento em tempo real e insights impulsionados por inteligência artificial para proteger suas redes de suprimentos. Entre as soluções mencionadas, Prewave se destaca por sua capacidade de detectar riscos em tempo real e monitorar a conformidade ESG, enquanto Resilinc oferece visibilidade em múltiplos níveis da cadeia de suprimentos, essencial para setores como tecnologia e saúde. Sphera é reconhecida por sua forte ênfase em gestão de riscos ambientais e de sustentabilidade. A escolha da solução adequada pode melhorar significativamente a visibilidade, mitigar riscos e fortalecer o desempenho dos fornecedores, tornando-se crucial para a competitividade das empresas no cenário atual.

Gestão da Segurança em IA Perguntas Cruciais para Escolher Soluções

No contexto atual de rápida evolução da inteligência artificial (IA) e das tecnologias em nuvem, as organizações estão cada vez mais adotando medidas de segurança para proteger dados sensíveis e garantir conformidade regulatória. As soluções de AI-SPM (Gestão da Postura de Segurança em IA) têm se destacado como ferramentas essenciais para proteger pipelines de IA e ativos de dados. O artigo destaca cinco perguntas críticas que as empresas devem fazer ao avaliar soluções de AI-SPM. A primeira pergunta aborda a necessidade de visibilidade e controle abrangentes sobre os riscos associados à IA e aos dados. A segunda pergunta foca na capacidade da solução de identificar e remediar riscos específicos da IA, como ataques adversariais e viés em modelos preditivos. A conformidade regulatória é o tema da terceira pergunta, enfatizando a importância de garantir que as soluções atendam a normas como a LGPD e o GDPR. A escalabilidade em arquiteturas dinâmicas de nuvem é discutida na quarta pergunta, enquanto a integração com ferramentas de segurança existentes é abordada na quinta. O artigo conclui ressaltando que a segurança em IA deve ser proativa, permitindo que as organizações inovem com confiança em um ambiente de ameaças em constante evolução.

A Importância da Cibersegurança nas Decisões Empresariais

Com a chegada da temporada orçamentária, a cibersegurança frequentemente enfrenta questionamentos e despriorização nas empresas. Um estudo da Gartner revela que 88% dos conselhos administrativos veem a cibersegurança como um risco de negócios, não apenas uma questão de TI. Para que os líderes de segurança consigam elevar o perfil da cibersegurança, é crucial que comuniquem sua importância em termos de continuidade de negócios, conformidade e impacto financeiro. Estratégias como alinhar a segurança com os objetivos empresariais, construir um framework focado em riscos e utilizar padrões da indústria são essenciais. Além disso, a validação contínua da segurança, através de testes automatizados, ajuda a identificar vulnerabilidades antes que se tornem problemas. A comunicação clara e adaptada para diferentes públicos dentro da organização é fundamental para demonstrar como as decisões de segurança impactam diretamente a receita e a reputação da empresa. Em um cenário de ameaças cibernéticas em constante evolução, a cibersegurança deve ser vista como um facilitador de negócios, e não apenas como um centro de custo.

Cibersegurança na nuvem o maior risco pode estar no que você considera seguro

O artigo de Arthur Capella discute os riscos de segurança na nuvem, destacando que a evolução dessa tecnologia, embora traga benefícios, também aumenta as oportunidades para atacantes. O Relatório de Riscos de Segurança na Nuvem 2025 da Tenable revela que erros comuns, como credenciais esquecidas e configurações inadequadas, expõem dados críticos diariamente. O autor enfatiza a necessidade de uma abordagem proativa para a segurança, que inclua visibilidade unificada dos ativos, configurações seguras por padrão, monitoramento constante e priorização na correção de vulnerabilidades. Essas práticas são essenciais para proteger ambientes em constante mudança e garantir que as empresas possam inovar com confiança. A segurança não deve ser vista como um obstáculo, mas como um facilitador para a adoção de novas tecnologias, permitindo que as organizações avancem no mundo digital de forma segura.

Análise de Impacto nos Negócios A Base para a Continuidade Empresarial

As empresas modernas enfrentam um cenário de ameaças em constante evolução, o que implica um aumento nos riscos e na complexidade das situações que podem impactar seus negócios. Para lidar com essas ameaças crescentes, é essencial desenvolver uma estratégia robusta de Continuidade de Negócios e Recuperação de Desastres (BCDR). Um dos primeiros passos para isso é a realização de uma Análise de Impacto nos Negócios (BIA), que ajuda a identificar e avaliar o impacto operacional de interrupções. A BIA permite que as empresas reconheçam funções críticas e desenvolvam estratégias para retomar essas operações rapidamente em caso de crise. O papel dos líderes de TI é fundamental nesse processo, pois eles oferecem visibilidade sobre as dependências do sistema e ajudam a validar os compromissos de recuperação. Além disso, a análise deve considerar vetores de ameaça como ciberataques, desastres naturais e erros humanos, que podem afetar diferentes setores de maneira distinta. A execução eficaz da BIA não apenas fortalece a estratégia de recuperação, mas também permite que as organizações tomem decisões informadas e baseadas em riscos, garantindo a continuidade dos negócios em situações adversas.