Geração Z

A senha mais comum entre a Geração Z e suas implicações de segurança

Um estudo recente da NordPass e da Comparitech revelou que a Geração Z, apesar de ser a primeira geração de nativos digitais, está adotando práticas de segurança fracas ao escolher senhas. A pesquisa, que analisou dados de violações de segurança entre setembro de 2024 e setembro de 2025, mostrou que as senhas mais utilizadas por jovens incluem sequências numéricas simples como ‘12345’, ‘123456’ e até a palavra ‘password’. Essa escolha reflete uma tendência preocupante, onde a facilidade de lembrar senhas supera a necessidade de segurança. Daniel Barbosa, pesquisador de segurança da ESET, destaca que essa geração, mesmo mais conectada, não está adotando boas práticas de segurança digital. Além disso, o estudo revelou que 25% das senhas analisadas são fracas, afetando não apenas a Geração Z, mas também Millennials, Geração X e Baby Boomers. Para mitigar esses riscos, especialistas recomendam a criação de senhas mais complexas e o uso de gerenciadores de senhas, evitando a repetição de credenciais em diferentes contas.

Senhas mais usadas no Brasil em 2025 por geração

Um levantamento realizado pela NordPass revelou as senhas mais comuns utilizadas no Brasil em 2025, destacando a preocupação dos usuários com a comodidade em detrimento da segurança. A pesquisa, que abrangeu 44 países e diferentes gerações, identificou que a senha mais utilizada no Brasil é ‘admin’, com mais de 2 milhões de ocorrências, seguida por ‘123456’ e ‘12345678’. O estudo também trouxe uma análise geracional, mostrando que mesmo os nativos digitais da geração Z não estão criando senhas mais seguras, com sequências numéricas simples ainda dominando a lista. A pesquisa enfatiza a dificuldade das campanhas de conscientização em impactar a população, já que a tendência de senhas fracas permanece alta. Para melhorar a segurança, recomenda-se a utilização de senhas complexas, a troca regular de credenciais e a adoção de autenticação multifator. O estudo foi realizado sem a compra de dados pessoais, utilizando informações de repositórios da dark web e dados públicos.

Geração Z cria senhas menos seguras do que as dos pais

Uma análise da empresa de cibersegurança NordPass revelou que a Geração Z, composta por indivíduos nascidos entre 1997 e 2012, está criando senhas menos seguras do que as gerações anteriores. A pesquisa identificou que a sequência ‘12345’ foi a mais utilizada por esses jovens, enquanto os Millennials e as gerações mais velhas, como Gen X e Boomers, optaram por senhas ligeiramente mais complexas, como ‘123456’. Apesar de campanhas de conscientização sobre cibersegurança, os hábitos de criação de senhas não melhoraram significativamente ao longo dos anos. O estudo também apontou que, embora a inclusão de caracteres especiais em senhas esteja se tornando mais comum, isso ainda não é suficiente para garantir a segurança digital necessária em um cenário de crimes cibernéticos cada vez mais sofisticados. Especialistas recomendam o uso de autenticação de dois fatores e gerenciadores de senhas como medidas eficazes para melhorar a segurança das contas online.

Pesquisa da Yubico revela lacuna em cibersegurança nas organizações

Uma pesquisa realizada pela Yubico revelou que quase metade dos entrevistados interagiu com e-mails de phishing no último ano, com a geração Z sendo a mais vulnerável, apresentando 62% de engajamento com esses golpes. Apesar do reconhecimento generalizado de que senhas são inseguras, elas ainda são o método de autenticação mais utilizado, com menos da metade das empresas adotando autenticação multifator (MFA) em todas as aplicações. Além disso, 40% dos funcionários afirmaram não ter recebido treinamento em cibersegurança. A pesquisa destaca que, embora os ataques de phishing tenham evoluído para se tornarem mais convincentes, a adoção de soluções de autenticação resistentes ao phishing, como chaves de segurança, está começando a aumentar, especialmente na França, onde a adoção de MFA para contas pessoais saltou de 29% para 71% em um ano. A desconexão entre a conscientização sobre segurança e a implementação de práticas eficazes deixa tanto indivíduos quanto organizações vulneráveis a ataques cada vez mais sofisticados.