Fulcrumsec

Grupo FulcrumSec assume vazamento de dados do Manchester Airports Group

O Grupo Manchester Airports (MAG), maior operador de aeroportos do Reino Unido, sofreu um vazamento de dados que expôs informações sensíveis de clientes, incluindo dados de reservas e informações pessoais. O grupo de extorsão FulcrumSec reivindicou a responsabilidade pelo ataque, alegando ter roubado aproximadamente 86 GB de dados, que incluem registros de quase 200.000 viagens programadas até 2026. A MAG confirmou que um terceiro não autorizado acessou dados relacionados a reservas de estacionamento, lounges e Wi-Fi nos aeroportos de Manchester, Londres Stansted e East Midlands. A empresa contatou os clientes afetados, mas não confirmou os detalhes do vazamento. Os hackers afirmaram ter obtido acesso por meio de credenciais de API expostas em JavaScript do lado do cliente. Embora a MAG tenha garantido que não houve comprometimento da segurança operacional, o incidente destaca a vulnerabilidade das informações pessoais e a necessidade de vigilância constante contra fraudes. O grupo FulcrumSec, ativo desde 2025, já atacou outras organizações e ameaça divulgar os dados roubados, embora considere redigir ou reter algumas informações para evitar danos reais.

Hackers invadem servidores da LexisNexis e vazam dados de clientes

A empresa americana LexisNexis Legal & Professional confirmou que hackers invadiram seus servidores, acessando informações de clientes e negócios. O ataque foi realizado pelo grupo FulcrumSec, que explorou uma vulnerabilidade no aplicativo React2Shell em uma aplicação frontend não corrigida. Embora a empresa tenha afirmado que os dados acessados eram antigos e não críticos, o vazamento incluiu informações de mais de 100 usuários com endereços de e-mail .gov, abrangendo funcionários do governo dos EUA, juízes federais e advogados do Departamento de Justiça. Os dados comprometidos incluíam nomes de clientes, IDs de usuários, informações de contato e registros de pesquisas. A LexisNexis notificou as autoridades e contratou especialistas em cibersegurança para investigar o incidente. Este não é o primeiro vazamento da empresa, que já havia enfrentado outro incidente no ano passado, afetando 364 mil clientes. A situação levanta preocupações sobre a segurança de dados em serviços amplamente utilizados, especialmente no contexto da LGPD no Brasil.