Fraudes Digitais

Compras online 7 cuidados essenciais para evitar golpes

O aumento das compras online trouxe também um crescimento significativo nos golpes virtuais, com 45,1% das denúncias de fraudes relacionadas a compras digitais, segundo o Mapa de Fraudes em Compras Digitais no Brasil. Os tipos mais comuns de fraudes incluem lojas online falsas, clonadas e vendedores de itens usados. Os golpistas frequentemente utilizam e-mails, WhatsApp e SMS para enganar os consumidores, criando mensagens que imitam comunicações legítimas. Esses golpes costumam apelar para gatilhos emocionais, como urgência e exclusividade, para induzir as vítimas a clicarem em links maliciosos. Para se proteger, especialistas recomendam verificar a reputação do site, analisar a origem dos contatos, desconfiar de ofertas tentadoras, denunciar anúncios falsos, evitar cadastrar cartões em sites, conferir o destinatário de transações via Pix e utilizar autenticação de dois fatores. Essas medidas são essenciais para garantir a segurança nas compras online e evitar prejuízos financeiros e o roubo de dados pessoais.

Redes sociais concentram 80 de anúncios e perfis falsos na internet

Uma pesquisa da Serasa Experian revelou que, em 2025, 77% dos anúncios, perfis, páginas e aplicativos falsos na internet tiveram origem em redes sociais. O estudo identificou 37.845 ameaças, com a maioria delas focada em anúncios golpistas (56%) e perfis falsos (32%). Esses perfis frequentemente servem como vitrines para direcionar usuários a páginas fraudulentas. Apesar de 98% das tentativas de ataque terem sido removidas rapidamente, com um tempo médio de quatro dias entre a detecção e o bloqueio, a quantidade de ameaças mensais variou entre 3.000 e 4.000. Para se proteger, os usuários devem desconfiar de anúncios com urgência excessiva e preços muito baixos, além de verificar a autenticidade dos perfis e URLs antes de interagir. O aumento de fraudes digitais nas redes sociais destaca a necessidade de vigilância constante e educação digital para evitar prejuízos financeiros.

América Latina se torna o novo alvo preferido de hackers

A América Latina está enfrentando um aumento alarmante de ataques cibernéticos, tornando-se a região mais atacada do mundo, de acordo com dados da Check Point Research. Em 2025, a média de ataques semanais na região foi de 3.065, um crescimento de 26% em relação ao ano anterior. Essa escalada de incidentes fez com que a América Latina ultrapassasse a África em termos de riscos cibernéticos. Entre os tipos de ataques mais comuns, 76% das organizações afetadas relataram incidentes de extorsão por vazamento de dados, além de tentativas de execução remota de códigos maliciosos e violações de autenticação. Os ataques de ransomware, embora representem apenas 5% dos casos, ainda são uma preocupação significativa. Os países mais afetados incluem Paraguai, Peru, Brasil, México e Argentina, com a Jamaica também sendo mencionada devido à sua proximidade geográfica. Especialistas atribuem esse aumento à forte presença digital e às conexões comerciais internacionais na região, que atraem cibercriminosos em busca de vantagens financeiras.

Fraudes com imagens no Gov.br mostram que biometria não é suficiente

Recentes fraudes digitais no Brasil, que utilizam manipulação de imagens, levantaram preocupações sobre a segurança das contas Gov.br e a eficácia dos sistemas de autenticação biométrica. Criminosos têm conseguido acessar dados sensíveis ao combinar engenharia social, falsificação visual e falhas na verificação de identidade digital. Especialistas, como Daniel Barbosa da ESET, alertam que a biometria, embora considerada segura, não deve ser o único método de autenticação. A recomendação é adotar múltiplas camadas de proteção, como senhas fortes e autenticação em dois fatores, para aumentar a segurança das contas. O uso de tecnologias de inteligência artificial, como deepfakes, permite a criação de vídeos e áudios que podem enganar sistemas de detecção, tornando a situação ainda mais crítica. Para mitigar riscos, os usuários devem estar atentos a acessos suspeitos e realizar ações imediatas, como trocar senhas e contatar o suporte da plataforma. O artigo destaca a importância de uma abordagem de segurança mais robusta e integrada para proteger informações pessoais e serviços públicos essenciais.

PagBank intensifica segurança contra fraudes digitais em 2026

O PagBank anunciou um reforço nas suas medidas de cibersegurança no início de 2026, em resposta ao aumento das fraudes digitais no Brasil. O país, que ocupa a segunda posição mundial em ciberataques, registrou quase 7 milhões de tentativas de fraude no primeiro semestre de 2025, um aumento de 29,5% em relação ao ano anterior. Para combater essa situação, o PagBank implementou diversas funcionalidades de segurança, como alertas de login em dispositivos de risco, que notificam os usuários sobre tentativas de acesso suspeitas, e o uso de QR Codes para autenticação de transações. Além disso, a empresa introduziu a rede ‘Wi-Fi Seguro’, que protege os usuários em conexões públicas, e utiliza inteligência artificial para detectar comportamentos suspeitos e tentativas de engenharia social. A importância da vigilância constante por parte dos clientes também foi enfatizada, destacando que, apesar das tecnologias avançadas, o cuidado individual é crucial na prevenção de fraudes.

Cinco golpes comuns no início do ano e como se proteger

O início do ano é um período crítico para fraudes digitais no Brasil, especialmente relacionadas a impostos e cobranças. Entre os golpes mais comuns estão: 1) IPVA e IPTU atrasado, onde golpistas enviam mensagens com links para páginas falsas que imitam portais governamentais, induzindo vítimas a transferências via Pix; 2) Irregularidade no imposto de renda, com mensagens fraudulentas se passando pela Receita Federal, solicitando dados pessoais e taxas inexistentes; 3) Cobrança do MEI, que alerta sobre cancelamento de CNPJ, levando a sites falsos; 4) Maquininha quebrada, onde vendedores manipulam pagamentos para cobrar valores superiores; 5) Golpe do brinde, que envolve taxas de entrega ou reconhecimento facial para acessar pacotes. Para se proteger, é essencial desconfiar de mensagens alarmistas, verificar remetentes, evitar links suspeitos e confirmar dados antes de realizar transações financeiras. A instalação de antivírus e o uso de senhas fortes também são recomendados.

Golpes de Natal de 2025 quais são e como evitá-los

Um levantamento da Check Point Software revelou que os golpes de cibersegurança durante o período natalino de 2025 estão mais sofisticados, utilizando inteligência artificial para automatizar fraudes. Entre as ameaças destacadas, estão e-mails de phishing com temática natalina, que somaram 33.502 casos nas últimas duas semanas, e a criação de 10.000 anúncios falsos diariamente em redes sociais. Os golpistas têm se aproveitado de eventos como a Black Friday para lançar sites de varejo falsos, que imitam operações legítimas, incluindo carrinhos de compra e confirmações de e-mail. Além disso, golpes de sorteios e promoções fraudulentas têm inundado plataformas como Facebook e Instagram, onde contas recém-criadas alegam que as vítimas ganharam prêmios, solicitando taxas de envio. Para se proteger, os especialistas recomendam verificar URLs, desconfiar de solicitações de pagamento incomuns e evitar compartilhar informações pessoais sem ter buscado o serviço. O alerta é reforçado por instituições como o FBI e a Anatel, que promovem campanhas de conscientização como o movimento #FiqueEsperto.

Aumento de fraudes digitais no Brasil como se proteger de golpes?

Um estudo da BioCatch revelou um aumento alarmante de 220% nas fraudes bancárias digitais no Brasil no primeiro semestre de 2025, em comparação ao segundo semestre de 2024. O crescimento dessas fraudes está associado ao aumento de ataques de malware, que visam roubar dados bancários, especialmente durante transações via Pix. Além disso, os golpes de ‘falsa central’, que utilizam chamadas telefônicas para enganar as vítimas, dobraram neste ano. Os criminosos frequentemente se passam por atendentes de instituições financeiras, solicitando informações sensíveis como senhas e códigos de segurança. Para se proteger, é essencial desconfiar de mensagens e ligações suspeitas, evitar clicar em links desconhecidos e nunca fornecer dados pessoais por telefone ou e-mail. O uso de autenticação multifator e ferramentas de segurança, como antivírus, também é recomendado. A vigilância constante é crucial, uma vez que os golpes estão se tornando cada vez mais sofisticados, especialmente com a popularização da inteligência artificial.

Lavagem de dinheiro e contas laranjas estão na mira da verificação digital

A verificação digital de identidade, especialmente na abertura de contas bancárias, surge como uma solução eficaz para combater as chamadas “contas de passagem” ou “laranjas”, frequentemente utilizadas em transações ilícitas. Segundo a Prove Identity, essa prática é essencial para evitar prejuízos financeiros e proteger a reputação das empresas, uma vez que as fraudes digitais estão se tornando cada vez mais sofisticadas no Brasil. As contas de passagem são utilizadas por criminosos para ocultar a origem de valores, dificultando o rastreamento de transações fraudulentas. A verificação de identidade, realizada pelo celular, garante que apenas usuários legítimos tenham acesso aos serviços bancários, além de validar comportamentos e históricos de uso, tornando quase impossível para fraudadores simularem identidades verdadeiras. Com mais de 200 milhões de celulares ativos no Brasil, a segurança digital se torna ainda mais crítica, pois a maioria das fraudes bancárias envolve um número de celular. Portanto, é fundamental que tanto usuários quanto empresas estejam cientes das medidas de proteção para identificar práticas como a identidade sintética, que utiliza dados de pessoas falecidas ou inexistentes para realizar transações ilícitas.

Brasil lança plano de combate a fraudes bancárias digitais

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) do Brasil, em colaboração com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), anunciou um plano de ação para enfrentar o aumento das fraudes bancárias digitais no país. O Brasil ocupa a segunda posição mundial em tentativas de golpes digitais, atrás apenas da China, conforme um estudo recente. A nova iniciativa, chamada Aliança Nacional de Combate a Fraudes Bancárias Digitais, envolve 23 instituições públicas e privadas e visa aprimorar a prevenção, detecção e apoio às vítimas de fraudes financeiras online. O plano, que se estenderá por cinco anos, inclui a capacitação de agentes, a criação de protocolos de integração para o compartilhamento de informações e campanhas educativas para aumentar a conscientização da população. Além disso, o MJSP lançou o portal ‘Sofri um golpe e agora?’, que oferece orientações sobre como agir após ser vítima de fraudes digitais. A proposta busca não apenas combater o cibercrime, mas também acolher e tratar as vítimas de maneira mais eficaz, refletindo a gravidade da situação e a necessidade de uma resposta coordenada.

Golpes com reconhecimento facial como ocorrem e como se proteger

Uma pesquisa da Accenture revela que 73% dos brasileiros preferem usar biometria, como reconhecimento facial, para acessar dispositivos e contas. Apesar de oferecer maior segurança, esses métodos não são infalíveis. Golpistas têm utilizado técnicas avançadas, como deepfakes, para burlar a biometria. A Juniper Research estima que mais de 4,2 bilhões de dispositivos móveis utilizam biometria ativa, e até 2026, 57% das transações digitais devem ser validadas por esses métodos. Anchises Moraes, da Apura Cyber Intelligence, explica que os cibercriminosos utilizam uma variedade de técnicas, desde fotos digitais até deepfakes altamente convincentes, para enganar sistemas de autenticação. No Brasil, as fraudes com deepfakes estão em ascensão, com um prejuízo estimado de R$ 4,5 bilhões até o final do ano. As empresas de cibersegurança estão implementando múltiplas camadas de proteção, como sistemas multimodais de identificação e testes dinâmicos, para dificultar a ação dos golpistas. O artigo destaca a necessidade de vigilância constante e inovação nas estratégias de segurança para enfrentar essa nova onda de fraudes digitais.

Black Friday aumenta fraudes e lavagem de dinheiro nas apostas

Durante a Black Friday, o setor de apostas online, conhecido como bets, enfrenta um aumento significativo em fraudes digitais, com um crescimento de até 30% nos golpes. Segundo uma análise da Sumsub, em 2024, 80% dos operadores relataram incidentes de fraudes, e a expectativa é que esse cenário se repita em 2025, impulsionado pelo aumento do faturamento online, que deve crescer 17%. Os golpes mais comuns incluem fraudes de identidade e lavagem de dinheiro, representando 64,8% dos casos, além do abuso de bônus, que chega a 63,8%. A maioria dos ataques ocorre durante os depósitos (41,9%), seguidos pelo onboarding (23,8%) e saques (22,9%). Os criminosos costumam agir entre 4 e 9 horas da manhã, quando as equipes de compliance estão menos ativas, o que facilita a exploração das vulnerabilidades. Leonardo Chaves, CEO da OKTO Pagamentos, enfatiza a necessidade de monitoramento em tempo real das transações para prevenir fraudes.

Cibercriminosos inovam com ataques e fraudes digitais em 2025

Na última semana, o cenário de cibersegurança foi marcado por uma série de incidentes e inovações em fraudes digitais. O botnet ShadowV2, baseado no Mirai, voltou a atacar dispositivos IoT, explorando vulnerabilidades conhecidas para formar uma rede de dispositivos comprometidos, com o objetivo de realizar ataques DDoS. Além disso, a Singapura implementou novas regras para bloquear mensagens fraudulentas que se passam por agências governamentais, visando reduzir o aumento de golpes online. O projeto Tor anunciou uma atualização significativa em seu algoritmo de criptografia, aumentando a segurança da rede contra ataques ativos. Em um relatório alarmante, a Kaspersky identificou cerca de 6,4 milhões de ataques de phishing, com foco em usuários de lojas online e sistemas de pagamento, especialmente durante a temporada de compras de 2025. Por fim, a NCA do Reino Unido desmantelou uma rede de lavagem de dinheiro que facilitava a evasão de sanções russas, destacando a interconexão entre cibercrime e crimes financeiros. Esses eventos ressaltam a necessidade urgente de fortalecer as defesas digitais e a vigilância contra novas táticas de cibercriminosos.

Avast lança ferramenta gratuita de IA para combater fraudes digitais

A Avast lançou recentemente o Scam Guardian, uma ferramenta gratuita baseada em inteligência artificial (IA) destinada a combater fraudes digitais. Integrada ao Avast Free Antivirus, essa nova funcionalidade visa proteger os usuários de golpes online, especialmente em um cenário onde cibercriminosos estão utilizando IA para automatizar fraudes. O Scam Guardian é descrito como uma ‘investigadora experiente de fraudes’, capaz de analisar não apenas links maliciosos, mas também o contexto e a linguagem das URLs suspeitas, identificando sinais de perigo. Além disso, a ferramenta bloqueia ameaças ocultas no código de sites, promovendo uma navegação mais segura. A Avast também oferece uma versão premium, o Scam Guardian Pro, que proporciona proteção adicional contra golpes via e-mail e SMS. O aumento alarmante de fraudes digitais, com um crescimento de 186% em registros pessoais vazados e 466% em casos de phishing no primeiro trimestre de 2025, destaca a urgência de soluções eficazes. A diretora de produtos da Gen Digital, Leena Elias, enfatiza a importância de disponibilizar proteção robusta contra golpes, especialmente em tempos de crescente violação de dados.

Brasil é vice-campeão mundial em ciberataques com 28 milhões de golpes no Pix

O Brasil enfrenta um alarmante aumento nas fraudes digitais, com 28 milhões de golpes via Pix registrados entre janeiro e setembro de 2025. O país ocupa o segundo lugar no ranking global de ciberataques, com 700 milhões de tentativas anuais, o que equivale a 1.379 ataques por minuto. A pesquisa da Associação de Defesa de Dados Pessoais e do Consumidor (ADDP) revela que a maioria das fraudes ocorre em compras online, com 2,7 milhões de casos, seguidos por 1,6 milhão de golpes via WhatsApp e 1,5 milhão relacionados a phishing. Os golpes financeiros, especialmente os que envolvem o Pix, representam 47% das fraudes totais, enquanto 15% estão ligados ao roubo de identidade. O estudo também destaca que pessoas acima de 50 anos são as mais afetadas, representando 53% das vítimas. Além disso, a utilização de tecnologias avançadas, como deepfakes e inteligência artificial, tem contribuído para a sofisticação dos golpes. O presidente da ADDP, Francisco Gomes Junior, alerta que a falta de educação digital e a popularização do Pix têm facilitado a atuação de quadrilhas organizadas, resultando em prejuízos estimados entre R$ 10 bilhões e R$ 112 bilhões, muitos dos quais não são reportados.

Brasil lidera ranking mundial de fraudes digitais

O Brasil ocupa a primeira posição no ranking global de vítimas de fraudes digitais, segundo o Índice de Fraude 2025, elaborado pela Veriff. A pesquisa revela que os brasileiros enfrentam ataques online cinco vezes mais do que cidadãos dos Estados Unidos e do Reino Unido. Aproximadamente 26% dos entrevistados no Brasil relataram ter sido vítimas de fraudes nos últimos doze meses, enquanto as taxas nos EUA e Reino Unido são de 15% e 10%, respectivamente. O impacto financeiro é alarmante, com quase 40% dos brasileiros perdendo até R$ 1.300 em golpes, e 5% relatando perdas superiores a R$ 26 mil em um único incidente. A pesquisa também destaca o papel crescente da inteligência artificial (IA) e dos deepfakes, que contribuíram para um aumento de 21% nas fraudes digitais em comparação ao ano anterior. Quase metade dos entrevistados expressou preocupação com o uso de IA em golpes, refletindo um clima de insegurança. Apesar disso, os brasileiros demonstram maior disposição para adotar sistemas de proteção digital em comparação à média global, indicando uma conscientização crescente sobre a segurança online.