Fraude Em Criptomoedas

Grupo hacker Jewelbug realiza espionagem e fraudes em criptomoedas

O grupo hacker Jewelbug, também conhecido como Earth Alux e REF7707, tem se destacado por suas operações de espionagem direcionadas a governos e forças armadas, além de atividades fraudulentas relacionadas a criptomoedas. Recentemente, a Symantec revelou que o grupo comprometeu contas de webmail de 15 agências governamentais em uma campanha que visava um país do Oriente Médio. Os hackers, baseados na China, obtiveram acesso de escrita a uma instalação de webmail compartilhada, inserindo um script malicioso que coletava cookies e endereços de e-mail, permitindo a identificação de alvos valiosos. Os alvos selecionados recebiam um aviso falso de atualização do Adobe Flash, que instalava o backdoor Antino em sistemas Windows. Além disso, o grupo utiliza um framework de acesso remoto chamado XG-Web para gerenciar suas operações. A pesquisa da Symantec indicou que o Jewelbug também está envolvido em fraudes em criptomoedas, utilizando artigos gerados por IA para atrair tráfego para sites de troca de criptomoedas fraudulentos. O grupo opera uma infraestrutura complexa, com mais de um milhão de registros de implantes e cookies roubados, destacando a gravidade de suas atividades. A combinação de espionagem e fraudes financeiras representa um risco significativo para a segurança cibernética global.

Falsificação de identidade pode gerar prejuízo de US 17 bilhões em criptomoedas

Fraudes por falsificação de identidade em criptomoedas estão causando perdas significativas, com um prejuízo estimado em US$ 17 bilhões para 2026, conforme relatório da Chainalysis. Em 2025, foram desviados cerca de US$ 14 bilhões para contas criminosas, um aumento em relação aos US$ 13 bilhões de 2024. O crescimento alarmante de 1400% nos casos de falsificação de identidade é impulsionado por táticas de phishing e engenharia social, além do uso crescente de inteligência artificial (IA) por criminosos, que facilita ataques mais rápidos e coordenados. Os golpes que utilizam IA geraram em média US$ 3,2 milhões em criptomoedas por operação, evidenciando a industrialização da fraude. Especialistas alertam que a situação pode se agravar, exigindo atenção redobrada de usuários e empresas que operam no setor de moedas digitais.

Cibercriminosos imitam OpenAI e Sora para roubar credenciais de usuários

O lançamento do Sora 2 AI provocou um aumento nas atividades maliciosas, com cibercriminosos criando domínios falsos que imitam os serviços oficiais da OpenAI para roubar credenciais de usuários e realizar fraudes em criptomoedas. Relatórios de inteligência de ameaças indicam que páginas clonadas do Sora estão sendo utilizadas para coletar dados de login, roubar carteiras de criptomoedas e acessar planos de API pagos sem autorização. Os ataques exploram a empolgação dos usuários em relação ao novo lançamento de IA, distribuindo malware e capturando dados financeiros.