IA acelera ataques e obriga empresas a priorizar vulnerabilidades
Em 2026, as vulnerabilidades representam cerca de 40% das exposições críticas em ambientes corporativos, um aumento significativo em relação ao ano anterior. Um estudo da Check Point Software revela que, apesar do crescimento na proporção de vulnerabilidades, apenas 7,8% dos alertas foram classificados como críticos ou de alta prioridade. Isso indica que, embora o número de exposições tenha aumentado, a maioria não exige ação imediata. A pressão sobre as equipes de segurança é intensificada por ferramentas de ataque assistidas por inteligência artificial (IA), que conseguem explorar falhas conhecidas em uma escala e velocidade superiores à capacidade de análise manual das equipes. O conceito de ‘intervalo de exposição’ é crucial, pois refere-se ao tempo entre a identificação de uma vulnerabilidade e sua correção, período em que os atacantes podem agir. As organizações que se destacam são aquelas que conseguem rapidamente identificar e corrigir os riscos realmente exploráveis, priorizando as ações de segurança. O relatório analisou dados de 715 organizações em cinco regiões, incluindo a América Latina, entre janeiro de 2025 e maio de 2026.
