Execução Remota De Código

Google vaza detalhes sobre falha crítica no Chromium que permite execução remota de código

Um erro grave no Chromium, que permite que o JavaScript continue a ser executado em segundo plano mesmo após o fechamento do navegador, foi acidentalmente revelado pelo Google. A falha, identificada pela pesquisadora de segurança Lyra Rebane, foi reconhecida em dezembro de 2022 e afeta todos os navegadores baseados em Chromium, como Google Chrome, Microsoft Edge e Brave. Um atacante pode explorar essa vulnerabilidade criando uma página maliciosa que utiliza um Service Worker, permitindo a execução contínua de código JavaScript nos dispositivos dos usuários. Isso pode resultar em ataques de negação de serviço distribuído (DDoS) e redirecionamento de tráfego malicioso. Apesar de a falha ter sido marcada como corrigida em fevereiro de 2023, a pesquisadora constatou que o problema persiste em versões recentes do Chrome e Edge. A exposição das informações sobre a vulnerabilidade pode facilitar a exploração, embora não permita acesso direto a dados pessoais dos usuários. Dada a gravidade da situação, espera-se que o Google trate o problema como urgente e lance correções rapidamente.

Vulnerabilidades críticas no SEPPMail podem permitir execução remota de código

Pesquisadores da InfoGuard Labs identificaram vulnerabilidades críticas no SEPPMail Secure E-Mail Gateway, uma solução de segurança de e-mail empresarial. Essas falhas podem ser exploradas para execução remota de código e leitura de e-mails arbitrários. Entre as vulnerabilidades destacadas, a CVE-2026-2743, com pontuação CVSS de 10.0, permite a execução de código remoto através de uma vulnerabilidade de travessia de caminho na interface web do SEPPMail. Outras falhas, como a CVE-2026-44128, possibilitam a execução de código remoto não autenticado, utilizando injeção de eval em parâmetros de usuário. Os pesquisadores alertam que um atacante poderia, por exemplo, sobrescrever a configuração do syslog do sistema, obtendo controle total do appliance SEPPMail e acessando todo o tráfego de e-mail. Embora algumas vulnerabilidades já tenham sido corrigidas em versões recentes, a gravidade das falhas restantes exige atenção imediata dos administradores de sistemas. A situação é preocupante, especialmente considerando que a SEPPMail já havia lançado atualizações para corrigir outra falha crítica recentemente.

Vulnerabilidade crítica no servidor NGINX pode causar execução remota de código

Uma falha de segurança de 18 anos no servidor web de código aberto NGINX, identificada por um sistema de varredura autônomo, pode ser explorada para causar negação de serviço e, em certas condições, execução remota de código. A vulnerabilidade, rastreada como CVE-2026-42945, recebeu uma classificação de severidade crítica de 9,2 no sistema CVSS. A falha, um estouro de buffer na heap no módulo ngx_http_rewrite_module, afeta versões do NGINX de 0.6.27 a 1.30.0. O problema ocorre quando as configurações do NGINX utilizam as diretivas ‘rewrite’ e ‘set’, uma prática comum em gateways de API e configurações de proxy reverso. Pesquisadores demonstraram que a exploração pode ser realizada através de requisições HTTP especialmente elaboradas, levando à execução de código não autenticado. Embora a execução remota de código tenha sido demonstrada em um ambiente sem proteção ASLR, a exploração em sistemas com ASLR habilitado é considerada complexa. Outras três falhas de segurança de gravidade média também foram descobertas. A F5, empresa que mantém o NGINX, já disponibilizou correções para as versões afetadas, e recomenda que os usuários atualizem ou modifiquem suas regras de reescrita para mitigar os riscos.

Vulnerabilidades críticas afetam NGINX Plus e Open Source

Pesquisadores de cibersegurança revelaram múltiplas vulnerabilidades que afetam o NGINX Plus e o NGINX Open Source, incluindo uma falha crítica que permaneceu oculta por 18 anos. A vulnerabilidade, identificada como CVE-2026-42945, é um problema de estouro de buffer na pilha que pode permitir a execução remota de código ou causar uma negação de serviço (DoS) através de requisições maliciosas. Essa falha, conhecida como NGINX Rift, pode ser explorada por atacantes não autenticados, tornando-a especialmente perigosa. Além disso, três outras vulnerabilidades foram corrigidas, com pontuações CVSS variando de 6.3 a 8.3, afetando módulos como ngx_http_scgi_module e ngx_http_ssl_module. As versões afetadas foram corrigidas em atualizações lançadas após a divulgação responsável em 21 de abril de 2026. Os usuários são aconselhados a atualizar para as versões mais recentes ou, se não puderem, modificar a configuração de reescrita para mitigar o risco. Essa situação destaca a importância de manter sistemas atualizados e monitorar vulnerabilidades conhecidas.

Vulnerabilidade crítica no Exim permite execução remota de código

Uma vulnerabilidade crítica, identificada como CVE-2026-45185, afeta configurações específicas do Exim, um agente de transferência de e-mail open-source amplamente utilizado em servidores Linux e Unix. Essa falha, que impacta versões do Exim anteriores à 4.99.3 que utilizam a biblioteca GNU Transport Layer Security (GnuTLS), pode ser explorada por atacantes remotos não autenticados para executar código arbitrário. O problema é um erro do tipo user-after-free (UAF) que ocorre durante o encerramento do TLS ao lidar com tráfego SMTP chunked. O Exim libera um buffer de transferência TLS, mas continua a usar referências de callback obsoletas, permitindo que dados sejam escritos em uma região de memória liberada, o que pode levar à execução remota de código (RCE). A vulnerabilidade foi descoberta pelo pesquisador Federico Kirschbaum da XBOW, que relatou o problema aos mantenedores do Exim em 1º de maio, recebendo confirmação em 5 de maio. Uma correção foi disponibilizada na versão 4.99.3 do Exim. Os usuários de distribuições Linux baseadas em Ubuntu e Debian são aconselhados a aplicar as atualizações disponíveis para mitigar os riscos associados a essa falha.

Vulnerabilidades críticas na biblioteca vm2 do Node.js expostas

Recentemente, foram reveladas doze vulnerabilidades críticas na biblioteca vm2 do Node.js, que podem ser exploradas por atacantes para escapar do sandbox e executar código arbitrário em sistemas vulneráveis. A biblioteca vm2 é amplamente utilizada para executar código JavaScript não confiável em um ambiente seguro, mas as falhas de segurança identificadas, como CVE-2026-24118 e CVE-2026-43997, apresentam riscos significativos. As vulnerabilidades têm pontuações de severidade elevadas, com várias delas atingindo 9.8 ou 10 no CVSS, indicando um risco crítico. As versões afetadas incluem até a 3.10.5, e os desenvolvedores são aconselhados a atualizar para a versão 3.11.2 para garantir a proteção adequada. A complexidade de isolar de forma segura o código não confiável em ambientes de sandbox JavaScript é um desafio reconhecido, e novas falhas podem ser descobertas no futuro. A atualização imediata é essencial para mitigar os riscos associados a essas vulnerabilidades.

Atualização de segurança crítica do Apache HTTP Server

A Apache Software Foundation (ASF) lançou atualizações de segurança para corrigir várias vulnerabilidades no Apache HTTP Server, incluindo uma falha severa que pode levar à execução remota de código (RCE). A vulnerabilidade, identificada como CVE-2026-23918, possui uma pontuação CVSS de 8.8 e afeta a versão 2.4.66 do servidor. A falha, classificada como ‘double free e possível RCE’, ocorre no manuseio do protocolo HTTP/2. O problema foi descoberto por Bartlomiej Dmitruk, co-fundador da Striga.ai, e Stanislaw Strzalkowski, pesquisador da ISEC.pl.

Vulnerabilidade crítica no Weaver E-cology em exploração ativa

Uma vulnerabilidade crítica foi identificada na plataforma Weaver (Fanwei) E-cology, que é amplamente utilizada para automação de escritório e colaboração. O problema, classificado como CVE-2026-22679, possui uma pontuação CVSS de 9.8, indicando seu alto risco. A falha permite a execução remota de código não autenticado em versões anteriores à 10.0, especificamente no endpoint ‘/papi/esearch/data/devops/dubboApi/debug/method’. Isso possibilita que atacantes enviem requisições POST manipuladas para executar comandos arbitrários no sistema. A exploração ativa dessa vulnerabilidade foi observada pela primeira vez em 31 de março de 2026, com evidências de abusos datando de 17 de março, apenas cinco dias após a disponibilização de patches. O ataque envolveu tentativas de execução de código malicioso e coleta de informações do sistema. Especialistas recomendam que os usuários atualizem suas versões do Weaver E-cology para evitar compromissos de segurança. Um script em Python para detectar instâncias vulneráveis também foi disponibilizado por pesquisadores de segurança.

Hackers exploram vulnerabilidade crítica no Weaver E-cology

Desde meados de março, hackers têm explorado uma vulnerabilidade crítica (CVE-2026-22679) na plataforma de automação de escritório Weaver E-cology, utilizada principalmente por organizações chinesas. Essa falha permite a execução remota de código sem autenticação, devido a um endpoint de API de depuração exposto que não valida as entradas do usuário. Os ataques começaram cinco dias após a liberação de uma atualização de segurança pelo fornecedor e duas semanas antes de sua divulgação pública. A empresa de inteligência de ameaças Vega documentou a atividade maliciosa, que durou cerca de uma semana e incluiu várias fases distintas. Os atacantes tentaram inicialmente executar comandos de descoberta e baixar payloads baseados em PowerShell, mas foram bloqueados pelas defesas de endpoint. Embora tenham explorado a vulnerabilidade, não conseguiram estabelecer uma sessão persistente no host alvo. A recomendação é que os usuários da versão 10.0 do Weaver E-cology apliquem as atualizações de segurança disponíveis o mais rápido possível, uma vez que a correção remove completamente o endpoint vulnerável.

Google corrige falha crítica no Gemini CLI que permite execução remota de comandos

O Google anunciou a correção de uma vulnerabilidade de gravidade máxima no pacote npm ‘@google/gemini-cli’ e no fluxo de trabalho ‘google-github-actions/run-gemini-cli’, que poderia permitir a execução de comandos arbitrários em sistemas host. Segundo a Novee Security, a falha permitia que um atacante externo não privilegiado forçasse o carregamento de conteúdo malicioso como configuração do Gemini, resultando em execução de comandos diretamente no sistema host, antes mesmo da inicialização do sandbox do agente. A vulnerabilidade, que não possui um identificador CVE, apresenta uma pontuação CVSS de 10.0 e afeta versões específicas do Gemini CLI. O Google destacou que o impacto é limitado a fluxos de trabalho que utilizam o Gemini CLI em modo headless, e recomenda que os usuários revisem suas configurações para garantir que apenas pastas confiáveis sejam utilizadas. Além disso, a empresa está implementando medidas para reforçar a lista de permissões de ferramentas quando o Gemini CLI é configurado para rodar em modo –yolo, evitando que entradas não confiáveis possam levar à execução remota de código. O artigo também menciona uma vulnerabilidade no Cursor, uma ferramenta de desenvolvimento, que poderia resultar em execução de código arbitrário devido a uma interação de recursos no Git.

Vulnerabilidade crítica no GitHub permite execução remota de código

Em março de 2026, o GitHub corrigiu uma vulnerabilidade crítica de execução remota de código (CVE-2026-3854) que poderia ter permitido a atacantes acessarem milhões de repositórios privados. A falha foi reportada por pesquisadores da empresa de cibersegurança Wiz, que a identificaram através do programa de recompensas por bugs do GitHub. A equipe de segurança do GitHub reproduziu e confirmou a vulnerabilidade em apenas 40 minutos, implementando uma correção em menos de duas horas após o relatório.

Vulnerabilidade crítica no GitHub permite execução remota de código

Pesquisadores de cibersegurança revelaram uma vulnerabilidade crítica no GitHub.com e no GitHub Enterprise Server, identificada como CVE-2026-3854, com uma pontuação CVSS de 8.7. Essa falha de injeção de comando permite que um usuário autenticado execute código remotamente com um único comando ‘git push’. O problema decorre da falta de sanitização adequada dos valores de opções de push fornecidos pelo usuário, que são incorporados nos cabeçalhos internos do serviço. Um atacante pode injetar campos de metadados adicionais através de valores manipulados, comprometendo a segurança do servidor. A empresa Wiz, especializada em segurança em nuvem, descobriu a vulnerabilidade e notificou o GitHub, que implementou uma correção em menos de duas horas. Embora a falha tenha afetado cerca de 88% das instâncias no momento da divulgação, não há evidências de exploração maliciosa até agora. A vulnerabilidade também permite a exposição cruzada entre inquilinos, possibilitando que um invasor acesse milhões de repositórios. Dada a gravidade da situação, é recomendado que os usuários apliquem a atualização imediatamente para garantir a proteção adequada.

Vulnerabilidade crítica no LeRobot pode permitir execução remota de código

Pesquisadores de cibersegurança revelaram uma vulnerabilidade crítica no LeRobot, a plataforma de robótica de código aberto da Hugging Face, que possui quase 24.000 estrelas no GitHub. A falha, identificada como CVE-2026-25874, apresenta um alto índice de gravidade (9.3 no CVSS) e está relacionada à desserialização insegura de dados, resultante do uso do formato pickle. Essa vulnerabilidade permite que um atacante não autenticado, que consiga acessar a rede do servidor PolicyServer, envie um payload malicioso e execute comandos arbitrários no sistema. O impacto potencial é significativo, incluindo a possibilidade de execução remota de código, comprometimento total do host do PolicyServer, roubo de dados sensíveis e riscos à segurança física. A falha foi validada na versão 0.4.3 do LeRobot e ainda não possui correção, com um patch previsto para a versão 0.6.0. A situação é alarmante, pois o LeRobot é projetado para sistemas de inferência de inteligência artificial que operam com privilégios elevados. A Hugging Face reconheceu a necessidade de refatoração do código, enfatizando que a segurança na implantação não era uma prioridade até o momento. O uso do formato pickle, que já é conhecido por suas vulnerabilidades, levanta preocupações adicionais sobre a segurança da plataforma.

Vulnerabilidade crítica em SGLang pode permitir execução remota de código

Uma vulnerabilidade crítica foi identificada no SGLang, um framework open-source para modelos de linguagem, que pode permitir a execução remota de código (RCE) em sistemas vulneráveis. A falha, registrada como CVE-2026-5760, possui um alto índice de severidade, com uma pontuação CVSS de 9.8. O problema reside no endpoint de reranking ‘/v1/rerank’, onde um atacante pode explorar a vulnerabilidade ao criar um arquivo de modelo GGUF malicioso. Esse arquivo contém um parâmetro ’tokenizer.chat_template’ que inclui um payload de injeção de template do lado do servidor (SSTI) utilizando Jinja2. Quando o modelo é carregado pelo usuário no SGLang, o código malicioso é executado no servidor, permitindo ao atacante controlar o sistema. A recomendação para mitigar essa vulnerabilidade é substituir o uso de jinja2.Environment() por ImmutableSandboxedEnvironment, evitando assim a execução de código Python arbitrário. Essa vulnerabilidade é semelhante a outras falhas críticas já corrigidas em pacotes populares, destacando a necessidade urgente de atenção e ação por parte dos administradores de sistemas que utilizam SGLang.

Vulnerabilidade crítica no Protocolo de Contexto de Modelo expõe dados sensíveis

Pesquisadores de cibersegurança identificaram uma vulnerabilidade crítica no Protocolo de Contexto de Modelo (MCP) que pode permitir a execução remota de código (RCE) em sistemas vulneráveis. Essa falha, presente no kit de desenvolvimento de software (SDK) da Anthropic, afeta mais de 7.000 servidores acessíveis publicamente e mais de 150 milhões de downloads. A vulnerabilidade se origina de configurações inseguras no transporte STDIO, resultando em injeções de comandos não autenticadas. Os pesquisadores destacam que essa falha não foi corrigida na implementação de referência do MCP, o que perpetua os riscos de execução de código. Para mitigar a ameaça, recomenda-se bloquear o acesso público a serviços sensíveis, monitorar invocações de ferramentas MCP e tratar entradas de configuração como não confiáveis. A situação é alarmante, pois uma única decisão arquitetônica comprometeu a segurança de diversas bibliotecas e projetos que confiam no protocolo. A Anthropic, por sua vez, não pretende modificar a arquitetura do protocolo, o que levanta preocupações sobre a segurança na cadeia de suprimentos de IA.

Código de exploração para falha crítica no protobuf.js é divulgado

Um código de exploração de prova de conceito foi publicado para uma falha crítica de execução remota de código (RCE) no protobuf.js, uma implementação JavaScript amplamente utilizada dos Protocol Buffers do Google. Essa biblioteca, que é popular no registro do Node Package Manager (npm) com cerca de 50 milhões de downloads semanais, é utilizada para comunicação entre serviços e armazenamento eficiente de dados estruturados. A vulnerabilidade, identificada como GHSA-xq3m-2v4x-88gg, resulta de uma geração de código dinâmico insegura, onde a biblioteca constrói funções JavaScript a partir de esquemas protobuf sem validar adequadamente os identificadores derivados do esquema. Isso permite que um atacante forneça um esquema malicioso que injete código arbitrário na função gerada, possibilitando a execução desse código quando a aplicação processa uma mensagem usando o esquema comprometido. A falha afeta as versões 8.0.0/7.5.4 e anteriores do protobuf.js, e a Endor Labs recomenda a atualização para as versões 8.0.1 e 7.5.5, que corrigem o problema. Embora a exploração seja considerada simples, até o momento não foram observadas explorações ativas na natureza.

Campanha maliciosa com botnet PowMix atinge força de trabalho na República Tcheca

Pesquisadores de cibersegurança alertaram sobre uma campanha maliciosa ativa que visa a força de trabalho na República Tcheca, utilizando uma botnet inédita chamada PowMix desde dezembro de 2025. O PowMix se destaca por empregar intervalos de beaconing aleatórios para evitar detecções de assinatura de rede, utilizando URLs que imitam APIs REST legítimas. O ataque se inicia com um arquivo ZIP malicioso, provavelmente entregue por e-mail de phishing, que ativa uma cadeia de infecção em múltiplas etapas. Essa cadeia envolve um atalho do Windows que inicia um loader PowerShell, extraindo e executando o malware na memória.

Vulnerabilidade crítica no ShowDoc é explorada ativamente

Uma vulnerabilidade crítica, identificada como CVE-2025-0520, afeta o ShowDoc, um serviço de gerenciamento e colaboração de documentos amplamente utilizado na China. Com uma pontuação CVSS de 9.4, a falha permite o upload irrestrito de arquivos, possibilitando que atacantes façam upload de arquivos PHP maliciosos e executem código remotamente. A vulnerabilidade foi descoberta em versões anteriores à 2.8.7 do ShowDoc, que foi corrigida em outubro de 2020. No entanto, novas informações indicam que a exploração ativa dessa falha começou recentemente, com ataques observados em um honeypot nos EUA. Dados da VulnCheck mostram que existem mais de 2.000 instâncias do ShowDoc online, a maioria delas na China. Diante disso, é altamente recomendável que os usuários atualizem para a versão mais recente do software, a 3.8.1, para garantir proteção adequada contra essa ameaça.

Vulnerabilidade crítica no Marimo permite execução remota de código

Uma vulnerabilidade crítica foi descoberta na plataforma de notebooks reativos Marimo, permitindo a execução remota de código sem autenticação. A falha, identificada como CVE-2026-39987, afeta as versões 0.20.4 e anteriores e recebeu uma pontuação crítica de 9.3 de 10 pela GitHub. A exploração começou apenas 10 horas após a divulgação pública da falha, com atacantes utilizando informações do aviso do desenvolvedor para realizar operações de exfiltração de dados sensíveis. A vulnerabilidade se origina do endpoint WebSocket ‘/terminal/ws’, que expõe um terminal interativo sem as devidas verificações de autenticação, permitindo que qualquer cliente não autenticado se conecte e execute comandos. O Marimo é amplamente utilizado por cientistas de dados e desenvolvedores, com 20.000 estrelas no GitHub. Os desenvolvedores lançaram a versão 0.23.0 para corrigir a falha, recomendando que os usuários atualizem imediatamente e monitorem as conexões WebSocket. Caso a atualização não seja viável, a recomendação é bloquear o acesso ao endpoint vulnerável.

Vulnerabilidade crítica no Marimo é explorada rapidamente após divulgação

Uma vulnerabilidade de segurança crítica foi identificada no Marimo, um notebook Python de código aberto voltado para ciência de dados, e foi explorada em menos de 10 horas após sua divulgação pública. A falha, classificada como CVE-2026-39987 com um escore CVSS de 9.3, permite a execução remota de código sem autenticação em todas as versões do Marimo até a 0.20.4. A vulnerabilidade reside no endpoint WebSocket /terminal/ws, que não valida a autenticação, permitindo que atacantes obtenham um shell interativo completo e executem comandos do sistema. A Sysdig observou a primeira tentativa de exploração apenas 9 horas e 41 minutos após a divulgação, onde um ator desconhecido acessou um sistema honeypot e começou a explorar o sistema, buscando dados sensíveis como chaves SSH e o arquivo .env. A rapidez com que as falhas recém-divulgadas estão sendo exploradas indica que os atacantes monitoram atentamente as divulgações de vulnerabilidades, o que reduz o tempo disponível para que os defensores respondam. Isso ressalta que qualquer aplicação exposta à internet com uma vulnerabilidade crítica é um alvo, independentemente de sua popularidade.

Vulnerabilidade crítica no Ninja Forms permite execução remota de código

Uma vulnerabilidade crítica foi identificada no complemento premium Ninja Forms File Uploads para WordPress, permitindo o upload de arquivos arbitrários sem autenticação, o que pode resultar em execução remota de código. Classificada como CVE-2026-0740, essa falha já está sendo explorada em ataques ativos, com mais de 3.600 tentativas bloqueadas pelo firewall Wordfence em apenas 24 horas. O Ninja Forms, um construtor de formulários popular com mais de 600.000 downloads, permite que usuários criem formulários sem codificação. A extensão de upload de arquivos, utilizada por cerca de 90.000 clientes, apresenta uma gravidade de 9.8 em 10. A vulnerabilidade se origina da falta de validação dos tipos de arquivos e extensões no nome do arquivo de destino, permitindo que atacantes não autenticados façam upload de arquivos maliciosos, incluindo scripts PHP. A exploração dessa falha pode levar a consequências severas, como a instalação de web shells e a tomada total do site. A vulnerabilidade foi descoberta em 8 de janeiro e um patch completo foi disponibilizado em 19 de março. Usuários do Ninja Forms File Upload são fortemente aconselhados a atualizar para a versão mais recente para mitigar riscos.

Ameaça de execução remota de código via cookies em servidores Linux

Pesquisadores da Microsoft Defender alertam que atores de ameaças estão utilizando cookies HTTP como um canal de controle para shells web baseados em PHP em servidores Linux, visando a execução remota de código. Essa técnica permite que o código malicioso permaneça inativo durante a execução normal da aplicação, ativando-se apenas quando valores específicos de cookies estão presentes. O uso de cookies para controle de execução oferece uma camada adicional de furtividade, já que esses dados se misturam ao tráfego web normal, dificultando a detecção. As implementações incluem loaders PHP que utilizam ofuscação e verificações em tempo de execução, além de scripts que segmentam dados de cookies para executar cargas úteis secundárias. A pesquisa também revela que os atacantes podem obter acesso inicial ao ambiente Linux da vítima através de credenciais válidas ou exploração de vulnerabilidades conhecidas, configurando tarefas cron para invocar rotinas de shell periodicamente. Para mitigar essa ameaça, a Microsoft recomenda a implementação de autenticação multifator, monitoramento de atividades de login incomuns e auditoria de tarefas cron. Essa abordagem de controle por cookies sugere uma reutilização de técnicas de shell web estabelecidas, permitindo acesso persistente pós-compromisso que pode evadir controles tradicionais de inspeção e registro.

Mais de 14 mil sistemas BIG-IP APM expostos a vulnerabilidade crítica

A organização sem fins lucrativos Shadowserver identificou mais de 14 mil instâncias do BIG-IP APM expostas na internet, em meio a ataques que exploram uma vulnerabilidade crítica de execução remota de código (RCE). O BIG-IP APM, uma solução da F5 para gerenciamento de acesso, foi inicialmente classificado como uma vulnerabilidade de negação de serviço (DoS) em outubro, mas foi reclassificado como RCE após novas informações surgirem em março de 2026. A F5 alertou que atacantes sem privilégios estão explorando essa falha em sistemas não corrigidos, especialmente aqueles com políticas de acesso configuradas em servidores virtuais. Apesar de uma ordem da CISA para que agências federais protegessem seus sistemas até a meia-noite de segunda-feira, mais de 14 mil instâncias permanecem vulneráveis. A F5 também forneceu indicadores de comprometimento e recomendações para verificar logs e discos em busca de atividades maliciosas, sugerindo a reconstrução dos sistemas afetados a partir de fontes confiáveis para evitar a persistência de malware. A empresa atende mais de 23 mil clientes, incluindo grandes corporações, e suas vulnerabilidades têm sido alvo de grupos de cibercrime e nações-estado nos últimos anos.

Vulnerabilidades em editores de texto Vim e GNU Emacs permitem execução remota de código

Recentemente, foram descobertas vulnerabilidades críticas nos editores de texto Vim e GNU Emacs, que permitem a execução remota de código (RCE) ao abrir arquivos maliciosos. O pesquisador Hung Nguyen, da Calif, identificou falhas no Vim que resultam da falta de verificações de segurança e problemas no manuseio de modelines, que são instruções contidas no início dos arquivos. Essas falhas afetam todas as versões do Vim até 9.2.0271 e foram corrigidas na versão 9.2.0272, após a notificação dos mantenedores do software.

Vulnerabilidade crítica no BIG-IP APM permite execução remota de código

A empresa de cibersegurança F5 Networks reclassificou uma vulnerabilidade no BIG-IP APM, anteriormente considerada uma falha de negação de serviço (DoS), como uma falha crítica de execução remota de código (RCE). Essa vulnerabilidade, identificada como CVE-2025-53521, permite que atacantes não privilegiados realizem execução remota de código em sistemas BIG-IP APM com políticas de acesso configuradas em um servidor virtual. A F5 alertou que a vulnerabilidade está sendo explorada ativamente, com a possibilidade de implantação de webshells em dispositivos não corrigidos. A organização também forneceu indicadores de comprometimento (IOCs) e recomendou que os administradores verifiquem os discos, logs e histórico de terminais de seus sistemas BIG-IP em busca de atividades maliciosas. A CISA dos EUA incluiu essa vulnerabilidade em sua lista de falhas ativamente exploradas e ordenou que agências federais garantissem a segurança de seus sistemas até 30 de março. A F5 enfatizou a importância de seguir as diretrizes de segurança corporativa e as melhores práticas forenses em caso de incidentes. Com mais de 240 mil instâncias do BIG-IP expostas online, a situação representa um risco significativo para a segurança das redes corporativas.

Falha crítica no F5 BIG-IP APM permite execução remota de código

A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) incluiu uma falha crítica no F5 BIG-IP Access Policy Manager (APM) em seu catálogo de Vulnerabilidades Conhecidas e Exploradas (KEV), após evidências de exploração ativa. A vulnerabilidade, identificada como CVE-2025-53521, possui uma pontuação CVSS v4 de 9.3, permitindo que um ator malicioso execute código remotamente. Inicialmente classificada como uma vulnerabilidade de negação de serviço (DoS), a F5 reclassificou-a após novas informações em março de 2026. A empresa confirmou que a falha foi explorada nas versões vulneráveis do BIG-IP e forneceu indicadores para verificar se o sistema foi comprometido, incluindo alterações em arquivos e logs específicos. As versões afetadas incluem 17.5.0 a 17.5.1, 17.1.0 a 17.1.2, entre outras. Diante da exploração ativa, agências federais têm até 30 de março de 2026 para aplicar as correções necessárias. Especialistas alertam que a situação representa um risco significativamente maior do que o inicialmente comunicado, exigindo atenção imediata dos administradores de sistema.

Oracle lança atualizações para falha crítica em gerenciadores de identidade

A Oracle divulgou atualizações de segurança para corrigir uma falha crítica que afeta o Oracle Identity Manager e o Oracle Web Services Manager, permitindo a execução remota de código. A vulnerabilidade, identificada como CVE-2026-21992, possui uma pontuação CVSS de 9.8, indicando um risco elevado. Segundo a Oracle, a falha é explorável remotamente e sem necessidade de autenticação, o que a torna particularmente perigosa. As versões afetadas incluem o Oracle Identity Manager nas versões 12.2.1.4.0 e 14.1.2.1.0, e o Oracle Web Services Manager nas mesmas versões. A descrição da falha na base de dados de vulnerabilidades do NIST destaca que um atacante não autenticado com acesso à rede via HTTP pode comprometer os sistemas afetados. Embora a Oracle não tenha relatado exploração ativa da vulnerabilidade, recomenda a aplicação imediata das atualizações para garantir a proteção. Este alerta é especialmente relevante, considerando que, em novembro de 2025, uma falha semelhante no Oracle Identity Manager foi adicionada ao catálogo de Vulnerabilidades Conhecidas e Exploradas da CISA, indicando um histórico de exploração ativa. Portanto, a atualização é crucial para a segurança das organizações que utilizam essas tecnologias.

Oracle corrige vulnerabilidade crítica em gerenciadores de identidade

A Oracle lançou uma atualização de segurança fora do cronograma para corrigir uma vulnerabilidade crítica de execução remota de código não autenticada, identificada como CVE-2026-21992, que afeta o Oracle Identity Manager e o Oracle Web Services Manager. Essa falha, com uma pontuação de severidade CVSS v3.1 de 9.8, permite que atacantes explorem o sistema remotamente, sem necessidade de autenticação ou interação do usuário, aumentando o risco em servidores expostos. A Oracle recomenda fortemente que os clientes apliquem os patches imediatamente, especialmente aqueles que utilizam as versões 12.2.1.4.0 e 14.1.2.1.0 do Oracle Identity Manager e do Oracle Web Services Manager. A empresa não confirmou se a vulnerabilidade já foi explorada, mas enfatizou a importância de manter as versões ativas e aplicar todas as atualizações de segurança sem demora. A falha é considerada de baixa complexidade e pode ser explorada via HTTP, o que a torna ainda mais preocupante para as organizações que utilizam essas tecnologias. A Oracle também alertou os clientes para revisar o alerta de segurança para obter detalhes completos sobre os patches disponíveis.

Falha crítica de segurança no Langflow é explorada em 20 horas

Uma vulnerabilidade crítica no Langflow, identificada como CVE-2026-33017, foi explorada ativamente apenas 20 horas após sua divulgação pública. Com uma pontuação CVSS de 9.3, a falha resulta de uma combinação de falta de autenticação e injeção de código, permitindo a execução remota de código sem autenticação. O endpoint vulnerável, /api/v1/build_public_tmp/{flow_id}/flow, permite a construção de fluxos públicos sem exigir autenticação, o que possibilita que atacantes enviem dados controlados por eles, incluindo código Python arbitrário. A exploração bem-sucedida pode permitir que um invasor execute código com privilégios totais do servidor, acessando variáveis de ambiente e arquivos sensíveis.

Vulnerabilidade crítica no FreeScout permite execução remota de código

Uma vulnerabilidade de severidade máxima foi identificada na plataforma FreeScout, que permite a execução remota de código (RCE) sem interação do usuário ou autenticação. A falha, identificada como CVE-2026-28289, contorna uma correção anterior (CVE-2026-27636) que afetava usuários autenticados com permissões de upload. Pesquisadores da OX Security descobriram que um atacante pode explorar essa vulnerabilidade enviando um e-mail malicioso para qualquer endereço configurado no FreeScout. O problema reside na manipulação de nomes de arquivos, onde um espaço em branco invisível (Unicode U+200B) pode ser adicionado antes do nome do arquivo, permitindo que ele seja salvo como um arquivo oculto e contorne as verificações de segurança. A exploração pode resultar em comprometimento total do servidor, violação de dados e interrupção de serviços. A versão 1.8.207 do FreeScout, lançada recentemente, corrige essa falha, mas recomenda-se desabilitar a configuração ‘AllowOverrideAll’ no Apache para maior segurança. Embora não haja exploração ativa observada até o momento, a natureza da vulnerabilidade indica um alto risco de atividade maliciosa iminente.

CISA adiciona vulnerabilidade crítica do VMware Aria Operations ao KEV

A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) incluiu uma nova vulnerabilidade crítica, CVE-2026-22719, no seu catálogo de Vulnerabilidades Conhecidas e Exploradas (KEV). Essa falha, com uma pontuação CVSS de 8.1, permite que atacantes não autenticados executem comandos arbitrários, potencialmente levando à execução remota de código durante a migração assistida de produtos no VMware Aria Operations. A vulnerabilidade foi identificada como uma injeção de comando e afeta produtos como VMware Cloud Foundation e VMware vSphere Foundation 9.x.x.x, além do VMware Aria Operations 8.x. A correção foi disponibilizada nas versões 9.0.2.0 e 8.18.6, respectivamente. Para clientes que não podem aplicar o patch imediatamente, a Broadcom oferece um script de contorno. Embora a Broadcom tenha reconhecido relatos de exploração ativa da vulnerabilidade, ainda não há detalhes sobre a natureza dos ataques ou os responsáveis. As agências do Federal Civilian Executive Branch (FCEB) têm até 24 de março de 2026 para aplicar as correções. A situação exige atenção imediata, especialmente considerando o potencial impacto em ambientes corporativos que utilizam essas tecnologias.

Vulnerabilidades críticas no assistente de codificação Claude Code da Anthropic

Pesquisadores de cibersegurança identificaram várias vulnerabilidades no Claude Code, um assistente de codificação baseado em inteligência artificial da Anthropic, que podem levar à execução remota de código e ao roubo de credenciais da API. As falhas exploram mecanismos de configuração, como Hooks e variáveis de ambiente, permitindo a execução de comandos de shell arbitrários e a exfiltração de chaves da API da Anthropic ao clonar repositórios não confiáveis. As vulnerabilidades se dividem em três categorias principais: uma falha de injeção de código sem CVE, que permite a execução de código arbitrário sem confirmação do usuário; uma vulnerabilidade CVE-2025-59536, que executa comandos de shell automaticamente ao iniciar o Claude Code em um diretório não confiável; e uma falha CVE-2026-21852, que permite a exfiltração de dados, incluindo chaves da API, de repositórios maliciosos. A exploração bem-sucedida dessas vulnerabilidades pode comprometer a infraestrutura de IA do desenvolvedor, permitindo acesso a arquivos de projetos compartilhados e gerando custos inesperados com a API. A Anthropic já lançou correções para essas falhas, mas a situação destaca a necessidade de cautela ao trabalhar com ferramentas de IA em ambientes de desenvolvimento.

SolarWinds corrige falhas críticas no software Serv-U

A SolarWinds lançou atualizações para corrigir quatro vulnerabilidades críticas em seu software de transferência de arquivos Serv-U, que, se exploradas, podem resultar em execução remota de código. Todas as falhas, classificadas com 9.1 no sistema de pontuação CVSS, incluem: CVE-2025-40538, uma vulnerabilidade de controle de acesso quebrado que permite a criação de um usuário administrador do sistema; CVE-2025-40539 e CVE-2025-40540, ambas relacionadas a confusão de tipos que possibilitam a execução de código nativo arbitrário; e CVE-2025-40541, uma vulnerabilidade de referência direta insegura (IDOR) que também permite a execução de código nativo como root. A SolarWinds destacou que essas vulnerabilidades exigem privilégios administrativos para serem exploradas, mas representam um risco médio em implementações do Windows, pois os serviços geralmente operam sob contas de serviço com menos privilégios por padrão. As falhas afetam a versão 15.5 do Serv-U e foram corrigidas na versão 15.5.4. Embora não haja menção de exploração ativa, vulnerabilidades anteriores foram alvo de grupos de hackers, incluindo um grupo baseado na China conhecido como Storm-0322.

Hackers exploram vulnerabilidade crítica no BeyondTrust Remote Support

A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) alertou que hackers estão explorando ativamente a vulnerabilidade CVE-2026-1731 no produto BeyondTrust Remote Support. Essa falha de segurança afeta as versões 25.3.1 ou anteriores do Remote Support e 24.3.4 ou anteriores do Privileged Remote Access, permitindo a execução remota de código. A CISA incluiu essa vulnerabilidade no catálogo de Vulnerabilidades Conhecidas Exploitadas (KEV) em 13 de fevereiro, dando um prazo de três dias para que agências federais aplicassem o patch ou interrompessem o uso do produto. A BeyondTrust divulgou a CVE-2026-1731 em 6 de fevereiro, classificando-a como uma vulnerabilidade de execução remota de código pré-autenticação, causada por uma fraqueza de injeção de comando do sistema operacional. Explorações de prova de conceito (PoC) surgiram rapidamente, e a exploração no mundo real começou quase imediatamente. A BeyondTrust confirmou que a exploração foi detectada em 31 de janeiro, tornando a CVE-2026-1731 uma vulnerabilidade zero-day por pelo menos uma semana. Para clientes da aplicação em nuvem, o patch foi aplicado automaticamente em 2 de fevereiro. Já os clientes de instâncias auto-hospedadas precisam verificar a aplicação do patch ou instalá-lo manualmente. As versões recomendadas são 25.3.2 para Remote Support e 25.1.1 ou mais recente para Privileged Remote Access.

Vulnerabilidade crítica em BeyondTrust pode ser explorada remotamente

Uma vulnerabilidade crítica de execução remota de código pré-autenticação foi identificada nos aparelhos BeyondTrust Remote Support e Privileged Remote Access, afetando versões 25.3.1 e anteriores do Remote Support e 24.3.4 e anteriores do Privileged Remote Access. A falha, rastreada como CVE-2026-1731 e com uma pontuação CVSS de 9.9, permite que atacantes não autenticados enviem solicitações de cliente especialmente elaboradas, possibilitando a execução de comandos do sistema operacional no contexto do usuário do site. A BeyondTrust divulgou a vulnerabilidade em 6 de fevereiro de 2026, alertando que a exploração bem-sucedida pode levar a compromissos de sistema, acesso não autorizado, exfiltração de dados e interrupção de serviços. Embora a BeyondTrust tenha aplicado patches automaticamente em suas instâncias SaaS, clientes on-premise devem instalar as correções manualmente. A exploração da vulnerabilidade já está em andamento, com cerca de 11.000 instâncias expostas online, das quais aproximadamente 8.500 são implementações on-premise. Especialistas recomendam que as organizações que utilizam essas soluções apliquem as correções disponíveis imediatamente.

Exploração de vulnerabilidade crítica no Ivanti Endpoint Manager Mobile

Recentemente, uma falha de segurança crítica no Ivanti Endpoint Manager Mobile (EPMM), identificada como CVE-2026-1281, tem sido alvo de exploração ativa. A empresa de inteligência em segurança GreyNoise registrou 417 tentativas de exploração entre 1 e 9 de fevereiro de 2026, com 83% dessas tentativas originando-se de um único endereço IP, 193.24.123[.]42, associado a uma infraestrutura de hospedagem resistente a ações legais, conhecida como PROSPERO. Essa vulnerabilidade permite a execução remota de código não autenticado, colocando em risco a segurança de organizações que utilizam o EPMM. Além disso, a análise revelou que o mesmo IP está explorando outras vulnerabilidades em softwares não relacionados, o que sugere o uso de ferramentas automatizadas para esses ataques. Agências europeias, incluindo a Autoridade de Proteção de Dados da Holanda, confirmaram que foram alvos de ataques utilizando essas falhas. A Ivanti já reconheceu que um número limitado de clientes foi impactado. Especialistas recomendam que os usuários do EPMM apliquem patches de segurança, auditem suas infraestruturas e monitorem atividades suspeitas para mitigar riscos.

Microsoft corrige vulnerabilidade de execução remota no Notepad do Windows 11

A Microsoft corrigiu uma vulnerabilidade de execução remota de código (RCE) no Notepad do Windows 11, que permitia a atacantes executar programas locais ou remotos ao induzir usuários a clicarem em links Markdown maliciosos, sem exibir avisos de segurança. A falha, identificada como CVE-2026-20841, foi descoberta por pesquisadores e poderia ser explorada ao abrir arquivos Markdown (.md) que contivessem links manipulados. Ao clicar em um link malicioso, o Notepad poderia executar arquivos sem qualquer aviso, colocando em risco a segurança do usuário. A atualização, disponibilizada em fevereiro de 2026, agora exibe alertas ao clicar em links que não utilizam os protocolos http:// ou https://, mas ainda é possível que usuários sejam enganados a confirmar a execução. A Microsoft não esclareceu o motivo de não ter bloqueado esses links não padrão inicialmente. A correção será distribuída automaticamente via Microsoft Store, minimizando o impacto da vulnerabilidade.

Fortinet lança atualizações para falha crítica no FortiClientEMS

A Fortinet divulgou atualizações de segurança para corrigir uma falha crítica no FortiClientEMS, identificada como CVE-2026-21643, que pode permitir a execução de código arbitrário em sistemas vulneráveis. Com uma pontuação CVSS de 9.1, a vulnerabilidade é classificada como uma injeção SQL, permitindo que atacantes não autenticados executem comandos não autorizados através de requisições HTTP manipuladas. As versões afetadas incluem FortiClientEMS 7.4.4, que deve ser atualizada para a versão 7.4.5 ou superior. As versões 7.2 e 8.0 não são afetadas. Embora a Fortinet não tenha relatado exploração ativa da falha, é crucial que os usuários apliquem as correções rapidamente. Essa atualização ocorre em um contexto onde a empresa também lidou com outra vulnerabilidade crítica em seus produtos FortiOS, FortiManager, FortiAnalyzer, FortiProxy e FortiWeb, que já está sendo explorada ativamente por atacantes. A rápida aplicação das atualizações é essencial para mitigar riscos de segurança.

CISA alerta sobre falha crítica no SolarWinds Web Help Desk

A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) adicionou uma falha crítica no SolarWinds Web Help Desk (WHD) ao seu catálogo de Vulnerabilidades Conhecidas e Exploradas (KEV), classificando-a como ativamente explorada em ataques. A vulnerabilidade, identificada como CVE-2025-40551, possui uma pontuação CVSS de 9.8 e refere-se a uma deserialização de dados não confiáveis, que pode permitir a execução remota de código sem necessidade de autenticação. A SolarWinds lançou correções para essa e outras falhas na versão 2026.1 do WHD. Além disso, outras vulnerabilidades críticas em sistemas como Sangoma FreePBX e GitLab também foram adicionadas ao catálogo da CISA. Embora não haja informações públicas sobre como a CVE-2025-40551 está sendo explorada, o alerta destaca a rapidez com que os atores de ameaças estão se movendo para explorar falhas recém-divulgadas. Agências federais dos EUA devem corrigir essa vulnerabilidade até 6 de fevereiro de 2026, e as demais até 24 de fevereiro de 2026, conforme a Diretriz Operacional Vinculante 22-01.

Vulnerabilidade crítica no OpenClaw permite execução remota de código

Uma vulnerabilidade de alta severidade foi identificada no OpenClaw, um assistente pessoal de inteligência artificial de código aberto, que pode permitir a execução remota de código (RCE) através de um link malicioso. A falha, registrada como CVE-2026-25253 e com uma pontuação CVSS de 8.8, foi corrigida na versão 2026.1.29, lançada em 30 de janeiro de 2026. O problema reside na falta de validação do parâmetro ‘gatewayUrl’ na interface de controle, que permite que um link malicioso envie um token de autenticação para um servidor controlado por um atacante. Isso possibilita que o invasor conecte-se ao gateway local da vítima, altere configurações e execute comandos com privilégios elevados. O ataque pode ser realizado com um único clique, tornando-o extremamente perigoso. A vulnerabilidade afeta qualquer implantação do OpenClaw onde o usuário tenha se autenticado na interface de controle, permitindo acesso ao API do gateway e a execução de código arbitrário. O impacto é significativo, pois mesmo configurações que limitam o acesso a localhost podem ser contornadas, devido à maneira como o navegador da vítima inicia a conexão. A rápida popularidade do OpenClaw, com mais de 149 mil estrelas no GitHub, aumenta a urgência para que as organizações que utilizam essa ferramenta implementem a atualização imediatamente.

SmarterTools corrige falhas críticas no SmarterMail

A SmarterTools anunciou a correção de duas vulnerabilidades críticas em seu software de e-mail SmarterMail, incluindo uma falha de execução remota de código, identificada como CVE-2026-24423, que possui uma pontuação CVSS de 9.3. Essa vulnerabilidade permite que um atacante direcione o SmarterMail para um servidor HTTP malicioso, executando comandos do sistema operacional sem autenticação. A falha foi descoberta por pesquisadores de várias organizações e corrigida na versão Build 9511, lançada em 15 de janeiro de 2026. Além disso, a mesma versão também aborda outra vulnerabilidade crítica (CVE-2026-23760) que já estava sendo explorada ativamente. Outra falha de severidade média (CVE-2026-25067) foi corrigida na versão Build 9518, lançada em 22 de janeiro de 2026, que poderia facilitar ataques de retransmissão NTLM e autenticação não autorizada. Dada a gravidade das vulnerabilidades e a exploração ativa, é crucial que os usuários atualizem para a versão mais recente o mais rápido possível.

Novas vulnerabilidades críticas na plataforma n8n de automação de workflows

Pesquisadores de cibersegurança revelaram duas falhas significativas na plataforma n8n, que é amplamente utilizada para automação de workflows. A primeira vulnerabilidade, identificada como CVE-2026-1470, possui uma pontuação CVSS de 9.9 e permite que um usuário autenticado contorne o mecanismo de sandbox da expressão, possibilitando a execução remota de código JavaScript malicioso. A segunda falha, CVE-2026-0863, com pontuação CVSS de 8.5, permite a execução de código Python arbitrário no sistema operacional subjacente, também por um usuário autenticado. A exploração bem-sucedida dessas vulnerabilidades pode permitir que um atacante assuma o controle total de uma instância do n8n, mesmo em modo de execução interna, o que representa um risco significativo para a segurança das organizações. Os desenvolvedores recomendam que os usuários atualizem para versões específicas para mitigar esses riscos. Essas falhas destacam a dificuldade de manter a segurança em linguagens dinâmicas como JavaScript e Python, onde características sutis podem ser exploradas para contornar medidas de segurança.

Vulnerabilidade crítica no Grist-Core permite execução remota de código

Uma falha de segurança crítica foi identificada no Grist-Core, uma versão de planilha-relacional de código aberto, que pode resultar em execução remota de código (RCE). A vulnerabilidade, rastreada como CVE-2026-24002 e codinome Cellbreak, foi descoberta pelo pesquisador de segurança Vladimir Tokarev. Ele explica que uma fórmula maliciosa pode transformar uma planilha em um ponto de acesso para execução de comandos do sistema operacional ou JavaScript, quebrando a barreira entre a lógica da célula e a execução no host. Essa falha é classificada como uma fuga do sandbox Pyodide, que também afetou recentemente outra plataforma, n8n. A vulnerabilidade foi corrigida na versão 1.7.9, lançada em 9 de janeiro de 2026. Os administradores devem verificar se estão usando o método de sandboxing ‘pyodide’ e, se sim, atualizar imediatamente. A falha permite que um usuário mal-intencionado execute processos arbitrários no servidor, acessando credenciais de banco de dados e chaves de API. A Grist recomenda que os usuários atualizem para a versão mais recente e, como solução temporária, configurem a variável de ambiente GRIST_SANDBOX_FLAVOR para ‘gvisor’. Essa situação destaca a necessidade de um design de sandbox mais robusto e baseado em capacidades para evitar brechas de segurança.

Falha crítica no VMware vCenter Server é explorada ativamente

A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) incluiu uma falha crítica no VMware vCenter Server, identificada como CVE-2024-37079, em seu catálogo de Vulnerabilidades Conhecidas e Exploradas (KEV). Com uma pontuação CVSS de 9.8, essa vulnerabilidade permite a execução remota de código por meio de um estouro de heap no protocolo DCE/RPC, possibilitando que um invasor com acesso à rede do vCenter envie pacotes de rede especialmente elaborados. A Broadcom, responsável pela correção da falha em junho de 2024, confirmou que a exploração da vulnerabilidade está ocorrendo ativamente. Pesquisadores da empresa de cibersegurança chinesa QiAnXin LegendSec descobriram essa e outras falhas relacionadas, que podem ser encadeadas para obter acesso não autorizado ao sistema ESXi. Embora ainda não se saiba a extensão dos ataques ou os grupos responsáveis, a Broadcom atualizou seu aviso para alertar sobre o abuso da vulnerabilidade. As agências do governo federal dos EUA devem atualizar para a versão mais recente até 13 de fevereiro de 2026 para garantir proteção adequada.

Governo dos EUA deve corrigir falha crítica de segurança do Gogs

A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) incluiu uma nova vulnerabilidade crítica no seu catálogo de Vulnerabilidades Conhecidas e Exploradas (KEV). A falha, identificada como CVE-2025-8110, permite a execução remota de código (RCE) não autenticada por meio da API PutContents, comprometendo servidores Gogs. Com um índice de severidade de 8.7/10, a CISA ordenou que as agências federais apliquem um patch até 2 de fevereiro de 2026, ou cessem o uso do software vulnerável. O Gogs é um serviço de Git auto-hospedado, frequentemente utilizado em ambientes de desenvolvimento interno e redes isoladas. Pesquisadores da Wiz Research relataram que mais de 700 servidores Gogs já foram comprometidos, com ataques em andamento desde novembro de 2025. A correção disponível no GitHub implementa validação de caminho ciente de symlink em todos os pontos de entrada de escrita de arquivos, mitigando a vulnerabilidade. A situação destaca a necessidade urgente de atualização por parte das organizações que utilizam essa plataforma, uma vez que mais de 1.400 servidores Gogs estão expostos online.

Falha crítica de segurança na plataforma n8n pode permitir execução remota de código

A plataforma de automação de fluxo de trabalho de código aberto n8n alertou sobre uma vulnerabilidade de segurança de alta severidade, identificada como CVE-2026-21877, que pode permitir a execução remota de código (RCE) por usuários autenticados. Avaliada com a pontuação máxima de 10.0 no sistema CVSS, a falha pode resultar na total comprometimento da instância afetada. Tanto as implementações auto-hospedadas quanto as instâncias na nuvem da n8n estão vulneráveis. A vulnerabilidade foi corrigida na versão 1.121.3, lançada em novembro de 2025, e os usuários são aconselhados a atualizar imediatamente. Caso a atualização não seja viável, recomenda-se desabilitar o nó Git e restringir o acesso a usuários não confiáveis. Essa divulgação ocorre em um contexto onde a n8n já havia abordado outras falhas críticas, como CVE-2025-68613 e CVE-2025-68668, que também poderiam levar à execução de código sob certas condições. A descoberta foi feita pelo pesquisador de segurança Théo Lelasseux.

Vulnerabilidade crítica em roteadores D-Link pode ser explorada

Uma nova vulnerabilidade crítica, identificada como CVE-2026-0625, foi descoberta em roteadores DSL da D-Link, com um alto índice de severidade de 9.3 no CVSS. Essa falha, que se refere a uma injeção de comandos no endpoint ‘dnscfg.cgi’, permite que atacantes remotos não autenticados injetem e executem comandos de shell arbitrários, resultando em execução remota de código. Os modelos afetados incluem DSL-2740R, DSL-2640B, DSL-2780B e DSL-526B, todos com status de fim de vida desde 2020. A D-Link está investigando a situação após um alerta da VulnCheck em dezembro de 2025, mas a identificação precisa dos modelos afetados é complexa devido a variações de firmware. A exploração ativa dessa vulnerabilidade foi registrada em novembro de 2025, e a empresa recomenda que os proprietários de dispositivos afetados considerem a substituição por modelos que recebam atualizações regulares de firmware e segurança. A falha expõe um mecanismo de configuração DNS que já foi utilizado em campanhas de sequestro de DNS em larga escala, permitindo que atacantes alterem silenciosamente as entradas de DNS, comprometendo a segurança de toda a rede conectada ao roteador.

Vulnerabilidade crítica no SmarterMail pode permitir execução remota de código

A Agência de Cibersegurança de Cingapura (CSA) emitiu um alerta sobre uma vulnerabilidade de alta severidade no software de e-mail SmarterTools SmarterMail, identificada como CVE-2025-52691, que possui uma pontuação CVSS de 10.0. Essa falha permite o upload arbitrário de arquivos, possibilitando a execução de código remoto sem necessidade de autenticação. A exploração bem-sucedida dessa vulnerabilidade pode permitir que atacantes não autenticados façam upload de arquivos maliciosos no servidor de e-mail, potencialmente levando à execução de código. O SmarterMail é uma alternativa a soluções de colaboração empresarial, como o Microsoft Exchange, e é utilizado por provedores de hospedagem. A vulnerabilidade afeta as versões Build 9406 e anteriores, tendo sido corrigida na Build 9413, lançada em 9 de outubro de 2025. A CSA recomenda que os usuários atualizem para a versão mais recente (Build 9483, lançada em 18 de dezembro de 2025) para garantir proteção adequada. Embora não haja relatos de exploração ativa da falha, a gravidade da vulnerabilidade justifica a atualização imediata dos sistemas afetados.

Hewlett Packard Enterprise corrige falha crítica no OneView Software

A Hewlett Packard Enterprise (HPE) anunciou a correção de uma vulnerabilidade crítica no seu software OneView, que pode permitir a execução remota de código por usuários não autenticados. Identificada como CVE-2025-37164, essa falha recebeu a pontuação máxima de 10.0 no CVSS, indicando seu alto potencial de risco. O problema afeta todas as versões anteriores à 11.00 do OneView, que é uma ferramenta de gerenciamento de infraestrutura de TI. A HPE disponibilizou um hotfix para as versões 5.20 a 10.20, mas é importante ressaltar que esse hotfix deve ser reaplicado após atualizações específicas. Embora a empresa não tenha relatado a exploração da vulnerabilidade em ambientes reais, recomenda-se que os usuários apliquem as correções o mais rápido possível para garantir a segurança de seus sistemas. Além disso, em junho, a HPE já havia lançado atualizações para corrigir outras oito vulnerabilidades em sua solução StoreOnce, que também poderiam resultar em execução remota de código. A situação destaca a importância da gestão de patches e da vigilância contínua em ambientes corporativos.

SonicWall corrige falha de segurança em dispositivos SMA 100

A SonicWall anunciou a correção de uma vulnerabilidade crítica em seus dispositivos Secure Mobile Access (SMA) da série 100, identificada como CVE-2025-40602, com uma pontuação CVSS de 6.6. Essa falha permite a escalada de privilégios locais devido a uma autorização insuficiente no console de gerenciamento do aparelho. As versões afetadas incluem 12.4.3-03093 e anteriores, além de 12.5.0-02002 e anteriores, com correções disponíveis nas versões 12.4.3-03245 e 12.5.0-02283, respectivamente. A SonicWall alertou que essa vulnerabilidade está sendo explorada ativamente, especialmente em combinação com outra falha crítica, CVE-2025-23006, que permite a execução remota de código não autenticado com privilégios de root. Essa última falha foi corrigida em janeiro de 2025. A descoberta das vulnerabilidades foi creditada a pesquisadores do Google Threat Intelligence Group. Dada a gravidade da situação, é crucial que os usuários dos dispositivos SMA 100 apliquem as correções imediatamente para evitar possíveis comprometimentos.