<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Exército Dos Eua on BR Defense Center</title><link>https://brdefense.center/tags/ex%C3%A9rcito-dos-eua/</link><description>Recent content in Exército Dos Eua on BR Defense Center</description><generator>Hugo</generator><language>pt-br</language><lastBuildDate>Thu, 30 Jul 2026 19:51:34 -0300</lastBuildDate><atom:link href="https://brdefense.center/tags/ex%C3%A9rcito-dos-eua/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Exército dos EUA investe US 447 milhões em balões de vigilância</title><link>https://brdefense.center/news/exercito-dos-eua-investe-us-447-milhoes-em-baloes/</link><pubDate>Thu, 30 Jul 2026 19:51:34 -0300</pubDate><guid>https://brdefense.center/news/exercito-dos-eua-investe-us-447-milhoes-em-baloes/</guid><description>&lt;p>O Exército dos Estados Unidos firmou um contrato de até US$ 447 milhões com a TCOM LP para a produção e suporte de seu sistema de balões de vigilância Persistent Surveillance Systems-Tethered. Apesar da eficácia histórica desses balões em identificar ameaças em conflitos passados, como no Iraque e no Afeganistão, analistas levantam preocupações sobre sua vulnerabilidade em cenários modernos, especialmente diante do uso crescente de drones baratos por adversários. O recente ataque do Hezbollah, que utilizou uma frota de drones para atingir tropas israelenses, exemplifica como plataformas de vigilância fixas podem ser alvos fáceis. Embora os balões possam operar a altitudes de até 4.880 metros e monitorar áreas por longos períodos, sua visibilidade e imobilidade os tornam suscetíveis a ataques. O Exército, no entanto, continua a investir em balões, ao mesmo tempo em que busca alternativas mais baratas e distribuídas, como drones e satélites. A decisão de manter os balões levanta questões sobre a eficácia e a viabilidade de sistemas de vigilância tradicionais em um campo de batalha em rápida evolução.&lt;/p></description></item></channel></rss>