Everest

Grupo Everest assume violação de dados no Frost Bank

A Sefas, desenvolvedora de software, notificou 191.848 texanos sobre uma violação de dados ocorrida em dezembro de 2025 no Frost Bank, um de seus clientes. Os dados comprometidos incluem números de Seguro Social, números de identificação fiscal, números de contas e datas de nascimento. O grupo cibercriminoso Everest reivindicou a responsabilidade pela violação em 20 de abril de 2026, alegando ter roubado 250.000 números de Seguro Social do Frost Bank e 3,4 milhões de registros do Citizens Bank no mesmo dia. Embora a Sefas tenha confirmado a atividade não autorizada em seu servidor SFTP, nem Frost Bank nem Citizens Bank reconheceram publicamente as alegações do Everest. A Sefas está oferecendo 12 meses de monitoramento de crédito aos afetados. Desde o início de 2025, 68 ataques de ransomware foram registrados contra instituições financeiras nos EUA, com apenas nove confirmados. Os ataques de ransomware podem causar perda de dados e exigir resgates para a recuperação dos sistemas. O grupo Everest, ativo desde 2020, já atacou diversas organizações, incluindo a NASA e o governo brasileiro.

Incidente de segurança da Iron Mountain envolve materiais de marketing

A Iron Mountain, empresa de armazenamento e recuperação de dados, confirmou que um recente incidente de segurança, atribuído ao grupo de extorsão Everest, envolveu principalmente materiais de marketing. A empresa, com sede em Portsmouth, New Hampshire, e com mais de 240 mil clientes em 61 países, informou que os atacantes acessaram uma única pasta em um servidor de compartilhamento de arquivos utilizando credenciais comprometidas. Segundo a Iron Mountain, não houve envolvimento de ransomware ou malware, e nenhum sistema adicional da empresa foi comprometido. O grupo Everest, que se destacou por suas táticas de extorsão de dados, não conseguiu acessar informações confidenciais ou sensíveis de clientes. A empresa desativou a credencial comprometida e assegurou que a situação está sob controle. O incidente destaca a importância da segurança cibernética, especialmente em um cenário onde grupos como o Everest têm se tornado mais ativos, visando principalmente organizações de saúde e empresas de grande porte. A Iron Mountain reafirma seu compromisso com a proteção de dados e a transparência em suas operações.

Vazamento de dados na FullBeauty Brands expõe informações pessoais

A empresa de vestuário FullBeauty Brands confirmou um vazamento de dados ocorrido entre outubro e novembro de 2025, afetando pelo menos 1.191 pessoas. O incidente, atribuído ao grupo cibercriminoso Everest, resultou na exposição de nomes e números de Seguro Social. O ataque foi reconhecido pelo Everest, que divulgou os dados supostamente roubados após a empresa não atender ao prazo de resgate. A FullBeauty, por sua vez, não confirmou a reivindicação do grupo e não se sabe se um resgate foi pago. A empresa está oferecendo um ano de monitoramento de crédito e proteção contra roubo de identidade aos afetados. O grupo Everest, ativo desde 2020, já atacou diversas organizações, incluindo NASA e o governo brasileiro, e em 2025, reivindicou 15 ataques confirmados. Os ataques de ransomware em varejistas nos EUA aumentaram, com 23 incidentes registrados em 2025, comprometendo mais de 126 mil registros pessoais. O caso da FullBeauty destaca a vulnerabilidade das empresas de varejo a ataques cibernéticos, que podem resultar em perda de dados e interrupção das operações.

Ataque hacker à Under Armour expõe 72 milhões de contas

No final de 2025, a Under Armour, empresa de artigos esportivos, foi alvo de um ataque hacker que expôs dados de aproximadamente 72,2 milhões de contas de clientes. O incidente, supostamente liderado pela gangue de ransomware Everest, ocorreu em novembro e envolveu a tentativa de extorsão, onde os hackers exigiram um pagamento para não vazar os dados. Apesar das alegações da gangue, a Under Armour não confirmou nem desmentiu a invasão, mantendo-se em silêncio sobre o assunto. Os dados vazados incluem informações sensíveis como nomes, e-mails, datas de nascimento, gênero, localização e histórico de compras. A plataforma Have I Been Pwned? adicionou essas contas ao seu banco de dados, permitindo que usuários verifiquem se suas informações foram comprometidas. A situação é preocupante, pois 76% dos e-mails vazados já estavam presentes em brechas anteriores, o que pode aumentar o risco de ataques de phishing. Além disso, um processo judicial foi movido contra a empresa, sugerindo uma possível ação coletiva devido ao incidente.

Empresa de empréstimos Money Mart notifica violação de dados

A empresa de empréstimos Money Mart começou a notificar vítimas de uma violação de dados ocorrida em novembro de 2025, que comprometeu nomes e números de Seguro Social. Hackers invadiram um aplicativo de terceiros e roubaram dados pessoais armazenados pela empresa, embora Money Mart não tenha revelado qual aplicativo foi comprometido. O grupo de ransomware Everest reivindicou a responsabilidade pela violação, alegando ter roubado 80.000 arquivos, incluindo informações pessoais de indivíduos nos EUA e no Canadá. A empresa está oferecendo 12 meses de monitoramento de crédito gratuito através da TransUnion para as vítimas, com prazo para inscrição até 30 de abril de 2026. A investigação forense ainda está em andamento, e não há confirmação se a Money Mart pagou um resgate ou detalhes sobre como a invasão ocorreu. O grupo Everest, ativo desde 2020, já atacou diversas organizações, incluindo NASA e hospitais, e em 2025 reivindicou 11 ataques confirmados, afetando significativamente o setor financeiro dos EUA, que registrou 50 ataques de ransomware em 2025, comprometendo mais de 700.000 registros.

ASUS ignora ultimato e hackers vazam 1 TB de dados

A ASUS enfrenta uma grave crise de segurança cibernética após o grupo de ransomware Everest vazar cerca de 1 TB de dados confidenciais da empresa. O ataque ocorreu após a ASUS não ter respondido a um ultimato de 24 horas dos hackers, que exigiam um resgate para não divulgar as informações. Os dados vazados incluem informações sobre modelos de inteligência artificial da ASUS, arquivos de calibração e despejos de memória, além de dados de empresas parceiras como ArcSoft e Qualcomm. O grupo Everest já havia realizado outros ataques significativos, incluindo invasões a empresas como Chrysler e Under Armour, resultando em vazamentos de dados sensíveis. A falha de segurança que permitiu o ataque foi atribuída a um fornecedor terceirizado. Os dados estão circulando em fóruns clandestinos, especialmente em comunidades de língua russa, o que aumenta a preocupação sobre o uso indevido dessas informações. A ASUS confirmou a violação e está lidando com as consequências desse incidente.

ASUS confirma exposição de dados, mas nega roubo de informações de usuários

A ASUS confirmou a exposição de dados devido a uma brecha em uma empresa terceirizada, relacionada ao vazamento de amostras do ransomware Everest. Os hackers, que afirmam ter invadido a ASUS, ArcSoft e Qualcomm, publicaram informações sobre os dados roubados em um site na rede Tor. Segundo a empresa, os dados expostos incluem códigos-fonte de câmeras de celulares, mas não afetaram produtos, sistemas internos ou dados de usuários. A ASUS está reforçando a segurança de sua cadeia de suprimentos conforme os padrões de cibersegurança atuais. O grupo Everest divulgou que a invasão resultou em uma base de dados de 1 TB, contendo informações como módulos de segmentação binários, logs de memória e dados de câmeras. Especialistas alertam que a exposição de códigos de câmeras pode permitir que atacantes explorem vulnerabilidades em dispositivos móveis. A situação destaca a importância da segurança em toda a cadeia de suprimentos e a necessidade de vigilância contínua contra ameaças cibernéticas.

Grupo que atacou Petrobras invade ASUS e rouba 1 TB de dados

Um grave incidente de segurança cibernética ocorreu com a ASUS, uma das principais fabricantes de hardware e eletrônicos do mundo. O grupo de ransomware Everest anunciou ter roubado mais de 1 TB de dados da empresa, incluindo o código-fonte de câmeras, o que pode comprometer a segurança de dispositivos como notebooks e smartphones. Os hackers exigiram que a ASUS se comunicasse com eles em um prazo de 21 horas através de uma plataforma de mensagens criptografadas, mas não divulgaram o valor do resgate. A ASUS ainda não se pronunciou sobre a violação. Este ataque se junta a uma série de ações do Everest contra grandes organizações, incluindo a Petrobras e a Under Armour, levantando preocupações sobre a segurança de dados sensíveis e a integridade de sistemas críticos. Especialistas alertam que a violação pode ter afetado firmware e drivers internos, aumentando o risco de exploração de vulnerabilidades em dispositivos da empresa. O ataque à ASUS destaca a crescente ameaça de grupos de ransomware e a necessidade urgente de medidas de segurança robustas.

Hackers ameaçam expor segredos da Petrobras após invasão

O grupo cibercriminoso Everest, especializado em ransomware, anunciou ter invadido a Petrobras, uma das maiores empresas do Brasil, e sua parceira SAExploration. Os hackers afirmam ter roubado mais de 176 gigabytes de dados, dos quais mais de 90 GB pertencem diretamente à Petrobras. Esses dados incluem informações críticas sobre navegação sísmica, como posicionamento de navios e medições de profundidade, essenciais para a indústria de petróleo e gás. O grupo deu um prazo de quatro dias para que a Petrobras inicie negociações de resgate, sob a ameaça de divulgar os dados ao público. A divulgação dessas informações poderia permitir que concorrentes replicassem métodos da Petrobras, reduzindo custos e aumentando a competitividade. A invasão foi confirmada por capturas de tela publicadas pelos hackers, que também se comunicaram com a empresa através de uma mensagem encriptada. Este incidente destaca a crescente ameaça de ransomware e a vulnerabilidade de grandes corporações a ataques cibernéticos.

Hackers ameaçam expor 343 GB de dados da Under Armour

O grupo cibercriminoso Everest reivindicou um ataque à Under Armour, afirmando ter roubado 343 GB de dados sensíveis da empresa. Os hackers publicaram um comunicado na dark web, incluindo informações pessoais e corporativas de clientes e funcionários, como histórico de compras, dados de identificação, e-mails e até passaportes. Além disso, documentos internos, catálogos de produtos e análises de comportamento de consumidores também foram supostamente comprometidos. O Everest não exigiu resgate, mas deu um ultimato à Under Armour, solicitando contato em até sete dias para evitar a divulgação de mais dados. Este ataque destaca o risco elevado de fraudes e roubo de identidade, especialmente considerando a natureza dos dados expostos. O grupo já atacou outras grandes empresas, como AT&T e Coca-Cola, o que evidencia um padrão de comportamento focado em extorsão ao invés de criptografia de dados. A Under Armour, que já enfrentou um incidente de segurança em 2018, agora se vê em uma situação crítica que pode afetar sua reputação e a confiança dos consumidores.