<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Emprego Remoto on BR Defense Center</title><link>https://brdefense.center/tags/emprego-remoto/</link><description>Recent content in Emprego Remoto on BR Defense Center</description><generator>Hugo</generator><language>pt-br</language><lastBuildDate>Mon, 31 Aug 2026 18:07:55 -0300</lastBuildDate><atom:link href="https://brdefense.center/tags/emprego-remoto/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Trabalhadores de TI da Coreia do Norte infiltram empresas globais</title><link>https://brdefense.center/news/trabalhadores-de-ti-da-coreia-do-norte-infiltram-e/</link><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 18:07:55 -0300</pubDate><guid>https://brdefense.center/news/trabalhadores-de-ti-da-coreia-do-norte-infiltram-e/</guid><description>&lt;p>Recentes investigações revelaram que atores de ameaças ligados à Coreia do Norte estão se infiltrando em empresas globais, não apenas no setor de tecnologia da informação, mas também em áreas como vendas, marketing e saúde. Utilizando documentos de identidade falsificados e serviços de VPN para ocultar suas verdadeiras identidades, esses trabalhadores fraudulentos têm como objetivo gerar receitas que sustentem os programas ilegais de armas nucleares de Pyongyang. A Huntress, empresa de segurança cibernética, identificou casos em que funcionários de empresas australianas e financeiras foram descobertos como sendo norte-coreanos disfarçados, utilizando ferramentas como PiKVM e Guermok para facilitar o acesso remoto a dispositivos. A operação, conhecida por nomes como PurpleDelta, tem se mostrado altamente organizada, com os invasores aplicando para mais de 1.100 empregos em um curto período. A utilização de inteligência artificial para criar perfis e gerar respostas em entrevistas aumenta a complexidade da detecção desses infiltrados. O FBI está investigando casos em que trabalhadores de TI norte-coreanos conseguiram emprego em agências governamentais dos EUA, levantando preocupações sobre a segurança e a conformidade com regulamentações como a LGPD no Brasil.&lt;/p></description></item></channel></rss>