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Ex-funcionário de empresa de cibersegurança é condenado por ransomware

Angelo Martino, ex-funcionário da DigitalMint, foi condenado a 70 meses de prisão por sua participação em ataques de ransomware BlackCat (ALPHV) contra empresas nos EUA. O FBI relaciona o grupo BlackCat a mais de 60 violações de segurança entre novembro de 2021 e março de 2022, com um total de pelo menos 300 milhões de dólares em pagamentos de resgate de mais de 1.000 vítimas até setembro de 2023. Martino, junto com outros dois negociadores de ransomware, Kevin Tyler Martin e Ryan Clifford Goldberg, foi acusado de extorquir empresas, ameaçando vazar dados roubados e exigindo pagamentos de resgate. Os três ex-funcionários da DigitalMint e Sygnia pagaram 20% dos lucros dos resgates aos administradores do BlackCat. Entre as vítimas estão organizações financeiras e instituições educacionais que pagaram resgates significativos, como 25,6 milhões e 26,7 milhões de dólares. A DigitalMint condenou as ações de Martino e Martin, afirmando que foram demitidos assim que suas condutas foram descobertas.

Ex-funcionário da DigitalMint se declara culpado por ataques de ransomware

Angelo Martino, ex-funcionário da DigitalMint, admitiu sua culpa em ataques de ransomware BlackCat (ALPHV) direcionados a empresas dos EUA em 2023. Juntamente com outros dois negociadores de resgates, Martino foi acusado de conspiração para interferir no comércio interestadual por extorsão e danos intencionais a computadores protegidos. Durante seu trabalho como negociador, ele compartilhou informações confidenciais sobre as vítimas com os operadores do ransomware, facilitando a extorsão de valores elevados. Entre abril de 2023 e abril de 2025, Martino e seus cúmplices exigiram pagamentos de resgate, ameaçando vazar dados antes de criptografar os sistemas das vítimas. O impacto financeiro foi significativo, com uma empresa de serviços financeiros pagando mais de 25 milhões de dólares e uma organização sem fins lucrativos mais de 26 milhões. A operação BlackCat, associada a mais de 60 violações, arrecadou pelo menos 300 milhões de dólares em pagamentos de resgate até setembro de 2023. A DigitalMint condenou as ações de seus ex-funcionários e os demitiu assim que as irregularidades foram descobertas.

Funcionários de cibersegurança presos por golpes de ransomware

O FBI prendeu três especialistas em cibersegurança acusados de realizar ataques de ransomware enquanto trabalhavam para a DigitalMint, uma empresa de Chicago que negocia resgates de ransomware. Os acusados, Kevin Tyler Martin, Ryan Clifford Goldberg e um terceiro não identificado, teriam iniciado suas atividades criminosas em maio de 2023, utilizando software malicioso para extorquir empresas, incluindo uma instituição médica na Flórida, que foi ameaçada a pagar US$ 10 milhões. Embora o grupo tenha conseguido roubar US$ 1,2 milhão, a investigação revelou que eles estavam por trás de vários ataques, incluindo tentativas contra uma empresa farmacêutica e um consultório médico na Califórnia. A DigitalMint afirmou estar cooperando com as investigações e demitiu os funcionários envolvidos por conduta não autorizada. As acusações incluem conspiração para interferir no comércio interestadual e dano intencional a computadores protegidos, destacando a gravidade da situação e a necessidade de vigilância constante no setor de cibersegurança.