Defender

Microsoft confirma duas falhas críticas no Defender atualize agora

A Microsoft anunciou a correção de duas vulnerabilidades críticas no seu software de antivírus Defender, que estão sendo ativamente exploradas por cibercriminosos. As falhas, identificadas como CVE-2026-41091 e CVE-2026-45498, têm pontuações de severidade de 7.8 e 7.5, respectivamente, em uma escala de 10. A primeira permite a escalada de privilégios, enquanto a segunda pode causar negação de serviço. As atualizações foram enviadas automaticamente, mas os usuários são aconselhados a verificar manualmente se estão utilizando as versões mais recentes do Malware Protection Engine e da Antimalware Platform. A CISA (Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA) incluiu essas vulnerabilidades em seu catálogo de vulnerabilidades conhecidas, dando um prazo até 3 de junho para que agências federais realizem as correções necessárias. A Microsoft recomenda que todos os usuários do Defender verifiquem suas versões para garantir que estão protegidos contra essas ameaças.

Microsoft lança patches para vulnerabilidades críticas do Defender

Na quarta-feira, a Microsoft iniciou a distribuição de patches de segurança para duas vulnerabilidades do Microsoft Defender que estão sendo exploradas em ataques zero-day. A primeira, identificada como CVE-2026-41091, é uma falha de escalonamento de privilégios que afeta o Microsoft Malware Protection Engine 1.1.26030.3008 e versões anteriores. Essa vulnerabilidade permite que atacantes obtenham privilégios de SYSTEM devido a uma resolução inadequada de links antes do acesso a arquivos. A segunda vulnerabilidade, CVE-2026-45498, impacta sistemas com a Microsoft Defender Antimalware Platform 4.18.26030.3011 e versões anteriores, permitindo que atores maliciosos provoquem estados de negação de serviço (DoS) em dispositivos Windows não corrigidos. A Microsoft lançou as versões 1.1.26040.8 e 4.18.26040.7 para corrigir essas falhas e recomenda que os usuários verifiquem se as atualizações estão configuradas para instalação automática. A CISA, agência de cibersegurança dos EUA, também emitiu um alerta para que agências governamentais protejam seus sistemas Windows contra essas vulnerabilidades, que estão ativamente sendo exploradas. A CISA incluiu essas falhas em seu catálogo de vulnerabilidades conhecidas exploradas e ordenou que as agências federais tomem medidas de segurança em até duas semanas.

Microsoft afirma que seu antivírus é suficiente para bloquear ciberataques

A Microsoft declarou que o Microsoft Defender, antivírus integrado ao Windows 11, é adequado para proteger a maioria dos usuários contra ciberataques. Em um comunicado oficial, a empresa afirmou que, para muitos usuários, o Defender é suficiente para cobrir os riscos diários sem a necessidade de um software antivírus adicional. No entanto, a Microsoft enfatizou que o Defender deve ter a proteção padrão ativada, além de downloads conscientes de software e atualizações regulares do sistema para funcionar de maneira eficaz. Apesar de sua confiança no Defender, a Microsoft reconhece que a adição de um antivírus de terceiros pode ser benéfica, dependendo do uso do PC e das necessidades específicas do usuário, como gerenciamento de múltiplos dispositivos ou controle parental. O Defender é projetado para proteger contra ameaças como phishing e ransomware, mas a empresa também alertou que antivírus adicionais podem sobrecarregar o sistema. A reputação da Microsoft em segurança cibernética é frequentemente questionada, dado o número de malwares que afetam seus sistemas operacionais. Portanto, a escolha de um antivírus adicional deve ser considerada com cautela.