Cve-2026-73570

CISA ordena correção urgente de vulnerabilidade no Zimbra Collaboration Suite

A Cybersecurity and Infrastructure Security Agency (CISA) dos EUA emitiu uma ordem para que agências governamentais do país corrijam uma vulnerabilidade ativamente explorada no Zimbra Collaboration Suite (ZCS) em um prazo de três dias. A falha de segurança, identificada como CVE-2026-73570, foi corrigida na versão 10.1.20, lançada em 20 de julho. A exploração bem-sucedida dessa vulnerabilidade permite que atacantes não autenticados executem código remotamente, aproveitando uma fraqueza de injeção de comandos no componente de monitoramento SNMP, quando as notificações SNMP estão habilitadas no sistema alvo. A CISA confirmou o alerta do CERT Polska, que havia identificado a vulnerabilidade como alvo de ataques na semana anterior. O Shadowserver, um grupo de monitoramento de segurança, reportou mais de 12.000 servidores Zimbra expostos na internet e 270 instâncias comprometidas. A CISA recomendou que as equipes de segurança verifiquem logs em busca de atividades suspeitas, como reinicializações inesperadas do serviço Zimbra. O ZCS é amplamente utilizado por organizações e agências governamentais em todo o mundo, tornando a correção dessa vulnerabilidade uma prioridade crítica para evitar possíveis roubos de dados sensíveis.

Falha de segurança no Zimbra Collaboration é explorada ativamente

Uma vulnerabilidade crítica no Zimbra Collaboration (ZCS), identificada como CVE-2026-73570, está sendo explorada ativamente, conforme alertado pelo CERT Polska. Com uma pontuação CVSS de 8.9, a falha permite a execução remota de código devido a uma injeção de comando, especialmente quando o pacote opcional zimbra-snmp está instalado e as notificações SNMP estão habilitadas. A vulnerabilidade resulta de uma sanitização inadequada de entradas não confiáveis durante o processamento de notificações SNMP, permitindo que um atacante não autenticado envie requisições SMTP especialmente elaboradas que podem executar comandos arbitrários no sistema operacional como o usuário do Zimbra. A Zimbra lançou um patch na versão 10.1.20 para corrigir essa falha no mês passado. O CERT Polska recomenda que os usuários verifiquem o arquivo ‘/var/log/zimbra.log’ em busca de reinicializações suspeitas do serviço Zimbra e arquivos criados nas pastas relacionadas nos últimos 30 dias. Além disso, a Zimbra tem sido um alvo frequente de atores maliciosos, como demonstrado em uma campanha de phishing orquestrada por um grupo vinculado à Rússia, que explorou uma vulnerabilidade anterior para comprometer servidores de e-mail Zimbra de organizações governamentais e comerciais ocidentais.

Vulnerabilidade crítica no Zimbra é explorada por atacantes

O CERT Polska, equipe de resposta a incidentes de segurança da Polônia, alertou sobre a exploração de uma vulnerabilidade crítica na Zimbra Collaboration Suite (ZCS), um software amplamente utilizado para e-mails e colaboração. A falha, identificada como CVE-2026-73570, permite que atacantes não autenticados realizem execução remota de código ao explorar uma fraqueza de injeção de comandos no componente de monitoramento SNMP, quando as notificações SNMP estão ativadas. A equipe de segurança da Zimbra lançou uma atualização (versão 10.1.20) em 20 de julho para corrigir essa vulnerabilidade. Atualmente, mais de 12.100 servidores Zimbra estão expostos na internet, com a maioria localizada na Europa e na Ásia. O CERT Polska alertou que os administradores devem verificar logs em busca de atividades suspeitas, como reinicializações inesperadas do serviço Zimbra e arquivos criados em diretórios específicos. A vulnerabilidade já está sendo ativamente explorada, e falhas anteriores no Zimbra foram utilizadas em ataques direcionados a servidores de e-mail vulneráveis, destacando a necessidade de vigilância constante e atualização de sistemas.