<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Cve-2026-66066 on BR Defense Center</title><link>https://brdefense.center/tags/cve-2026-66066/</link><description>Recent content in Cve-2026-66066 on BR Defense Center</description><generator>Hugo</generator><language>pt-br</language><lastBuildDate>Sat, 01 Aug 2026 13:42:00 -0300</lastBuildDate><atom:link href="https://brdefense.center/tags/cve-2026-66066/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Vulnerabilidade crítica no Active Storage do Rails permite acesso não autorizado</title><link>https://brdefense.center/news/vulnerabilidade-critica-no-active-storage-do-rails/</link><pubDate>Sat, 01 Aug 2026 13:42:00 -0300</pubDate><guid>https://brdefense.center/news/vulnerabilidade-critica-no-active-storage-do-rails/</guid><description>&lt;p>Uma vulnerabilidade crítica foi identificada no framework Active Storage do Ruby on Rails, permitindo que atacantes não autenticados leiam arquivos arbitrários de aplicações Rails e, potencialmente, executem código remotamente (RCE). A falha, identificada como CVE-2026-66066, é explorável quando a biblioteca de processamento de imagens libvips é utilizada, possibilitando que um atacante faça upload de uma imagem especialmente manipulada em uma aplicação vulnerável. Para que o ataque seja bem-sucedido, o servidor deve permitir uploads de imagens de usuários não confiáveis. A vulnerabilidade afeta versões do Active Storage anteriores a 7.2.3.2, 8.0.x antes de 8.0.5.1 e 8.1.x antes de 8.1.3.1. O time do Rails recomenda a atualização para a versão 8.13 ou superior do libvips e a rotação de chaves e credenciais sensíveis. Embora a libvips seja a biblioteca padrão em imagens Docker do Rails, usuários do ImageMagick não são afetados. A empresa de segurança Akamai alertou sobre o potencial de RCE da vulnerabilidade, destacando que a exposição da chave secreta da aplicação pode permitir que atacantes forjem cookies de sessão e manipulem dados. A vulnerabilidade foi descoberta por pesquisadores da Ethiack e da GMO Flatt Security Inc.&lt;/p></description></item></channel></rss>