Cve-2026-48282

CISA ordena correção de falha crítica no Adobe ColdFusion

A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) emitiu uma ordem para que agências governamentais corrijam uma vulnerabilidade de alta severidade na plataforma de desenvolvimento de aplicativos web Adobe ColdFusion, identificada como CVE-2026-48282. Essa falha afeta as versões 2025.9, 2023.20 e anteriores, permitindo que atacantes remotos executem código em sistemas não corrigidos, sem necessidade de privilégios. A Adobe lançou atualizações de segurança há uma semana, alertando os administradores sobre o alto risco de exploração. O fundador da KEVIntel, Ryan Dewhurst, informou que os ataques começaram a ocorrer apenas duas horas após a divulgação da falha. A CISA incluiu a CVE-2026-48282 em sua lista de vulnerabilidades ativamente exploradas e exigiu que as agências federais aplicassem os patches até sexta-feira, 10 de junho. Além disso, a Adobe corrigiu outras seis falhas críticas na mesma plataforma, embora não tenha confirmado a exploração ativa dessas vulnerabilidades. A situação é preocupante, pois a CISA já adicionou 80 vulnerabilidades de produtos da Adobe à sua lista desde novembro de 2021, com várias delas sendo utilizadas em ataques de ransomware.

Vulnerabilidade crítica do Adobe ColdFusion está sendo explorada

O Centro Canadense de Cibersegurança (CCCS) alertou sobre a exploração ativa de uma vulnerabilidade crítica no Adobe ColdFusion, identificada como CVE-2026-48282. Essa falha afeta as versões 2025.9, 2023.20 e anteriores do ColdFusion, permitindo que atacantes não privilegiados executem código remotamente em sistemas não corrigidos. A Adobe lançou atualizações de segurança para mitigar essa vulnerabilidade, classificando-a como de alto risco e recomendando que administradores apliquem os patches em até 72 horas. O CCCS confirmou que os atacantes já começaram a explorar essa falha, incentivando a revisão das atualizações necessárias. Embora a Shadowserver tenha identificado quase 800 instâncias do ColdFusion expostas online, não há dados sobre quantas delas estão vulneráveis ou já foram protegidas. Além disso, a Adobe também corrigiu outras falhas críticas em suas plataformas, mas não confirmou a exploração ativa dessas. A situação exige atenção imediata das equipes de segurança, especialmente considerando o histórico de vulnerabilidades em produtos da Adobe que têm sido alvo de ataques cibernéticos.