<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Cve-2026-43503 on BR Defense Center</title><link>https://brdefense.center/tags/cve-2026-43503/</link><description>Recent content in Cve-2026-43503 on BR Defense Center</description><generator>Hugo</generator><language>pt-br</language><lastBuildDate>Fri, 26 Jun 2026 14:27:08 -0300</lastBuildDate><atom:link href="https://brdefense.center/tags/cve-2026-43503/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Nova vulnerabilidade DirtyClone no kernel Linux permite escalonamento de privilégios</title><link>https://brdefense.center/news/nova-vulnerabilidade-dirtyclone-no-kernel-linux-pe/</link><pubDate>Fri, 26 Jun 2026 14:27:08 -0300</pubDate><guid>https://brdefense.center/news/nova-vulnerabilidade-dirtyclone-no-kernel-linux-pe/</guid><description>&lt;p>A nova vulnerabilidade DirtyClone, identificada como CVE-2026-43503 e com uma pontuação CVSS de 8.8, permite que usuários locais corrompam a memória de arquivos através de pacotes de rede clonados, possibilitando o acesso root ao sistema. A falha foi descoberta pela JFrog Security Research e um exploit funcional foi demonstrado publicamente em 25 de junho de 2026. O problema ocorre quando o kernel copia um pacote de rede, deixando de marcar a memória como compartilhada com um arquivo no disco, o que resulta em uma vulnerabilidade crítica. O ataque envolve a injeção de um binário privilegiado na memória, que é então modificado durante a clonagem do pacote, permitindo que o atacante altere verificações de login. O patch para a vulnerabilidade foi integrado ao kernel em 21 de maio de 2026, e é crucial que os administradores de sistemas atualizem seus kernels para evitar exploração. Sistemas vulneráveis incluem servidores multi-tenant, runners de CI e clusters Kubernetes, especialmente onde namespaces de usuários não privilegiados são permitidos. A vulnerabilidade é parte de uma série de falhas relacionadas, todas explorando a mesma falha de contrato na manipulação de fragmentos de pacotes, o que destaca a necessidade de uma auditoria rigorosa em todo o código que lida com a transferência de fragmentos.&lt;/p></description></item></channel></rss>