<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Cve-2026-32194 on BR Defense Center</title><link>https://brdefense.center/tags/cve-2026-32194/</link><description>Recent content in Cve-2026-32194 on BR Defense Center</description><generator>Hugo</generator><language>pt-br</language><lastBuildDate>Fri, 24 Jul 2026 14:15:45 -0300</lastBuildDate><atom:link href="https://brdefense.center/tags/cve-2026-32194/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Vulnerabilidades críticas no Bing permitem execução remota de comandos</title><link>https://brdefense.center/news/vulnerabilidades-criticas-no-bing-permitem-execuca/</link><pubDate>Fri, 24 Jul 2026 14:15:45 -0300</pubDate><guid>https://brdefense.center/news/vulnerabilidades-criticas-no-bing-permitem-execuca/</guid><description>&lt;p>Um ataque recente revelou vulnerabilidades críticas no Bing, onde um SVG manipulado foi capaz de executar comandos como NT AUTHORITY\SYSTEM em servidores Windows e como root em máquinas Linux. As falhas, identificadas pela startup XBOW, resultaram em duas CVEs (CVE-2026-32194 e CVE-2026-32191), ambas avaliadas com 9.8 na escala CVSS. O problema reside na forma como o Bing processa imagens, permitindo que um arquivo SVG, que é XML e pode referenciar outros arquivos, fosse interpretado como um comando. A exploração não requer autenticação, cookies ou interação do usuário, tornando-a particularmente perigosa. A Microsoft já corrigiu as falhas antes da divulgação pública, mas não há ações necessárias para os usuários do Bing. A recomendação para desenvolvedores e administradores é desativar delegados no ImageMagick e restringir os formatos aceitos para mitigar riscos semelhantes. Este incidente destaca a importância de tratar componentes de processamento de imagem como parte da superfície de ataque.&lt;/p></description></item></channel></rss>