Comissão Europeia

Comissão Europeia impõe novas regras para assistentes de IA no Android

A Comissão Europeia determinou que o Google deve conceder a assistentes de IA rivais acesso igualitário a recursos do Android, como câmera e microfone, até a versão Android 18, com prazo final em 1º de agosto de 2027. Essa decisão faz parte da aplicação da Lei de Mercados Digitais e visa aumentar a concorrência no setor de assistentes virtuais. Além disso, o Google deve compartilhar dados de pesquisa anonimizados com motores de busca concorrentes e chatbots de IA, sem multas envolvidas. O acesso a cinco funcionalidades do sistema operacional será restrito, exigindo certificação, enquanto outras seis estarão disponíveis para todos os aplicativos. A nova regulamentação também estabelece um programa de certificação para assistentes de IA, que deve ser gratuito e não discriminatório. O Google expressou preocupações sobre a segurança dos dispositivos, argumentando que a decisão pode comprometer a proteção dos usuários. A mudança pode impactar cerca de 60% dos usuários móveis na Europa, refletindo uma tendência crescente de regulamentação em tecnologia e proteção de dados.

Corte da UE rejeita apelação final do Google sobre multa antitruste

O Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) confirmou a decisão da Comissão Europeia que impôs uma multa de €4,1 bilhões (cerca de $4,7 bilhões) ao Google por práticas anticompetitivas relacionadas ao sistema operacional Android. A Comissão havia determinado que o Google abusou de sua posição dominante ao exigir que fabricantes de dispositivos pré-instalassem o Google Search e o Chrome para licenciar a Play Store, além de proibir a venda de dispositivos com versões do Android não aprovadas. Embora o Tribunal Geral tenha reduzido a multa original, o TJUE sustentou que as práticas do Google restringem a concorrência e fortalecem sua posição no mercado. Em resposta, o Google argumentou que o Android promove a escolha do consumidor e que suas práticas foram adaptadas desde 2018 para atender às exigências da Comissão. A empresa também destacou a concorrência com o iOS da Apple e a intensa competição entre fabricantes de dispositivos Android. Este caso levanta questões importantes sobre a regulação de grandes plataformas tecnológicas e suas implicações para o mercado global de tecnologia.

Comissão Europeia confirma violação de dados em suas plataformas

A Comissão Europeia (CE) confirmou ter sido alvo de um ciberataque que resultou na perda de dados sensíveis. O incidente foi detectado em 24 de março de 2026, quando atacantes não identificados acessaram a infraestrutura em nuvem que hospeda o site Europa.eu. Embora a CE tenha afirmado ter respondido rapidamente e contido o risco, dados foram efetivamente extraídos. A CE está investigando o impacto total do incidente e notificando entidades da União Europeia que possam ter sido afetadas. A natureza dos dados roubados não foi especificada, mas a CE indicou que se tratam de informações organizacionais, não pessoais. Os atacantes teriam acessado uma conta da Amazon Web Services (AWS), resultando na extração de mais de 350 GB de dados. A CE implementou medidas adicionais de segurança para proteger seus serviços e dados, sem interromper o funcionamento do site.

Comissão Europeia confirma vazamento de dados após ataque cibernético

A Comissão Europeia confirmou um vazamento de dados após a invasão de sua plataforma web Europa.eu, atribuída ao grupo de extorsão ShinyHunters. O ataque afetou pelo menos uma conta da Comissão na Amazon Web Services (AWS), mas não causou interrupções nos sites da Europa. A Comissão está notificando entidades da União Europeia que possam ter sido impactadas e continua a investigar o alcance total do incidente. Os primeiros indícios sugerem que dados foram extraídos, incluindo bancos de dados e documentos confidenciais. O ShinyHunters alegou ter roubado mais de 350 GB de dados antes que seu acesso fosse bloqueado, e disponibilizou uma parte desse material em seu site de vazamentos na dark web. Este incidente ocorre em um contexto de crescente preocupação com a segurança cibernética na Europa, especialmente após a proposta de novas legislações para fortalecer a defesa contra grupos de cibercrime. A Comissão afirmou que seus sistemas internos não foram afetados e que medidas estão sendo tomadas para garantir a segurança de seus dados e sistemas.

Comissão Europeia investiga violação de segurança em nuvem da Amazon

A Comissão Europeia está investigando uma violação de segurança após um ator de ameaça ter acessado sua infraestrutura de nuvem da Amazon. Embora o incidente ainda não tenha sido divulgado publicamente, fontes informaram que pelo menos uma conta utilizada para gerenciar a infraestrutura comprometida foi afetada. O ataque foi detectado rapidamente e a equipe de resposta a incidentes de cibersegurança da Comissão está em ação. O ator responsável pela violação alegou ter roubado mais de 350 GB de dados, incluindo múltiplos bancos de dados, e forneceu capturas de tela como prova de acesso a informações de funcionários da Comissão. Embora não tenha intenção de extorquir a Comissão, o ator planeja vazar os dados online posteriormente. Este incidente segue uma violação anterior em fevereiro, relacionada a um hack na plataforma de gerenciamento de dispositivos móveis da Comissão, que também afetou outras instituições europeias. As recentes brechas de segurança ocorrem em um contexto onde a Comissão propôs novas legislações de cibersegurança para fortalecer defesas contra atores estatais e grupos de cibercrime, destacando a crescente preocupação com a segurança das infraestruturas críticas na Europa.