Clicklock

ClickLock Stealer tenta enganar usuários da Apple a revelarem senhas

Pesquisadores da Group-IB descobriram um novo infostealer chamado ClickLock, que tem como alvo usuários do macOS, especialmente na Europa. Este malware utiliza engenharia social agressiva, exibindo repetidamente um prompt de login e encerrando aplicativos essenciais a cada 210 milissegundos, tornando o dispositivo praticamente inoperante. O objetivo é forçar a vítima a fornecer suas credenciais. Uma vez obtidas, o ClickLock exfiltra uma variedade de dados sensíveis, incluindo informações de navegadores, carteiras de criptomoedas, entradas de gerenciadores de senhas e configurações de FTP, utilizando a API do Telegram para enviar os dados. Desde seu surgimento em maio de 2026, o ClickLock foi detectado em 33 países, com a maioria dos casos na Europa, e inicialmente passou despercebido por soluções de segurança. Este incidente destaca a vulnerabilidade dos usuários de macOS a ataques que não requerem exploração técnica, mas sim manipulação psicológica.

Novo malware ClickLock rouba informações de usuários do macOS

Um novo malware para macOS, chamado ClickLock, foi identificado como uma ameaça significativa, projetado para roubar ativos de criptomoeda, credenciais de login e dados de gerenciadores de senhas. A análise da Group-IB revelou que o malware força os usuários a inserir suas senhas de login do sistema, utilizando engenharia social e um loop de interação forçada. O ataque começa com um comando malicioso no Terminal, que ativa uma sequência falsa de verificação de ‘humano’ da Cloudflare, enquanto oculta o cursor e desativa interrupções do teclado. Caso o usuário cancele a entrada da senha, o malware se torna persistente através de LaunchAgents, reiniciando a cada login e exibindo um diálogo de senha até que o usuário ceda. O ClickLock também coleta dados de navegadores, senhas armazenadas e informações de carteiras de criptomoedas, enviando tudo para o atacante via Telegram. A detecção do malware é dificultada por sua capacidade de se auto-excluir após a execução e por estar hospedado em domínios legítimos comprometidos. Para se proteger, os usuários devem evitar comandos desconhecidos no Terminal e, se necessário, forçar o desligamento do sistema. A Group-IB alerta que a janela de detecção é estreita, exigindo atenção redobrada dos usuários e administradores de sistemas.