Ciso

Inteligência de Ameaças Protegendo Empresas de Downtime Operacional

O artigo destaca a importância da inteligência de ameaças na cibersegurança, especialmente para Chief Information Security Officers (CISOs). Em 2026, as empresas enfrentam riscos operacionais significativos devido a ciberataques, que vão além dos danos diretos. Para mitigar esses riscos, o texto sugere três passos estratégicos. Primeiro, é essencial focar nas ameaças reais que afetam o negócio atualmente, utilizando feeds de inteligência de ameaças atualizados e relevantes, como os oferecidos pela ANY.RUN, que permitem uma detecção precoce de ameaças e minimizam o risco de incidentes. Em segundo lugar, é crucial proteger os analistas de falsos positivos, que podem levar ao burnout e à ineficiência. A utilização de feeds com baixa taxa de falsos positivos melhora a produtividade da equipe de segurança. Por fim, o artigo enfatiza a necessidade de encurtar o tempo entre a detecção e a resposta a incidentes, utilizando informações contextuais que aceleram as investigações. Ao priorizar a inteligência de ameaças acionável, as empresas podem reduzir o tempo de resposta e melhorar a continuidade operacional.

A Nova Realidade da Conformidade em Cibersegurança com IA

O artigo de Itamar Apelblat discute como a evolução da inteligência artificial (IA) está desafiando os tradicionais frameworks de conformidade, que foram construídos sob a premissa de que humanos são os principais atores em processos de negócios. Com a incorporação de agentes de IA em fluxos de trabalho regulados, surgem novos riscos de identidade, acesso e conformidade. Esses agentes não apenas assistem, mas agem de forma autônoma, o que pode levar a falhas de conformidade, já que suas decisões são baseadas em algoritmos que mudam constantemente. Isso representa um desafio significativo para os Chief Information Security Officers (CISOs), que agora podem ser responsabilizados não apenas por violações de segurança, mas também por falhas de conformidade resultantes do comportamento da IA. O artigo destaca a necessidade de uma governança robusta sobre identidades não humanas e a importância de controles de acesso rigorosos para garantir a integridade dos dados e a conformidade com regulamentações como SOX, GDPR, PCI DSS e HIPAA. À medida que a IA se torna um ator operacional, a linha entre segurança e conformidade se torna cada vez mais tênue, exigindo que os CISOs adaptem suas estratégias de segurança para incluir esses novos desafios.

Por que o CTEM é a resposta à pressão nas salas de reunião e à fadiga de segurança

Um estudo recente revelou que 73% dos CISOs enfrentaram um incidente de segurança significativo nos últimos seis meses, com 58% desses eventos ocorrendo apesar da presença de ferramentas que deveriam ter prevenido tais falhas. A crescente complexidade das ferramentas de segurança e a sobrecarga de dados têm gerado frustração nas equipes, levando a uma percepção de reatividade em vez de proatividade. Para enfrentar esses desafios, muitas organizações estão adotando a Gestão Contínua da Exposição a Ameaças (CTEM), que oferece uma abordagem estruturada para identificar, avaliar e reduzir continuamente a exposição a riscos. O CTEM se destaca ao transformar a visibilidade em ação, priorizando vulnerabilidades com base em sua relevância para os negócios e permitindo que os líderes de segurança comuniquem progresso de forma clara e mensurável aos executivos. Essa metodologia não apenas melhora a eficiência das ferramentas existentes, mas também fortalece a relação entre as equipes de segurança e a alta administração, promovendo uma cultura de transparência e confiança. Ao mudar a percepção da segurança cibernética de um centro de custo para um parceiro na gestão de riscos, as organizações podem se preparar melhor para enfrentar as ameaças cibernéticas de forma proativa.

Simulação de Ataques A Nova Fronteira da Validação de Segurança

O artigo destaca a importância da Simulação de Quebras e Ataques (Breach and Attack Simulation - BAS) como uma ferramenta essencial para validar a segurança cibernética das empresas. Assim como os testes de colisão na indústria automobilística, que revelam falhas de design, o BAS simula comportamentos adversários para identificar vulnerabilidades nas defesas de segurança antes que possam ser exploradas por atacantes. Dados do Blue Report 2025 mostram que a eficácia na prevenção de ataques caiu de 69% para 62% em um ano, e apenas 14% dos comportamentos de ataque geraram alertas, evidenciando a necessidade de uma abordagem mais prática e baseada em evidências. O BAS não apenas identifica falhas, mas também demonstra a eficácia das defesas em situações reais, transformando a ansiedade dos CISOs em confiança. Com a integração de inteligência artificial, o BAS promete antecipar como as defesas se comportarão diante de novas ameaças. O artigo conclui que, para os CISOs, a conversa deve mudar de monitoramento para prova de eficácia, enfatizando que as empresas precisam demonstrar resiliência e não apenas conformidade.

A segurança de dados em IA desafios e soluções para empresas

A rápida adoção da Inteligência Artificial (IA) nas empresas trouxe benefícios significativos, mas também desafios de segurança. O artigo destaca que a maior preocupação não é a imprudência dos funcionários ao usar ferramentas de IA, mas sim a inadequação dos modelos de avaliação de risco das organizações. Muitas soluções de segurança legadas não conseguem monitorar adequadamente o uso de IA, resultando em decisões inadequadas, como proibições que podem levar ao uso de ferramentas não autorizadas. O processo de compra de soluções de segurança de dados em IA deve ser reavaliado, focando em como as ferramentas são utilizadas no dia a dia, em vez de apenas comparar funcionalidades. O artigo sugere que a jornada do comprador deve incluir a descoberta de ferramentas em uso, monitoramento em tempo real e enforcement que não seja apenas de bloqueio. Além disso, fatores não técnicos, como a experiência do usuário e a capacidade de adaptação a novas ferramentas, são cruciais para o sucesso das soluções. O equilíbrio entre segurança e produtividade é essencial, e a abordagem mais eficaz é permitir o uso de IA em contextos autorizados, enquanto se interceptam comportamentos de risco em tempo real.

CISO moderno proteger tecnologia e confiança institucional

No cenário atual de cibersegurança, o papel do Chief Information Security Officer (CISO) vai além da proteção de tecnologias; ele deve garantir a confiança institucional e a continuidade dos negócios. Recentemente, observou-se um aumento nos ataques direcionados a relações complexas que sustentam as empresas, como cadeias de suprimentos e parcerias estratégicas. Com a ascensão de ataques impulsionados por inteligência artificial e novas regulamentações, as decisões tomadas agora moldarão a resiliência das organizações nos próximos anos.