Checkmarx

Código gerado por IA supera modelos manuais de remediação 75 das empresas admitem falhas

Um estudo da Checkmarx revelou que 75% das organizações reconhecem que frequentemente enviam código vulnerável, uma prática que se tornou comum no setor. A pesquisa destaca que, enquanto em 2018 o tempo médio para explorar uma vulnerabilidade era de 840 dias, atualmente esse prazo caiu para menos de dois dias, e pode chegar a apenas um minuto em um futuro próximo. Essa situação é alarmante, especialmente para setores críticos como a saúde, que já enfrenta um aumento nos ataques de ransomware e pressão regulatória. Além disso, a utilização de aplicativos ‘vibe-coded’, que são desenvolvidos inteiramente por meio de interações com IA, tem exacerbado a exposição a falhas de segurança, resultando em mais de 5.000 aplicativos que expõem dados corporativos e pessoais na web. O cenário atual exige uma revisão urgente das práticas de segurança cibernética das empresas, uma vez que a velocidade de exploração de vulnerabilidades está aumentando rapidamente.

Versão maliciosa de plugin da Checkmarx é publicada no Jenkins Marketplace

A Checkmarx alertou sobre a publicação de uma versão comprometida de seu plugin Jenkins Application Security Testing (AST) no Jenkins Marketplace, atribuída ao grupo hacker TeamPCP. Este incidente faz parte de uma série de ataques à cadeia de suprimentos, que também afetaram outras ferramentas como npm e Trivy. O plugin AST da Checkmarx é amplamente utilizado para integrar a segurança em pipelines automatizados de desenvolvimento. Os hackers conseguiram acessar os repositórios do GitHub da Checkmarx e injetar código malicioso, utilizando credenciais obtidas em um ataque anterior ao Trivy. A Checkmarx confirmou que a versão maliciosa do plugin foi publicada fora do pipeline oficial e não seguiu os padrões de versionamento adequados. A empresa recomendou que os usuários verifiquem se estão utilizando a versão correta do plugin e alertou que aqueles que baixaram a versão comprometida devem considerar suas credenciais como comprometidas e realizar uma rotação de segredos. A Checkmarx também disponibilizou indicadores de comprometimento (IoCs) para ajudar na detecção de possíveis infecções em ambientes de desenvolvimento.

Ataque à cadeia de suprimentos compromete plugin do Jenkins

A Checkmarx confirmou a publicação de uma versão modificada do plugin Jenkins AST no Jenkins Marketplace, alertando os usuários para utilizarem a versão 2.0.13-829.vc72453fa_1c16, lançada em 17 de dezembro de 2025, ou versões anteriores. A nova versão, 2.0.13-848.v76e89de8a_053, foi disponibilizada, mas a empresa ainda está trabalhando em uma nova atualização. O ataque foi atribuído ao grupo cibercriminoso TeamPCP, que já havia comprometido anteriormente a imagem Docker KICS da Checkmarx, extensões do VS Code e um fluxo de trabalho do GitHub Actions para implantar malware que rouba credenciais. O acesso não autorizado ao repositório do plugin no GitHub permitiu que o grupo renomeasse o repositório para uma mensagem provocativa, evidenciando a falha na rotação de segredos por parte da Checkmarx. A rápida reentrada do TeamPCP sugere que a remediação inicial pode ter sido incompleta ou que o grupo ainda mantém um ponto de acesso não identificado. Este incidente destaca a vulnerabilidade da cadeia de suprimentos de software e a necessidade de vigilância contínua contra tais ameaças.

Grupo LAPSUS vaza dados de repositório privado da Checkmarx

A empresa de segurança de aplicações Checkmarx confirmou que o grupo de ameaças LAPSUS$ vazou dados de seu repositório privado no GitHub. A investigação aponta que o vetor de acesso foi um ataque à cadeia de suprimentos, atribuído ao grupo TeamPCP, que permitiu o acesso a credenciais de usuários. Utilizando essas credenciais, os atacantes conseguiram acessar os repositórios da Checkmarx e publicar código malicioso em 23 de março. Em 22 de abril, os atacantes publicaram imagens Docker maliciosas e extensões para o scanner de segurança KICS da Checkmarx, que visavam roubar credenciais e arquivos de configuração. A Checkmarx confirmou que os dados vazados pertencem à empresa e são resultado da violação de março. Embora a empresa assegure que não há informações de clientes nos dados vazados, uma investigação forense está em andamento para determinar a natureza exata das informações expostas. O acesso ao repositório afetado foi bloqueado até a conclusão da investigação, e a Checkmarx espera fornecer mais detalhes em breve.

Grupo cibercriminoso vaza dados da Checkmarx na dark web

A Checkmarx, empresa israelense de segurança cibernética, revelou que dados relacionados à companhia foram publicados na dark web por um grupo de cibercriminosos. A investigação em andamento sugere que esses dados se originaram de um repositório do GitHub da empresa, acessado durante um ataque à cadeia de suprimentos em 23 de março de 2026. A Checkmarx assegurou que o repositório afetado é mantido separadamente do ambiente de produção de seus clientes e que não contém dados de clientes. A empresa está realizando uma investigação forense para verificar a natureza e o escopo dos dados vazados, que incluem código-fonte, banco de dados de funcionários, chaves de API e credenciais do MongoDB/MySQL. A Checkmarx já bloqueou o acesso ao repositório comprometido e se comprometeu a notificar os clientes caso informações sensíveis sejam confirmadas como envolvidas. O ataque foi atribuído ao grupo LAPSUS$, que também comprometeu outras ferramentas da Checkmarx, como imagens Docker e extensões do VS Code, resultando em um impacto em cadeia que afetou pacotes como o Bitwarden CLI.

Hackers comprometem imagens Docker e extensões do Checkmarx KICS

Recentemente, hackers comprometeram imagens Docker e extensões do Visual Studio Code (VSCode) e Open VSX do Checkmarx KICS, uma ferramenta de análise de segurança de código. O KICS, que é um scanner de código aberto, ajuda desenvolvedores a identificar vulnerabilidades em código-fonte e configurações. A investigação da empresa Socket revelou que a violação se estendeu para além da imagem Docker do KICS, incluindo extensões que baixavam um recurso oculto chamado ‘MCP addon’, projetado para instalar malware que rouba dados. Este malware visa informações sensíveis processadas pelo KICS, como tokens do GitHub, credenciais de nuvem e variáveis de ambiente, criptografando e exfiltrando esses dados para um domínio que se passa por infraestrutura legítima do Checkmarx. O ataque ocorreu em um intervalo específico, e os desenvolvedores que baixaram as versões comprometidas devem considerar suas credenciais comprometidas e tomar medidas imediatas para mitigar os riscos. A Checkmarx já removeu os artefatos maliciosos e está investigando o incidente com a ajuda de especialistas externos.

Imagens maliciosas comprometem repositório Docker da Checkmarx

Pesquisadores de cibersegurança alertaram sobre a presença de imagens maliciosas no repositório oficial “checkmarx/kics” do Docker Hub. A empresa de segurança da cadeia de suprimentos Socket revelou que atacantes desconhecidos conseguiram sobrescrever tags existentes, como v2.1.20 e alpine, e introduzir uma nova tag v2.1.21 que não corresponde a uma versão oficial. A análise das imagens comprometidas indica que o binário KICS foi modificado para incluir capacidades de coleta e exfiltração de dados, o que representa um risco significativo para equipes que utilizam KICS para escanear arquivos de infraestrutura como código que podem conter credenciais ou dados de configuração sensíveis. Além disso, ferramentas de desenvolvimento da Checkmarx, como extensões recentes do Microsoft Visual Studio Code, também podem ter sido afetadas, permitindo que código malicioso fosse baixado e executado sem confirmação do usuário. Organizações que utilizaram a imagem KICS comprometida devem considerar qualquer segredo ou credencial exposta como potencialmente comprometida. A Socket sugere que este incidente não é isolado, mas parte de uma violação mais ampla da cadeia de suprimentos que afeta vários canais de distribuição da Checkmarx.

Malware compromete workflows do GitHub Actions da Checkmarx

Recentemente, dois workflows do GitHub Actions, mantidos pela empresa de segurança da cadeia de suprimentos Checkmarx, foram comprometidos por um malware conhecido como ‘TeamPCP Cloud stealer’. Este ataque, que segue a violação do scanner de vulnerabilidades Trivy, permite que os atacantes roubem credenciais e segredos relacionados a serviços como AWS, Google Cloud e Azure. O malware foi identificado como parte de um ataque em cadeia, onde as credenciais roubadas são utilizadas para comprometer ações adicionais em repositórios afetados. O CVE associado ao ataque é o CVE-2026-33634, com uma pontuação CVSS de 9.4, indicando um risco crítico. Os atacantes utilizam técnicas de engano, como domínios semelhantes aos de fornecedores legítimos, para evitar a detecção. Além disso, o malware pode se instalar de forma persistente em sistemas não-CI, aumentando o risco de novos ataques. Para mitigar essa ameaça, recomenda-se a rotação imediata de segredos e tokens, auditoria de logs e monitoramento de conexões de rede suspeitas. A situação destaca a importância da segurança em ambientes de CI/CD e a necessidade de vigilância constante contra ameaças emergentes.