Captcha

Páginas falsas de CAPTCHA enganam usuários para instalar malware

Cibercriminosos estão utilizando páginas falsas de CAPTCHA para disseminar malware, explorando uma vulnerabilidade no Windows. O ataque envolve a clonagem de páginas de CAPTCHA legítimas, levando os usuários a baixar um software malicioso conhecido como Stealthy StealC Information Stealer. O método é particularmente insidioso, pois as vítimas são induzidas a executar comandos no teclado que instalam o malware sem que percebam. Após abrir a janela ‘Executar’ do Windows, os usuários são instruídos a colar um comando malicioso que, ao ser executado, carrega um script do PowerShell, permitindo a instalação do malware. O objetivo principal é roubar informações de login de serviços populares, como Outlook, Steam e carteiras de criptomoedas. Especialistas alertam que qualquer solicitação para executar comandos desconhecidos em páginas de CAPTCHA deve ser vista com desconfiança, pois pode resultar em comprometimento de dados pessoais. A proteção contra esse tipo de ataque envolve a conscientização sobre as instruções que podem ser solicitadas em páginas de segurança, evitando a execução de comandos desconhecidos.

Campanha de Malware Usa CAPTCHAs Falsos para Distribuir Amatera

Pesquisadores de cibersegurança revelaram uma nova campanha que combina CAPTCHAs falsos com um script assinado da Microsoft para distribuir um ladrão de informações chamado Amatera. O ataque começa com um prompt de verificação CAPTCHA falso que engana os usuários a colar e executar um comando malicioso no diálogo de execução do Windows. Em vez de invocar o PowerShell diretamente, o atacante utiliza o script ‘SyncAppvPublishingServer.vbs’, associado ao Microsoft Application Virtualization (App-V), para executar um carregador na memória a partir de um servidor externo. Essa técnica, que já foi observada em ataques anteriores, é usada para contornar restrições de execução do PowerShell, tornando a detecção mais difícil. O script malicioso busca dados de configuração em um arquivo de calendário público do Google, permitindo que o atacante ajuste rapidamente a infraestrutura sem precisar redistribuir as etapas anteriores do ataque. A campanha, que tem como alvo principalmente sistemas gerenciados por empresas, destaca a evolução das técnicas de engenharia social, como o ClickFix, que se tornou uma das principais formas de acesso inicial em ataques recentes. Com 47% dos ataques observados pela Microsoft utilizando essa técnica, a necessidade de vigilância e defesa eficaz se torna ainda mais crítica para as organizações.

Plataformas impulsionadas por IA facilitam phishing que engana usuários

Desde janeiro de 2025, a Trend Micro identificou um aumento significativo em campanhas de phishing que utilizam plataformas de desenvolvimento impulsionadas por IA, como Lovable.app, Netlify.app e Vercel.app, para hospedar páginas falsas de CAPTCHA. Os atacantes aproveitam os níveis gratuitos de hospedagem e a credibilidade dessas plataformas para criar armadilhas sofisticadas que conseguem evitar a detecção de scanners automáticos. Os e-mails de phishing frequentemente apresentam temas urgentes, como ‘Redefinição de Senha Necessária’ ou ‘Notificação de Mudança de Endereço do USPS’. Ao clicar nos links, os usuários são levados a uma interface de CAPTCHA que parece legítima, mas que, na verdade, redireciona silenciosamente para sites que coletam credenciais, como Microsoft 365 e Google Workspace. A Trend Micro observou que a atividade aumentou entre fevereiro e abril, coincidindo com a adoção crescente do trabalho remoto, e novamente em agosto. Para combater essas táticas, as organizações devem implementar medidas de segurança avançadas e treinar os funcionários para reconhecer sinais de phishing, especialmente em relação a prompts de CAPTCHA. A combinação de controles técnicos e vigilância informada dos usuários é essencial para mitigar esses riscos.

Captchas falsos levam usuários a baixar malware de acesso remoto

Um novo relatório da equipe de segurança da Microsoft revela um ataque de engenharia social chamado ClickFix, que tem enganado usuários a executar comandos em seus computadores, resultando em invasões. O ataque se disfarça de CAPTCHA, uma verificação comum para distinguir humanos de bots, mas solicita que a vítima execute uma série de comandos que culminam na execução de códigos maliciosos. O processo envolve pressionar as teclas Windows + R, colar um comando fornecido pelos cibercriminosos e executá-lo, o que pode permitir acesso remoto ao dispositivo e roubo de informações sensíveis, como senhas e dados de cartões de crédito.