<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Bloqueio on BR Defense Center</title><link>https://brdefense.center/tags/bloqueio/</link><description>Recent content in Bloqueio on BR Defense Center</description><generator>Hugo</generator><language>pt-br</language><lastBuildDate>Thu, 18 Jun 2026 09:43:57 -0300</lastBuildDate><atom:link href="https://brdefense.center/tags/bloqueio/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Governo da Índia bloqueia Telegram por vazamento de provas</title><link>https://brdefense.center/news/governo-da-india-bloqueia-telegram-por-vazamento-d/</link><pubDate>Thu, 18 Jun 2026 09:43:57 -0300</pubDate><guid>https://brdefense.center/news/governo-da-india-bloqueia-telegram-por-vazamento-d/</guid><description>&lt;p>O governo indiano informou ao Tribunal Superior de Delhi que o Telegram foi alertado cerca de duas semanas antes de ser bloqueado, devido à sua incapacidade de detectar proativamente canais que vendiam provas vazadas do exame NEET-UG 2026, um importante teste de admissão médica no país. O bloqueio, que ocorreu antes do exame nacional, afetou usuários do Telegram não apenas na Índia, mas também em outros países, como os Emirados Árabes Unidos, devido a um vazamento de rota BGP. O Telegram contestou a legalidade do bloqueio, afirmando que cooperou com as autoridades. O governo, por sua vez, alegou que não bloqueou o aplicativo de forma total, mas tomou medidas restritivas após receber várias reclamações sobre o uso da plataforma para fraudes relacionadas ao exame. A situação se agravou com a declaração do CEO do Telegram, Pavel Durov, que culpou a operadora de telecomunicações Reliance por um suposto sabotagem, o que foi negado pela empresa. O bloqueio deve ser revisto pelo tribunal, enquanto os usuários ainda podem acessar o Telegram através de um proxy MTProto.&lt;/p></description></item></channel></rss>