Blackcat

Negociador de ransomware é condenado a 70 meses de prisão por ajudar atacantes

Angelo Martino, um negociador de ransomware, foi condenado a 70 meses de prisão por colaborar secretamente com o grupo criminoso BlackCat (ALPHV). Em vez de ajudar as vítimas a minimizar os danos, Martino e seus co-conspiradores, Ryan Clifford Goldberg e Kevin Tyler Martin, não apenas falharam em proteger os interesses de seus clientes, mas também infectaram algumas das vítimas com malware. O grupo visava empresas de diversos setores, incluindo dispositivos médicos e farmacêuticos, e exigiu resgates que totalizavam milhões de dólares. Martino, de 41 anos, terá que devolver todos os ganhos em criptomoeda que recebeu, além de perder bens como casas e carros adquiridos com esse dinheiro. Ele também deverá pagar 10% de seu salário futuro após a liberação. A condenação de Martino se segue a sentenças anteriores de seus co-conspiradores, que receberam penas de quatro anos. O caso destaca a crescente preocupação com a confiança em negociadores de ransomware e a necessidade de vigilância em transações de segurança cibernética.

Ex-funcionário de empresa de cibersegurança é condenado por ransomware

Angelo Martino, ex-funcionário da DigitalMint, foi condenado a 70 meses de prisão por sua participação em ataques de ransomware BlackCat (ALPHV) contra empresas nos EUA. O FBI relaciona o grupo BlackCat a mais de 60 violações de segurança entre novembro de 2021 e março de 2022, com um total de pelo menos 300 milhões de dólares em pagamentos de resgate de mais de 1.000 vítimas até setembro de 2023. Martino, junto com outros dois negociadores de ransomware, Kevin Tyler Martin e Ryan Clifford Goldberg, foi acusado de extorquir empresas, ameaçando vazar dados roubados e exigindo pagamentos de resgate. Os três ex-funcionários da DigitalMint e Sygnia pagaram 20% dos lucros dos resgates aos administradores do BlackCat. Entre as vítimas estão organizações financeiras e instituições educacionais que pagaram resgates significativos, como 25,6 milhões e 26,7 milhões de dólares. A DigitalMint condenou as ações de Martino e Martin, afirmando que foram demitidos assim que suas condutas foram descobertas.

Ex-funcionários de empresas de cibersegurança são condenados por ransomware

Ryan Clifford Goldberg e Kevin Tyler Martin, ex-funcionários de empresas de resposta a incidentes de cibersegurança, foram condenados a quatro anos de prisão por envolvimento em ataques de ransomware BlackCat (ALPHV) contra empresas nos EUA. Ambos, junto com um terceiro cúmplice, Angelo Martino, atuaram como afiliados do ransomware entre maio e novembro de 2023, comprometendo redes de diversas vítimas, incluindo uma empresa farmacêutica em Maryland e um fabricante de dispositivos médicos em Tampa. Os criminosos exploraram seu conhecimento especializado em cibersegurança para extorquir empresas, exigindo resgates que variavam de $300.000 a $10 milhões. O caso destaca a crescente ameaça de ransomware e a necessidade de vigilância constante nas redes corporativas. O FBI já havia vinculado o grupo BlackCat a mais de 60 violações de segurança, coletando pelo menos $300 milhões em pagamentos de resgate até setembro de 2023. Este incidente ressalta a importância de uma postura proativa em cibersegurança e a necessidade de medidas rigorosas para proteger dados sensíveis.

Negociador de ransomware se declara culpado por ataques nos EUA

Angelo Martino, um negociador de ransomware de 41 anos, se declarou culpado por realizar ataques de ransomware contra empresas nos Estados Unidos em 2023. Ele colaborou com o grupo criminoso BlackCat, fornecendo informações confidenciais sobre as posições de negociação de cinco vítimas, sem o conhecimento ou consentimento delas. Essas informações incluíam limites de apólices de seguro e estratégias internas, o que resultou em resgates mais altos. Martino foi compensado financeiramente por essas informações. Além disso, ele admitiu ter trabalhado com outros dois respondentes a incidentes para implantar o ransomware BlackCat em várias vítimas entre abril e novembro de 2023, extorquindo uma delas em aproximadamente 1,2 milhão de dólares em Bitcoin. As autoridades confiscam 10 milhões de dólares em ativos de Martino, incluindo criptomoedas e veículos. Ele enfrenta uma pena máxima de 20 anos de prisão e está programado para ser sentenciado em julho de 2026. O caso destaca a traição de confiança em um setor que deveria proteger as vítimas de ataques cibernéticos.

Ex-funcionário da DigitalMint se declara culpado por ataques de ransomware

Angelo Martino, ex-funcionário da DigitalMint, admitiu sua culpa em ataques de ransomware BlackCat (ALPHV) direcionados a empresas dos EUA em 2023. Juntamente com outros dois negociadores de resgates, Martino foi acusado de conspiração para interferir no comércio interestadual por extorsão e danos intencionais a computadores protegidos. Durante seu trabalho como negociador, ele compartilhou informações confidenciais sobre as vítimas com os operadores do ransomware, facilitando a extorsão de valores elevados. Entre abril de 2023 e abril de 2025, Martino e seus cúmplices exigiram pagamentos de resgate, ameaçando vazar dados antes de criptografar os sistemas das vítimas. O impacto financeiro foi significativo, com uma empresa de serviços financeiros pagando mais de 25 milhões de dólares e uma organização sem fins lucrativos mais de 26 milhões. A operação BlackCat, associada a mais de 60 violações, arrecadou pelo menos 300 milhões de dólares em pagamentos de resgate até setembro de 2023. A DigitalMint condenou as ações de seus ex-funcionários e os demitiu assim que as irregularidades foram descobertas.

Trio é acusado de extorquir empresas dos EUA com ransomware BlackCat

Três indivíduos foram acusados de invadir redes de cinco empresas nos EUA utilizando o ransomware BlackCat, também conhecido como ALPHV, entre maio e novembro de 2023. Os acusados, Ryan Clifford Goldberg, Kevin Tyler Martin e um co-conspirador não identificado, teriam atacado uma empresa de dispositivos médicos na Flórida, uma farmacêutica em Maryland, um consultório médico na Califórnia, uma empresa de engenharia na Califórnia e um fabricante de drones na Virgínia. Os ataques resultaram em extorsões, com a empresa de dispositivos médicos pagando cerca de 1,27 milhão de dólares em criptomoeda, embora os outros ataques não tenham gerado pagamentos. Os acusados foram identificados como negociadores de ameaças de ransomware e um gerente de resposta a incidentes em empresas de cibersegurança. As acusações incluem conspiração para interferir no comércio interestadual por extorsão e danos intencionais a computadores protegidos, com penas que podem chegar a 50 anos de prisão. O caso destaca a crescente ameaça do ransomware e a necessidade de vigilância constante na segurança cibernética.