Atualizações De Segurança

Microsoft alerta sobre fim de suporte para Windows 11 24H2

A Microsoft anunciou que as edições Home e Pro do Windows 11 versão 24H2 deixarão de receber atualizações em 13 de outubro de 2026. Após essa data, os dispositivos que utilizam essas versões não receberão mais atualizações de segurança ou correções de bugs, o que pode expor os usuários a riscos de segurança. Em contrapartida, as edições Enterprise e Education do Windows 11 24H2 continuarão a receber suporte até outubro de 2027. A empresa recomenda que os usuários atualizem para a versão 25H2, que se tornou disponível em setembro de 2024. Para dispositivos não gerenciados por departamentos de TI, a atualização para a nova versão será automática, embora os usuários possam escolher quando reiniciar ou adiar a atualização. A Microsoft também destacou que dispositivos com Windows 11 23H2 Home e Pro não receberão mais atualizações de segurança a partir de novembro de 2025. Além disso, a empresa estendeu o programa de Atualizações de Segurança Estendidas (ESU) do Windows 10 para consumidores até outubro de 2027. A situação ressalta a importância de manter sistemas operacionais atualizados para garantir a segurança contra ameaças cibernéticas.

Adobe corrige vulnerabilidades críticas em ColdFusion e Campaign Classic

A Adobe lançou atualizações para corrigir várias vulnerabilidades críticas em suas plataformas ColdFusion, Commerce e Campaign Classic. As falhas mais severas incluem a CVE-2026-48362 e CVE-2026-48398, ambas com pontuação CVSS de 10.0, que permitem a execução de código arbitrário. Outras vulnerabilidades, como a CVE-2026-48273 (9.9) e CVE-2026-71384 (9.6), também apresentam riscos significativos, incluindo injeções de comandos e problemas de autorização que podem resultar em negação de serviço e escalonamento de privilégios. As atualizações são classificadas como prioridade 1, indicando um alto risco de exploração por ataques cibernéticos. Embora não haja evidências de que essas falhas tenham sido exploradas ativamente, a Adobe recomenda que os administradores apliquem as correções em até 72 horas. As atualizações são aplicáveis apenas a implantações locais do Campaign Classic, enquanto as instâncias hospedadas pela Adobe já foram corrigidas. Este alerta surge logo após a divulgação de outra vulnerabilidade crítica na mesma plataforma, reforçando a necessidade de vigilância constante em relação à segurança das aplicações.

Adobe corrige falhas críticas em sua plataforma de marketing

A Adobe lançou atualizações de segurança para corrigir uma falha crítica na sua plataforma de automação de marketing, Campaign Classic (ACC), que poderia permitir a execução de código arbitrário. A vulnerabilidade, identificada como CVE-2026-48449, possui uma pontuação máxima de 10.0 no sistema de pontuação CVSS, caracterizando-se como um erro de autorização que não requer interação do usuário. Além disso, uma segunda falha de alta severidade, CVE-2026-48448, relacionada a injeção SQL, também foi corrigida, podendo permitir a leitura arbitrária de arquivos. A Adobe informou que não tem conhecimento de qualquer exploração ativa dessas falhas. Ambas as vulnerabilidades foram abordadas na versão 7.4.3 do ACC para Windows e Linux. Além disso, a empresa lançou atualizações para corrigir oito falhas críticas no Adobe Bridge, que poderiam levar a elevações de privilégio e execução de código arbitrário. Os usuários são aconselhados a aplicar as atualizações mais recentes para garantir a proteção adequada.

Google corrige mais de mil falhas de segurança no Chrome

Em um esforço significativo para melhorar a segurança do navegador Chrome, o Google anunciou a correção de 1.072 vulnerabilidades nas versões 149 e 150, um número que supera a soma das falhas corrigidas nas 23 versões anteriores. A versão 151, lançada recentemente, também abordou 370 falhas, das quais 349 foram identificadas internamente. Entre essas, sete foram classificadas como críticas. O aumento na descoberta de vulnerabilidades é atribuído ao uso de modelos de linguagem avançados, que aceleraram a identificação de falhas, resultando em um número recorde de relatórios. Em 2026, já foram registradas 46.872 falhas, quase alcançando o total de 2025. Uma das falhas críticas, identificada como CVE-2026-3545, permitia a fuga do sandbox do navegador, potencialmente permitindo que arquivos locais fossem lidos. O Google está implementando um novo cronograma de lançamentos a cada duas semanas e está explorando atualizações dinâmicas para minimizar interrupções aos usuários. Além disso, a empresa está investindo em linguagens de programação mais seguras para reduzir a incidência de falhas de segurança. Essas ações visam garantir que o Chrome permaneça protegido contra ataques, especialmente em um cenário de ameaças em rápida evolução.

Atualizações de segurança da Broadcom corrigem falhas críticas no VMware

A Broadcom lançou atualizações de segurança para corrigir cinco vulnerabilidades no VMware vCenter, ESX, Workstation e Fusion, incluindo três falhas críticas que permitem a invasão de sistemas e a execução de códigos maliciosos. As vulnerabilidades afetam também produtos que utilizam vCenter ou ESX, como VMware Cloud Foundation e VMware vSphere. As falhas mais graves incluem a CVE-2026-59309, que permite a um atacante contornar a autenticação no VMware Directory Service, e a CVE-2026-59310, que possibilita a execução de código arbitrário através do servidor Syslog do vCenter. A CVE-2026-47876, relacionada ao adaptador de rede VMXNET3, permite a fuga de uma máquina virtual para o host. As atualizações são consideradas emergenciais, e a Broadcom recomenda que as organizações afetadas apliquem os patches imediatamente, pois não há alternativas viáveis. Embora não haja evidências de exploração ativa dessas vulnerabilidades, a Broadcom alerta que servidores VMware são alvos frequentes de ataques, especialmente por grupos de ransomware. A atualização pode causar interrupções temporárias no acesso ao vSphere Client, mas as máquinas virtuais continuarão operando.

GitHub implementa mecanismo de cooldown no Dependabot

O GitHub anunciou uma nova funcionalidade de cooldown para o Dependabot, que agora aguardará pelo menos três dias após o lançamento de uma nova versão antes de abrir um pull request. Essa configuração, que pode ser ajustada no arquivo dependabot.yml, visa mitigar os riscos de ataques à cadeia de suprimentos de software, especialmente em casos onde versões maliciosas de pacotes são rapidamente adotadas por projetos downstream. Embora as atualizações de segurança continuem a ser enviadas imediatamente, a ideia é evitar que versões comprometidas sejam utilizadas antes que sejam removidas do registro. O GitHub considera que o período de três dias é ideal, pois ultrapassa a janela de tempo em que a maioria dos ataques ocorre, sem atrasar desnecessariamente as atualizações de dependências. No entanto, a plataforma ressalta que essa medida deve ser uma camada de defesa entre outras práticas recomendadas, como o uso de lockfiles e a revisão de atualizações antes da fusão. Medidas semelhantes foram adotadas em outros ecossistemas de pacotes, como o PyPI, que também implementou restrições para evitar a adição de novos arquivos a lançamentos antigos. Essa atualização é um passo importante na proteção contra ataques à cadeia de suprimentos, que têm se tornado cada vez mais comuns e sofisticados.

Atualizações de segurança da Check Point abordam vulnerabilidades críticas

A Check Point lançou atualizações de segurança para corrigir múltiplas vulnerabilidades em seus produtos de Gestão de Segurança e Gestão Multi-Domínio (MDSM), incluindo uma falha crítica, identificada como CVE-2026-16232, que está sendo ativamente explorada. Essa vulnerabilidade permite que um atacante remoto não autenticado contorne o processo de login do Check Point SmartConsole e obtenha um token de login, permitindo acesso administrativo completo. A exploração bem-sucedida dessa falha pode levar à modificação de políticas de segurança e configurações. A empresa informou que um número restrito de clientes foi alvo dessa vulnerabilidade e já foram notificados. Além disso, foram identificadas outras duas falhas críticas, CVE-2026-62144 e CVE-2026-62145, que também exigem atenção imediata. A CISA dos EUA adicionou a CVE-2026-16232 ao seu catálogo de Vulnerabilidades Conhecidas Exploradas, exigindo que agências federais apliquem correções até 25 de julho de 2026. Os clientes são aconselhados a aplicar o hotfix de julho e restringir o acesso ao Management Server.

Microsoft encerra atualizações de segurança para Exchange 2016 e 2019

A Microsoft anunciou que deixará de fornecer atualizações de segurança para o Exchange Server 2016 e 2019 a partir de outubro de 2026, após uma extensão de seis meses do programa de Atualizações de Segurança Estendidas (ESU). O suporte principal para o Exchange 2016 terminou em outubro de 2020, enquanto o Exchange 2019 teve seu suporte encerrado em janeiro de 2024. A equipe do Exchange Server confirmou que não haverá novas extensões para o programa ESU, enfatizando a necessidade de migração para versões mais recentes, como o Exchange Server Subscription Edition (SE). Os administradores de TI são aconselhados a realizar upgrades diretos para o Exchange SE ou, se ainda utilizarem o Exchange 2016 ou 2013, a instalar primeiro o Exchange 2019. A Microsoft também disponibiliza orientações detalhadas sobre migrações para o Microsoft 365 e Exchange Online. Além disso, a empresa estendeu silenciosamente o suporte gratuito para o Windows 10 até outubro de 2027, mas o Windows Server 2022 e o Windows 11 24H2 Home e Pro chegarão ao fim do suporte em 90 dias, passando para um suporte estendido. Essa mudança destaca a importância de manter sistemas atualizados para evitar vulnerabilidades de segurança.

Atualizações de emergência da Microsoft para PCs Dell com Windows 11

A Microsoft lançou atualizações de emergência para corrigir problemas de desempenho e desligamentos inesperados em alguns PCs Dell após a instalação das atualizações de segurança de julho de 2026 do Windows 11. O problema afeta especificamente dispositivos Dell que instalaram a atualização cumulativa KB5101650 nas versões 25H2 e 24H2 do Windows 11. A causa raiz é uma incompatibilidade entre a nova interface do Gerenciador de Conexão USB-C do Windows e o driver Intel Innovation Platform Framework (IPF) Processor Participant, que é essencial para a gestão de energia e térmica do sistema. Após a instalação da atualização de pré-visualização KB5095093 em junho de 2026, alguns dispositivos Dell passaram a exibir um ponto de exclamação amarelo no Gerenciador de Dispositivos, indicando problemas com o driver. Para mitigar os efeitos, a Microsoft bloqueou a atualização em sistemas Dell afetados até que uma correção estivesse disponível. As atualizações de emergência KB5121767 e KB5121768 foram lançadas para resolver a questão, permitindo que os dispositivos afetados instalem a atualização de segurança de julho. A Microsoft recomenda que apenas dispositivos impactados realizem a atualização, enquanto os que não foram afetados não precisam tomar nenhuma ação.

Windows Server 2022 terá suporte estendido até 2031

A Microsoft anunciou que o Windows Server 2022 atingirá o fim do suporte mainstream em outubro de 2026, mas continuará recebendo atualizações de segurança por mais cinco anos, até outubro de 2031, no suporte estendido. Lançado em setembro de 2021, o Windows Server 2022 faz parte do Long-Term Servicing Channel (LTSC) e oferece um total de 10 anos de suporte. Após o fim do suporte mainstream, a Microsoft recomenda que os clientes atualizem para o Windows Server 2025, que estará disponível a partir de novembro de 2024. O Windows Server 2025 também terá um ciclo de suporte de 10 anos, com o fim do suporte programado para novembro de 2029 e suporte estendido até novembro de 2034. A Microsoft também anunciou a extensão do hotpatching do Windows Server 2022 até outubro de 2027, além de um ano adicional para o programa de Atualizações de Segurança Estendidas (ESU) do Windows 10. A empresa enfatiza a importância de planejar a atualização para garantir a proteção e o suporte contínuo dos ambientes de TI.

Microsoft interrompe atualizações para versões do Windows em 2026

A Microsoft anunciou que as edições Home e Pro do Windows 11 24H2 e o Windows 10 Enterprise LTSB 2016 deixarão de receber atualizações em 13 de outubro de 2026. Após essa data, dispositivos que utilizam essas versões não receberão mais atualizações mensais de segurança ou de pré-visualização, o que pode expor os usuários a riscos de segurança. A empresa recomenda que os usuários atualizem para o Windows 11 25H2, que já está disponível desde setembro de 2024. Para dispositivos não gerenciados por departamentos de TI, a atualização para o Windows 11 25H2 será automática, embora os usuários possam optar por adiar a instalação. A Microsoft também estendeu o programa de Atualizações de Segurança Estendidas (ESU) para o Windows 10 por mais um ano, permitindo que dispositivos inscritos continuem recebendo atualizações de segurança até 12 de outubro de 2027. A interrupção das atualizações pode impactar significativamente a segurança dos sistemas operacionais afetados, tornando essencial que os usuários e administradores de TI tomem medidas proativas para garantir a proteção de seus dispositivos.

Zoom lança atualizações de segurança para falha crítica no Windows

A Zoom Video Communications divulgou atualizações de segurança para uma falha crítica que afeta o Zoom Workplace para Windows, potencialmente permitindo a tomada de controle de contas. A vulnerabilidade, identificada como CVE-2026-53412, possui uma pontuação CVSS de 9.8, indicando seu alto risco. Ela impacta o Zoom Desktop Client, o Zoom VDI Client e o Zoom Meeting SDK para Windows, permitindo que um usuário não autenticado realize a tomada de controle de contas através do acesso à rede. Além disso, três outras falhas de alta gravidade foram corrigidas: CVE-2026-53411, CVE-2026-53410 e CVE-2026-53409, que envolvem validação inadequada de entrada e gerenciamento de privilégios. Embora não haja evidências de exploração ativa dessas vulnerabilidades, a Zoom recomenda que os usuários apliquem as atualizações para garantir a segurança de suas contas. As versões afetadas incluem várias do Zoom Workplace e Zoom Rooms, e a empresa enfatiza a importância de manter os softwares atualizados para evitar riscos de segurança.

Microsoft bloqueia atualizações de segurança do Windows 11 em dispositivos Dell

A Microsoft anunciou que está bloqueando as atualizações de segurança do Windows 11 deste mês para alguns dispositivos Dell, devido a problemas de desligamento inesperado e desempenho insatisfatório. O problema foi identificado após a instalação da atualização cumulativa KB5101650, lançada em 23 de junho de 2026, que causou um conflito entre a nova interface do Gerenciador de Conexão USB-C do Windows e o driver Intel Innovation Platform Framework (IPF) Processor Participant. Essa incompatibilidade resulta em um ícone de exclamação amarelo no Gerenciador de Dispositivos, indicando potenciais falhas de desempenho, aumento de temperatura e drenagem da bateria. A Microsoft está colaborando com a Dell para resolver a situação e planeja lançar uma correção em breve. Além disso, a empresa já havia abordado outros problemas recentes, como falhas no Copilot Chat e na funcionalidade de GIFs no painel de emojis. A situação destaca a importância de monitorar atualizações e a necessidade de testes rigorosos antes da implementação de novas versões do sistema operacional.

SAP lança atualizações para corrigir vulnerabilidades críticas

A SAP divulgou atualizações em julho de 2026 para corrigir várias vulnerabilidades, incluindo uma falha crítica no SAP NetWeaver Application Server ABAP, identificada como CVE-2026-44747, com uma pontuação CVSS de 9.9. Essa vulnerabilidade permite que um atacante autenticado explore erros lógicos na gestão de memória, resultando em corrupção de memória que pode levar ao acesso não autorizado a dados, modificação ou indisponibilidade do sistema. Como solução temporária, a SAP recomenda desabilitar todos os nós ICF com uma propriedade específica, embora isso não seja viável para todos os clientes. Além disso, duas outras vulnerabilidades críticas foram abordadas: CVE-2026-27690, que permite ataques de desincronização de requisições HTTP em ambientes não-Cloud Foundry, e CVE-2026-44761, que envolve o uso de credenciais padrão no SAP Commerce Cloud, permitindo que atacantes não autenticados obtenham tokens de acesso válidos. A SAP aconselha os clientes a auditar seus ambientes de produção e remover quaisquer clientes OAuth 2.0 afetados. Embora não haja evidências de exploração ativa, a aplicação das atualizações é fortemente recomendada para garantir a proteção adequada.

Microsoft aumenta atualizações de segurança no Windows com IA

A Microsoft anunciou que os usuários do Windows devem esperar um aumento nas atualizações de segurança, impulsionado pelo uso crescente de inteligência artificial (IA) para descobrir vulnerabilidades em seu código. Em um post de blog, a empresa destacou que os avanços em IA aceleraram significativamente a descoberta de falhas, permitindo que engenheiros identifiquem mais problemas de segurança antes que possam ser explorados em ataques de dia zero. Para isso, a Microsoft está utilizando um sistema de descoberta de vulnerabilidades chamado MDASH, que realiza varreduras em binários críticos do Windows e valida as descobertas com múltiplos modelos de IA. Além disso, a IA também auxilia os engenheiros a entender falhas mais rapidamente e sugerir correções. A empresa enfatizou que, apesar do uso de IA, engenheiros humanos ainda revisarão todas as propostas de código antes da implementação. Com essa abordagem, os clientes devem observar um volume maior de atualizações de segurança a cada Patch Tuesday. A Microsoft também atualizou suas práticas de Ciclo de Vida de Desenvolvimento Seguro (SDL) para considerar técnicas de ataque habilitadas por IA, visando identificar problemas de segurança antes do lançamento de novas funcionalidades.

Ubiquiti lança atualizações para falhas críticas em UniFi

A Ubiquiti lançou atualizações para corrigir várias falhas de segurança críticas em suas aplicações UniFi Connect, UniFi Talk, UniFi Access, UniFi Protect e UniFi OS. As vulnerabilidades, que variam de um CVSS de 9.0 a 10.0, incluem problemas de controle de acesso inadequado, injeção de comandos e injeção SQL. Por exemplo, a CVE-2026-50746 permite que um atacante execute injeções de comandos na aplicação UniFi Connect, enquanto a CVE-2026-50747 envolve injeções SQL na UniFi Talk, ambas podendo resultar em escalonamento de privilégios. Embora não haja evidências de exploração ativa dessas falhas, a CISA já havia alertado sobre vulnerabilidades semelhantes que foram utilizadas em ataques reais. Além disso, um botnet chamado MooBot, que utilizava roteadores Ubiquiti Edge OS comprometidos, foi desmantelado em uma operação de aplicação da lei. As atualizações estão disponíveis e é crucial que os usuários implementem os patches para mitigar os riscos associados a essas vulnerabilidades.

Atualizações críticas da BeyondTrust para falhas de segurança em produtos

A BeyondTrust divulgou atualizações para corrigir duas falhas de segurança críticas em seus produtos de Suporte Remoto (RS) e Acesso Remoto Privilegiado (PRA). As vulnerabilidades, identificadas como CVE-2026-40138 e CVE-2026-40139, possuem uma pontuação CVSS de 9.2, permitindo que atacantes não autenticados contornem controles de acesso e obtenham acesso não autorizado a dispositivos vulneráveis, incluindo contas com privilégios elevados. Ambas as falhas estão relacionadas a problemas na validação de dados de autenticação. Além disso, outras vulnerabilidades, como CVE-2026-40140 e CVE-2026-40141, apresentam riscos adicionais, como negação de serviço e acesso não intencional a recursos. A BeyondTrust não relatou exploração ativa dessas falhas, mas enfatizou a importância de aplicar as correções rapidamente, especialmente considerando que falhas anteriores em seus produtos foram exploradas para implantar shells web e backdoors. As versões afetadas são RS 25.3.2 ou inferiores e PRA 25.3.2 ou inferiores, com correções disponíveis nas versões 25.3.3 e superiores.

Vulnerabilidade crítica do Adobe ColdFusion está sendo explorada

O Centro Canadense de Cibersegurança (CCCS) alertou sobre a exploração ativa de uma vulnerabilidade crítica no Adobe ColdFusion, identificada como CVE-2026-48282. Essa falha afeta as versões 2025.9, 2023.20 e anteriores do ColdFusion, permitindo que atacantes não privilegiados executem código remotamente em sistemas não corrigidos. A Adobe lançou atualizações de segurança para mitigar essa vulnerabilidade, classificando-a como de alto risco e recomendando que administradores apliquem os patches em até 72 horas. O CCCS confirmou que os atacantes já começaram a explorar essa falha, incentivando a revisão das atualizações necessárias. Embora a Shadowserver tenha identificado quase 800 instâncias do ColdFusion expostas online, não há dados sobre quantas delas estão vulneráveis ou já foram protegidas. Além disso, a Adobe também corrigiu outras falhas críticas em suas plataformas, mas não confirmou a exploração ativa dessas. A situação exige atenção imediata das equipes de segurança, especialmente considerando o histórico de vulnerabilidades em produtos da Adobe que têm sido alvo de ataques cibernéticos.

Apple lança atualizações de segurança para iOS e macOS contra falhas

A Apple divulgou, na última segunda-feira, atualizações de segurança para iOS, macOS e o navegador Safari, abordando mais de trinta falhas, incluindo quatro vulnerabilidades no WebKit, identificadas com o auxílio de ferramentas de inteligência artificial (IA) como Anthropic Claude e OpenAI Codex Security. As vulnerabilidades no WebKit incluem problemas de corrupção de memória e falhas de validação de entrada, que poderiam levar a travamentos inesperados do Safari ao processar conteúdo web malicioso. As falhas foram identificadas como CVE-2026-43707, CVE-2026-43716, CVE-2026-43745 e CVE-2026-43715, sendo que as três primeiras foram atribuídas ao OpenAI Codex Security e a última aos pesquisadores da Anthropic. Além disso, a Apple corrigiu três bugs que poderiam ser explorados por aplicativos maliciosos para vazar informações sensíveis do kernel. As atualizações estão disponíveis para as versões 26.5.2 do iOS, iPadOS, macOS Tahoe e Safari. A Apple destacou que está antecipando as atualizações de segurança em resposta ao aumento da capacidade da IA em acelerar o desenvolvimento de ferramentas de exploração, reduzindo o tempo entre a descoberta e a exploração das vulnerabilidades.

Microsoft estende suporte a hotpatching do Windows Server 2022 até 2027

A Microsoft anunciou a extensão do suporte ao hotpatching para o Windows Server 2022 Datacenter: Azure Edition até outubro de 2027, um ano após o término do suporte principal em outubro de 2026. Essa funcionalidade permite que atualizações de segurança sejam aplicadas diretamente no código em memória dos processos em execução, evitando a necessidade de reinicializações após cada instalação. No entanto, é importante ressaltar que atualizações não relacionadas à segurança ainda exigem reinicialização do sistema. O hotpatching, disponível desde fevereiro de 2022, visa aumentar a disponibilidade dos servidores e reduzir interrupções no serviço, permitindo que as organizações mantenham a continuidade operacional enquanto se protegem contra ameaças de segurança. A Microsoft também está testando essa funcionalidade em outras versões, como o Windows Server 2025 e o Windows 11 24H2, com planos de torná-la padrão para dispositivos gerenciados via Microsoft Graph API e Intune a partir de maio de 2026. O suporte estendido é uma boa notícia para empresas que utilizam a edição Datacenter: Azure, pois proporciona mais um ano de atualizações sem a necessidade de reinicializações frequentes.

Microsoft estende atualizações de segurança do Windows 10 até 2027

A Microsoft anunciou a extensão do programa de Atualizações de Segurança Estendidas (ESU) do Windows 10 para consumidores, permitindo que dispositivos inscritos recebam atualizações de segurança até 12 de outubro de 2027. Essa mudança foi feita sem um anúncio formal, sendo mencionada em atualizações da documentação do programa e em um post do Windows Experience Blog. O Windows 10 atingiu o fim do suporte em 14 de outubro de 2025, quando a Microsoft deixou de fornecer suporte técnico e atualizações para o sistema, exceto para versões LTSC. Inicialmente, a Microsoft havia oferecido um ano adicional de atualizações de segurança para consumidores que se inscrevessem no programa ESU, com término previsto para 12 de outubro de 2026. A extensão agora dá aos usuários mais tempo para migrar para o Windows 11, enquanto continuam protegidos. Para receber as atualizações, os consumidores podem pagar $30, fazer backup das configurações do Windows em uma conta Microsoft ou resgatar 1.000 pontos de recompensa. A licença ESU pode ser utilizada em até 10 dispositivos associados à mesma conta Microsoft. É importante ressaltar que o programa é exclusivo para dispositivos pessoais e não está disponível para sistemas gerenciados por Active Directory ou MDM, embora dispositivos registrados no Microsoft Entra sejam elegíveis.

Erro no Windows exibe nomes de arquivos confusos ao excluir itens

A Microsoft confirmou um bug no Windows que causa confusão ao excluir arquivos da Lixeira. Quando um usuário tenta deletar permanentemente um item, a janela de confirmação mostra um nome de arquivo interno (como $Rxxxxx.ext) em vez do nome original do arquivo. Apesar disso, a Lixeira exibe corretamente o nome original, e a restauração do item também utiliza o nome correto. Este problema afeta todas as versões suportadas do Windows, tanto em plataformas cliente quanto servidor, após a instalação das atualizações de segurança de junho de 2026. As versões afetadas incluem diversas edições do Windows 10 e Windows 11, além de várias versões do Windows Server. A Microsoft está ciente do problema e trabalha em uma correção, que será disponibilizada em uma atualização futura. Enquanto isso, uma solução temporária está disponível para empresas que contatarem o suporte da Microsoft. Além desse bug, a empresa também confirmou um problema que impede aplicativos de terceiros de abrir documentos do Office após as atualizações de junho de 2026.

Microsoft corrige falhas de atualização de segurança no Windows Server 2016

A Microsoft anunciou a correção de um problema que impedia a instalação das atualizações de segurança de junho de 2026 em sistemas Windows Server 2016 que não estavam atualizados. O erro, identificado como 0x80070002 ou FILE_NOT_FOUND, afetava principalmente os clientes que tentavam instalar a atualização KB5094122 sem ter previamente instalado a atualização de segurança KB5087537 do mês anterior. A empresa confirmou que a instalação da atualização de segurança agora foi resolvida e que os dispositivos afetados não devem mais enfrentar falhas ao implantar a atualização KB5094122. Além disso, a Microsoft também abordou problemas semelhantes em outras atualizações, como a de maio de 2026 para Windows 11, que resultou em erros devido à falta de espaço no EFI System Partition. A empresa continua a investigar outros problemas relacionados a atualizações que podem impactar a funcionalidade de aplicativos do Office após a instalação das atualizações de junho de 2026.

F5 lança atualizações de segurança para vulnerabilidades críticas do NGINX

A empresa de cibersegurança F5 divulgou atualizações de segurança para corrigir várias vulnerabilidades no servidor web NGINX, incluindo duas falhas de gravidade crítica. As vulnerabilidades, identificadas como CVE-2026-42530 e CVE-2026-42055, podem ser exploradas por atacantes remotos não autenticados, permitindo a execução de código ou ataques de negação de serviço (DoS) em sistemas NGINX com configurações não padrão. A exploração bem-sucedida resulta em problemas como uso após liberação e estouro de buffer, levando à reinicialização do processo do NGINX. A F5 também lançou correções para outros produtos NGINX afetados, como NGINX Plus e NGINX Open Source. Para administradores que não podem aplicar as atualizações imediatamente, foram sugeridas medidas de mitigação, como desabilitar o HTTP/3 e ajustar configurações específicas. Embora a F5 não tenha indicado que essas vulnerabilidades estejam sendo ativamente exploradas, a empresa tem um histórico de ser alvo de grupos de cibercrime e ameaças de estado. A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) já sinalizou várias vulnerabilidades da F5 como exploradas ativamente, com implicações significativas para a segurança das redes corporativas.

CISA prioriza atualizações de segurança para agências federais dos EUA

A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) anunciou a nova Diretriz Operacional Vinculativa 26-04, que prioriza atualizações de segurança para agências do Poder Executivo Civil Federal (FCEB). O objetivo é reduzir a ameaça de ciberataques ao setor público, exigindo que as agências remedeiem vulnerabilidades de alto risco em prazos acelerados, que podem ser de até três dias. A CISA afirma que a nova diretriz substitui as anteriores BOD 19-02 e BOD 22-01, introduzidas em 2019 e 2021, respectivamente. A priorização das correções é baseada em quatro considerações principais: exposição pública do ativo, presença da vulnerabilidade no catálogo de Vulnerabilidades Conhecidas Exploradas (KEV), possibilidade de exploração automatizada e controle total ou parcial do sistema pelos atacantes. As agências devem atualizar suas políticas de gerenciamento de vulnerabilidades e relatar o status de KEV em um prazo de 60 dias. A nova diretriz também se aplica a sistemas em nuvem e ambientes de terceiros, influenciando a indústria de cibersegurança como um todo.

Atualizações de Segurança do Windows 11 KB5094126 e KB5093998

A Microsoft lançou as atualizações cumulativas KB5094126 e KB5093998 para o Windows 11, abrangendo as versões 25H2, 24H2 e 23H2. Essas atualizações são obrigatórias e incluem correções de vulnerabilidades de segurança, melhorias de desempenho e novas funcionalidades. Entre as principais novidades, destaca-se o recurso de Áudio Compartilhado, que permite que duas pessoas ouçam o mesmo áudio simultaneamente em um único PC, utilizando a tecnologia Bluetooth LE Audio. Além disso, melhorias foram feitas no Gerenciador de Tarefas, que agora oferece melhor visibilidade do uso de NPU (Unidade de Processamento Neural) e na funcionalidade da Câmera, permitindo acesso simultâneo a múltiplos aplicativos. A atualização também traz otimizações para o Windows Hello, melhorando a segurança e a experiência de login. A Microsoft não reportou novas questões relacionadas a esta atualização, indicando um foco em estabilidade e confiabilidade. Para instalar, os usuários podem acessar as configurações do Windows Update ou baixar manualmente do Catálogo de Atualizações da Microsoft.

Google corrige 74 vulnerabilidades no Chrome, incluindo uma crítica

O Google lançou atualizações de segurança para corrigir 74 vulnerabilidades no Chrome, sendo uma delas, a CVE-2026-11645, de alta severidade, com um CVSS de 8.8. Essa falha, que permite acesso à memória fora dos limites no motor V8 do Chrome, pode ser explorada por atacantes remotos para executar código arbitrário através de páginas HTML manipuladas. O pesquisador que descobriu a vulnerabilidade, identificado como ‘303f06e3’, recebeu uma recompensa de US$ 55.000 pela divulgação responsável. O Google confirmou que a exploração dessa vulnerabilidade já está ocorrendo ativamente. Desde o início do ano, a empresa já tratou cinco vulnerabilidades zero-day no Chrome. Para garantir a proteção, os usuários devem atualizar seus navegadores para as versões 149.0.7827.102/.103 no Windows e macOS, e 149.0.7827.102 no Linux. Além disso, usuários de navegadores baseados em Chromium, como Microsoft Edge e Brave, também devem aplicar as correções assim que disponíveis.

Google lança patches de segurança Android para 124 vulnerabilidades

O Google divulgou em junho de 2026 atualizações de segurança para o Android, abordando 124 vulnerabilidades, incluindo uma falha zero-day (CVE-2025-48595) que está sendo explorada em ataques direcionados. Essa vulnerabilidade de alta severidade permite que atacantes locais executem código e elevem privilégios em dispositivos que rodam Android 14 ou versões posteriores. O Google alertou que a exploração dessa falha pode estar em andamento, embora detalhes técnicos ainda não tenham sido divulgados. Além disso, foram corrigidas 18 vulnerabilidades críticas em componentes do sistema e do framework, que poderiam ser utilizadas para causar negação de serviço e elevação de privilégios. As atualizações de segurança foram lançadas em dois pacotes, com dispositivos Google Pixel recebendo as correções imediatamente, enquanto outros fabricantes podem demorar mais para implementá-las. O Google também revisou seus programas de recompensas por vulnerabilidades, oferecendo até US$ 1,5 milhão por exploits do Android, enquanto reduziu os pagamentos para falhas mais fáceis de serem descobertas com inteligência artificial. A empresa não forneceu mais informações sobre os ataques relacionados à CVE-2025-48595.

Ubiquiti lança atualizações de segurança para vulnerabilidades críticas

A Ubiquiti divulgou atualizações de segurança para corrigir três vulnerabilidades de gravidade máxima no UniFi OS, que podem ser exploradas por atacantes remotos sem privilégios. O UniFi OS é um sistema operacional unificado que gerencia a infraestrutura de TI, incluindo redes e segurança. A primeira falha (CVE-2026-34908) permite alterações não autorizadas em sistemas, enquanto a segunda (CVE-2026-34909) possibilita o acesso a arquivos do sistema subjacente por meio de uma vulnerabilidade de Path Traversal. A terceira falha (CVE-2026-34910) permite ataques de injeção de comandos após o acesso à rede, explorando uma vulnerabilidade de validação inadequada de entrada. Além disso, a Ubiquiti corrigiu uma segunda falha crítica de injeção de comandos (CVE-2026-33000) e uma de divulgação de informações (CVE-2026-34911). Embora a empresa não tenha confirmado se as vulnerabilidades foram exploradas antes da divulgação, elas podem ser utilizadas em ataques de baixa complexidade. Atualmente, a empresa de inteligência de ameaças Censys rastreia cerca de 100.000 endpoints do UniFi OS expostos na Internet, a maioria localizada nos Estados Unidos. A Ubiquiti já enfrentou ataques de grupos de hackers apoiados por estados e cibercriminosos, o que destaca a importância de mitigar essas vulnerabilidades rapidamente.

Vulnerabilidades críticas afetam NGINX Plus e Open Source

Pesquisadores de cibersegurança revelaram múltiplas vulnerabilidades que afetam o NGINX Plus e o NGINX Open Source, incluindo uma falha crítica que permaneceu oculta por 18 anos. A vulnerabilidade, identificada como CVE-2026-42945, é um problema de estouro de buffer na pilha que pode permitir a execução remota de código ou causar uma negação de serviço (DoS) através de requisições maliciosas. Essa falha, conhecida como NGINX Rift, pode ser explorada por atacantes não autenticados, tornando-a especialmente perigosa. Além disso, três outras vulnerabilidades foram corrigidas, com pontuações CVSS variando de 6.3 a 8.3, afetando módulos como ngx_http_scgi_module e ngx_http_ssl_module. As versões afetadas foram corrigidas em atualizações lançadas após a divulgação responsável em 21 de abril de 2026. Os usuários são aconselhados a atualizar para as versões mais recentes ou, se não puderem, modificar a configuração de reescrita para mitigar o risco. Essa situação destaca a importância de manter sistemas atualizados e monitorar vulnerabilidades conhecidas.

Atualizações de segurança do cPanel corrigem vulnerabilidades críticas

O cPanel anunciou a liberação de atualizações para corrigir três vulnerabilidades significativas em seu software e no Web Host Manager (WHM). As falhas, identificadas como CVE-2026-29201, CVE-2026-29202 e CVE-2026-29203, podem ser exploradas para escalonamento de privilégios, execução de código e negação de serviço. A primeira vulnerabilidade (CVE-2026-29201) apresenta uma pontuação CVSS de 4.3 e envolve uma validação insuficiente de entrada, permitindo a leitura de arquivos arbitrários. As outras duas falhas (CVE-2026-29202 e CVE-2026-29203) têm uma pontuação CVSS de 8.8 e permitem a execução de código Perl arbitrário e a manipulação de permissões de arquivos, respectivamente, o que pode levar a negação de serviço ou escalonamento de privilégios. As versões afetadas incluem cPanel e WHM a partir de 11.136.0.9 e outras versões anteriores. Embora não haja evidências de exploração ativa, a divulgação ocorre após a identificação de outra falha crítica que foi utilizada por agentes de ameaças. Os usuários são aconselhados a atualizar para as versões mais recentes para garantir a proteção adequada.

Atualizações de emergência da Microsoft para Windows Server 2025

A Microsoft lançou atualizações fora do ciclo regular para corrigir problemas em sistemas Windows Server após a instalação das atualizações de segurança de abril de 2026. Administradores relataram falhas ao instalar a atualização de segurança KB5082063 em dispositivos Windows Server 2025. Além disso, as atualizações cumulativas deste mês estão fazendo com que alguns servidores com funções de controlador de domínio entrem em um loop de reinicialização devido a falhas no Serviço de Subsistema de Segurança Local (LSASS). A Microsoft alertou que esse problema pode ocorrer ao configurar novos controladores de domínio ou em existentes, se o servidor processar solicitações de autenticação muito cedo durante a inicialização. Para resolver esses problemas, foram disponibilizadas atualizações de emergência para várias versões do Windows Server, incluindo a KB5091157 para o Windows Server 2025, que aborda tanto a falha de instalação quanto o problema de reinicialização do controlador de domínio. Além disso, a instalação da atualização KB5082063 pode fazer com que alguns dispositivos sejam iniciados no modo de recuperação do BitLocker, solicitando a chave do BitLocker. A Microsoft também corrigiu um bug que causava atualizações inesperadas para o Windows Server 2025 em dispositivos que executam o Windows Server 2019 e 2022. Essas questões destacam a importância de monitorar e aplicar atualizações de segurança de forma eficaz para evitar interrupções nos serviços.

Microsoft resolve erro de inicialização no Windows 11 após atualizações

A Microsoft anunciou a resolução de um erro no Windows 11 que impedia alguns sistemas comerciais de inicializar, apresentando a mensagem “UNMOUNTABLE_BOOT_VOLUME” após a instalação de atualizações de segurança recentes. O problema, que afetou dispositivos físicos com as versões 25H2 e 24H2 do Windows 11, foi vinculado a falhas nas atualizações de dezembro de 2025. A correção foi disponibilizada na atualização de segurança KB5077181, lançada em 10 de fevereiro de 2026. Os dispositivos afetados enfrentavam falhas de inicialização após a instalação da atualização de segurança KB5074109, lançada em 13 de janeiro de 2026, resultando em telas pretas e a necessidade de recuperação manual. A Microsoft já havia lançado uma resolução inicial em uma atualização opcional em janeiro, mas a solução completa foi confirmada apenas em fevereiro. A empresa recomenda que clientes empresariais que ainda enfrentam problemas entrem em contato com o suporte da Microsoft para assistência. A falta de um aviso público sobre o problema levanta questões sobre a comunicação da empresa em relação a falhas críticas.

Apple corrige falha crítica em atualizações de iOS e macOS

A Apple lançou atualizações para iOS, iPadOS, macOS Tahoe, tvOS, watchOS e visionOS para corrigir uma vulnerabilidade zero-day, identificada como CVE-2026-20700, que está sendo explorada em ataques cibernéticos sofisticados. Essa falha, relacionada à corrupção de memória no dyld, o editor de links dinâmicos da Apple, permite que atacantes executem código arbitrário em dispositivos vulneráveis. O Google Threat Analysis Group (TAG) descobriu e reportou a vulnerabilidade. A Apple também emitiu correções para outras falhas, como CVE-2025-14174 e CVE-2025-43529, que foram abordadas em dezembro de 2025. As atualizações estão disponíveis para uma variedade de dispositivos, incluindo iPhones a partir do modelo 11 e Macs rodando macOS Tahoe. A empresa já havia corrigido nove vulnerabilidades zero-day em 2025, e essa nova atualização marca a primeira falha zero-day ativamente explorada em 2026. É crucial que os usuários atualizem seus dispositivos para evitar possíveis explorações.

Microsoft corrige 59 vulnerabilidades, incluindo 6 ativamente exploradas

No dia 11 de fevereiro de 2026, a Microsoft lançou atualizações de segurança para corrigir 59 falhas em seu software, das quais seis estão sendo ativamente exploradas. Entre as vulnerabilidades, cinco foram classificadas como Críticas e 52 como Importantes. As falhas incluem escalonamento de privilégios, execução remota de código e bypass de recursos de segurança. As vulnerabilidades mais críticas são CVE-2026-21510 e CVE-2026-21513, ambas com pontuação CVSS de 8.8, permitindo que atacantes contornem mecanismos de segurança em redes. A Microsoft também corrigiu uma vulnerabilidade moderada no navegador Edge, que poderia permitir spoofing em dispositivos Android. A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) incluiu essas falhas em seu catálogo de Vulnerabilidades Conhecidas e Explotadas, exigindo que agências federais apliquem as correções até 3 de março de 2026. Além disso, a Microsoft está implementando novas iniciativas de segurança, como o Modo de Segurança Padrão do Windows, para melhorar a proteção contra ameaças futuras.

Patch Tuesday Atualizações de segurança críticas para software

No Patch Tuesday de fevereiro de 2026, diversas empresas de software, incluindo Microsoft, Adobe e SAP, lançaram atualizações para corrigir vulnerabilidades de segurança em seus produtos. A Microsoft abordou 59 falhas, incluindo seis zero-days ativamente explorados que podem permitir a escalada de privilégios e negação de serviço em componentes do Windows. A Adobe, por sua vez, atualizou vários de seus softwares, mas não relatou exploração em campo. A SAP corrigiu duas vulnerabilidades críticas, uma delas relacionada a injeção de código no SAP CRM e S/4HANA, com uma pontuação CVSS de 9.9, que poderia permitir a execução de comandos SQL arbitrários. A outra falha crítica, com pontuação CVSS de 9.6, envolve a falta de verificação de autorização no SAP NetWeaver, permitindo que usuários autenticados de baixo privilégio realizem chamadas de função remota sem as permissões necessárias. Além disso, a Intel e o Google identificaram cinco vulnerabilidades no Intel Trust Domain Extensions (TDX) 1.5, destacando a complexidade crescente de componentes de software altamente privilegiados. As atualizações de segurança são essenciais para mitigar riscos e proteger dados sensíveis.

Atualizações de Segurança do Windows 11 KB5077181 e KB5075941

A Microsoft lançou as atualizações cumulativas KB5077181 e KB5075941 para o Windows 11, abrangendo as versões 25H2, 24H2 e 23H2. Essas atualizações são obrigatórias e incluem correções de vulnerabilidades de segurança e bugs, além de novas funcionalidades. A atualização de fevereiro de 2026 traz melhorias significativas, como a resolução de problemas de conectividade com redes Wi-Fi WPA3 e aprimoramentos no suporte a MIDI, beneficiando músicos. Também foram introduzidas novas funcionalidades, como o controle aprimorado do Narrador e a expansão do recurso Cross-Device Resume, que permite continuar atividades do celular Android no PC. A atualização altera os números de versão para 26200.7840 (25H2) e 226x1.6050 (23H2). A Microsoft não reportou novos problemas relacionados a esta atualização, mas recomenda que os usuários a instalem o quanto antes para garantir a segurança e a funcionalidade do sistema.

CISA ordena retirada de dispositivos de rede sem suporte nos EUA

A Agência de Segurança Cibernética e de Infraestrutura dos EUA (CISA) emitiu uma diretiva para que as agências do Poder Executivo Civil Federal (FCEB) fortaleçam a gestão do ciclo de vida dos dispositivos de rede de borda e removam aqueles que não recebem mais atualizações de segurança dos fabricantes. Essa medida visa reduzir a dívida técnica e minimizar o risco de comprometimento, uma vez que atores de ameaças patrocinados por estados têm utilizado esses dispositivos como uma via de acesso preferencial para invadir redes-alvo. Dispositivos de borda incluem balanceadores de carga, firewalls, roteadores, switches e dispositivos IoT, que são vulneráveis a ataques cibernéticos. A CISA criou uma lista de dispositivos sem suporte e estabeleceu um cronograma para que as agências atualizem ou desativem esses dispositivos, com prazos que variam de três a 24 meses. A diretiva destaca que dispositivos não suportados representam um risco significativo para os sistemas federais e devem ser removidos das redes empresariais para fortalecer a resiliência cibernética.

CISA exige remoção de dispositivos de rede sem atualizações de segurança

A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) emitiu uma nova diretiva operacional vinculativa que obriga agências federais a identificar e desativar dispositivos de rede que não recebem mais atualizações de segurança dos fabricantes. A CISA alertou que dispositivos de rede com fim de suporte, como roteadores e firewalls, deixam os sistemas federais vulneráveis a novas explorações e expõem a riscos inaceitáveis. A diretiva, chamada BOD 26-02, exige que as agências federais retirem imediatamente hardware e software obsoletos e realizem um inventário de todos os dispositivos em sua lista de fim de suporte em um prazo de três meses. Além disso, as agências têm 12 meses para descomissionar dispositivos que já estavam fora de suporte antes da emissão da diretiva. A CISA também recomenda que todas as organizações sigam essas orientações para proteger seus sistemas contra grupos de ameaças que visam dispositivos de rede. Embora a diretiva se aplique apenas a agências federais dos EUA, a CISA enfatiza a importância de ações proativas para evitar a exploração de vulnerabilidades em dispositivos de rede.

Microsoft investiga falhas de inicialização no Windows 11 após atualizações

A Microsoft está investigando relatos de falhas de inicialização no Windows 11 após a instalação da atualização cumulativa de janeiro de 2026, KB5074109. Usuários relataram que seus sistemas não conseguiam iniciar, apresentando uma tela de erro BSOD com o código ‘UNMOUNTABLE_BOOT_VOLUME’. A empresa identificou que esses problemas estão relacionados a tentativas anteriores malsucedidas de instalar a atualização de segurança de dezembro de 2025, que deixou os dispositivos em um estado instável. A Microsoft informou que a instalação de atualizações enquanto o sistema está nesse estado inadequado pode resultar em falhas de inicialização. Embora a empresa esteja trabalhando em uma solução parcial para evitar que mais dispositivos entrem nesse estado, essa solução não repara os dispositivos já afetados. Atualmente, o problema parece estar restrito a dispositivos físicos, sem relatos de impacto em máquinas virtuais. A Microsoft continua a investigar as causas das falhas de instalação das atualizações do Windows.

Microsoft investiga falhas de inicialização no Windows 11

A Microsoft está investigando relatos de que alguns dispositivos com Windows 11 estão apresentando falhas de inicialização com o erro ‘UNMOUNTABLE_BOOT_VOLUME’ após a instalação das atualizações de segurança de janeiro de 2026. O problema afeta a versão 25H2 e todas as edições da versão 24H2 do Windows 11, especificamente após a instalação da atualização cumulativa KB5074109. Os usuários afetados relatam que seus sistemas não conseguem iniciar e exibem uma tela preta com a mensagem de erro. A empresa confirmou que apenas dispositivos físicos estão sendo impactados, sem relatos de máquinas virtuais afetadas até o momento. A Microsoft está coletando feedback dos usuários através do aplicativo Feedback Hub e investiga se o problema está relacionado a uma atualização do Windows. Além disso, a empresa lançou atualizações de emergência para resolver um problema que causava travamentos no Microsoft Outlook ao lidar com arquivos PST armazenados em serviços de nuvem. A situação requer atenção, pois pode afetar a operação de empresas que utilizam amplamente o Windows 11 em seus ambientes de trabalho.

Zoom e GitLab lançam atualizações de segurança críticas

Zoom e GitLab divulgaram atualizações de segurança para corrigir vulnerabilidades que podem resultar em negação de serviço (DoS) e execução remota de código. A falha mais grave afeta os Roteadores Multimídia Zoom Node (MMRs), permitindo que um participante de reunião execute código remotamente. Essa vulnerabilidade, identificada como CVE-2026-22844, possui um CVSS de 9.9, indicando um risco crítico. A Zoom recomenda que os usuários atualizem para a versão mais recente do MMR para evitar possíveis ameaças. Além disso, a GitLab lançou correções para várias falhas de alta gravidade em suas edições Community e Enterprise, que podem causar DoS e contornar a autenticação de dois fatores (2FA). As vulnerabilidades incluem CVE-2025-13927 e CVE-2025-13928, ambas com CVSS de 7.5, que permitem que usuários não autenticados provoquem condições de DoS. A GitLab também corrigiu uma falha (CVE-2026-0723) que permite a um indivíduo contornar a 2FA. Embora não haja evidências de exploração ativa dessas falhas, a atualização é essencial para garantir a segurança dos sistemas.

Microsoft lança atualizações de emergência para Windows 10 e 11

A Microsoft divulgou atualizações de emergência para Windows 10, Windows 11 e Windows Server, visando corrigir dois problemas surgidos após as atualizações de segurança de janeiro de 2026. O primeiro problema afeta o acesso a sessões do Microsoft 365 Cloud PC, resultando em falhas de autenticação em aplicativos de conexão remota, como o Remote Desktop. O segundo problema, que impacta apenas o Windows 11 versão 23H2, impede que alguns PCs com Secure Launch desliguem ou entrem em hibernação, forçando um reinício do dispositivo. Para mitigar esses problemas, a Microsoft lançou atualizações fora do ciclo regular, que devem ser baixadas manualmente do Catálogo de Atualizações da Microsoft, já que não estão disponíveis via Windows Update. Para organizações que não podem aplicar as atualizações imediatamente, a Microsoft sugere o uso de um rollback de problema conhecido (KIR) através de políticas de grupo. Se os dispositivos não forem afetados, não há necessidade de instalar as atualizações de emergência, podendo os administradores aguardar a próxima atualização de pré-visualização ou o Patch Tuesday do próximo mês.

Falhas críticas em software expõem usuários a ataques cibernéticos

Recentemente, hackers têm explorado falhas críticas em softwares amplamente utilizados, colocando em risco usuários de smartphones, navegadores web e aplicativos de desktop. A Apple e o Google lançaram atualizações de segurança para corrigir duas vulnerabilidades zero-day, CVE-2025-14174 e CVE-2025-43529, que permitem a execução de código arbitrário através de conteúdo web malicioso. Além disso, uma nova vulnerabilidade chamada SOAPwn foi descoberta em aplicações .NET, permitindo a execução remota de código devido a um comportamento inesperado dos proxies HTTP. Outra falha significativa foi identificada no WinRAR, com um CVSS de 7.8, que está sendo explorada por múltiplos grupos de ameaças. O CISA incluiu essa vulnerabilidade em seu catálogo de vulnerabilidades conhecidas, exigindo que agências federais a corrigissem até 30 de dezembro de 2025. A situação é crítica, pois a exploração dessas falhas pode resultar em sérios danos, incluindo vazamento de dados e comprometimento de sistemas. Os usuários e administradores de sistemas devem aplicar as atualizações de segurança imediatamente para mitigar esses riscos.

Apple lança atualizações de segurança para iOS e outros sistemas

Na última sexta-feira, a Apple divulgou atualizações de segurança para iOS, iPadOS, macOS, tvOS, watchOS, visionOS e o navegador Safari, visando corrigir duas vulnerabilidades que já foram exploradas ativamente. As falhas identificadas são: CVE-2025-43529, uma vulnerabilidade de uso após liberação em WebKit que pode permitir a execução de código arbitrário ao processar conteúdo web malicioso, e CVE-2025-14174, um problema de corrupção de memória em WebKit, com uma pontuação CVSS de 8.8, que também pode resultar em corrupção de memória. A Apple reconheceu que essas falhas podem ter sido utilizadas em ataques sofisticados direcionados a indivíduos específicos em versões anteriores do iOS. É importante ressaltar que a CVE-2025-14174 é a mesma vulnerabilidade que a Google corrigiu em seu navegador Chrome no dia 10 de dezembro de 2025. As atualizações estão disponíveis para diversos dispositivos, incluindo iPhones a partir do modelo 11 e iPads a partir da 3ª geração do Pro. Com essas correções, a Apple já abordou nove vulnerabilidades zero-day exploradas em 2025, destacando a importância de manter os sistemas atualizados para garantir a segurança dos usuários.

Google lança atualizações de segurança para o Chrome devido a vulnerabilidades

No dia 11 de dezembro de 2025, o Google lançou atualizações de segurança para o navegador Chrome, abordando três falhas de segurança, sendo uma delas considerada de alta severidade e já em exploração ativa. A vulnerabilidade, identificada pelo ID do rastreador de problemas do Chromium ‘466192044’, não teve detalhes divulgados sobre seu identificador CVE, componente afetado ou natureza da falha, a fim de proteger os usuários e evitar que atacantes desenvolvam suas próprias explorações. Desde o início do ano, o Google já corrigiu oito falhas zero-day no Chrome, que foram exploradas ou demonstradas como prova de conceito. Além disso, duas outras vulnerabilidades de severidade média foram abordadas. Os usuários são aconselhados a atualizar seus navegadores para as versões mais recentes para garantir a segurança. A atualização é especialmente relevante para usuários de navegadores baseados em Chromium, como Microsoft Edge e Brave, que também devem aplicar as correções assim que disponíveis.

Atualizações de segurança do Android corrigem vulnerabilidades críticas

No dia 2 de dezembro de 2025, o Google lançou atualizações mensais de segurança para o sistema operacional Android, abordando um total de 107 falhas de segurança, incluindo duas vulnerabilidades de alta gravidade que já foram exploradas ativamente. As falhas identificadas são: CVE-2025-48633, uma vulnerabilidade de divulgação de informações no Framework, e CVE-2025-48572, uma vulnerabilidade de elevação de privilégios também no Framework. O Google não forneceu detalhes sobre a natureza dos ataques ou se as vulnerabilidades foram utilizadas em conjunto. No entanto, a empresa indicou que há sinais de exploração limitada e direcionada. Além disso, uma vulnerabilidade crítica (CVE-2025-48631) que poderia resultar em negação de serviço remoto foi corrigida. As atualizações incluem dois níveis de patch, 2025-12-01 e 2025-12-05, permitindo que os fabricantes de dispositivos abordem rapidamente as vulnerabilidades comuns a todos os dispositivos Android. Os usuários são aconselhados a atualizar seus dispositivos assim que os patches estiverem disponíveis. Este lançamento ocorre três meses após a correção de duas falhas ativamente exploradas no Kernel do Linux e no Android Runtime.

Múltiplas vulnerabilidades no GitLab permitem ataques de negação de serviço

O GitLab divulgou atualizações críticas para suas edições Community (CE) e Enterprise (EE) visando corrigir várias vulnerabilidades que podem ser exploradas para provocar ataques de negação de serviço (DoS). As versões 18.5.1, 18.4.3 e 18.3.5 incluem correções essenciais que devem ser aplicadas imediatamente em todas as instalações autogeridas. As falhas identificadas incluem controle de acesso inadequado na API do runner, DoS na coleta de eventos, validação de JSON e pontos de upload. Essas vulnerabilidades permitem que usuários não autenticados sobrecarreguem APIs e rotinas de validação, resultando em uso excessivo de recursos. Além disso, um erro de autorização na construção de pipelines pode permitir a execução não autorizada de jobs. O GitLab já implementou as correções em sua plataforma hospedada, e os clientes dedicados não precisam tomar nenhuma ação. A atualização é crucial para manter a disponibilidade e a segurança dos dados dos projetos. A empresa recomenda que todas as instalações afetadas atualizem para as versões mais recentes o mais rápido possível, já que a falta de ação pode resultar em interrupções significativas nos serviços.

O que é uma vulnerabilidade de dia zero?

Uma vulnerabilidade de dia zero, ou zero-day, refere-se a uma falha de segurança recém-descoberta que ainda não foi corrigida pelos desenvolvedores. O termo ‘dia zero’ indica que não há tempo para uma correção antes que a vulnerabilidade possa ser explorada por hackers. Esses cibercriminosos podem criar malwares para explorar essas falhas, comprometendo dados de usuários e sistemas. A exploração geralmente ocorre através de engenharia social, como e-mails de phishing, e pode resultar em invasões prolongadas, já que muitos usuários não atualizam seus sistemas rapidamente após a liberação de patches. A Kaspersky identifica diversos atores que exploram essas vulnerabilidades, incluindo cibercriminosos, hacktivistas e espiões corporativos. Exemplos notáveis incluem falhas no navegador Chrome e na plataforma Zoom, além do famoso worm Stuxnet, que afetou o programa nuclear do Irã. Para mitigar riscos, é crucial que os usuários mantenham seus sistemas atualizados e adotem práticas de segurança, como o uso de firewalls e antivírus.

Atualizações de Segurança e Novas Ameaças em Cibersegurança

O boletim semanal de cibersegurança destaca as últimas ameaças digitais, incluindo a atualização de firmware da SonicWall para remover malware rootkit em dispositivos SMA 100, após a descoberta de ataques por um ator identificado como UNC6148. Além disso, uma vulnerabilidade crítica (CVE-2025-10184) foi encontrada em smartphones OnePlus, permitindo que aplicativos maliciosos acessem mensagens de texto sem permissão do usuário. O CISA também relatou uma violação em uma agência federal dos EUA, onde hackers exploraram uma falha no GeoServer para comprometer a rede. A prisão de membros do grupo Scattered Spider, que usou engenharia social para realizar ataques, e o uso de arquivos SVG maliciosos em campanhas de phishing na América Latina, como AsyncRAT, também foram abordados. Essas informações ressaltam a necessidade de atualização constante e vigilância em cibersegurança, especialmente para empresas que operam em ambientes digitais complexos.