<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Assédio on BR Defense Center</title><link>https://brdefense.center/tags/ass%C3%A9dio/</link><description>Recent content in Assédio on BR Defense Center</description><generator>Hugo</generator><language>pt-br</language><lastBuildDate>Thu, 09 Apr 2026 13:58:11 -0300</lastBuildDate><atom:link href="https://brdefense.center/tags/ass%C3%A9dio/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Submundo no Telegram ensina homens a vigiar e assediar mulheres</title><link>https://brdefense.center/news/submundo-no-telegram-ensina-homens-a-vigiar-e-asse/</link><pubDate>Thu, 09 Apr 2026 13:58:11 -0300</pubDate><guid>https://brdefense.center/news/submundo-no-telegram-ensina-homens-a-vigiar-e-asse/</guid><description>&lt;p>Um estudo recente revelou que grupos e canais no Telegram estão sendo utilizados por homens para vender ferramentas de hacking e espionagem com o objetivo de assediar mulheres. Pesquisadores do grupo AI Forensics analisaram 2,8 milhões de mensagens em 16 grupos italianos e espanhóis, identificando a troca de aproximadamente 82 mil conteúdos ilegais, incluindo imagens e vídeos de mulheres, muitas vezes sem o seu consentimento. As publicações variam desde ataques a celebridades até assédios a mulheres comuns, como amigas e esposas. Além disso, a pesquisa destacou a prática de doxing, onde informações pessoais são coletadas e utilizadas para intimidar as vítimas. O Telegram, por sua vez, afirmou que remove milhões de conteúdos nocivos diariamente, embora a eficácia dessas ações esteja sob questionamento, especialmente em meio a investigações sobre seu fundador na França. A situação levanta preocupações sobre a segurança digital e a proteção da privacidade das mulheres, além de implicações legais significativas, especialmente no contexto da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no Brasil.&lt;/p></description></item></channel></rss>