Antivírus

Usuários de smartphones ignoram riscos de segurança básicos

Um estudo recente revelou que a maioria dos usuários de smartphones confia nas ferramentas de segurança integradas em seus dispositivos, ignorando a necessidade de proteção adicional. Apenas 18% dos entrevistados pagam por software antivírus de terceiros, enquanto 14% não possuem nenhuma ferramenta de cibersegurança instalada. A pesquisa, realizada com mais de 1.000 adultos americanos, mostra que a adoção de antivírus pagos em dispositivos móveis caiu 10% nos últimos anos, enquanto no desktop, o uso de soluções pagas cresceu. Os usuários acreditam que as funcionalidades de segurança já disponíveis em seus smartphones são suficientes, o que pode ser um erro, dado o aumento das ameaças cibernéticas, como ataques de ransomware. Embora a maioria dos usuários combine diferentes abordagens de segurança, muitos ainda estão desinformados sobre as proteções que possuem. Marcas estabelecidas como McAfee e Norton continuam a dominar o mercado de antivírus pagos, enquanto soluções menos conhecidas enfrentam dificuldades para ganhar a confiança dos consumidores.

Microsoft afirma que seu antivírus é suficiente para bloquear ciberataques

A Microsoft declarou que o Microsoft Defender, antivírus integrado ao Windows 11, é adequado para proteger a maioria dos usuários contra ciberataques. Em um comunicado oficial, a empresa afirmou que, para muitos usuários, o Defender é suficiente para cobrir os riscos diários sem a necessidade de um software antivírus adicional. No entanto, a Microsoft enfatizou que o Defender deve ter a proteção padrão ativada, além de downloads conscientes de software e atualizações regulares do sistema para funcionar de maneira eficaz. Apesar de sua confiança no Defender, a Microsoft reconhece que a adição de um antivírus de terceiros pode ser benéfica, dependendo do uso do PC e das necessidades específicas do usuário, como gerenciamento de múltiplos dispositivos ou controle parental. O Defender é projetado para proteger contra ameaças como phishing e ransomware, mas a empresa também alertou que antivírus adicionais podem sobrecarregar o sistema. A reputação da Microsoft em segurança cibernética é frequentemente questionada, dado o número de malwares que afetam seus sistemas operacionais. Portanto, a escolha de um antivírus adicional deve ser considerada com cautela.

Ferramenta de adware assinado compromete sistemas com privilégios elevados

Uma ferramenta de adware digitalmente assinada foi identificada como responsável por desativar proteções antivírus em milhares de dispositivos, afetando setores críticos como educação, utilidades, governo e saúde. Pesquisadores da Huntress descobriram a campanha em 22 de março, quando executáveis assinados, considerados programas indesejados (PUPs), geraram alertas em ambientes gerenciados. A empresa Dragon Boss Solutions LLC, envolvida em atividades de monetização de busca, é a responsável pela distribuição de ferramentas que, embora rotuladas como navegadores, são detectadas como PUPs. Além de exibir anúncios, essas ferramentas possuem um mecanismo de atualização avançado que implanta um ‘killer’ de antivírus. O processo de atualização é silencioso e executa payloads com privilégios elevados, desativando produtos de segurança como Malwarebytes e Kaspersky. A Huntress registrou um domínio de atualização não registrado, permitindo que eles monitorassem conexões de milhares de dispositivos comprometidos. A operação já afetou 23.500 hosts em 124 países, incluindo instituições acadêmicas e redes de infraestrutura crítica. A Huntress alerta que, embora a ferramenta atualmente utilize um desativador de antivírus, mecanismos para implantar payloads mais perigosos estão em vigor, representando um risco significativo para a segurança cibernética.

Como identificar arquivos ZIP suspeitos antes de abrir

Os arquivos ZIP são frequentemente utilizados para enviar documentos importantes, mas também podem ser uma porta de entrada para malwares. O artigo destaca a importância de verificar a origem e o contexto de envio desses arquivos antes de abri-los. É fundamental analisar o remetente, o conteúdo do e-mail e sinais visuais que possam indicar uma tentativa de phishing, como nomes genéricos de arquivos ou mensagens com erros de gramática. O artigo também menciona que erros ao tentar extrair arquivos ZIP podem ser um sinal de malware, e recomenda o uso de antivírus para escanear os arquivos antes de abri-los. Além disso, sugere que os usuários evitem abrir arquivos desconhecidos em máquinas corporativas e sempre confirmem a natureza do documento com o remetente. A cautela é essencial, pois hackers podem invadir contas de conhecidos para enviar arquivos infectados. O principal objetivo é promover uma abordagem proativa e informada na identificação de arquivos ZIP suspeitos.

Malwares modernos usam matemática e mouse para espionagem silenciosa

O cenário da cibersegurança está em constante evolução, e novos tipos de malware têm se tornado cada vez mais sofisticados. Ao contrário do ransomware, que caiu em 38% segundo o relatório The Red Report 2026, as novas ameaças se infiltram silenciosamente nos sistemas, visando roubar dados e realizar atividades maliciosas sem serem detectadas. Esses malwares, como o LummaC2, utilizam técnicas avançadas, como o ’teste de Turing reverso’, para identificar se estão operando em um ambiente real ou em uma sandbox de antivírus. Eles monitoram o movimento do mouse e aplicam trigonometria para distinguir entre ações humanas e robóticas, evitando assim a detecção. Além disso, esses malwares camuflam o tráfego de dados, utilizando domínios legítimos para enviar informações roubadas, o que dificulta a identificação por firewalls. Embora os antivírus tradicionais estejam perdendo a batalha contra essas ameaças, soluções comportamentais como EDR e XDR estão surgindo como alternativas promissoras para detectar anomalias. A crescente complexidade dos malwares exige que as empresas adotem medidas proativas para proteger seus dados e sistemas.

Todos precisamos de proteção digital e o ESET Home Security é excelente

Com o aumento das ameaças digitais, a proteção básica já não é suficiente. O ESET Home Security Ultimate, disponível por $89,99 (50% de desconto), oferece uma solução abrangente de segurança digital. Este pacote inclui proteção avançada contra malware, detecção de ameaças baseada em IA, um firewall robusto e uma rede de proteção para dispositivos inteligentes. Além disso, oferece uma VPN ilimitada, proteção de identidade com monitoramento da dark web, alertas de ameaças à identidade e assistência para recuperação de carteiras perdidas, tudo isso com um seguro de até $1 milhão. O plano Ultimate é ideal para quem busca a melhor proteção, superando as opções Essential e Premium. A oferta é válida até 21 de março, destacando a urgência em garantir a segurança digital. Com ferramentas como modos de navegação e banco seguros, o ESET Home Security Ultimate se posiciona como uma solução completa para proteger a vida online dos usuários.

Aumento de aplicativos espiões em celulares infantis como identificar

O uso crescente de softwares maliciosos, como spywares e stalkerwares, em celulares de crianças e adolescentes no Brasil é motivo de preocupação. Um estudo da ESET, em parceria com a iniciativa Digipais, revelou que mais de 70% dos pais brasileiros já discutiram cibersegurança com seus filhos, mas a ameaça persiste. Esses aplicativos podem ser instalados silenciosamente, permitindo que cibercriminosos acessem câmeras, microfones e dados pessoais sem que os usuários percebam. Spywares visam roubar informações sensíveis, enquanto stalkerwares são usados para vigilância, muitas vezes disfarçados como aplicativos legítimos. Sinais de alerta incluem superaquecimento do dispositivo, consumo excessivo de bateria e a presença de aplicativos desconhecidos. Para mitigar esses riscos, especialistas recomendam o uso de antivírus confiáveis e a realização de varreduras regulares. Além disso, é crucial que os pais mantenham um diálogo aberto com os filhos sobre segurança digital, promovendo a confiança e o entendimento sobre o uso de ferramentas de monitoramento. A educação em cibersegurança deve ser uma prioridade, considerando o uso precoce de dispositivos móveis por crianças.

Ferramenta maliciosa desativa antivírus e expõe empresas a riscos

Pesquisadores de segurança da Trend Micro descobriram uma nova ferramenta maliciosa, chamada RealBlindingEDR, que está sendo utilizada por um grupo de ransomware conhecido como Crypto24. Essa ferramenta é capaz de desativar a proteção de antivírus em dispositivos, permitindo que os hackers implantem malware adicional sem serem detectados. O RealBlindingEDR possui uma lista codificada de nomes de empresas de antivírus, como Trend Micro, Kaspersky e McAfee, e ao ser executado, busca esses nomes na metadata dos drivers para desativar os mecanismos de detecção. Além de desativar a proteção, a ferramenta pode desinstalar completamente os programas antivírus. Após conseguir acesso inicial, o grupo Crypto24 geralmente implanta um keylogger e um software de criptografia, exfiltrando dados roubados para o Google Drive. Embora a identidade do grupo ainda seja desconhecida, eles já atacaram várias organizações de grande porte em setores como finanças e tecnologia. Para mitigar esses riscos, especialistas recomendam uma estratégia de defesa em camadas, incluindo antivírus com proteção contra manipulação e ferramentas anti-malware adicionais.