Meta processa golpistas após lucrar com anúncios fraudulentos
No dia 27 de fevereiro de 2026, a Meta, empresa controladora do Facebook, anunciou ações legais contra golpistas que veiculam anúncios falsos em países como Brasil, China e Vietnã. As medidas incluem a suspensão de métodos de pagamento, desativação de contas e bloqueio de domínios utilizados para fraudes. Entre os processados no Brasil estão Vitor Lourenço de Souza e Milena Luciani Sanchez, que usaram imagens de celebridades para promover produtos de saúde fraudulentos. A empresa também enviou notificações a consultores de marketing que prometem contornar políticas de anúncios, permitindo que golpistas continuem suas atividades. A Meta revelou que 19% de sua receita pode ter origem em anúncios ilegais, indicando uma nova postura mais rigorosa contra fraudes. A companhia desenvolveu um programa de proteção que abrange mais de 500.000 celebridades, visando proteger suas imagens e combater a desinformação. Essa ação pode sinalizar uma mudança significativa na abordagem da Meta em relação à segurança e à integridade de sua plataforma.
