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Vulnerabilidades críticas afetam produtos da Adobe, Fortinet, Microsoft e SAP

Em abril de 2026, diversas vulnerabilidades críticas foram identificadas em produtos de grandes empresas como Adobe, Fortinet, Microsoft e SAP, destacando-se a vulnerabilidade de injeção SQL (CVE-2026-27681) nos sistemas SAP Business Planning e Consolidation, com um CVSS de 9.9. Essa falha permite que usuários com baixos privilégios executem comandos SQL arbitrários, potencialmente comprometendo dados sensíveis e causando corrupção de informações. Além disso, uma vulnerabilidade de execução remota de código no Adobe Acrobat Reader (CVE-2026-34621, CVSS 8.6) está sendo ativamente explorada, embora detalhes sobre o escopo da exploração ainda sejam incertos. A Adobe também corrigiu cinco falhas críticas no ColdFusion, que poderiam permitir execução de código arbitrário e negação de serviço. A Microsoft, por sua vez, abordou 169 falhas de segurança, incluindo uma vulnerabilidade de spoofing no SharePoint Server (CVE-2026-32201, CVSS 6.5), que pode expor informações sensíveis. Essas vulnerabilidades representam riscos significativos para as empresas, especialmente em um cenário onde a proteção de dados é crucial para a conformidade com a LGPD.

Falha de segurança afeta leitor de PDFs da Adobe

O Adobe Acrobat Reader, amplamente utilizado para visualização e compartilhamento de arquivos PDF, foi alvo de uma nova vulnerabilidade de segurança identificada como CVE-2026-34621. Essa falha, classificada como poluição de protótipo, permite a injeção de código JavaScript malicioso, possibilitando que atacantes manipulem objetos e propriedades dentro da aplicação, comprometendo assim o sistema do usuário. A vulnerabilidade foi explorada ativamente desde dezembro de 2025, antes de ser divulgada por um pesquisador de segurança da EXPMON. A Adobe já lançou atualizações de segurança para corrigir essa falha crítica, afetando versões específicas do Acrobat DC e Acrobat Reader DC. Apesar da correção, é importante que os usuários permaneçam vigilantes, especialmente em relação a arquivos PDF recebidos por e-mail, que podem conter vírus. A atualização é essencial para garantir a segurança dos dispositivos e evitar possíveis comprometimentos.

Adobe lança atualização de segurança para Acrobat Reader devido a vulnerabilidade

A Adobe divulgou uma atualização de segurança emergencial para o Acrobat Reader, visando corrigir uma vulnerabilidade crítica identificada como CVE-2026-34621. Essa falha, que tem sido explorada em ataques de zero-day desde dezembro, permite que arquivos PDF maliciosos contornem as restrições de sandbox e invoquem APIs JavaScript privilegiadas, o que pode resultar na execução arbitrária de código. O exploit observado permite a leitura e o roubo de arquivos locais sem necessidade de interação do usuário, além de abusar de APIs como util.readFileIntoStream() e RSS.addFeed() para exfiltração de dados. A vulnerabilidade foi descoberta por Haifei Li, fundador do sistema de detecção de exploits EXPMON, após a análise de um PDF suspeito. A Adobe inicialmente classificou a falha como crítica, mas posteriormente reavaliou sua gravidade para 8.6, considerando que o vetor de ataque é local. A atualização está disponível para várias versões do Acrobat DC e Acrobat Reader DC, e a Adobe recomenda que os usuários atualizem seus aplicativos imediatamente. Não foram listadas alternativas ou mitigação, tornando a aplicação da atualização a única ação recomendada. Os usuários devem ser cautelosos ao abrir PDFs de fontes desconhecidas e preferir ambientes isolados para tal.

Adobe lança atualizações de emergência para falha crítica no Acrobat Reader

A Adobe lançou atualizações de emergência para corrigir uma falha crítica de segurança no Acrobat Reader, identificada como CVE-2026-34621, que está sendo ativamente explorada. Com uma pontuação CVSS de 8.6, a vulnerabilidade permite que atacantes executem código malicioso em instalações afetadas. Descrita como um caso de poluição de protótipo, a falha afeta versões do Acrobat DC e Acrobat Reader DC anteriores à 26.001.21411, além do Acrobat 2024. A Adobe confirmou que a vulnerabilidade está sendo explorada na prática, com evidências sugerindo que isso ocorre desde dezembro de 2025. A exploração se dá através da execução de código JavaScript malicioso ao abrir documentos PDF especialmente elaborados. A empresa ajustou a classificação do vetor de ataque de rede para local, indicando que a exploração pode ocorrer em sistemas já comprometidos. Os usuários são aconselhados a atualizar seus softwares imediatamente para evitar possíveis ataques.

Patch Tuesday Atualizações de segurança críticas para software

No Patch Tuesday de fevereiro de 2026, diversas empresas de software, incluindo Microsoft, Adobe e SAP, lançaram atualizações para corrigir vulnerabilidades de segurança em seus produtos. A Microsoft abordou 59 falhas, incluindo seis zero-days ativamente explorados que podem permitir a escalada de privilégios e negação de serviço em componentes do Windows. A Adobe, por sua vez, atualizou vários de seus softwares, mas não relatou exploração em campo. A SAP corrigiu duas vulnerabilidades críticas, uma delas relacionada a injeção de código no SAP CRM e S/4HANA, com uma pontuação CVSS de 9.9, que poderia permitir a execução de comandos SQL arbitrários. A outra falha crítica, com pontuação CVSS de 9.6, envolve a falta de verificação de autorização no SAP NetWeaver, permitindo que usuários autenticados de baixo privilégio realizem chamadas de função remota sem as permissões necessárias. Além disso, a Intel e o Google identificaram cinco vulnerabilidades no Intel Trust Domain Extensions (TDX) 1.5, destacando a complexidade crescente de componentes de software altamente privilegiados. As atualizações de segurança são essenciais para mitigar riscos e proteger dados sensíveis.

Falha crítica de segurança afeta Adobe Experience Manager

A Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura dos EUA (CISA) adicionou uma falha de segurança crítica no Adobe Experience Manager (AEM) ao seu catálogo de Vulnerabilidades Conhecidas e Exploradas (KEV), após evidências de exploração ativa. A vulnerabilidade, identificada como CVE-2025-54253, possui uma pontuação CVSS de 10.0, indicando severidade máxima, e pode permitir a execução de código arbitrário. A falha afeta as versões 6.5.23.0 e anteriores do AEM Forms em JEE e foi corrigida na versão 6.5.0-0108, lançada em agosto de 2025. O problema decorre de um servlet exposto, que avalia expressões OGNL fornecidas pelo usuário como código Java, sem exigir autenticação ou validação de entrada. Embora não haja informações públicas sobre como a falha está sendo explorada em ataques reais, a Adobe reconheceu a existência de um proof-of-concept disponível publicamente. Em resposta à exploração ativa, as agências do Federal Civilian Executive Branch (FCEB) foram orientadas a aplicar as correções necessárias até 5 de novembro de 2025.

Adobe alerta sobre falha crítica em plataformas de Comércio e Magento

A Adobe emitiu um alerta sobre uma vulnerabilidade crítica, identificada como CVE-2025-54236, que afeta suas plataformas Adobe Commerce e Magento Open Source. Com uma pontuação CVSS de 9.1, a falha é classificada como um problema de validação inadequada de entrada, permitindo que atacantes possam assumir o controle de contas de clientes através da API REST do Commerce. A vulnerabilidade impacta diversas versões do Adobe Commerce e Magento, incluindo versões anteriores a 2.4.9-alpha2 e 2.4.8-p2, entre outras. Embora a Adobe não tenha conhecimento de explorações ativas, a empresa lançou um hotfix e implementou regras de firewall de aplicação web (WAF) para proteger os ambientes contra tentativas de exploração. A empresa de segurança Sansec comparou essa vulnerabilidade a outras falhas significativas na história do Magento, como o Shoplift e o CosmicSting. Além disso, a Adobe também corrigiu uma vulnerabilidade crítica no ColdFusion, que poderia permitir gravações arbitrárias no sistema de arquivos. É essencial que os comerciantes que utilizam essas plataformas tomem medidas imediatas para mitigar os riscos associados a essa vulnerabilidade.

Falha no SessionReaper do Magento e Adobe coloca lojas online em risco

Uma vulnerabilidade crítica, identificada como SessionReaper (CVE-2025-54236), foi descoberta no Magento, levando a Adobe a interromper seu ciclo regular de atualizações para lançar um patch de emergência. Essa falha é considerada uma das mais severas na história do Magento, comparável a incidentes anteriores como Shoplift e TrojanOrder. A vulnerabilidade permite que atacantes, com acesso autenticado, manipulem configurações administrativas e injetem códigos maliciosos através da API do Magento. A exploração dessa falha pode ocorrer rapidamente, uma vez que ferramentas automatizadas de escaneamento devem ser utilizadas para identificar instâncias não corrigidas logo após a publicação do patch. A Adobe notificou seus clientes do Commerce Cloud em 4 de setembro, mas os usuários de Magento open source só foram informados em 9 de setembro, levantando preocupações sobre a transparência na distribuição de atualizações de segurança. Para mitigar os riscos, os comerciantes devem aplicar o patch imediatamente, revisar credenciais de administrador e implementar autenticação multifatorial. O cenário destaca a necessidade urgente de vigilância e defesa em camadas para proteger as lojas Magento contra essa vulnerabilidade crítica.