<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>4g on BR Defense Center</title><link>https://brdefense.center/tags/4g/</link><description>Recent content in 4g on BR Defense Center</description><generator>Hugo</generator><language>pt-br</language><lastBuildDate>Fri, 31 Jul 2026 14:13:32 -0300</lastBuildDate><atom:link href="https://brdefense.center/tags/4g/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Vulnerabilidades em redes 4G e 5G podem permitir ataques graves</title><link>https://brdefense.center/news/vulnerabilidades-em-redes-4g-e-5g-podem-permitir-a/</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 14:13:32 -0300</pubDate><guid>https://brdefense.center/news/vulnerabilidades-em-redes-4g-e-5g-podem-permitir-a/</guid><description>&lt;p>Um estudo acadêmico da Universidade Tecnológica de Nanyang, em Cingapura, revelou uma classe generalizada de vulnerabilidades de segurança que afetam redes centrais 4G e 5G. Essas falhas podem ser exploradas para realizar ataques de negação de serviço (DoS) e até sequestro de sessão, permitindo que um invasor assuma o controle da sessão de rede de um usuário. Os pesquisadores identificaram dezenas de vulnerabilidades nas interfaces de sinalização das redes LTE/5G, incluindo implementações populares como Open5GS e OpenAirInterface. As falhas, denominadas &amp;rsquo;erros de confiança implícita&amp;rsquo; (iTrue), surgem da confiança cega entre os componentes da rede central, que se tornaram mais vulneráveis com a transição para implantações em nuvem. O estudo também desenvolveu um sistema assistido por modelo de linguagem, chamado iFinder, que ajudou a descobrir 84 vulnerabilidades desconhecidas, das quais 81 já receberam identificadores CVE. A pesquisa destaca a necessidade urgente de atenção por parte de fornecedores e operadores de rede, uma vez que as vulnerabilidades podem ser exploradas por atacantes remotos ou equipamentos de usuário maliciosos.&lt;/p></description></item></channel></rss>