Operação de espionagem cibernética SilkParasite atinge governos da Ásia Central
Uma nova operação de ciberespionagem, chamada SilkParasite, foi identificada como alvo de órgãos governamentais na Ásia Central. A operação utiliza sete famílias de ferramentas de acesso remoto (RATs), cinco das quais são inéditas. A Bitdefender Labs, que analisou a operação, sugere que o SilkParasite é um grupo de ameaças vinculado à China, com um nível de confiança médio. O uso de desenvolvimento assistido por inteligência artificial (IA) é um dos aspectos que torna essa operação notável, embora a maioria das ferramentas pareça ter sido desenvolvida por humanos. A operação se destaca pelo uso de um backdoor chamado BLOODALCHEMY, que é uma versão atualizada de ferramentas amplamente utilizadas por grupos de hackers chineses. Os ataques começam com e-mails de phishing que contêm arquivos RAR protegidos por senha, levando a um processo de execução de código malicioso. A operação também demonstra um esforço consciente para evitar a detecção, verificando se o software antivírus Kaspersky está instalado antes de executar o malware. A modularidade das ferramentas utilizadas permite que os operadores adaptem suas capacidades conforme necessário, o que representa um desafio significativo para a detecção e mitigação de ameaças.
Fonte: https://thehackernews.com/2026/08/silkparasite-espionage-campaign-targets.html
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