Campanha massiva ataca ambientes nativos de nuvem com infraestrutura maliciosa
Pesquisadores em cibersegurança alertaram sobre uma campanha massiva que tem como alvo ambientes nativos de nuvem, estabelecendo infraestrutura maliciosa para exploração subsequente. Observada em 25 de dezembro de 2025, a atividade, descrita como ‘dirigida por worms’, explorou APIs Docker expostas, clusters Kubernetes, painéis Ray e servidores Redis, além da vulnerabilidade React2Shell (CVE-2025-55182, pontuação CVSS: 10.0). A campanha foi atribuída ao grupo de ameaças conhecido como TeamPCP, ativo desde pelo menos novembro de 2025. O objetivo da operação é construir uma infraestrutura de proxy distribuído e escalável, comprometendo servidores para exfiltração de dados, implantação de ransomware e mineração de criptomoedas. O TeamPCP utiliza técnicas de ataque já conhecidas, aproveitando vulnerabilidades e configurações inadequadas para criar um ecossistema criminoso autossustentável. A exploração bem-sucedida permite a implantação de cargas úteis adicionais, como scripts em shell e Python, que buscam novos alvos. Os ataques são principalmente direcionados a ambientes da Amazon Web Services (AWS) e Microsoft Azure, afetando organizações que operam essa infraestrutura, tornando-as vítimas colaterais. A campanha PCPcat exemplifica um ciclo completo de exploração e monetização, destacando a necessidade de vigilância e mitigação em ambientes de nuvem.
Fonte: https://thehackernews.com/2026/02/teampcp-worm-exploits-cloud.html
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