A ascensão de ataques cibernéticos assistidos por IA
Em dezembro de 2025, um adolescente de 17 anos foi preso em Osaka por invadir o sistema do Kaikatsu Club, a maior rede de cafés da internet do Japão, roubando dados pessoais de mais de 7 milhões de usuários. Sua motivação? Comprar cartas de Pokémon. Este caso ilustra uma nova era de cibercrime, onde a inteligência artificial (IA) tem facilitado ataques cibernéticos, permitindo que indivíduos sem formação técnica realizem ações complexas. Em 2025, o uso de sistemas de codificação assistidos por IA, como ChatGPT e Claude Code, resultou em um aumento significativo na frequência e gravidade dos crimes cibernéticos. O número de pacotes maliciosos em repositórios públicos cresceu 75%, e as intrusões em nuvem aumentaram 35%. Além disso, o tempo para explorar vulnerabilidades caiu drasticamente, de mais de 700 dias em 2020 para apenas 44 dias em 2025. Com a capacidade de IA superando as defesas tradicionais, as organizações enfrentam um cenário em que 45% das vulnerabilidades em sistemas de grandes empresas nunca são corrigidas. A resposta a essa nova realidade exige uma abordagem inovadora, como a proposta da Chainguard, que busca eliminar categorias inteiras de vulnerabilidades, protegendo as empresas de ataques estruturais.
Fonte: https://thehackernews.com/2026/05/2026-year-of-ai-assisted-attacks.html
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