Vazamento

Instructure confirma roubo de dados em ataque cibernético

A Instructure, uma gigante da tecnologia educacional dos EUA, confirmou que dados foram roubados em um ataque cibernético atribuído ao grupo de extorsão ShinyHunters. A empresa, conhecida pelo sistema de gerenciamento de aprendizado Canvas, revelou que informações pessoais de usuários foram expostas, incluindo nomes, endereços de e-mail e números de identificação de estudantes. Até o momento, não há evidências de que senhas ou informações financeiras tenham sido comprometidas. A Instructure está colaborando com especialistas em cibersegurança e autoridades para investigar o incidente e já implementou medidas de segurança, como patches e monitoramento intensificado. O grupo ShinyHunters alegou que o ataque explorou uma vulnerabilidade em seus sistemas, resultando no roubo de mais de 240 milhões de registros de aproximadamente 9.000 instituições em várias regiões do mundo. A situação destaca a crescente preocupação com a segurança de dados em plataformas educacionais, especialmente em um cenário onde a proteção de informações pessoais é crucial.

Trellix sofre violação de segurança com acesso não autorizado ao código-fonte

A empresa de cibersegurança Trellix anunciou que sofreu uma violação de segurança que permitiu o acesso não autorizado a uma parte de seu repositório de código-fonte. A companhia, que foi formada em janeiro de 2022 pela fusão da McAfee Enterprise e FireEye, informou que identificou recentemente a violação e começou a trabalhar com especialistas forenses para resolver a situação. Embora a Trellix não tenha revelado a natureza exata dos dados acessados, garantiu que não há indícios de que seu código-fonte tenha sido afetado ou explorado. A empresa também notificou as autoridades policiais sobre o incidente. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre a identidade dos atacantes ou a duração do acesso não autorizado. A Trellix se comprometeu a compartilhar mais informações assim que a investigação for concluída, destacando que não encontrou evidências de que seu processo de distribuição de código-fonte tenha sido comprometido.

Instructure revela incidente de cibersegurança na plataforma Canvas

A Instructure, empresa responsável pela plataforma de aprendizado Canvas, anunciou que sofreu um incidente de cibersegurança e está investigando suas consequências. O Chief Security Officer, Steve Proud, declarou que a empresa está trabalhando com especialistas forenses externos para entender a extensão do ataque, que foi realizado por um ator de ameaça criminal. A Instructure enfatizou que a manutenção da confiança dos usuários é sua prioridade máxima e que se compromete a ser transparente durante todo o processo de investigação. Desde 1º de maio, alguns serviços, como Canvas Data 2 e Canvas Beta, estão em manutenção, e os clientes foram alertados sobre possíveis problemas com ferramentas que dependem de chaves de API, embora a empresa não tenha confirmado se essa manutenção está relacionada ao incidente de segurança. O aumento de ataques a empresas de tecnologia educacional é uma preocupação crescente, dado o grande volume de informações pessoais que elas armazenam sobre alunos e professores. Incidentes anteriores, como o vazamento de dados da PowerSchool, que afetou 62 milhões de estudantes, e um ataque de engenharia social à Instructure em setembro de 2025, ressaltam a vulnerabilidade desse setor.

Menor é detido por venda de dados roubados de agência francesa

As autoridades francesas detiveram um adolescente de 15 anos suspeito de vender dados roubados em um ataque cibernético à ANTS (Agência Nacional de Títulos de França), responsável pela emissão e gestão de documentos administrativos. A agência confirmou a violação e a autenticidade dos dados oferecidos à venda em um fórum criminoso por um usuário identificado como ‘breach3d’. Em 13 de abril, a ANTS detectou atividades suspeitas em sua rede e notificou as autoridades em 16 de abril. Acredita-se que o menor tenha oferecido entre 12 e 18 milhões de registros roubados. Ele enfrenta acusações de acesso não autorizado, persistência e exfiltração de dados de um sistema automatizado de processamento de dados pessoais, além de posse de software que possibilita esses crimes. As penas podem chegar a sete anos de prisão e multas de até 300 mil euros. A ANTS revelou que os dados comprometidos incluem nomes completos, endereços de e-mail, datas de nascimento, endereços postais e números de telefone, afetando cerca de 11,7 milhões de contas. Embora o número de registros oferecidos inicialmente fosse maior, a agência afirmou que os dados não poderiam ser usados para acessos não autorizados.

Hackers da ShinyHunters vazam dados de 1,4 milhão de usuários da Udemy

O grupo hacker ShinyHunters anunciou o vazamento de dados de mais de 1,4 milhão de usuários da plataforma de ensino digital Udemy. O incidente ocorreu após a empresa se recusar a negociar com os cibercriminosos, que haviam encontrado uma vulnerabilidade na plataforma. Os dados vazados incluem informações pessoais como nomes, endereços, números de telefone e detalhes de pagamento. Aproximadamente 56% dos e-mails vazados já haviam sido expostos em incidentes anteriores. Com cerca de 77 milhões de usuários cadastrados, o vazamento representa um risco significativo de fraudes e ataques direcionados, como spear-phishing. O ShinyHunters é conhecido por invadir diversas organizações, e a Udemy, que recentemente se uniu à Coursera, agora enfrenta sérias consequências em termos de segurança e reputação. O site Have I Been Pwned (HIBP) já adicionou os e-mails vazados ao seu catálogo, alertando os usuários sobre a exposição de seus dados.

Sandhills Medical Foundation confirma vazamento de dados de 169 mil pessoas

A Sandhills Medical Foundation, uma rede de clínicas médicas na Carolina do Sul, confirmou um vazamento de dados que afetou 169.017 pessoas em maio de 2025. O incidente comprometeu informações pessoais sensíveis, incluindo números de Seguro Social, identificações fiscais, documentos de identidade emitidos pelo governo, dados financeiros, informações de saúde e datas de nascimento. A situação começou em 8 de maio, quando a instituição relatou interrupções em seus sistemas devido a um problema técnico relacionado a um fornecedor. Posteriormente, o grupo de ransomware chamado Inc reivindicou a responsabilidade pelo ataque em 30 de maio. Embora a Sandhills tenha afirmado que não pagou o resgate, não forneceu detalhes sobre como os atacantes conseguiram acessar sua rede. Como medida de apoio, a instituição está oferecendo 12 meses de monitoramento de crédito gratuito e assistência contra fraudes aos afetados. O grupo Inc, que surgiu em julho de 2023, já foi responsável por 361 ataques de ransomware, sendo 22 deles direcionados a provedores de saúde. O ataque à Sandhills é considerado o maior em termos de registros comprometidos até agora.

Preocupações com o uso de IA não autorizada nas empresas

O uso não autorizado de ferramentas de inteligência artificial (IA) nas empresas, especialmente aquelas que utilizam modelos de linguagem, tem gerado preocupações legítimas. Um caso recente, o vazamento na Vercel, exemplifica os riscos associados à integração de aplicativos de IA em plataformas corporativas como Google Workspace. Quando um funcionário conecta um aplicativo de IA, cria-se uma ponte programática entre o ambiente da empresa e um terceiro, que pode ser explorada em caso de comprometimento desse terceiro. No caso da Vercel, um funcionário integrou um aplicativo da Context.ai, que não era cliente registrado, permitindo que, após uma violação de segurança, os atacantes acessassem dados sensíveis da empresa. Além disso, o artigo destaca que o problema não se limita a aplicativos de IA, mas se estende a qualquer integração OAuth não gerenciada, que tem se tornado um alvo frequente para atacantes. Para mitigar esses riscos, recomenda-se que as empresas adotem uma abordagem de consentimento padrão-negativa para integrações, realizem auditorias regulares e busquem visibilidade sobre todas as conexões OAuth em uso.

Annas Archive é multada em R 1,6 bilhão após processo do Spotify

O repositório de torrents clandestinos Anna’s Archive foi condenado a pagar R$ 1,6 bilhão após perder um processo judicial movido pelo Spotify, em conjunto com as gravadoras UMG, Sony e Warner. A condenação ocorreu após a administração do site não comparecer a um julgamento em Nova York, onde foram discutidas infrações de direitos autorais relacionadas a 120.000 arquivos de música do Spotify. O valor da multa foi calculado com base em US$ 150 mil por cerca de 50 infrações, além de US$ 2.500 por cada um dos arquivos. O site, que atuava como uma ferramenta de meta-pesquisa para bibliotecas clandestinas, havia anunciado em dezembro de 2025 que obteve acesso ao banco de dados do Spotify, o que desencadeou a ação judicial. Apesar da condenação, a dificuldade em identificar os responsáveis pelo site levanta questões sobre a efetividade da multa, uma vez que não é possível confiscar valores de indivíduos desconhecidos. A situação se complica ainda mais, pois o site já havia removido a listagem de metadados do Spotify, embora algumas músicas tenham sido acidentalmente publicadas. A decisão judicial representa uma vitória simbólica para as gravadoras, mas a aplicação prática da multa permanece incerta.

Grupo cibercriminoso DragonForce assume ataque a agência do governo dos EUA

O grupo cibercriminoso DragonForce reivindicou a responsabilidade por um vazamento de dados ocorrido em março de 2026 na MassDevelopment, a Agência de Financiamento do Desenvolvimento de Massachusetts. O ataque comprometeu informações pessoais sensíveis, incluindo números de Seguro Social, números de carteira de motorista e dados de contas financeiras, totalizando 1,56 TB de dados roubados. Embora a MassDevelopment tenha reconhecido problemas de conectividade em seus sistemas, não confirmou a reivindicação do DragonForce e não ofereceu monitoramento de crédito ou proteção contra roubo de identidade aos afetados. Este é o segundo incidente de segurança envolvendo a agência em dois anos, após um ataque anterior em 2024 que também resultou em vazamento de dados. O DragonForce, que opera um modelo de ransomware como serviço, já reivindicou 158 ataques em 2026, sendo este o primeiro contra uma entidade governamental nos EUA. A situação destaca a crescente ameaça de ataques de ransomware a organizações públicas, com 18 incidentes confirmados em entidades governamentais dos EUA até agora neste ano.

Vimeo revela acesso não autorizado a dados de usuários após ataque

A plataforma de vídeos Vimeo confirmou que dados de alguns de seus usuários foram acessados sem autorização, em decorrência de uma violação de segurança na empresa Anodot, especializada em detecção de anomalias de dados. O ataque resultou na exposição de endereços de e-mail de clientes, além de dados técnicos, títulos de vídeos e metadados. A violação foi reivindicada pelo grupo de extorsão ShinyHunters, que ameaçou divulgar as informações roubadas até 30 de abril, a menos que um resgate fosse pago. Embora a Vimeo tenha assegurado que os dados expostos não incluem conteúdo de vídeo, credenciais de conta ou informações de cartões de pagamento, a empresa desativou todas as credenciais da Anodot e removeu a integração do serviço com seus sistemas. A Vimeo está investigando o incidente com a ajuda de especialistas em segurança e notificou as autoridades competentes. O impacto total da violação ainda não está claro, mas a empresa prometeu atualizações conforme novas informações forem descobertas.

Grupo LAPSUS vaza dados de repositório privado da Checkmarx

A empresa de segurança de aplicações Checkmarx confirmou que o grupo de ameaças LAPSUS$ vazou dados de seu repositório privado no GitHub. A investigação aponta que o vetor de acesso foi um ataque à cadeia de suprimentos, atribuído ao grupo TeamPCP, que permitiu o acesso a credenciais de usuários. Utilizando essas credenciais, os atacantes conseguiram acessar os repositórios da Checkmarx e publicar código malicioso em 23 de março. Em 22 de abril, os atacantes publicaram imagens Docker maliciosas e extensões para o scanner de segurança KICS da Checkmarx, que visavam roubar credenciais e arquivos de configuração. A Checkmarx confirmou que os dados vazados pertencem à empresa e são resultado da violação de março. Embora a empresa assegure que não há informações de clientes nos dados vazados, uma investigação forense está em andamento para determinar a natureza exata das informações expostas. O acesso ao repositório afetado foi bloqueado até a conclusão da investigação, e a Checkmarx espera fornecer mais detalhes em breve.

Rodenburg Law Firm confirma vazamento de dados de mais de 81 mil pessoas

A Rodenburg Law Firm, um escritório de advocacia especializado em recuperação de dívidas, notificou 81.307 pessoas sobre um vazamento de dados ocorrido em 26 de agosto de 2025. O incidente comprometeu informações pessoais sensíveis, incluindo números de Seguro Social, datas de nascimento, números de cartões de pagamento, condições médicas e informações de tratamento. O grupo cibercriminoso Akira reivindicou a responsabilidade pelo ataque, afirmando ter roubado 144 GB de dados, incluindo informações de funcionários e arquivos legais confidenciais. A Rodenburg não confirmou a reivindicação do grupo e não se sabe como os atacantes conseguiram acessar seus sistemas. A empresa está oferecendo 12 meses de monitoramento de crédito gratuito aos afetados. Este incidente é considerado o maior vazamento de dados em um escritório de advocacia nos EUA até o momento, com implicações significativas para a segurança de dados e a privacidade dos clientes. O ataque destaca a vulnerabilidade de escritórios de advocacia a ataques de ransomware, que podem comprometer dados sensíveis e causar interrupções operacionais significativas.

Medtronic confirma violação de dados por hackers

A gigante de dispositivos médicos Medtronic revelou na semana passada que hackers invadiram sua rede e acessaram dados em “certos sistemas de TI corporativos”. A confirmação ocorreu após o grupo de extorsão de dados ‘ShinyHunters’ reivindicar a invasão e o roubo de mais de 9 milhões de registros da empresa. Medtronic, que opera em 150 países e possui 90 mil funcionários, é a maior fabricante de dispositivos médicos do mundo, com receita de US$ 33,5 bilhões. A empresa afirmou que a violação não afetou seus produtos ou a segurança dos pacientes, e que as operações comerciais permaneceram inalteradas. A Medtronic destacou que suas redes de TI corporativas são separadas das redes dos clientes hospitalares, que são geridas por suas próprias equipes de TI. Apesar da falta de informações adicionais sobre o ataque, o grupo ShinyHunters listou a Medtronic entre suas vítimas, alegando ter comprometido “terabytes de dados corporativos internos” e pressionando a empresa a pagar um resgate. Atualmente, a Medtronic não está mais visível no site de vazamento de dados do ShinyHunters, e a empresa está investigando se dados pessoais foram acessados. Caso a exposição de dados de clientes seja confirmada, a Medtronic se comprometeu a notificar e oferecer suporte aos afetados.

Grupo de extorsão ShinyHunters vaza dados de 5,5 milhões da ADT

O grupo de cibercriminosos ShinyHunters comprometeu os sistemas da ADT, uma das maiores empresas de segurança residencial dos EUA, e roubou informações pessoais de 5,5 milhões de indivíduos. A ADT, que já havia enfrentado outras violações de dados em 2024, confirmou que a invasão ocorreu em 20 de abril e que os dados expostos incluem nomes, endereços, números de telefone e, em alguns casos, datas de nascimento e os últimos quatro dígitos de números de identificação. Importante ressaltar que informações de pagamento não foram acessadas. O ataque foi realizado através de um golpe de vishing, onde um funcionário teve sua conta de acesso único (SSO) comprometida. Após a falha na extorsão, os cibercriminosos vazaram um arquivo de 11 GB com os dados roubados em um site da dark web. O incidente destaca a crescente ameaça de ataques direcionados a contas SSO corporativas, que têm sido um alvo frequente do grupo ShinyHunters, que também alega ter atacado outras grandes empresas recentemente, como Medtronic e 7-Eleven.

Grupo cibercriminoso vaza dados da Checkmarx na dark web

A Checkmarx, empresa israelense de segurança cibernética, revelou que dados relacionados à companhia foram publicados na dark web por um grupo de cibercriminosos. A investigação em andamento sugere que esses dados se originaram de um repositório do GitHub da empresa, acessado durante um ataque à cadeia de suprimentos em 23 de março de 2026. A Checkmarx assegurou que o repositório afetado é mantido separadamente do ambiente de produção de seus clientes e que não contém dados de clientes. A empresa está realizando uma investigação forense para verificar a natureza e o escopo dos dados vazados, que incluem código-fonte, banco de dados de funcionários, chaves de API e credenciais do MongoDB/MySQL. A Checkmarx já bloqueou o acesso ao repositório comprometido e se comprometeu a notificar os clientes caso informações sensíveis sejam confirmadas como envolvidas. O ataque foi atribuído ao grupo LAPSUS$, que também comprometeu outras ferramentas da Checkmarx, como imagens Docker e extensões do VS Code, resultando em um impacto em cadeia que afetou pacotes como o Bitwarden CLI.

ADT confirma vazamento de dados após ataque do grupo ShinyHunters

A gigante de segurança residencial ADT confirmou um vazamento de dados após o grupo de extorsão ShinyHunters ameaçar divulgar informações roubadas caso um resgate não fosse pago. A empresa detectou acesso não autorizado a dados de clientes e potenciais clientes em 20 de abril, encerrando a intrusão e iniciando uma investigação. Os dados comprometidos incluem nomes, números de telefone e endereços, com um pequeno percentual de casos envolvendo datas de nascimento e os últimos quatro dígitos de números de Seguro Social ou IDs fiscais. Importante ressaltar que informações de pagamento, como contas bancárias ou cartões de crédito, não foram acessadas, e os sistemas de segurança dos clientes não foram comprometidos. O grupo ShinyHunters alegou ter roubado 10 milhões de registros e utilizou um ataque de phishing por voz (vishing) para comprometer a conta de um funcionário da ADT. Este incidente destaca a crescente ameaça de ataques direcionados a contas de acesso único (SSO) em empresas, com implicações significativas para a segurança de dados e a conformidade com a LGPD no Brasil.

Rituals revela violação de dados de clientes em seu programa de fidelidade

A gigante de cosméticos holandesa Rituals anunciou uma violação de dados após atacantes acessarem informações pessoais de clientes de sua base de dados do programa de fidelidade ‘My Rituals’. O incidente foi descoberto no início deste mês, quando a empresa foi alertada sobre downloads não autorizados de dados de membros. Rituals informou que notificou as autoridades competentes e conseguiu conter a violação, bloqueando o acesso dos atacantes. A empresa afirmou que os dados comprometidos podem incluir nome completo, e-mail, telefone, data de nascimento, gênero e endereço residencial, mas garantiu que senhas e informações de pagamento não foram acessadas. A investigação forense está em andamento para entender as circunstâncias do ataque e prevenir futuros incidentes. Embora o número exato de clientes afetados não tenha sido divulgado, o programa ‘My Rituals’ conta com mais de 41 milhões de membros. A empresa também notificou alguns clientes nos Estados Unidos sobre a violação. Até o momento, não há evidências de que as informações roubadas tenham sido divulgadas online.

Vercel identifica novos casos de contas comprometidas em incidente de segurança

A Vercel, empresa responsável pelo framework Next.js, anunciou a descoberta de um novo conjunto de contas de clientes comprometidas em um incidente de segurança que permitiu acesso não autorizado a seus sistemas internos. A investigação revelou que algumas contas já apresentavam indícios de comprometimento anterior, possivelmente devido a engenharia social ou malware. O ataque inicial foi atribuído a uma violação na Context.ai, que resultou no controle da conta Google Workspace de um funcionário da Vercel, permitindo que o invasor acessasse o ambiente da Vercel. A análise adicional indicou que um funcionário da Context.ai foi infectado pelo malware Lumma Stealer, sugerindo que esse evento pode ter sido o ponto de partida para a cadeia de ações maliciosas. A Vercel notificou os clientes afetados, mas não divulgou o número exato de contas comprometidas. A situação destaca os riscos associados ao uso de integrações OAuth, que, embora úteis, podem ser exploradas por atacantes para evitar controles de segurança. A velocidade e a capacidade dos atacantes de explorar ambientes internos antes da detecção representam um desafio significativo para as equipes de defesa.

Vazamento de dados no Moltbook expõe 35 mil e-mails e 1,5 milhão de tokens

Em 31 de janeiro de 2026, pesquisadores revelaram que o Moltbook, uma rede social voltada para agentes de IA, deixou seu banco de dados exposto, resultando na divulgação de 35 mil endereços de e-mail e 1,5 milhão de tokens de API de agentes ativos. O problema se agrava com a presença de credenciais de terceiros em mensagens privadas, incluindo chaves da API do OpenAI, armazenadas em tabelas não criptografadas. Essa situação exemplifica uma combinação tóxica de permissões entre aplicações, onde um agente de IA atua como intermediário sem a devida autorização dos proprietários das plataformas. A falta de revisão de acessos entre aplicações contribui para essa vulnerabilidade, já que a maioria das auditorias de acesso ainda se concentra em uma única aplicação, ignorando as interações entre elas. Para mitigar esses riscos, é essencial revisar as concessões de escopo entre aplicativos, manter um inventário de identidades não humanas e monitorar continuamente as anomalias de escopo. Plataformas de segurança dinâmicas, como a Reco, podem ajudar a automatizar essa visão cruzada, permitindo que as organizações identifiquem e revoguem acessos arriscados antes que sejam explorados.

Agência francesa ANTS revela vazamento de dados de cidadãos

A Agência Nacional de Documentos Seguros da França (ANTS) anunciou um vazamento de dados após um ataque cibernético que comprometeu informações de cidadãos. O incidente, detectado em 15 de abril de 2026, pode ter exposto dados como endereços de e-mail, datas de nascimento, identificadores de conta, endereços postais, locais de nascimento e números de telefone de um número não divulgado de indivíduos. Embora a ANTS tenha afirmado que as informações expostas não permitem acesso não autorizado aos seus portais eletrônicos, os dados podem ser utilizados em ataques de phishing e engenharia social. A agência está notificando os afetados e alertou para a necessidade de vigilância em relação a comunicações suspeitas. Um ator de ameaças, conhecido como ‘breach3d’, reivindicou a responsabilidade pelo ataque, alegando ter em sua posse até 19 milhões de registros, que incluem nomes completos, detalhes de contato e informações pessoais. A ANTS notificou as autoridades de proteção de dados e a agência nacional de cibersegurança da França, ressaltando que a venda ou disseminação dos dados é ilegal.

Incidente de cibersegurança compromete dados de 160 mil pacientes nos EUA

A Southern Illinois Dermatology confirmou que notificou 160.312 pessoas sobre uma violação de dados ocorrida em novembro de 2025, que comprometeu informações sensíveis, incluindo números de Seguro Social, números de telefone, endereços de e-mail e registros médicos. O incidente foi classificado como um ‘incidente de cibersegurança’, onde um grupo criminoso chamado Insomnia reivindicou a responsabilidade pelo ataque, alegando ter acessado e roubado dados dos pacientes. O grupo publicou amostras de documentos supostamente roubados em seu site de vazamento de dados, e notificou a clínica sobre o ataque em 28 de novembro de 2025, possivelmente exigindo um resgate. A clínica não confirmou a reivindicação do grupo e não se sabe como a violação ocorreu, nem se um resgate foi pago. Este ataque é um dos maiores registrados, com 135 ataques de ransomware em provedores de saúde dos EUA em 2025, comprometendo mais de 11,9 milhões de registros pessoais e médicos. A Southern Illinois Dermatology opera 13 clínicas em várias cidades do estado, e a situação destaca a crescente ameaça de ataques cibernéticos no setor de saúde.

Site da Seiko USA é hackeado e dados de clientes são ameaçados

O site da Seiko USA foi alvo de um ataque cibernético no último fim de semana, resultando em uma deface que exibia uma mensagem de extorsão. Os atacantes alegam ter acessado o banco de dados de clientes da plataforma Shopify da empresa e ameaçam divulgar as informações a menos que um resgate seja pago. A página comprometida, localizada na seção ‘Press Lounge’, substituiu o conteúdo normal por um aviso de violação de dados e uma demanda de resgate. Os hackers afirmam ter obtido dados sensíveis, incluindo nomes, e-mails, números de telefone, histórico de pedidos e detalhes de envio. A mensagem de extorsão também especificava um prazo de 72 horas para que a Seiko USA iniciasse negociações, utilizando um e-mail associado a uma conta de cliente identificada. Até o momento, a Seiko não confirmou publicamente o incidente, mas removeu a mensagem de extorsão do site. A situação levanta preocupações sobre a segurança dos dados de clientes e a eficácia das medidas de proteção em plataformas de e-commerce como o Shopify.

Vercel revela violação de segurança em sistemas internos

A Vercel, provedora de infraestrutura web, anunciou uma violação de segurança que permitiu o acesso não autorizado a certos sistemas internos. O incidente ocorreu devido à comprometimento do Context.ai, uma ferramenta de inteligência artificial de terceiros utilizada por um funcionário da empresa. O atacante conseguiu assumir a conta do Google Workspace do colaborador, o que possibilitou o acesso a ambientes e variáveis de ambiente da Vercel que não estavam marcadas como ‘sensíveis’. A empresa assegurou que as variáveis sensíveis são armazenadas de forma criptografada e não há evidências de que esses dados tenham sido acessados. A Vercel está colaborando com a Mandiant, empresa de cibersegurança, e notificou as autoridades policiais, além de contatar diretamente um número limitado de clientes cujas credenciais foram comprometidas. A empresa recomendou que administradores do Google Workspace verifiquem uma aplicação OAuth específica e adotem práticas recomendadas, como a auditoria de logs de atividade e a rotação de variáveis de ambiente. O CEO da Vercel, Guillermo Rauch, afirmou que medidas de proteção extensivas foram implementadas e novas funcionalidades foram adicionadas ao painel de controle para melhorar a segurança dos clientes.

Incidente de segurança na plataforma Vercel expõe dados de clientes

A Vercel, plataforma de desenvolvimento em nuvem, revelou um incidente de segurança após a alegação de um grupo de hackers de que havia invadido seus sistemas e estava vendendo dados roubados. A empresa, conhecida pelo desenvolvimento do Next.js, informou que um número limitado de clientes foi afetado por um acesso não autorizado a sistemas internos. Embora os serviços da Vercel não tenham sido impactados, a empresa está colaborando com os clientes afetados e recomenda que revisem variáveis de ambiente e utilizem recursos de segurança disponíveis. A investigação revelou que a violação se originou de uma ferramenta de IA de terceiros, especificamente uma aplicação OAuth do Google Workspace. A Vercel alertou administradores do Google Workspace para verificar a aplicação identificada. O hacker, que se autodenomina ‘ShinyHunters’, afirmou estar vendendo chaves de acesso, código-fonte e dados de banco de dados, além de informações de funcionários da Vercel. A situação destaca a importância da segurança em plataformas amplamente utilizadas por desenvolvedores e a necessidade de vigilância constante contra ameaças cibernéticas.

O que o caso de MC Ryan SP e Poze do Rodo ensina sobre o backup no iCloud

O recente caso envolvendo os funkeiros MC Ryan SP e MC Poze do Rodo, que foram presos sob suspeita de lavagem de dinheiro, destaca a importância dos backups na nuvem, especialmente no iCloud. A investigação da Polícia Federal revelou que arquivos armazenados na nuvem do contador do grupo foram cruciais para desvendar um esquema de R$ 1,6 bilhão. Os dados, que incluíam extratos financeiros e conversas, foram acessados por meio de autorização judicial, evidenciando como informações pessoais podem ser utilizadas em investigações criminais. O perito em crimes digitais Wanderson Castilho alerta que muitos usuários não têm plena consciência do que está armazenado na nuvem, já que o iCloud sincroniza automaticamente diversos tipos de dados, mesmo aqueles que foram excluídos. Além disso, ele ressalta que a privacidade e a segurança são conceitos distintos; enquanto a nuvem oferece um nível de privacidade, a segurança dos dados depende da ação do usuário. Para informações sensíveis, Castilho recomenda o armazenamento offline, como em HDs externos criptografados, para evitar riscos de exposição. O caso serve como um alerta sobre a necessidade de maior controle e conscientização sobre o que se armazena na nuvem.

Museu de Arte de Phoenix confirma violação de dados em 2025

O Museu de Arte de Phoenix, localizado no Arizona, confirmou que notificou um número não revelado de pessoas sobre uma violação de dados ocorrida em dezembro de 2025, que comprometeu nomes e números de Seguro Social. A violação foi identificada em 8 de dezembro de 2025, após o museu detectar acessos não autorizados em seus sistemas. O grupo cibercriminoso Rhysida assumiu a responsabilidade pelo ataque em 12 de fevereiro de 2026, exigindo um resgate de 10 bitcoins, equivalente a aproximadamente 667 mil dólares na época. O museu não confirmou a reivindicação do Rhysida e não se sabe quantas pessoas foram afetadas ou como os atacantes conseguiram acessar a rede. Como resposta, o museu está oferecendo monitoramento de crédito gratuito e seguro contra roubo de identidade aos afetados. O Rhysida, que opera um modelo de ransomware como serviço, foi responsável por 92 ataques em 2025, afetando organizações sem fins lucrativos, incluindo o Welthungerhilfe na Alemanha e o Hudson River Housing em Nova York. Os ataques de ransomware nos EUA aumentaram significativamente, com 708 incidentes confirmados em 2025, comprometendo quase 46 milhões de registros pessoais.

Annas Archive é condenado a indenizar Spotify em US 322 milhões

O Anna’s Archive, um repositório clandestino, foi condenado a pagar US$ 322 milhões ao Spotify e às gravadoras Universal Music Group, Warner Music Group e Sony Music Entertainment. A decisão judicial ocorreu após o vazamento de 86 milhões de faixas do Spotify, que foram disponibilizadas ilegalmente para download. O Spotify e as gravadoras processaram o Anna’s Archive por violação de direitos autorais, alegando que o acervo extraiu quase todas as gravações comerciais do mundo. O juiz Jed S. Rakoff considerou o Anna’s Archive culpado por violação direta de direitos autorais, quebra de contrato e violação da Lei de Direitos Autorais do Milênio Digital (DMCA). A multa será dividida entre os envolvidos, com o Spotify recebendo a maior parte. O caso destaca a crescente preocupação com a pirataria digital e a proteção dos direitos autorais na indústria musical, especialmente em um cenário onde vazamentos massivos de dados se tornaram comuns. A ausência de defesa por parte do Anna’s Archive durante o processo contribuiu para a gravidade da condenação.

Identidades Fantasmas A Nova Ameaça à Segurança na Nuvem

Em 2024, 68% das violações de segurança na nuvem foram atribuídas a contas de serviço comprometidas e chaves de API esquecidas, superando métodos tradicionais como phishing e senhas fracas. O artigo destaca que, para cada funcionário, existem de 40 a 50 credenciais automatizadas, como contas de serviço e tokens de API, que permanecem ativas mesmo após a saída de colaboradores ou o término de projetos. Essas identidades não humanas, frequentemente não monitoradas, representam uma porta aberta para atacantes, que podem explorar essas credenciais para movimentação lateral em ambientes corporativos. O tempo médio de permanência de intrusões é alarmante, ultrapassando 200 dias. O artigo sugere que as soluções tradicionais de gerenciamento de identidade (IAM) não são suficientes, pois focam em pessoas e ignoram máquinas. Um webinar é oferecido para ensinar como descobrir e eliminar essas ‘Identidades Fantasmas’, além de apresentar um checklist de limpeza de identidade. A proposta é fornecer um guia prático para que as equipes de segurança possam agir rapidamente e evitar que credenciais não gerenciadas comprometam dados sensíveis.

Grupo ShinyHunters vaza dados de 13,5 milhões de contas da McGraw Hill

O grupo de extorsão ShinyHunters vazou dados de 13,5 milhões de contas de usuários da McGraw Hill, uma editora educacional global com receita anual de US$ 2,2 bilhões. O incidente ocorreu após uma violação no ambiente Salesforce da empresa, onde os atacantes exploraram uma configuração inadequada. A McGraw Hill confirmou a violação, mas assegurou que os dados internos e sistemas não foram afetados. O vazamento inclui informações pessoais, como nomes, endereços físicos, números de telefone e e-mails, que podem ser utilizados em ataques de phishing direcionados. O serviço de notificação de vazamentos Have I Been Pwned indicou que mais de 100GB de arquivos foram expostos, com dados de 13,5 milhões de contas. Além disso, o grupo ShinyHunters também está envolvido em vazamentos de dados de outras empresas, como a Rockstar Games. Este incidente destaca a vulnerabilidade de grandes organizações a ataques cibernéticos e a importância de uma configuração adequada de sistemas de segurança.

Hospital nos EUA confirma vazamento de dados de 337 mil pessoas

O Cookeville Regional Medical Center (CRMC), localizado no Tennessee, confirmou que notificou 337.917 pessoas sobre um vazamento de dados ocorrido em julho de 2025, que comprometeu informações pessoais sensíveis, incluindo números de Seguro Social, dados financeiros e informações médicas. O incidente foi resultado de um ataque de ransomware, que interrompeu os sistemas de computação do hospital. O grupo cibercriminoso Rhysida reivindicou a responsabilidade pelo ataque e exigiu um resgate de 10 bitcoins, equivalente a aproximadamente 1,15 milhão de dólares na época. A investigação forense revelou que um terceiro não autorizado acessou a rede do hospital entre 11 e 14 de julho de 2025. Em resposta ao incidente, o CRMC está oferecendo um ano de proteção contra roubo de identidade aos afetados. O ataque destaca a crescente ameaça de ransomware no setor de saúde dos EUA, onde 134 ataques foram confirmados em 2025, comprometendo 11,7 milhões de registros. O CRMC é o oitavo maior vazamento em termos de registros afetados, evidenciando a gravidade da situação e a necessidade de medidas de segurança robustas.

Ataque hacker à Booking.com expõe dados sensíveis de usuários

A Booking.com confirmou que sofreu um ataque hacker em 13 de abril de 2026, resultando no vazamento de dados sensíveis de seus clientes. Informações como nomes, e-mails, telefones, endereços e detalhes de reservas foram acessadas por agentes não autorizados. Embora não haja indícios de que dados financeiros tenham sido comprometidos, a exposição de informações pessoais pode facilitar tentativas de fraudes, como phishing, onde criminosos podem se passar por funcionários de hotéis para enganar os usuários. A empresa alertou seus clientes para que fiquem atentos a contatos suspeitos que solicitem dados confidenciais fora de canais oficiais, especialmente aqueles que criam um senso de urgência. O incidente destaca a vulnerabilidade das plataformas de turismo digital, que lidam com grandes volumes de informações sensíveis, e ressalta a importância de medidas de segurança robustas, especialmente em períodos de alta demanda, como férias e festas de fim de ano.

McGraw-Hill confirma acesso não autorizado a dados internos

A empresa de educação McGraw-Hill confirmou que hackers exploraram uma configuração inadequada na plataforma Salesforce, resultando em acesso não autorizado a um conjunto limitado de dados internos. Em declaração ao BleepingComputer, a empresa afirmou que a violação não afetou suas contas do Salesforce, bancos de dados de clientes ou sistemas internos, e que os dados expostos são limitados e não sensíveis. A investigação, realizada com a ajuda de especialistas em cibersegurança, revelou que as informações não incluem números de Seguro Social, dados financeiros ou informações de estudantes. A McGraw-Hill tomou medidas imediatas para proteger as páginas afetadas e está colaborando com a Salesforce para reforçar as proteções. A situação se agrava com a ameaça do grupo de extorsão ShinyHunters, que afirma ter 45 milhões de registros do Salesforce com informações pessoais e ameaça divulgar os dados até 14 de abril, a menos que um resgate seja pago. Este incidente destaca a vulnerabilidade de organizações que utilizam plataformas amplamente adotadas, como a Salesforce, e a necessidade de vigilância contínua em relação a configurações de segurança.

Kraken enfrenta extorsão de grupo cibernético com ameaça de vazamento

A exchange de criptomoedas Kraken revelou que um grupo criminoso está tentando extorquir a empresa, ameaçando divulgar vídeos que mostram sistemas internos que contêm dados de clientes. O Chief Security Officer da Kraken, Nick Percoco, afirmou que o incidente não comprometeu os fundos dos clientes e envolveu uma ameaça interna, com dois casos de acesso inadequado a dados limitados de clientes por funcionários de suporte. A empresa não pretende pagar ou negociar com os extorsionários. A Kraken, que opera em 190 países, iniciou uma investigação após receber uma dica sobre um vídeo que demonstrava acesso aos sistemas de suporte ao cliente. A investigação revelou que um funcionário de suporte foi recrutado pelo grupo criminoso. Embora cerca de 2.000 contas tenham sido afetadas, o acesso exposto se limitou a dados de suporte ao cliente. A Kraken está colaborando com as autoridades federais para processar os envolvidos e reforçou suas medidas de segurança. Este incidente destaca a crescente preocupação com ameaças internas e recrutamento malicioso, um problema que afeta não apenas a Kraken, mas também outras exchanges de criptomoedas, como evidenciado pelo caso da Coinbase, que sofreu um vazamento de dados após suborno de funcionários de uma agência de suporte.

Rockstar Games sofre vazamento de dados após incidente na Anodot

A Rockstar Games confirmou ter sido alvo de um vazamento de dados, relacionado a um incidente de segurança na Anodot, uma empresa de detecção de anomalias de dados. O grupo de extorsão ShinyHunters divulgou informações roubadas, alegando que mais de 78,6 milhões de registros foram comprometidos. Os dados vazados incluem métricas internas de análise, informações sobre receitas de jogos e comportamento dos jogadores, além de dados de suporte ao cliente. A Rockstar afirmou que a quantidade de informações acessadas é limitada e que não houve impacto significativo em suas operações ou para os jogadores. O incidente é parte de uma campanha maior de roubo de dados, onde os atacantes utilizaram tokens de autenticação roubados para acessar dados armazenados em ambientes Snowflake, S3 e Amazon Kinesis. A empresa Snowflake já havia detectado atividades incomuns em algumas contas de clientes e tomou medidas para proteger os dados. Este incidente ressalta a vulnerabilidade de integrações de terceiros e a importância de uma segurança robusta em ambientes de nuvem.

Hackers acessam dados de 1 milhão de clientes da Basic-Fit na Europa

A Basic-Fit, uma das maiores redes de academias da Europa, sofreu uma violação de segurança que comprometeu informações pessoais de aproximadamente um milhão de seus clientes. A empresa, que opera mais de 1.700 clubes em 12 países, incluindo Países Baixos, Bélgica, França, Espanha e Alemanha, confirmou que os dados acessados incluem endereços físicos, e-mails, números de telefone, datas de nascimento e detalhes bancários. A empresa notificou a autoridade de proteção de dados e afirmou que o acesso não autorizado foi detectado rapidamente, sendo contido em minutos. No entanto, uma investigação revelou que os dados foram extraídos antes da contenção. A Basic-Fit assegurou que os dados dos clientes das franquias não foram expostos, pois estão armazenados em sistemas separados. A empresa também destacou que não houve acesso a documentos de identificação ou senhas de contas. Embora a investigação não tenha encontrado evidências de que os dados tenham sido vazados online, a Basic-Fit continuará monitorando a situação com a ajuda de especialistas externos. Este incidente levanta preocupações sobre a segurança de dados e a conformidade com a legislação de proteção de dados na União Europeia.

LinkedIn é processado por coleta de dados sem consentimento

O LinkedIn enfrenta duas ações judiciais coletivas na Califórnia, acusando a plataforma de coletar dados de usuários sem consentimento através da varredura de extensões de navegadores. Segundo um relatório da associação Fairlinked e.V., a rede social teria utilizado um arquivo JavaScript para escanear mais de 6 mil extensões no Chrome, coletando informações sensíveis como resolução de tela, fuso horário e configurações de idioma. O LinkedIn, por sua vez, refutou as alegações, classificando-as como exageradas e distorcidas, e afirmou que a verificação de extensões é uma prática para proteger a privacidade dos usuários e garantir a estabilidade do site. As ações judiciais exigem que a plataforma pague indenizações e interrompa a coleta de dados. Uma das ações foca na possível violação de leis de privacidade, enquanto a outra questiona a conduta da empresa em relação ao escaneamento silencioso. O caso levanta preocupações sobre a privacidade dos usuários e a conformidade com legislações como a LGPD no Brasil.

Vazamento de dados da Figure expõe 967 mil registros de e-mail

Em fevereiro de 2026, a empresa de serviços financeiros Figure sofreu uma violação de dados que expôs cerca de 967.200 registros de e-mail. O incidente não envolveu exploração de vulnerabilidades, mas sim a exposição direta de dados, permitindo que adversários realizassem ataques como credential stuffing e phishing direcionado. Os atacantes podem usar os e-mails expostos para testar combinações de senhas em portais corporativos, resultando em uma taxa de sucesso de 2 a 3%, o que poderia significar até 29.000 credenciais válidas. Além disso, ferramentas de inteligência artificial permitem a criação rápida de campanhas de phishing personalizadas, aumentando a eficácia dos ataques. A análise destaca que a autenticação multifator (MFA) tradicional não é suficiente para interromper esses fluxos de ataque, pois os adversários podem usar técnicas como relay de phishing, onde as credenciais são capturadas em tempo real. O artigo enfatiza a necessidade de uma arquitetura de autenticação mais robusta, que inclua verificação biométrica e chaves privadas de hardware, para garantir que o usuário autorizado esteja presente no momento da autenticação. Com a crescente preocupação sobre a segurança de dados e a conformidade com a LGPD, as organizações precisam reavaliar suas estratégias de autenticação para proteger informações sensíveis.

Ataque cibernético rouba US 3,665 milhões da Bitcoin Depot

A Bitcoin Depot, que opera uma das maiores redes de caixas eletrônicos de Bitcoin, sofreu um ataque cibernético que resultou no roubo de aproximadamente 50,903 Bitcoins, avaliados em cerca de US$ 3,665 milhões. O incidente foi descoberto em 23 de março de 2026, quando a empresa detectou atividades suspeitas em seus sistemas de TI. Apesar de ter ativado rapidamente seus protocolos de resposta a incidentes e notificado as autoridades, os atacantes conseguiram roubar credenciais de contas de liquidação de ativos digitais antes que o acesso fosse bloqueado. A empresa afirmou que o incidente foi contido ao seu ambiente corporativo e não afetou as plataformas ou dados dos clientes. Embora a Bitcoin Depot tenha cobertura de seguro para ataques cibernéticos, a empresa alertou que isso pode não cobrir todas as perdas resultantes do ataque. Este não é o primeiro incidente de segurança da empresa; em 2024, quase 26,000 pessoas foram notificadas sobre um vazamento de dados que expôs informações pessoais. O ataque à Bitcoin Depot destaca a crescente vulnerabilidade das empresas no setor de criptomoedas e a necessidade de medidas de segurança robustas.

Eurail sofre vazamento de dados de mais de 300 mil usuários

A Eurail B.V., operadora de viagens europeia, anunciou que um ataque cibernético ocorrido em dezembro de 2025 resultou no roubo de informações pessoais de mais de 300 mil indivíduos. A empresa, que oferece passes digitais para viagens de trem em 33 ferrovias nacionais, revelou que os atacantes acessaram dados sensíveis, incluindo nomes completos, detalhes de passaporte, números de identificação, IBANs de contas bancárias, informações de saúde e dados de contato. O incidente foi divulgado em fevereiro de 2026, quando a Eurail confirmou que os hackers publicaram uma amostra dos dados roubados no Telegram e estavam tentando vendê-los na dark web. A empresa alertou os clientes sobre possíveis ataques de phishing e recomendou a atualização de senhas e o monitoramento de atividades bancárias. Embora a Eurail tenha afirmado que não armazenava informações financeiras ou cópias de passaporte nos sistemas comprometidos, a Comissão Europeia emitiu um alerta sobre a possível exposição de dados de saúde de jovens que receberam passes através do programa DiscoverEU. O incidente destaca a vulnerabilidade de sistemas que lidam com informações pessoais e a necessidade de vigilância constante contra ameaças cibernéticas.

Ataques de roubo de dados afetam empresas após violação de SaaS

Mais de uma dúzia de empresas foram alvo de ataques de roubo de dados após a violação de um provedor de integração SaaS, resultando no roubo de tokens de autenticação. A maioria dos ataques visou a plataforma de dados em nuvem Snowflake, que confirmou a atividade incomum em algumas contas de clientes. A empresa tomou medidas imediatas, bloqueando contas potencialmente afetadas e notificando os clientes. Embora a Snowflake tenha afirmado que não houve comprometimento de seus sistemas, os ataques estão ligados a um incidente de segurança na Anodot, uma empresa de detecção de anomalias de dados. O grupo de extorsão ShinyHunters reivindicou a responsabilidade pelos ataques, alegando ter acesso a dados de várias empresas e tentando roubar informações da Salesforce, mas foi detectado antes de conseguir. O Google também está monitorando a situação, mas não divulgou mais informações. Este incidente destaca a vulnerabilidade das integrações de terceiros e a necessidade de vigilância contínua em relação a acessos não autorizados.

Grupo Heart South confirma vazamento de dados de 46 mil pessoas

O Heart South Cardiovascular Group, um hospital localizado no Alabama, confirmou que notificou 46.666 pessoas sobre um vazamento de dados ocorrido em novembro de 2025. Este é o segundo incidente de segurança em dois anos para a instituição. Embora o hospital não tenha especificado quais dados foram comprometidos, o grupo cibercriminoso Rhysida reivindicou a responsabilidade pelo ataque, exigindo um resgate de seis bitcoins, equivalente a cerca de 630 mil dólares na época. Para corroborar sua reivindicação, Rhysida publicou amostras de documentos que supostamente foram roubados, incluindo escaneamentos de documentos de identidade e registros médicos. O Heart South, por sua vez, afirmou que não encontrou evidências de acesso não autorizado à sua rede, mas confirmou que uma quantidade limitada de dados foi postada na dark web. A instituição está oferecendo monitoramento de crédito gratuito e restauração de identidade para as vítimas do vazamento. O ataque de novembro de 2025 segue um incidente anterior em maio de 2024, que também resultou na exposição de dados pessoais de mais de 20 mil pessoas. Os ataques de ransomware, como os realizados pelo Rhysida, têm se tornado cada vez mais comuns no setor de saúde, com um número crescente de instituições sendo alvo de extorsões.

Credenciais roubadas uma prioridade de segurança em 2026

Em 2026, o roubo de credenciais se destaca como uma das principais preocupações em cibersegurança. Um estudo recente revelou que 85% das organizações consideram esse risco elevado, com 62% o colocando entre suas três principais prioridades de segurança. No entanto, muitas empresas ainda adotam soluções superficiais, como a autenticação multifator (MFA) e ferramentas genéricas, sem perceber que essas medidas não protegem adequadamente contra acessos não autorizados, especialmente quando os funcionários utilizam dispositivos não gerenciados para acessar serviços críticos. O custo médio de uma violação de dados envolvendo credenciais comprometidas pode variar entre 4,81 e 4,88 milhões de dólares, evidenciando a gravidade da situação. Além disso, em 2025, foram identificadas 4,17 bilhões de credenciais comprometidas, o que torna a simples monitoração de violações insuficiente. A pesquisa aponta que apenas 32% das empresas utilizam soluções dedicadas para monitoramento de credenciais, enquanto 60% realizam verificações de credenciais expostas raramente ou nunca. Para enfrentar essa ameaça, é necessário um programa de monitoramento de violações mais robusto, que inclua automação e integração com ferramentas de segurança existentes, permitindo uma resposta mais eficaz a incidentes.

Relatório alerta sobre coleta de dados pelo LinkedIn via JavaScript

Um novo relatório chamado ‘BrowserGate’ revela que o LinkedIn, da Microsoft, utiliza scripts JavaScript ocultos em seu site para escanear os navegadores dos visitantes em busca de extensões instaladas e coletar dados dos dispositivos. Segundo a Fairlinked e.V., uma associação de usuários comerciais do LinkedIn, esses scripts verificam mais de 6.000 extensões, ligando os resultados a perfis de usuários identificáveis. O relatório afirma que essa prática permite à plataforma coletar informações sensíveis, como listas de clientes de empresas que utilizam ferramentas concorrentes, como Apollo e Lusha. O LinkedIn, por sua vez, defende que a detecção de extensões é uma medida de segurança para proteger seus usuários e a integridade da plataforma, alegando que as informações coletadas são usadas para identificar extensões que violam seus termos de serviço. Apesar das negações do LinkedIn, a prática de ‘fingerprinting’ é uma preocupação crescente, pois pode permitir o rastreamento de usuários em diferentes sites. O artigo destaca que essa situação não é única do LinkedIn, citando casos anteriores de empresas que também utilizaram técnicas semelhantes para proteger suas plataformas.

Hims Hers Health sofre violação de dados em plataforma de atendimento

A empresa americana Hims & Hers Health, especializada em telemedicina, alertou sobre uma violação de dados após o roubo de tickets de suporte de uma plataforma de atendimento ao cliente de terceiros. O incidente ocorreu entre 4 e 7 de fevereiro de 2026, quando hackers acessaram tickets que, em alguns casos, continham informações pessoais dos usuários, como nomes e contatos. A empresa garantiu que registros médicos e comunicações com médicos não foram comprometidos. A investigação revelou que o grupo de extorsão ShinyHunters foi responsável pelo ataque, que envolveu a exploração de contas do Okta SSO para acessar serviços de armazenamento em nuvem e plataformas SaaS. Em resposta, a Hims & Hers está oferecendo 12 meses de monitoramento de crédito gratuito aos indivíduos afetados e recomenda que os clientes permaneçam vigilantes contra comunicações não solicitadas que possam conter tentativas de phishing. Este incidente se junta a outros casos recentes de violação de dados que afetaram plataformas como Zendesk, destacando a vulnerabilidade de sistemas de suporte ao cliente.

BrowserGate LinkedIn coleta dados de usuários sem consentimento

Um novo relatório intitulado ‘BrowserGate’ revela que o LinkedIn, plataforma da Microsoft, utiliza scripts JavaScript ocultos para escanear os navegadores dos visitantes em busca de extensões instaladas e coletar dados dos dispositivos. Segundo a Fairlinked e.V., uma associação de usuários comerciais do LinkedIn, a plataforma injeta JavaScript nas sessões dos usuários para verificar mais de 6.000 extensões, ligando os resultados a perfis identificáveis. O relatório afirma que essa prática permite a coleta de informações pessoais e corporativas sensíveis, uma vez que as contas do LinkedIn estão atreladas a identidades reais e funções profissionais. O LinkedIn, por sua vez, nega as alegações, afirmando que a detecção de extensões é uma medida de proteção contra práticas que violam seus termos de serviço. A empresa argumenta que a coleta de dados é utilizada para manter a integridade da plataforma, e não para inferir informações sensíveis sobre os usuários. Apesar disso, a prática de ‘fingerprinting’ levanta preocupações sobre a privacidade e o uso indevido de dados, especialmente em um contexto onde a conformidade com a LGPD é crucial.

Hims e Hers revelam ataque cibernético sistema de suporte hackeado

A empresa de telemedicina Hims & Hers confirmou um ataque cibernético que resultou no acesso não autorizado a informações pessoais de clientes. O incidente foi detectado em 5 de fevereiro de 2026, após uma intrusão que ocorreu entre 4 e 7 de fevereiro. Durante a investigação, a empresa identificou que um número limitado de tickets de atendimento ao cliente foi acessado, contendo dados pessoais como nomes e informações de contato. Importante ressaltar que os registros médicos dos clientes e as comunicações com prestadores de saúde não foram afetados. A Hims & Hers está revisando suas políticas de segurança e notificou as autoridades competentes. Embora o número exato de indivíduos afetados não tenha sido divulgado, a empresa se comprometeu a oferecer monitoramento de crédito e serviços de restauração de identidade por um ano. Até o momento, não há informações sobre os responsáveis pelo ataque, e os dados não foram encontrados em circulação na internet. A empresa também não revelou como a violação ocorreu, mas a natureza dos dados comprometidos pode ser atrativa para criminosos, especialmente em casos de phishing e roubo de identidade.

Grupo TeamPCP é responsável por ataque à nuvem da Comissão Europeia

O CERT-EU, serviço de cibersegurança da União Europeia, atribuiu o recente ataque à nuvem da Comissão Europeia ao grupo de ameaças TeamPCP. O incidente, que foi revelado publicamente em 27 de março, expôs dados de pelo menos 29 entidades da União Europeia. A Comissão notificou o CERT-EU sobre a violação dois dias antes, após detectar que o seu Centro de Operações de Cibersegurança não havia sido alertado sobre o uso indevido de API ou tráfego de rede anômalo até 24 de março, cinco dias após a intrusão inicial. O ataque ocorreu em 10 de março, quando o TeamPCP utilizou uma chave de API da Amazon Web Services (AWS) comprometida, obtida em um ataque à cadeia de suprimentos, para acessar o ambiente de nuvem da Comissão. Após a violação, o grupo usou a ferramenta TruffleHog para buscar credenciais adicionais e criou uma nova chave de acesso para evitar detecção. Dados pessoais, incluindo nomes e endereços de e-mail, foram expostos, e um conjunto de dados de 90 GB foi publicado no dark web pelo grupo de extorsão ShinyHunters. O CERT-EU confirmou que a violação pode afetar até 71 clientes do serviço de hospedagem da Europa, incluindo 42 clientes internos da Comissão. Embora não tenha havido interrupções nos serviços, a análise dos dados exfiltrados está em andamento e as autoridades de proteção de dados foram notificadas.

Check City confirma vazamento de dados que afeta 322 mil pessoas

A Check City Partnership notificou 322.687 pessoas sobre um vazamento de dados ocorrido em março de 2025, que comprometeu informações pessoais sensíveis, incluindo números de Seguro Social, documentos de identidade emitidos pelo governo, números de contas financeiras e dados de cartões de crédito. O grupo cibercriminoso Clop reivindicou a responsabilidade pelo ataque, publicando amostras de documentos supostamente roubados. Embora a Check City tenha reconhecido uma interrupção na rede em abril de 2025, não confirmou se pagou um resgate ou como os atacantes conseguiram acessar seu sistema. Para mitigar os danos, a empresa está oferecendo monitoramento de crédito gratuito e serviços de restauração de identidade aos afetados. O Clop, conhecido por explorar vulnerabilidades de software, já realizou 457 ataques de ransomware, sendo este o segundo maior ataque registrado por eles até agora. Em 2025, foram contabilizados 59 ataques confirmados a empresas financeiras nos EUA, comprometendo mais de 1,1 milhão de registros pessoais. O ataque à Check City destaca a crescente ameaça de ransomware no setor financeiro e a necessidade de vigilância contínua contra tais incidentes.

Loja de armas no Texas notifica vazamento de dados de 21 mil clientes

A loja de armas Mister Guns, localizada em Plano, Texas, está notificando 21.225 pessoas sobre um vazamento de dados ocorrido em novembro de 2025, após um ataque cibernético realizado pelo grupo de ransomware Securotrop. O ataque resultou na extração de 290 GB de dados sensíveis, incluindo números de seguridade social, datas de nascimento, números de carteira de motorista, licenças de porte de arma e passaportes. Embora a notificação da loja afirme que não há evidências de uso indevido das informações, não foram oferecidos serviços de monitoramento de crédito gratuitos, uma prática comum em casos de vazamento de dados. O grupo Securotrop, que opera sob um modelo de Ransomware-as-a-Service (RaaS), já adicionou a Mister Guns ao seu site de vazamento de dados, mas a loja não confirmou se um resgate foi exigido ou pago. Este incidente é o terceiro maior ataque de ransomware a um varejista nos EUA em 2025, destacando a crescente ameaça de ataques cibernéticos no setor de varejo, que já registrou 31 ataques confirmados este ano, afetando mais de 765 mil registros. A situação levanta preocupações sobre a segurança de dados e a necessidade de medidas de proteção mais robustas para evitar tais incidentes.

Aplicativo de namoro é acusado de compartilhar 3 milhões de fotos

O aplicativo de relacionamento OkCupid está no centro de uma controvérsia após ser acusado de compartilhar aproximadamente 3 milhões de fotos de usuários com a empresa de reconhecimento facial Clarifai, sem o consentimento dos usuários. A Comissão Federal de Comércio dos EUA (FTC) revelou que, além das fotos, o OkCupid também forneceu dados de localização e outras informações pessoais. O Match Group, que opera o OkCupid, não negou nem confirmou as alegações, mas concordou em uma proibição permanente sobre a manipulação da forma como os dados dos usuários são utilizados. Essa situação levanta preocupações sobre a transparência e a privacidade dos dados, especialmente considerando que a Clarifai fornece tecnologia de reconhecimento facial para setores militares e governamentais. A FTC criticou o OkCupid por violar sua própria política de privacidade, que proíbe o compartilhamento de dados sem aviso prévio e a oportunidade de optar por não compartilhar. A investigação da FTC sugere que o OkCupid tem ocultado essas práticas desde 2014, o que agrava a situação em termos de conformidade e confiança do usuário.