Vazamento

Agência francesa ANTS revela vazamento de dados de cidadãos

A Agência Nacional de Documentos Seguros da França (ANTS) anunciou um vazamento de dados após um ataque cibernético que comprometeu informações de cidadãos. O incidente, detectado em 15 de abril de 2026, pode ter exposto dados como endereços de e-mail, datas de nascimento, identificadores de conta, endereços postais, locais de nascimento e números de telefone de um número não divulgado de indivíduos. Embora a ANTS tenha afirmado que as informações expostas não permitem acesso não autorizado aos seus portais eletrônicos, os dados podem ser utilizados em ataques de phishing e engenharia social. A agência está notificando os afetados e alertou para a necessidade de vigilância em relação a comunicações suspeitas. Um ator de ameaças, conhecido como ‘breach3d’, reivindicou a responsabilidade pelo ataque, alegando ter em sua posse até 19 milhões de registros, que incluem nomes completos, detalhes de contato e informações pessoais. A ANTS notificou as autoridades de proteção de dados e a agência nacional de cibersegurança da França, ressaltando que a venda ou disseminação dos dados é ilegal.

Incidente de cibersegurança compromete dados de 160 mil pacientes nos EUA

A Southern Illinois Dermatology confirmou que notificou 160.312 pessoas sobre uma violação de dados ocorrida em novembro de 2025, que comprometeu informações sensíveis, incluindo números de Seguro Social, números de telefone, endereços de e-mail e registros médicos. O incidente foi classificado como um ‘incidente de cibersegurança’, onde um grupo criminoso chamado Insomnia reivindicou a responsabilidade pelo ataque, alegando ter acessado e roubado dados dos pacientes. O grupo publicou amostras de documentos supostamente roubados em seu site de vazamento de dados, e notificou a clínica sobre o ataque em 28 de novembro de 2025, possivelmente exigindo um resgate. A clínica não confirmou a reivindicação do grupo e não se sabe como a violação ocorreu, nem se um resgate foi pago. Este ataque é um dos maiores registrados, com 135 ataques de ransomware em provedores de saúde dos EUA em 2025, comprometendo mais de 11,9 milhões de registros pessoais e médicos. A Southern Illinois Dermatology opera 13 clínicas em várias cidades do estado, e a situação destaca a crescente ameaça de ataques cibernéticos no setor de saúde.

Site da Seiko USA é hackeado e dados de clientes são ameaçados

O site da Seiko USA foi alvo de um ataque cibernético no último fim de semana, resultando em uma deface que exibia uma mensagem de extorsão. Os atacantes alegam ter acessado o banco de dados de clientes da plataforma Shopify da empresa e ameaçam divulgar as informações a menos que um resgate seja pago. A página comprometida, localizada na seção ‘Press Lounge’, substituiu o conteúdo normal por um aviso de violação de dados e uma demanda de resgate. Os hackers afirmam ter obtido dados sensíveis, incluindo nomes, e-mails, números de telefone, histórico de pedidos e detalhes de envio. A mensagem de extorsão também especificava um prazo de 72 horas para que a Seiko USA iniciasse negociações, utilizando um e-mail associado a uma conta de cliente identificada. Até o momento, a Seiko não confirmou publicamente o incidente, mas removeu a mensagem de extorsão do site. A situação levanta preocupações sobre a segurança dos dados de clientes e a eficácia das medidas de proteção em plataformas de e-commerce como o Shopify.

Vercel revela violação de segurança em sistemas internos

A Vercel, provedora de infraestrutura web, anunciou uma violação de segurança que permitiu o acesso não autorizado a certos sistemas internos. O incidente ocorreu devido à comprometimento do Context.ai, uma ferramenta de inteligência artificial de terceiros utilizada por um funcionário da empresa. O atacante conseguiu assumir a conta do Google Workspace do colaborador, o que possibilitou o acesso a ambientes e variáveis de ambiente da Vercel que não estavam marcadas como ‘sensíveis’. A empresa assegurou que as variáveis sensíveis são armazenadas de forma criptografada e não há evidências de que esses dados tenham sido acessados. A Vercel está colaborando com a Mandiant, empresa de cibersegurança, e notificou as autoridades policiais, além de contatar diretamente um número limitado de clientes cujas credenciais foram comprometidas. A empresa recomendou que administradores do Google Workspace verifiquem uma aplicação OAuth específica e adotem práticas recomendadas, como a auditoria de logs de atividade e a rotação de variáveis de ambiente. O CEO da Vercel, Guillermo Rauch, afirmou que medidas de proteção extensivas foram implementadas e novas funcionalidades foram adicionadas ao painel de controle para melhorar a segurança dos clientes.

Incidente de segurança na plataforma Vercel expõe dados de clientes

A Vercel, plataforma de desenvolvimento em nuvem, revelou um incidente de segurança após a alegação de um grupo de hackers de que havia invadido seus sistemas e estava vendendo dados roubados. A empresa, conhecida pelo desenvolvimento do Next.js, informou que um número limitado de clientes foi afetado por um acesso não autorizado a sistemas internos. Embora os serviços da Vercel não tenham sido impactados, a empresa está colaborando com os clientes afetados e recomenda que revisem variáveis de ambiente e utilizem recursos de segurança disponíveis. A investigação revelou que a violação se originou de uma ferramenta de IA de terceiros, especificamente uma aplicação OAuth do Google Workspace. A Vercel alertou administradores do Google Workspace para verificar a aplicação identificada. O hacker, que se autodenomina ‘ShinyHunters’, afirmou estar vendendo chaves de acesso, código-fonte e dados de banco de dados, além de informações de funcionários da Vercel. A situação destaca a importância da segurança em plataformas amplamente utilizadas por desenvolvedores e a necessidade de vigilância constante contra ameaças cibernéticas.

O que o caso de MC Ryan SP e Poze do Rodo ensina sobre o backup no iCloud

O recente caso envolvendo os funkeiros MC Ryan SP e MC Poze do Rodo, que foram presos sob suspeita de lavagem de dinheiro, destaca a importância dos backups na nuvem, especialmente no iCloud. A investigação da Polícia Federal revelou que arquivos armazenados na nuvem do contador do grupo foram cruciais para desvendar um esquema de R$ 1,6 bilhão. Os dados, que incluíam extratos financeiros e conversas, foram acessados por meio de autorização judicial, evidenciando como informações pessoais podem ser utilizadas em investigações criminais. O perito em crimes digitais Wanderson Castilho alerta que muitos usuários não têm plena consciência do que está armazenado na nuvem, já que o iCloud sincroniza automaticamente diversos tipos de dados, mesmo aqueles que foram excluídos. Além disso, ele ressalta que a privacidade e a segurança são conceitos distintos; enquanto a nuvem oferece um nível de privacidade, a segurança dos dados depende da ação do usuário. Para informações sensíveis, Castilho recomenda o armazenamento offline, como em HDs externos criptografados, para evitar riscos de exposição. O caso serve como um alerta sobre a necessidade de maior controle e conscientização sobre o que se armazena na nuvem.

Museu de Arte de Phoenix confirma violação de dados em 2025

O Museu de Arte de Phoenix, localizado no Arizona, confirmou que notificou um número não revelado de pessoas sobre uma violação de dados ocorrida em dezembro de 2025, que comprometeu nomes e números de Seguro Social. A violação foi identificada em 8 de dezembro de 2025, após o museu detectar acessos não autorizados em seus sistemas. O grupo cibercriminoso Rhysida assumiu a responsabilidade pelo ataque em 12 de fevereiro de 2026, exigindo um resgate de 10 bitcoins, equivalente a aproximadamente 667 mil dólares na época. O museu não confirmou a reivindicação do Rhysida e não se sabe quantas pessoas foram afetadas ou como os atacantes conseguiram acessar a rede. Como resposta, o museu está oferecendo monitoramento de crédito gratuito e seguro contra roubo de identidade aos afetados. O Rhysida, que opera um modelo de ransomware como serviço, foi responsável por 92 ataques em 2025, afetando organizações sem fins lucrativos, incluindo o Welthungerhilfe na Alemanha e o Hudson River Housing em Nova York. Os ataques de ransomware nos EUA aumentaram significativamente, com 708 incidentes confirmados em 2025, comprometendo quase 46 milhões de registros pessoais.

Annas Archive é condenado a indenizar Spotify em US 322 milhões

O Anna’s Archive, um repositório clandestino, foi condenado a pagar US$ 322 milhões ao Spotify e às gravadoras Universal Music Group, Warner Music Group e Sony Music Entertainment. A decisão judicial ocorreu após o vazamento de 86 milhões de faixas do Spotify, que foram disponibilizadas ilegalmente para download. O Spotify e as gravadoras processaram o Anna’s Archive por violação de direitos autorais, alegando que o acervo extraiu quase todas as gravações comerciais do mundo. O juiz Jed S. Rakoff considerou o Anna’s Archive culpado por violação direta de direitos autorais, quebra de contrato e violação da Lei de Direitos Autorais do Milênio Digital (DMCA). A multa será dividida entre os envolvidos, com o Spotify recebendo a maior parte. O caso destaca a crescente preocupação com a pirataria digital e a proteção dos direitos autorais na indústria musical, especialmente em um cenário onde vazamentos massivos de dados se tornaram comuns. A ausência de defesa por parte do Anna’s Archive durante o processo contribuiu para a gravidade da condenação.

Identidades Fantasmas A Nova Ameaça à Segurança na Nuvem

Em 2024, 68% das violações de segurança na nuvem foram atribuídas a contas de serviço comprometidas e chaves de API esquecidas, superando métodos tradicionais como phishing e senhas fracas. O artigo destaca que, para cada funcionário, existem de 40 a 50 credenciais automatizadas, como contas de serviço e tokens de API, que permanecem ativas mesmo após a saída de colaboradores ou o término de projetos. Essas identidades não humanas, frequentemente não monitoradas, representam uma porta aberta para atacantes, que podem explorar essas credenciais para movimentação lateral em ambientes corporativos. O tempo médio de permanência de intrusões é alarmante, ultrapassando 200 dias. O artigo sugere que as soluções tradicionais de gerenciamento de identidade (IAM) não são suficientes, pois focam em pessoas e ignoram máquinas. Um webinar é oferecido para ensinar como descobrir e eliminar essas ‘Identidades Fantasmas’, além de apresentar um checklist de limpeza de identidade. A proposta é fornecer um guia prático para que as equipes de segurança possam agir rapidamente e evitar que credenciais não gerenciadas comprometam dados sensíveis.

Grupo ShinyHunters vaza dados de 13,5 milhões de contas da McGraw Hill

O grupo de extorsão ShinyHunters vazou dados de 13,5 milhões de contas de usuários da McGraw Hill, uma editora educacional global com receita anual de US$ 2,2 bilhões. O incidente ocorreu após uma violação no ambiente Salesforce da empresa, onde os atacantes exploraram uma configuração inadequada. A McGraw Hill confirmou a violação, mas assegurou que os dados internos e sistemas não foram afetados. O vazamento inclui informações pessoais, como nomes, endereços físicos, números de telefone e e-mails, que podem ser utilizados em ataques de phishing direcionados. O serviço de notificação de vazamentos Have I Been Pwned indicou que mais de 100GB de arquivos foram expostos, com dados de 13,5 milhões de contas. Além disso, o grupo ShinyHunters também está envolvido em vazamentos de dados de outras empresas, como a Rockstar Games. Este incidente destaca a vulnerabilidade de grandes organizações a ataques cibernéticos e a importância de uma configuração adequada de sistemas de segurança.

Hospital nos EUA confirma vazamento de dados de 337 mil pessoas

O Cookeville Regional Medical Center (CRMC), localizado no Tennessee, confirmou que notificou 337.917 pessoas sobre um vazamento de dados ocorrido em julho de 2025, que comprometeu informações pessoais sensíveis, incluindo números de Seguro Social, dados financeiros e informações médicas. O incidente foi resultado de um ataque de ransomware, que interrompeu os sistemas de computação do hospital. O grupo cibercriminoso Rhysida reivindicou a responsabilidade pelo ataque e exigiu um resgate de 10 bitcoins, equivalente a aproximadamente 1,15 milhão de dólares na época. A investigação forense revelou que um terceiro não autorizado acessou a rede do hospital entre 11 e 14 de julho de 2025. Em resposta ao incidente, o CRMC está oferecendo um ano de proteção contra roubo de identidade aos afetados. O ataque destaca a crescente ameaça de ransomware no setor de saúde dos EUA, onde 134 ataques foram confirmados em 2025, comprometendo 11,7 milhões de registros. O CRMC é o oitavo maior vazamento em termos de registros afetados, evidenciando a gravidade da situação e a necessidade de medidas de segurança robustas.

Ataque hacker à Booking.com expõe dados sensíveis de usuários

A Booking.com confirmou que sofreu um ataque hacker em 13 de abril de 2026, resultando no vazamento de dados sensíveis de seus clientes. Informações como nomes, e-mails, telefones, endereços e detalhes de reservas foram acessadas por agentes não autorizados. Embora não haja indícios de que dados financeiros tenham sido comprometidos, a exposição de informações pessoais pode facilitar tentativas de fraudes, como phishing, onde criminosos podem se passar por funcionários de hotéis para enganar os usuários. A empresa alertou seus clientes para que fiquem atentos a contatos suspeitos que solicitem dados confidenciais fora de canais oficiais, especialmente aqueles que criam um senso de urgência. O incidente destaca a vulnerabilidade das plataformas de turismo digital, que lidam com grandes volumes de informações sensíveis, e ressalta a importância de medidas de segurança robustas, especialmente em períodos de alta demanda, como férias e festas de fim de ano.

McGraw-Hill confirma acesso não autorizado a dados internos

A empresa de educação McGraw-Hill confirmou que hackers exploraram uma configuração inadequada na plataforma Salesforce, resultando em acesso não autorizado a um conjunto limitado de dados internos. Em declaração ao BleepingComputer, a empresa afirmou que a violação não afetou suas contas do Salesforce, bancos de dados de clientes ou sistemas internos, e que os dados expostos são limitados e não sensíveis. A investigação, realizada com a ajuda de especialistas em cibersegurança, revelou que as informações não incluem números de Seguro Social, dados financeiros ou informações de estudantes. A McGraw-Hill tomou medidas imediatas para proteger as páginas afetadas e está colaborando com a Salesforce para reforçar as proteções. A situação se agrava com a ameaça do grupo de extorsão ShinyHunters, que afirma ter 45 milhões de registros do Salesforce com informações pessoais e ameaça divulgar os dados até 14 de abril, a menos que um resgate seja pago. Este incidente destaca a vulnerabilidade de organizações que utilizam plataformas amplamente adotadas, como a Salesforce, e a necessidade de vigilância contínua em relação a configurações de segurança.

Kraken enfrenta extorsão de grupo cibernético com ameaça de vazamento

A exchange de criptomoedas Kraken revelou que um grupo criminoso está tentando extorquir a empresa, ameaçando divulgar vídeos que mostram sistemas internos que contêm dados de clientes. O Chief Security Officer da Kraken, Nick Percoco, afirmou que o incidente não comprometeu os fundos dos clientes e envolveu uma ameaça interna, com dois casos de acesso inadequado a dados limitados de clientes por funcionários de suporte. A empresa não pretende pagar ou negociar com os extorsionários. A Kraken, que opera em 190 países, iniciou uma investigação após receber uma dica sobre um vídeo que demonstrava acesso aos sistemas de suporte ao cliente. A investigação revelou que um funcionário de suporte foi recrutado pelo grupo criminoso. Embora cerca de 2.000 contas tenham sido afetadas, o acesso exposto se limitou a dados de suporte ao cliente. A Kraken está colaborando com as autoridades federais para processar os envolvidos e reforçou suas medidas de segurança. Este incidente destaca a crescente preocupação com ameaças internas e recrutamento malicioso, um problema que afeta não apenas a Kraken, mas também outras exchanges de criptomoedas, como evidenciado pelo caso da Coinbase, que sofreu um vazamento de dados após suborno de funcionários de uma agência de suporte.

Rockstar Games sofre vazamento de dados após incidente na Anodot

A Rockstar Games confirmou ter sido alvo de um vazamento de dados, relacionado a um incidente de segurança na Anodot, uma empresa de detecção de anomalias de dados. O grupo de extorsão ShinyHunters divulgou informações roubadas, alegando que mais de 78,6 milhões de registros foram comprometidos. Os dados vazados incluem métricas internas de análise, informações sobre receitas de jogos e comportamento dos jogadores, além de dados de suporte ao cliente. A Rockstar afirmou que a quantidade de informações acessadas é limitada e que não houve impacto significativo em suas operações ou para os jogadores. O incidente é parte de uma campanha maior de roubo de dados, onde os atacantes utilizaram tokens de autenticação roubados para acessar dados armazenados em ambientes Snowflake, S3 e Amazon Kinesis. A empresa Snowflake já havia detectado atividades incomuns em algumas contas de clientes e tomou medidas para proteger os dados. Este incidente ressalta a vulnerabilidade de integrações de terceiros e a importância de uma segurança robusta em ambientes de nuvem.

Hackers acessam dados de 1 milhão de clientes da Basic-Fit na Europa

A Basic-Fit, uma das maiores redes de academias da Europa, sofreu uma violação de segurança que comprometeu informações pessoais de aproximadamente um milhão de seus clientes. A empresa, que opera mais de 1.700 clubes em 12 países, incluindo Países Baixos, Bélgica, França, Espanha e Alemanha, confirmou que os dados acessados incluem endereços físicos, e-mails, números de telefone, datas de nascimento e detalhes bancários. A empresa notificou a autoridade de proteção de dados e afirmou que o acesso não autorizado foi detectado rapidamente, sendo contido em minutos. No entanto, uma investigação revelou que os dados foram extraídos antes da contenção. A Basic-Fit assegurou que os dados dos clientes das franquias não foram expostos, pois estão armazenados em sistemas separados. A empresa também destacou que não houve acesso a documentos de identificação ou senhas de contas. Embora a investigação não tenha encontrado evidências de que os dados tenham sido vazados online, a Basic-Fit continuará monitorando a situação com a ajuda de especialistas externos. Este incidente levanta preocupações sobre a segurança de dados e a conformidade com a legislação de proteção de dados na União Europeia.

LinkedIn é processado por coleta de dados sem consentimento

O LinkedIn enfrenta duas ações judiciais coletivas na Califórnia, acusando a plataforma de coletar dados de usuários sem consentimento através da varredura de extensões de navegadores. Segundo um relatório da associação Fairlinked e.V., a rede social teria utilizado um arquivo JavaScript para escanear mais de 6 mil extensões no Chrome, coletando informações sensíveis como resolução de tela, fuso horário e configurações de idioma. O LinkedIn, por sua vez, refutou as alegações, classificando-as como exageradas e distorcidas, e afirmou que a verificação de extensões é uma prática para proteger a privacidade dos usuários e garantir a estabilidade do site. As ações judiciais exigem que a plataforma pague indenizações e interrompa a coleta de dados. Uma das ações foca na possível violação de leis de privacidade, enquanto a outra questiona a conduta da empresa em relação ao escaneamento silencioso. O caso levanta preocupações sobre a privacidade dos usuários e a conformidade com legislações como a LGPD no Brasil.

Vazamento de dados da Figure expõe 967 mil registros de e-mail

Em fevereiro de 2026, a empresa de serviços financeiros Figure sofreu uma violação de dados que expôs cerca de 967.200 registros de e-mail. O incidente não envolveu exploração de vulnerabilidades, mas sim a exposição direta de dados, permitindo que adversários realizassem ataques como credential stuffing e phishing direcionado. Os atacantes podem usar os e-mails expostos para testar combinações de senhas em portais corporativos, resultando em uma taxa de sucesso de 2 a 3%, o que poderia significar até 29.000 credenciais válidas. Além disso, ferramentas de inteligência artificial permitem a criação rápida de campanhas de phishing personalizadas, aumentando a eficácia dos ataques. A análise destaca que a autenticação multifator (MFA) tradicional não é suficiente para interromper esses fluxos de ataque, pois os adversários podem usar técnicas como relay de phishing, onde as credenciais são capturadas em tempo real. O artigo enfatiza a necessidade de uma arquitetura de autenticação mais robusta, que inclua verificação biométrica e chaves privadas de hardware, para garantir que o usuário autorizado esteja presente no momento da autenticação. Com a crescente preocupação sobre a segurança de dados e a conformidade com a LGPD, as organizações precisam reavaliar suas estratégias de autenticação para proteger informações sensíveis.

Ataque cibernético rouba US 3,665 milhões da Bitcoin Depot

A Bitcoin Depot, que opera uma das maiores redes de caixas eletrônicos de Bitcoin, sofreu um ataque cibernético que resultou no roubo de aproximadamente 50,903 Bitcoins, avaliados em cerca de US$ 3,665 milhões. O incidente foi descoberto em 23 de março de 2026, quando a empresa detectou atividades suspeitas em seus sistemas de TI. Apesar de ter ativado rapidamente seus protocolos de resposta a incidentes e notificado as autoridades, os atacantes conseguiram roubar credenciais de contas de liquidação de ativos digitais antes que o acesso fosse bloqueado. A empresa afirmou que o incidente foi contido ao seu ambiente corporativo e não afetou as plataformas ou dados dos clientes. Embora a Bitcoin Depot tenha cobertura de seguro para ataques cibernéticos, a empresa alertou que isso pode não cobrir todas as perdas resultantes do ataque. Este não é o primeiro incidente de segurança da empresa; em 2024, quase 26,000 pessoas foram notificadas sobre um vazamento de dados que expôs informações pessoais. O ataque à Bitcoin Depot destaca a crescente vulnerabilidade das empresas no setor de criptomoedas e a necessidade de medidas de segurança robustas.

Eurail sofre vazamento de dados de mais de 300 mil usuários

A Eurail B.V., operadora de viagens europeia, anunciou que um ataque cibernético ocorrido em dezembro de 2025 resultou no roubo de informações pessoais de mais de 300 mil indivíduos. A empresa, que oferece passes digitais para viagens de trem em 33 ferrovias nacionais, revelou que os atacantes acessaram dados sensíveis, incluindo nomes completos, detalhes de passaporte, números de identificação, IBANs de contas bancárias, informações de saúde e dados de contato. O incidente foi divulgado em fevereiro de 2026, quando a Eurail confirmou que os hackers publicaram uma amostra dos dados roubados no Telegram e estavam tentando vendê-los na dark web. A empresa alertou os clientes sobre possíveis ataques de phishing e recomendou a atualização de senhas e o monitoramento de atividades bancárias. Embora a Eurail tenha afirmado que não armazenava informações financeiras ou cópias de passaporte nos sistemas comprometidos, a Comissão Europeia emitiu um alerta sobre a possível exposição de dados de saúde de jovens que receberam passes através do programa DiscoverEU. O incidente destaca a vulnerabilidade de sistemas que lidam com informações pessoais e a necessidade de vigilância constante contra ameaças cibernéticas.

Ataques de roubo de dados afetam empresas após violação de SaaS

Mais de uma dúzia de empresas foram alvo de ataques de roubo de dados após a violação de um provedor de integração SaaS, resultando no roubo de tokens de autenticação. A maioria dos ataques visou a plataforma de dados em nuvem Snowflake, que confirmou a atividade incomum em algumas contas de clientes. A empresa tomou medidas imediatas, bloqueando contas potencialmente afetadas e notificando os clientes. Embora a Snowflake tenha afirmado que não houve comprometimento de seus sistemas, os ataques estão ligados a um incidente de segurança na Anodot, uma empresa de detecção de anomalias de dados. O grupo de extorsão ShinyHunters reivindicou a responsabilidade pelos ataques, alegando ter acesso a dados de várias empresas e tentando roubar informações da Salesforce, mas foi detectado antes de conseguir. O Google também está monitorando a situação, mas não divulgou mais informações. Este incidente destaca a vulnerabilidade das integrações de terceiros e a necessidade de vigilância contínua em relação a acessos não autorizados.

Grupo Heart South confirma vazamento de dados de 46 mil pessoas

O Heart South Cardiovascular Group, um hospital localizado no Alabama, confirmou que notificou 46.666 pessoas sobre um vazamento de dados ocorrido em novembro de 2025. Este é o segundo incidente de segurança em dois anos para a instituição. Embora o hospital não tenha especificado quais dados foram comprometidos, o grupo cibercriminoso Rhysida reivindicou a responsabilidade pelo ataque, exigindo um resgate de seis bitcoins, equivalente a cerca de 630 mil dólares na época. Para corroborar sua reivindicação, Rhysida publicou amostras de documentos que supostamente foram roubados, incluindo escaneamentos de documentos de identidade e registros médicos. O Heart South, por sua vez, afirmou que não encontrou evidências de acesso não autorizado à sua rede, mas confirmou que uma quantidade limitada de dados foi postada na dark web. A instituição está oferecendo monitoramento de crédito gratuito e restauração de identidade para as vítimas do vazamento. O ataque de novembro de 2025 segue um incidente anterior em maio de 2024, que também resultou na exposição de dados pessoais de mais de 20 mil pessoas. Os ataques de ransomware, como os realizados pelo Rhysida, têm se tornado cada vez mais comuns no setor de saúde, com um número crescente de instituições sendo alvo de extorsões.

Credenciais roubadas uma prioridade de segurança em 2026

Em 2026, o roubo de credenciais se destaca como uma das principais preocupações em cibersegurança. Um estudo recente revelou que 85% das organizações consideram esse risco elevado, com 62% o colocando entre suas três principais prioridades de segurança. No entanto, muitas empresas ainda adotam soluções superficiais, como a autenticação multifator (MFA) e ferramentas genéricas, sem perceber que essas medidas não protegem adequadamente contra acessos não autorizados, especialmente quando os funcionários utilizam dispositivos não gerenciados para acessar serviços críticos. O custo médio de uma violação de dados envolvendo credenciais comprometidas pode variar entre 4,81 e 4,88 milhões de dólares, evidenciando a gravidade da situação. Além disso, em 2025, foram identificadas 4,17 bilhões de credenciais comprometidas, o que torna a simples monitoração de violações insuficiente. A pesquisa aponta que apenas 32% das empresas utilizam soluções dedicadas para monitoramento de credenciais, enquanto 60% realizam verificações de credenciais expostas raramente ou nunca. Para enfrentar essa ameaça, é necessário um programa de monitoramento de violações mais robusto, que inclua automação e integração com ferramentas de segurança existentes, permitindo uma resposta mais eficaz a incidentes.

Relatório alerta sobre coleta de dados pelo LinkedIn via JavaScript

Um novo relatório chamado ‘BrowserGate’ revela que o LinkedIn, da Microsoft, utiliza scripts JavaScript ocultos em seu site para escanear os navegadores dos visitantes em busca de extensões instaladas e coletar dados dos dispositivos. Segundo a Fairlinked e.V., uma associação de usuários comerciais do LinkedIn, esses scripts verificam mais de 6.000 extensões, ligando os resultados a perfis de usuários identificáveis. O relatório afirma que essa prática permite à plataforma coletar informações sensíveis, como listas de clientes de empresas que utilizam ferramentas concorrentes, como Apollo e Lusha. O LinkedIn, por sua vez, defende que a detecção de extensões é uma medida de segurança para proteger seus usuários e a integridade da plataforma, alegando que as informações coletadas são usadas para identificar extensões que violam seus termos de serviço. Apesar das negações do LinkedIn, a prática de ‘fingerprinting’ é uma preocupação crescente, pois pode permitir o rastreamento de usuários em diferentes sites. O artigo destaca que essa situação não é única do LinkedIn, citando casos anteriores de empresas que também utilizaram técnicas semelhantes para proteger suas plataformas.

Hims Hers Health sofre violação de dados em plataforma de atendimento

A empresa americana Hims & Hers Health, especializada em telemedicina, alertou sobre uma violação de dados após o roubo de tickets de suporte de uma plataforma de atendimento ao cliente de terceiros. O incidente ocorreu entre 4 e 7 de fevereiro de 2026, quando hackers acessaram tickets que, em alguns casos, continham informações pessoais dos usuários, como nomes e contatos. A empresa garantiu que registros médicos e comunicações com médicos não foram comprometidos. A investigação revelou que o grupo de extorsão ShinyHunters foi responsável pelo ataque, que envolveu a exploração de contas do Okta SSO para acessar serviços de armazenamento em nuvem e plataformas SaaS. Em resposta, a Hims & Hers está oferecendo 12 meses de monitoramento de crédito gratuito aos indivíduos afetados e recomenda que os clientes permaneçam vigilantes contra comunicações não solicitadas que possam conter tentativas de phishing. Este incidente se junta a outros casos recentes de violação de dados que afetaram plataformas como Zendesk, destacando a vulnerabilidade de sistemas de suporte ao cliente.

BrowserGate LinkedIn coleta dados de usuários sem consentimento

Um novo relatório intitulado ‘BrowserGate’ revela que o LinkedIn, plataforma da Microsoft, utiliza scripts JavaScript ocultos para escanear os navegadores dos visitantes em busca de extensões instaladas e coletar dados dos dispositivos. Segundo a Fairlinked e.V., uma associação de usuários comerciais do LinkedIn, a plataforma injeta JavaScript nas sessões dos usuários para verificar mais de 6.000 extensões, ligando os resultados a perfis identificáveis. O relatório afirma que essa prática permite a coleta de informações pessoais e corporativas sensíveis, uma vez que as contas do LinkedIn estão atreladas a identidades reais e funções profissionais. O LinkedIn, por sua vez, nega as alegações, afirmando que a detecção de extensões é uma medida de proteção contra práticas que violam seus termos de serviço. A empresa argumenta que a coleta de dados é utilizada para manter a integridade da plataforma, e não para inferir informações sensíveis sobre os usuários. Apesar disso, a prática de ‘fingerprinting’ levanta preocupações sobre a privacidade e o uso indevido de dados, especialmente em um contexto onde a conformidade com a LGPD é crucial.

Hims e Hers revelam ataque cibernético sistema de suporte hackeado

A empresa de telemedicina Hims & Hers confirmou um ataque cibernético que resultou no acesso não autorizado a informações pessoais de clientes. O incidente foi detectado em 5 de fevereiro de 2026, após uma intrusão que ocorreu entre 4 e 7 de fevereiro. Durante a investigação, a empresa identificou que um número limitado de tickets de atendimento ao cliente foi acessado, contendo dados pessoais como nomes e informações de contato. Importante ressaltar que os registros médicos dos clientes e as comunicações com prestadores de saúde não foram afetados. A Hims & Hers está revisando suas políticas de segurança e notificou as autoridades competentes. Embora o número exato de indivíduos afetados não tenha sido divulgado, a empresa se comprometeu a oferecer monitoramento de crédito e serviços de restauração de identidade por um ano. Até o momento, não há informações sobre os responsáveis pelo ataque, e os dados não foram encontrados em circulação na internet. A empresa também não revelou como a violação ocorreu, mas a natureza dos dados comprometidos pode ser atrativa para criminosos, especialmente em casos de phishing e roubo de identidade.

Grupo TeamPCP é responsável por ataque à nuvem da Comissão Europeia

O CERT-EU, serviço de cibersegurança da União Europeia, atribuiu o recente ataque à nuvem da Comissão Europeia ao grupo de ameaças TeamPCP. O incidente, que foi revelado publicamente em 27 de março, expôs dados de pelo menos 29 entidades da União Europeia. A Comissão notificou o CERT-EU sobre a violação dois dias antes, após detectar que o seu Centro de Operações de Cibersegurança não havia sido alertado sobre o uso indevido de API ou tráfego de rede anômalo até 24 de março, cinco dias após a intrusão inicial. O ataque ocorreu em 10 de março, quando o TeamPCP utilizou uma chave de API da Amazon Web Services (AWS) comprometida, obtida em um ataque à cadeia de suprimentos, para acessar o ambiente de nuvem da Comissão. Após a violação, o grupo usou a ferramenta TruffleHog para buscar credenciais adicionais e criou uma nova chave de acesso para evitar detecção. Dados pessoais, incluindo nomes e endereços de e-mail, foram expostos, e um conjunto de dados de 90 GB foi publicado no dark web pelo grupo de extorsão ShinyHunters. O CERT-EU confirmou que a violação pode afetar até 71 clientes do serviço de hospedagem da Europa, incluindo 42 clientes internos da Comissão. Embora não tenha havido interrupções nos serviços, a análise dos dados exfiltrados está em andamento e as autoridades de proteção de dados foram notificadas.

Check City confirma vazamento de dados que afeta 322 mil pessoas

A Check City Partnership notificou 322.687 pessoas sobre um vazamento de dados ocorrido em março de 2025, que comprometeu informações pessoais sensíveis, incluindo números de Seguro Social, documentos de identidade emitidos pelo governo, números de contas financeiras e dados de cartões de crédito. O grupo cibercriminoso Clop reivindicou a responsabilidade pelo ataque, publicando amostras de documentos supostamente roubados. Embora a Check City tenha reconhecido uma interrupção na rede em abril de 2025, não confirmou se pagou um resgate ou como os atacantes conseguiram acessar seu sistema. Para mitigar os danos, a empresa está oferecendo monitoramento de crédito gratuito e serviços de restauração de identidade aos afetados. O Clop, conhecido por explorar vulnerabilidades de software, já realizou 457 ataques de ransomware, sendo este o segundo maior ataque registrado por eles até agora. Em 2025, foram contabilizados 59 ataques confirmados a empresas financeiras nos EUA, comprometendo mais de 1,1 milhão de registros pessoais. O ataque à Check City destaca a crescente ameaça de ransomware no setor financeiro e a necessidade de vigilância contínua contra tais incidentes.

Loja de armas no Texas notifica vazamento de dados de 21 mil clientes

A loja de armas Mister Guns, localizada em Plano, Texas, está notificando 21.225 pessoas sobre um vazamento de dados ocorrido em novembro de 2025, após um ataque cibernético realizado pelo grupo de ransomware Securotrop. O ataque resultou na extração de 290 GB de dados sensíveis, incluindo números de seguridade social, datas de nascimento, números de carteira de motorista, licenças de porte de arma e passaportes. Embora a notificação da loja afirme que não há evidências de uso indevido das informações, não foram oferecidos serviços de monitoramento de crédito gratuitos, uma prática comum em casos de vazamento de dados. O grupo Securotrop, que opera sob um modelo de Ransomware-as-a-Service (RaaS), já adicionou a Mister Guns ao seu site de vazamento de dados, mas a loja não confirmou se um resgate foi exigido ou pago. Este incidente é o terceiro maior ataque de ransomware a um varejista nos EUA em 2025, destacando a crescente ameaça de ataques cibernéticos no setor de varejo, que já registrou 31 ataques confirmados este ano, afetando mais de 765 mil registros. A situação levanta preocupações sobre a segurança de dados e a necessidade de medidas de proteção mais robustas para evitar tais incidentes.

Aplicativo de namoro é acusado de compartilhar 3 milhões de fotos

O aplicativo de relacionamento OkCupid está no centro de uma controvérsia após ser acusado de compartilhar aproximadamente 3 milhões de fotos de usuários com a empresa de reconhecimento facial Clarifai, sem o consentimento dos usuários. A Comissão Federal de Comércio dos EUA (FTC) revelou que, além das fotos, o OkCupid também forneceu dados de localização e outras informações pessoais. O Match Group, que opera o OkCupid, não negou nem confirmou as alegações, mas concordou em uma proibição permanente sobre a manipulação da forma como os dados dos usuários são utilizados. Essa situação levanta preocupações sobre a transparência e a privacidade dos dados, especialmente considerando que a Clarifai fornece tecnologia de reconhecimento facial para setores militares e governamentais. A FTC criticou o OkCupid por violar sua própria política de privacidade, que proíbe o compartilhamento de dados sem aviso prévio e a oportunidade de optar por não compartilhar. A investigação da FTC sugere que o OkCupid tem ocultado essas práticas desde 2014, o que agrava a situação em termos de conformidade e confiança do usuário.

Pesquisadores encontram milhares de chaves de API expostas em sites

Uma pesquisa realizada por acadêmicos da Universidade de Stanford, UC Davis e TU Delft revelou que cerca de 1.748 credenciais de API sensíveis estão expostas em aproximadamente 10.000 páginas da web, após a análise de 10 milhões de sites. Essas credenciais, que incluem chaves de acesso a plataformas de nuvem e serviços de pagamento, foram encontradas em códigos de sites públicos, destacando uma falha significativa na segurança. A maioria das chaves expostas estava em arquivos JavaScript, com 84% das credenciais identificadas nesse formato. O estudo sugere que a falta de controles rigorosos durante o desenvolvimento de software é uma das principais causas dessa exposição. Além disso, as credenciais podem permitir acesso direto a bancos de dados e sistemas críticos, aumentando o risco de manipulação de software e acesso não autorizado a dados sensíveis. Os pesquisadores alertam que a quantidade de credenciais expostas pode ser ainda maior do que a identificada, uma vez que a verificação foi limitada a um conjunto específico de provedores de serviços. Após a divulgação do problema, a quantidade de chaves expostas caiu pela metade em duas semanas, indicando a necessidade urgente de monitoramento e revisão de processos de segurança por parte dos desenvolvedores.

Spotify e gravadoras processam Annas Archive por US 322 milhões

O Spotify, junto com as gravadoras Universal Music Group, Sony Music Entertainment e Warner Music Group, está processando o site Anna’s Archive por um total de US$ 322 milhões. O processo é resultado do vazamento de 86 milhões de músicas do catálogo do Spotify, que foram disponibilizadas para download ilegal através de protocolos torrent. As empresas alegam que o Anna’s Archive ignorou uma liminar que proibia o compartilhamento das faixas. Embora o site tenha removido algumas músicas após a pressão legal, a ausência de representantes do Anna’s Archive na audiência judicial levou as gravadoras a solicitar uma indenização por revelia. O pedido inclui US$ 150 mil por cerca de 50 músicas copiadas e uma ação adicional do Spotify por violação da Digital Millennium Copyright Act (DMCA), que busca US$ 2.500 por cada uma das 120 mil faixas clonadas. O caso destaca a crescente preocupação da indústria musical com a pirataria digital e a proteção dos direitos autorais na era do streaming.

Vazamento de código do assistente de IA Claude Code da Anthropic

A Anthropic confirmou que um erro humano resultou na liberação acidental do código interno de seu assistente de codificação, Claude Code. Embora não tenha havido exposição de dados sensíveis de clientes, a falha permitiu que o código-fonte, que inclui quase 2.000 arquivos TypeScript e mais de 512.000 linhas de código, fosse acessado publicamente. O vazamento foi identificado após o lançamento da versão 2.1.88 do pacote npm do Claude Code, que continha um arquivo de mapa de origem. O pesquisador de segurança Chaofan Shou foi o primeiro a alertar sobre o incidente, que rapidamente ganhou atenção nas redes sociais. O código vazado fornece informações valiosas sobre a arquitetura de memória do modelo e suas funcionalidades, como um sistema de ferramentas para execução de comandos e um modo de operação em segundo plano chamado KAIROS. Além disso, o incidente expôs riscos adicionais, como a possibilidade de ataques de typosquatting em pacotes npm relacionados. A Anthropic já está implementando medidas para evitar que erros semelhantes ocorram no futuro, mas o incidente destaca a vulnerabilidade de sistemas de IA a ataques e exploração de suas falhas.

Anthropic vaza código-fonte do Claude Code, mas sem dados de clientes

A Anthropic, empresa de inteligência artificial, confirmou um vazamento acidental do código-fonte do Claude Code, uma ferramenta de programação que até então era de código fechado. O incidente ocorreu quando a versão 2.1.88 foi publicada brevemente no NPM, incluindo um arquivo de mapeamento de código fonte (cli.js.map) de 60 MB, que continha aproximadamente 1.900 arquivos e 500.000 linhas de código. Apesar do vazamento, a empresa assegurou que não houve exposição de dados pessoais ou credenciais de clientes, atribuindo o erro a uma falha humana e não a uma violação de segurança. O código vazado revelou novas funcionalidades, como um modo proativo que permite ao Claude programar continuamente e um modo ‘Dream’ que desenvolve ideias enquanto o usuário está ausente. Além disso, a Anthropic está enfrentando críticas de usuários que relataram limites de uso reduzidos, o que a empresa está investigando. O vazamento do código já gerou interesse entre desenvolvedores, que começaram a analisar as novas funcionalidades disponíveis no código exposto. A Anthropic está tomando medidas para remover o código vazado de plataformas como o GitHub, enviando notificações de infração de direitos autorais (DMCA).

Cisco sofre ataque cibernético após violação de credenciais

A Cisco foi alvo de um ataque cibernético que resultou no roubo de código-fonte de seus produtos e de clientes, após a exploração de credenciais roubadas em um ataque à cadeia de suprimentos do Trivy. Os atacantes utilizaram um plugin malicioso do GitHub Action, comprometendo o ambiente de desenvolvimento interno da empresa. A violação afetou diversas estações de trabalho e sistemas de desenvolvimento, levando à clonagem de mais de 300 repositórios do GitHub, incluindo códigos de produtos de inteligência artificial. Embora a Cisco tenha contido a violação e isolado os sistemas afetados, a empresa está se preparando para as consequências de ataques subsequentes relacionados ao LiteLLM e Checkmarx. Além disso, chaves da AWS foram roubadas e utilizadas para atividades não autorizadas em algumas contas da Cisco. O ataque está vinculado ao grupo de ameaças TeamPCP, que já havia realizado ataques semelhantes em plataformas de desenvolvimento de código. A Cisco ainda não respondeu a solicitações de comentários sobre o incidente.

Ministério das Finanças da Holanda investiga ataque cibernético

O Ministério das Finanças da Holanda desativou alguns de seus sistemas, incluindo o portal digital de tesouraria, após detectar um ataque cibernético em 19 de março. Embora a violação de segurança tenha afetado alguns funcionários, não foram divulgados detalhes sobre o número de pessoas impactadas ou se dados sensíveis foram roubados. O ministro Eelco Heinen informou que a interrupção afetou cerca de 1.600 instituições públicas, impossibilitando-as de acessar seus saldos de contas online e realizar operações financeiras através do portal. No entanto, os participantes ainda têm acesso total aos seus fundos e os pagamentos continuam normalmente por canais bancários regulares. A investigação está sendo conduzida com o apoio do Centro Nacional de Segurança Cibernética da Holanda e especialistas forenses externos. O ministério também notificou a Autoridade de Proteção de Dados da Holanda e registrou um boletim de ocorrência com a polícia nacional. O impacto do incidente é significativo, pois envolve instituições governamentais e pode afetar a confiança pública na segurança dos sistemas digitais do governo.

Incidente de violação de dados na CareCloud afeta registros de saúde

A CareCloud, uma empresa de tecnologia da informação em saúde baseada em Nova Jersey, revelou um incidente de violação de dados que resultou na exposição de informações sensíveis e na interrupção de sua rede por cerca de oito horas. O ataque ocorreu em 16 de março de 2026, quando hackers acessaram a infraestrutura de TI da empresa, impactando parcialmente a funcionalidade e o acesso a um dos seis ambientes de registros eletrônicos de saúde (EHR) da CareCloud. Após a detecção da intrusão, a empresa notificou sua seguradora de cibersegurança e contratou uma equipe de consultoria de resposta a incidentes para investigar a situação e fortalecer suas medidas de segurança. Embora o acesso não autorizado tenha sido limitado, a CareCloud confirmou que registros de saúde de pacientes foram comprometidos. A investigação está em andamento para determinar a extensão dos dados acessados. A empresa assegurou que não houve impacto em outras plataformas e que todos os sistemas afetados foram totalmente restaurados. Até o momento, não foi identificado um grupo de ransomware responsável pelo ataque.

Crescimento acelerado de vazamentos de segredos em 2025

O relatório State of Secrets Sprawl 2026 da GitGuardian revela um aumento alarmante de 34% nos segredos codificados expostos em 2025, totalizando 29 milhões de novos vazamentos. Este crescimento é impulsionado pela adoção de serviços de inteligência artificial (IA), que geraram 81% mais vazamentos em comparação ao ano anterior. A pesquisa destaca que repositórios internos são seis vezes mais propensos a vazamentos do que os públicos, com 32,2% dos repositórios internos contendo segredos críticos. Além disso, 28% dos vazamentos ocorreram fora do código, em ferramentas de colaboração como Slack e Jira, onde os segredos são frequentemente mais críticos. O estudo também aponta que 64% dos segredos vazados em 2022 ainda permanecem válidos, evidenciando a falha na rotação e revogação de credenciais. A segurança deve evoluir para uma governança contínua de identidades não humanas, eliminando credenciais estáticas e adotando práticas de gerenciamento de segredos mais robustas. A situação exige que as equipes de segurança se adaptem rapidamente a um cenário em constante mudança, onde a superfície de ataque se expande com a integração de novas tecnologias.

Comissão Europeia confirma violação de dados em suas plataformas

A Comissão Europeia (CE) confirmou ter sido alvo de um ciberataque que resultou na perda de dados sensíveis. O incidente foi detectado em 24 de março de 2026, quando atacantes não identificados acessaram a infraestrutura em nuvem que hospeda o site Europa.eu. Embora a CE tenha afirmado ter respondido rapidamente e contido o risco, dados foram efetivamente extraídos. A CE está investigando o impacto total do incidente e notificando entidades da União Europeia que possam ter sido afetadas. A natureza dos dados roubados não foi especificada, mas a CE indicou que se tratam de informações organizacionais, não pessoais. Os atacantes teriam acessado uma conta da Amazon Web Services (AWS), resultando na extração de mais de 350 GB de dados. A CE implementou medidas adicionais de segurança para proteger seus serviços e dados, sem interromper o funcionamento do site.

Comissão Europeia confirma vazamento de dados após ataque cibernético

A Comissão Europeia confirmou um vazamento de dados após a invasão de sua plataforma web Europa.eu, atribuída ao grupo de extorsão ShinyHunters. O ataque afetou pelo menos uma conta da Comissão na Amazon Web Services (AWS), mas não causou interrupções nos sites da Europa. A Comissão está notificando entidades da União Europeia que possam ter sido impactadas e continua a investigar o alcance total do incidente. Os primeiros indícios sugerem que dados foram extraídos, incluindo bancos de dados e documentos confidenciais. O ShinyHunters alegou ter roubado mais de 350 GB de dados antes que seu acesso fosse bloqueado, e disponibilizou uma parte desse material em seu site de vazamentos na dark web. Este incidente ocorre em um contexto de crescente preocupação com a segurança cibernética na Europa, especialmente após a proposta de novas legislações para fortalecer a defesa contra grupos de cibercrime. A Comissão afirmou que seus sistemas internos não foram afetados e que medidas estão sendo tomadas para garantir a segurança de seus dados e sistemas.

Hackers iranianos invadem e-mail do diretor do FBI Kash Patel

O grupo de hackers Handala, associado ao Irã, comprometeu a conta de e-mail pessoal do diretor do FBI, Kash Patel, divulgando fotos e documentos. O FBI confirmou a violação, esclarecendo que os dados roubados eram antigos e não continham informações governamentais. Os hackers alegaram que a invasão foi uma retaliação à apreensão de domínios do Handala e à recompensa de até US$ 10 milhões oferecida pelo governo dos EUA por informações sobre seus membros. Eles publicaram provas da invasão, incluindo correspondências e arquivos pessoais de Patel, afirmando que toda a informação confidencial estava disponível para download público. O FBI, por sua vez, declarou que tomou medidas para mitigar os riscos associados a essa atividade. O grupo Handala, que já havia atacado a gigante de tecnologia médica Stryker, é conhecido por suas operações de hacktivismo em nome do Ministério da Inteligência e Segurança do Irã. A situação destaca a vulnerabilidade de figuras públicas e a necessidade de proteção robusta de dados pessoais, especialmente em um contexto onde a segurança cibernética é cada vez mais crítica.

Hackers iranianos invadem e-mails do diretor do FBI e vazam dados

Um grupo de hackers ligado ao Irã, conhecido como Handala Hack Team, invadiu a conta de e-mail pessoal de Kash Patel, diretor do FBI, e divulgou uma série de fotos e documentos na internet. O FBI confirmou que os e-mails de Patel foram alvo de ataque, mas assegurou que os dados vazados são de natureza histórica e não contêm informações governamentais. O Handala Hack é associado ao Ministério da Inteligência e Segurança do Irã e tem um histórico de ataques direcionados a provedores de serviços de TI, utilizando credenciais comprometidas para obter acesso inicial. Recentemente, o grupo também foi responsável por um ataque destrutivo à Stryker, uma empresa da Fortune 500, onde deletou dados e limpou dispositivos de funcionários. O ataque é considerado um marco na ameaça à cadeia de suprimentos, especialmente no setor de saúde. Em resposta a operações de combate ao cibercrime, o Handala Hack divulgou os e-mails de Patel, que incluem comunicações de 2010 a 2019. O governo dos EUA está oferecendo uma recompensa de 10 milhões de dólares por informações sobre os membros do grupo, que tem utilizado táticas de engenharia social e malware para atingir dissidentes e jornalistas. O FBI e a CISA emitiram orientações para reforçar a segurança de domínios do Windows e do Microsoft Intune, visando prevenir ataques semelhantes.

Comissão Europeia investiga violação de segurança em nuvem da Amazon

A Comissão Europeia está investigando uma violação de segurança após um ator de ameaça ter acessado sua infraestrutura de nuvem da Amazon. Embora o incidente ainda não tenha sido divulgado publicamente, fontes informaram que pelo menos uma conta utilizada para gerenciar a infraestrutura comprometida foi afetada. O ataque foi detectado rapidamente e a equipe de resposta a incidentes de cibersegurança da Comissão está em ação. O ator responsável pela violação alegou ter roubado mais de 350 GB de dados, incluindo múltiplos bancos de dados, e forneceu capturas de tela como prova de acesso a informações de funcionários da Comissão. Embora não tenha intenção de extorquir a Comissão, o ator planeja vazar os dados online posteriormente. Este incidente segue uma violação anterior em fevereiro, relacionada a um hack na plataforma de gerenciamento de dispositivos móveis da Comissão, que também afetou outras instituições europeias. As recentes brechas de segurança ocorrem em um contexto onde a Comissão propôs novas legislações de cibersegurança para fortalecer defesas contra atores estatais e grupos de cibercrime, destacando a crescente preocupação com a segurança das infraestruturas críticas na Europa.

Clube Ajax revela acesso não autorizado a dados de torcedores

O clube de futebol profissional holandês AFC Ajax, conhecido por sua história de sucesso, revelou que um hacker explorou vulnerabilidades em seus sistemas de TI, acessando dados de algumas centenas de pessoas. O incidente permitiu a transferência de ingressos comprados e a modificação de proibições de acesso ao estádio impostas a certos indivíduos. A descoberta das falhas de segurança foi feita pelo clube após jornalistas receberem informações do próprio hacker. Segundo a declaração do Ajax, apenas os endereços de e-mail de algumas centenas de pessoas foram visualizados, além de dados pessoais de menos de 20 indivíduos com proibição de acesso ao estádio. A investigação realizada por jornalistas confirmou que era possível transferir ingressos de forma rápida e acessar registros de proibições, além de obter acesso a dados de torcedores através de APIs. O clube contratou especialistas externos para determinar a extensão do incidente e já corrigiu as vulnerabilidades identificadas. A Autoridade de Proteção de Dados da Holanda e a polícia foram notificadas. Embora o hacker tenha agido de forma não maliciosa, a situação levanta preocupações sobre a segurança dos dados dos torcedores, que devem estar atentos a comunicações suspeitas.

Administração do fórum LeakBase é presa na Rússia por cibercrime

As autoridades russas prenderam o suposto administrador do fórum de cibercrime LeakBase, que operava desde 2021, permitindo a troca de bancos de dados pessoais roubados. O detido, residente de Taganrog, teve equipamentos técnicos e outros itens confiscados em sua residência. O LeakBase abrigava centenas de milhões de contas de usuários, informações bancárias, nomes de usuários e senhas, além de documentos corporativos obtidos por meio de hacking. Com mais de 147 mil usuários registrados, o fórum era um dos maiores centros de comércio de dados roubados e ferramentas de cibercrime do mundo, segundo o Departamento de Justiça dos EUA. A operação de desmantelamento do LeakBase ocorreu no início de março de 2026, e a plataforma foi substituída por um banner de apreensão, informando que todo o conteúdo foi preservado para fins de evidência. O administrador, conhecido por vários apelidos online, foi vinculado a um indivíduo de 33 anos, e a investigação continua em andamento.

Crunchyroll investiga violação de segurança que expôs dados de usuários

A Crunchyroll, plataforma de streaming de animes, está investigando uma possível violação de segurança que pode ter exposto dados pessoais de aproximadamente 6,8 milhões de usuários. Segundo informações do Bleeping Computer, um hacker alegou ter roubado 100 GB de dados, incluindo endereços de e-mail, nomes de login, endereços IP, localização geográfica e informações de suporte ao cliente. A empresa declarou estar ciente das alegações e está colaborando com especialistas em segurança cibernética para apurar os fatos. A suspeita inicial é de que a invasão esteja relacionada a um fornecedor terceirizado que presta serviços de atendimento ao cliente. A Crunchyroll tomou conhecimento da violação através de uma conta no X (antigo Twitter), que recebeu uma notificação do hacker, incluindo uma captura de tela como prova do acesso aos sistemas. O ataque pode ter sido facilitado por um malware instalado por um funcionário da Telus, parceira de suporte da Crunchyroll. A investigação ainda está em andamento e mais detalhes não foram divulgados até o momento.

Crunchyroll investiga vazamento de dados de 6,8 milhões de usuários

A Crunchyroll, plataforma de streaming de anime, confirmou ter sido alvo de um ciberataque que resultou no roubo de dados de aproximadamente 6,8 milhões de usuários. O ataque foi realizado por um grupo de hackers que acessou a conta Okta de um agente de suporte, que trabalhava para a Telus International, uma empresa de terceirização. Durante 24 horas, os hackers conseguiram extrair cerca de 8 milhões de tickets de suporte, que incluíam endereços de e-mail, nomes de usuários, endereços IP e informações geográficas. Embora os dados de pagamento não tenham sido diretamente comprometidos, informações sensíveis dos usuários foram expostas. A Crunchyroll está colaborando com especialistas em cibersegurança para investigar o incidente e monitorar a situação. O atacante exigiu um resgate de US$ 5 milhões para não divulgar os dados roubados, mas a empresa não respondeu à demanda. A investigação está em andamento, e a Crunchyroll acredita que o acesso aos sistemas foi limitado ao incidente com o fornecedor terceirizado.

Prefeitura de Caieiras pode ter vazado 300 mil dados de cidadãos

A Prefeitura Municipal de Caieiras, localizada no estado de São Paulo, pode ter sido alvo de um ataque cibernético que resultou no vazamento de mais de 300 mil registros sensíveis de cidadãos. De acordo com informações divulgadas, a violação de segurança comprometeu os sistemas internos da administração, que gerencia serviços essenciais da cidade. Os dados expostos incluem nomes completos, datas de nascimento, CPFs, RGs, endereços de e-mail, números de telefone, registros médicos, localização e imagens. O material coletado está sendo comercializado em fóruns da dark web, o que representa um risco significativo para os cidadãos afetados. Para se proteger, recomenda-se que os usuários verifiquem se seus dados foram comprometidos utilizando ferramentas como o site Have I Been Pwned, além de realizar uma higiene digital, trocando senhas e revisando configurações de e-mail. O incidente destaca a crescente preocupação com a segurança de dados pessoais e a necessidade de medidas preventivas eficazes.

AstraZeneca pode ter sofrido grave vazamento de dados

A AstraZeneca, fabricante de vacinas contra a covid-19, pode ter sido alvo de um grave vazamento de dados, conforme reportado pelo Daily Dark Web. O grupo hacker LAPSUS$ assumiu a responsabilidade pelo ataque, que resultou no roubo de aproximadamente 3 GB de dados internos da empresa. Os criminosos divulgaram a invasão em um fórum clandestino, onde pretendem vender os dados roubados, marcando uma mudança em sua abordagem, que anteriormente se concentrava em extorsão pública.