Vazamento

Coupang é multada em R 409 milhões após vazamento de dados de 37 milhões

A Comissão de Proteção de Informações Pessoais da Coreia do Sul (PIPC) impôs uma multa recorde de 624,6 bilhões de won (cerca de R$ 409 milhões) à Coupang, gigante do e-commerce, após um vazamento de dados que afetou mais de 37 milhões de clientes. A subsidiária Coupang Fulfillment Service também foi multada em 248 milhões de won por coleta e uso indevido de dados pessoais. A investigação revelou falhas graves nas práticas de segurança da empresa, incluindo gestão inadequada de chaves de autenticação e controles de acesso. Além disso, a PIPC identificou violações nas obrigações de destruição de dados e notificação de vazamentos, além de interferência na atuação do encarregado de proteção de dados da Coupang. O vazamento, um dos piores da história sul-coreana, ocorreu em junho, mas foi descoberto apenas em novembro. O principal suspeito é um ex-funcionário da área de TI, que tentou destruir evidências. A Coupang anunciou planos de compensar os clientes afetados com vouchers de compra em 2026. Este incidente destaca a importância de práticas robustas de segurança da informação, especialmente em empresas que lidam com grandes volumes de dados pessoais.

Grupo de hackers acessa sistema de registros da Universidade de Nottingham

A Universidade de Nottingham confirmou que um grupo de hackers teve acesso ao seu sistema de registros de alunos, afetando tanto estudantes atuais quanto ex-alunos. O incidente expôs uma quantidade significativa de dados, incluindo informações financeiras, detalhes de cobrança e dados pessoais de aproximadamente 454.600 indivíduos. O grupo de cibercriminosos conhecido como ShinyHunters reivindicou a responsabilidade pelo ataque, alegando ter roubado mais de 40GB de documentos, que incluem nomes completos, endereços, números de telefone e informações acadêmicas. A universidade está colaborando com uma empresa terceirizada para conduzir uma investigação forense e já notificou o Escritório do Comissário de Informação do Reino Unido. Este ataque é parte de uma campanha mais ampla do ShinyHunters, que já comprometeu dados de mais de 100 organizações em todo o mundo, utilizando uma combinação de vulnerabilidades conhecidas e zero-days. A situação destaca a importância da segurança de dados em instituições educacionais e a necessidade de ações proativas para proteger informações sensíveis.

Roubo de credenciais aumenta 160 em 2025, exigindo novas abordagens de segurança

Em 2025, o roubo de credenciais cresceu 160%, representando um em cada cinco vazamentos de dados, à medida que atacantes utilizam técnicas impulsionadas por inteligência artificial para contornar defesas tradicionais. A verificação de identidade tornou-se um desafio crítico para as equipes de segurança, que precisam garantir a segurança sem criar atritos para usuários legítimos. Os processos de integração fracos e a dependência excessiva de credenciais estáticas oferecem oportunidades para os atacantes. Para fortalecer a verificação de identidade, o artigo sugere cinco práticas recomendadas: 1) Implementar autenticação multifatorial (MFA) robusta e resistente a fadiga; 2) Proteger o serviço de atendimento ao cliente contra engenharia social; 3) Integrar a confiança do dispositivo nas decisões de verificação de identidade; 4) Considerar o uso de chaves de acesso (passkeys); e 5) Proteger dados biométricos adequadamente. Essas abordagens visam modernizar os controles de verificação de identidade e aumentar a resiliência das organizações contra ataques cibernéticos.

Hackers comprometem plataforma de mensagens do governo francês

A DINUM, diretoria de assuntos digitais do governo francês, alertou sobre uma violação na plataforma de mensagens criptografadas Tchap, utilizada exclusivamente pelo setor público da França. O incidente ocorreu quando um ator de ameaça obteve acesso à plataforma através de uma conta de usuário comprometida. A Tchap, desenvolvida em 2018 em colaboração com a ANSSI, já conta com mais de 300 mil usuários mensais e foi adotada como a única ferramenta de comunicação para servidores públicos após um decreto do Primeiro-Ministro François Bayrou em agosto de 2025. A ANSSI detectou a violação e notificou a CNIL, a autoridade de proteção de dados da França, devido à possível exposição de dados pessoais. O invasor alegou ter realizado um ataque de engenharia social e, segundo suas declarações, obteve acesso a 13,5 GB de documentos e informações de mais de 73 mil contas, incluindo e-mails e metadados. A DINUM bloqueou a conta responsável e continua a investigação para entender a extensão da violação e os dados acessados. O incidente destaca a importância de manter a segurança em plataformas de comunicação, especialmente em ambientes governamentais.

SoFi Hong Kong alerta sobre violação de dados de clientes

A SoFi Hong Kong, uma empresa de tecnologia financeira baseada nos EUA, anunciou que sofreu uma violação de dados após hackers acessarem um banco de dados de um fornecedor terceirizado contendo informações de clientes. O incidente foi descoberto em 30 de abril de 2026, quando a empresa detectou acesso não autorizado ao banco de dados da SoFi Securities (Hong Kong) Limited. Em comunicado enviado aos clientes, a SoFi informou que a investigação está em andamento e que ainda não é possível determinar quais dados específicos podem ter sido expostos. A empresa alertou os clientes para ficarem atentos a tentativas de phishing e atividades suspeitas em suas contas. Além disso, recomendou que os usuários atualizassem suas senhas e ativassem a autenticação em duas etapas. A SoFi também implementou medidas adicionais de segurança e monitoramento nas contas afetadas. Para mais informações, a empresa disponibilizou uma linha de suporte e um endereço de e-mail para os clientes que buscam esclarecimentos.

Plaza Home Mortgage confirma violação de dados que afeta quase 138 mil pessoas

A Plaza Home Mortgage notificou 137.976 pessoas sobre uma violação de dados ocorrida em fevereiro de 2026, onde informações pessoais sensíveis foram comprometidas. Os dados expostos incluem números de Seguro Social, informações sobre aplicações e serviços de empréstimos hipotecários, identificações emitidas pelo governo, como carteiras de motorista, e datas de nascimento. O grupo criminoso Silent Ransom Group reivindicou a responsabilidade pelo ataque em 22 de março de 2026, embora a Plaza não tenha confirmado essa alegação. A empresa ofereceu 12 meses de monitoramento de crédito gratuito para as vítimas da violação. Este incidente é parte de uma tendência crescente de ataques de ransomware que visam empresas do setor financeiro nos Estados Unidos, com 10 ataques confirmados em 2026 até o momento, resultando na exposição de 304.000 registros. O ataque à Plaza é o segundo maior do ano em termos de dados comprometidos, atrás apenas de um incidente que afetou a Beacon Mutual Insurance Company. A segurança das informações e a proteção de dados pessoais são preocupações crescentes, especialmente em um contexto onde a conformidade com a LGPD é essencial.

Universidade de Oxford revela nova violação de dados

Na última semana, a Universidade de Oxford anunciou uma violação de dados em sua plataforma CareerConnect, após ser informada pelo fornecedor terceirizado Group GTI sobre o comprometimento do sistema. O ataque ocorreu em 28 de maio e resultou no acesso não autorizado a nomes, sobrenomes, endereços de e-mail e senhas criptografadas de usuários que não utilizam o sistema de autenticação Single Sign-On (SSO). Embora a universidade tenha garantido que não há evidências de que informações de cursos, arquivos carregados ou dados financeiros tenham sido afetados, alertou sobre a possibilidade de tentativas de phishing direcionadas a alunos e funcionários. Este é o segundo incidente de segurança relatado pela universidade em 2023, após uma violação anterior relacionada ao sistema Canvas, que expôs dados de 280 milhões de registros de instituições educacionais em todo o mundo. A universidade enfatizou que seus sistemas não foram comprometidos e que as senhas dos usuários afetados foram invalidadas, exigindo que os mesmos realizem a redefinição de suas senhas na próxima vez que acessarem a plataforma.

Mais de 20 mil contas do Instagram foram sequestradas por hackers

Recentemente, a Meta revelou que mais de 20 mil contas de usuários do Instagram foram sequestradas por atacantes que exploraram uma falha no sistema de suporte assistido por IA da empresa, conhecido como High Touch Support (HTS). Os criminosos conseguiram contornar a verificação de e-mails, obtendo links de redefinição de senha e acessando contas sem a necessidade de autenticação em duas etapas (2FA). Após um aumento nas reclamações de usuários nas redes sociais, a Meta afirmou que o problema foi resolvido e que as contas afetadas foram protegidas. A empresa desativou o sistema HTS e gerou novos checkpoints de segurança para os usuários impactados, solicitando que redefinissem suas senhas. Embora a Meta não tenha confirmado quais informações pessoais foram acessadas, é possível que os atacantes tenham obtido dados como endereços de e-mail, números de telefone, datas de nascimento e conteúdo das contas. A Meta se comprometeu a corrigir a falha de autenticação antes de relançar o sistema e está revisando outros fluxos de recuperação de conta em suas plataformas. Este incidente destaca a vulnerabilidade de sistemas de suporte e a importância de medidas de segurança robustas.

A Ameaça do Shadow AI e o Risco de Credenciais em 2026

O relatório Verizon Data Breach Investigations Report (DBIR) de 2026 destaca a crescente preocupação com o uso não autorizado de inteligência artificial (IA) nas empresas, conhecido como Shadow AI. Este fenômeno, que representa um aumento de quatro vezes em relação ao ano anterior, ocorre quando funcionários utilizam ferramentas de IA, como ChatGPT, para tarefas cotidianas, muitas vezes sem a aprovação da organização. O relatório revela que 67% dos usuários acessam serviços de IA em dispositivos corporativos através de contas pessoais, expondo dados sensíveis a riscos significativos.

Vazamento de dados expõe informações de 2,6 milhões de contas da DentaQuest

Um incidente de segurança na DentaQuest, administradora de benefícios dentários nos EUA, resultou na exposição de dados sensíveis de 2,6 milhões de contas. O grupo de extorsão ShinyHunters anunciou o vazamento em seu site, alegando ter roubado mais de 234 GB de informações. A DentaQuest, que atende 35 milhões de clientes e possui uma rede de 140 mil dentistas, confirmou a violação em 2 de junho, informando que tomou medidas imediatas para conter o ataque e que os sistemas permanecem operacionais. A análise do serviço Have I Been Pwned (HIBP) revelou que os dados vazados incluem endereços de e-mail, números de telefone, identificações emitidas pelo governo, informações de seguro de saúde e datas de nascimento. Embora a DentaQuest não tenha confirmado que os dados afetaram seus clientes, a HIBP validou os registros vazados. O incidente aumenta o risco de ataques de engenharia social e phishing, exigindo cautela dos usuários cujas informações podem ter sido comprometidas.

Grupo cibercriminoso Anubis assume vazamento de dados em hospital dos EUA

O grupo de cibercriminosos Anubis reivindicou a responsabilidade por um vazamento de dados no Singing River Health System, localizado no Condado de Jackson, Mississippi. O incidente, que ocorreu entre 19 e 21 de dezembro de 2025, afetou 53.888 pessoas, comprometendo informações sensíveis, como números de Seguro Social, dados bancários, informações médicas e de seguro saúde. Anubis afirma ter roubado 293 GB de dados, incluindo imagens íntimas de cirurgias, e publicou amostras em seu site de vazamento. Embora o Singing River Health System tenha notificado os afetados e oferecido monitoramento de crédito gratuito, não confirmou a reivindicação do grupo. Este não é o primeiro ataque de ransomware enfrentado pela instituição, que já havia sido alvo de um incidente em agosto de 2023, afetando mais de 895 mil pessoas. O grupo Anubis, ativo desde 2024, opera sob um modelo de ransomware como serviço, permitindo que afiliados utilizem sua infraestrutura para realizar ataques. O aumento de ataques de ransomware no setor de saúde nos EUA, com 143 incidentes confirmados em 2025, levanta preocupações sobre a segurança de dados e a continuidade dos serviços de saúde.

Vazamento de dados do Programa Mundial de Alimentos afeta Gaza

O Programa Mundial de Alimentos (PMA), a maior organização humanitária do mundo, anunciou no último fim de semana que sua aplicação de auto-registro para a Palestina foi comprometida. O incidente, ocorrido em 14 de maio, resultou no acesso não autorizado a dados pessoais de beneficiários em Gaza, incluindo nomes, números de identificação, telefones e informações de localização. O PMA assegurou que os beneficiários não precisam atualizar ou excluir suas informações, e que a assistência continuará normalmente. A plataforma de registro foi temporariamente suspensa para implementar melhorias de segurança. Embora o número exato de pessoas afetadas não tenha sido divulgado, estima-se que cerca de 600.000 lares palestinos tenham seus dados expostos. O PMA alertou os beneficiários a terem cuidado com tentativas de phishing e a não clicarem em links suspeitos. Este não é o primeiro incidente de segurança envolvendo agências da ONU, que já enfrentaram outros ataques cibernéticos nos últimos anos, levantando preocupações sobre a proteção de dados em organizações humanitárias.

Dados de celulares de soldados dos EUA expõem tropas a inimigos

O Pentágono confirmou que adversários estrangeiros dos Estados Unidos conseguiram rastrear tropas americanas em zonas de guerra, como o Oriente Médio, utilizando dados de localização de smartphones disponíveis comercialmente. Essa situação é alarmante, pois o Departamento de Defesa (DoD) não exige que os usuários desativem a geolocalização em áreas de conflito, e os identificadores de publicidade continuam a ser transmitidos mesmo quando os anúncios personalizados estão desativados. O senador Ron Wyden e o representante Pat Harrigan criticaram o DoD por não impor protocolos de segurança mais rigorosos para smartphones, destacando que tanto dispositivos pessoais quanto os fornecidos pelo governo ainda transmitem informações que podem ser usadas para localizar militares. Apesar de estar ciente dessa vulnerabilidade há pelo menos uma década, o DoD não desenvolveu soluções concretas para mitigar o problema, mesmo diante de múltiplos relatórios de ameaças. A política de ’traga seu próprio dispositivo’ (BYOD) adotada pelo exército, que permite o uso de dispositivos pessoais, contrasta com as necessidades de segurança operacional, aumentando o risco para os soldados em campo.

Hospital em Iowa confirma vazamento de dados de mais de 24 mil pessoas

O Clarinda Regional Health Center, localizado em Iowa, confirmou que notificou 24.341 pessoas sobre um vazamento de dados ocorrido em outubro de 2025. As informações comprometidas incluem números de Seguro Social, dados médicos, informações de seguros de saúde, números de contas financeiras, números de identificação de contribuinte, datas de nascimento e números de carteira de motorista. O grupo de ransomware LockBit reivindicou a responsabilidade pelo ataque em 11 de dezembro de 2025, e o hospital detectou a violação em 15 de dezembro de 2025. Embora o LockBit tenha listado o hospital em seu site de vazamento de dados, o Clarinda Regional Health Center não confirmou a reivindicação. A instituição está oferecendo um ano de monitoramento de crédito gratuito para as vítimas do vazamento. O LockBit, um grupo criminoso cibernético baseado na Rússia, tem se tornado cada vez mais ativo, com 156 ataques registrados em 2026 até o momento, incluindo ataques a prestadores de serviços de saúde. Os ataques de ransomware representam uma ameaça significativa para o setor de saúde, pois podem comprometer dados sensíveis e interromper serviços críticos, colocando em risco a saúde e a segurança dos pacientes.

Incidente de segurança afeta mais de 80 mil na Tulane University

Um vazamento de dados na Tulane University, que ocorreu após uma vulnerabilidade zero-day no aplicativo Oracle E-Business Suite, afetou 80.867 pessoas. O grupo de ransomware Clop assumiu a responsabilidade pelo ataque, que se seguiu a um incidente de ransomware em agosto de 2025. Os dados comprometidos incluem números de Seguro Social, informações bancárias e de depósito direto. A universidade informou que, ao descobrir a vulnerabilidade, imediatamente iniciou uma investigação, notificou as autoridades e aplicou os patches fornecidos pela Oracle. Além da Tulane, outras instituições de ensino superior, como Harvard e a Universidade da Pensilvânia, também confirmaram vazamentos de dados relacionados a essa vulnerabilidade. O ataque à Tulane é considerado o terceiro maior incidente de ransomware no setor educacional dos EUA em 2025, com mais de 4 milhões de registros afetados em 54 ataques confirmados ao longo do ano. A universidade está oferecendo acesso gratuito ao serviço de proteção contra roubo de identidade Experian IdentityWorksSM para os afetados.

Gerenciador de senhas Dashlane sofre ataque e compromete dados de usuários

O gerenciador de senhas Dashlane revelou que menos de 20 usuários de seu plano pessoal tiveram seus cofres criptografados baixados após um ataque de força bruta realizado por um agente externo desconhecido. No dia 31 de maio de 2026, a empresa informou que o ataque visava quebrar as proteções de autenticação de dois fatores (2FA) para permitir o registro de novos dispositivos em contas de usuários existentes. Embora o número exato de contas afetadas não tenha sido divulgado, a alta quantidade de tentativas resultou em suspensões temporárias de contas e problemas de autenticação, devido aos controles de segurança internos da Dashlane. Após a restauração do acesso, a empresa notificou diretamente os usuários impactados, garantindo que, caso não tenham recebido uma mensagem, suas contas não foram afetadas. É importante ressaltar que os dados do cofre não podem ser acessados sem a Senha Mestra, e a Dashlane enfatizou que seus sistemas internos não foram comprometidos. Como medida de precaução, os usuários são aconselhados a revisar os dispositivos registrados em suas contas, ativar a 2FA e utilizar uma Senha Mestra forte e única.

Polícia Nacional da Espanha prende suspeito de vazamento de dados

A Polícia Nacional da Espanha prendeu um indivíduo suspeito de vazar informações sensíveis de membros de organizações estatais, incluindo o Instituto Nacional de Cibersegurança (INCIBE). O vazamento, que expôs dados pessoais de figuras-chave como procuradores e membros da polícia, representa riscos à segurança nacional. A investigação começou após a detecção da disseminação em massa de dados, levando a uma operação urgente que culminou na prisão do suspeito e na apreensão de dispositivos eletrônicos que podem conter evidências forenses. O INCIBE já havia alertado sobre operações de doxing, afirmando que não houve comprometimento direto de seus sistemas, mas que dados foram coletados e publicados de forma direcionada. O grupo responsável pelo vazamento, identificado como ‘Police-ESP-Doxed’, utilizou plataformas como o BreachForum para divulgar as informações. Além disso, em março, dados pessoais de centenas de juízes e promotores espanhóis foram publicados em outra plataforma, aumentando as preocupações sobre a segurança de dados sensíveis no país.

Processo contra 23andMe por vazamento de dados genéticos

O Procurador-Geral da Califórnia, Rob Bonta, processou a empresa 23andMe, agora Chrome Holding Co., devido à falha em proteger informações genéticas e pessoais sensíveis de seus clientes. Um ataque de credential stuffing em 2023 expôs dados de aproximadamente 6,9 milhões de usuários, incluindo 855.541 californianos. O incidente foi revelado em outubro de 2023, quando criminosos cibernéticos tentaram vender os dados roubados e divulgaram amostras para comprovar sua autenticidade. A 23andMe confirmou que os dados vazados eram reais e que a violação ocorreu após a exploração de contas com credenciais fracas. O ataque afetou usuários que optaram pela funcionalidade ‘DNA Relatives’ e outros que não a utilizaram. Além das falhas de segurança, o processo destaca declarações enganosas da empresa sobre suas práticas de segurança. O Procurador-Geral argumenta que essas ações violaram várias leis estaduais, incluindo a Lei de Privacidade de Informações Genéticas da Califórnia e a Lei de Privacidade do Consumidor da Califórnia (CCPA). O processo busca impedir novas violações e impor penalidades que podem variar de US$ 1.000 a US$ 7.500 por infração. A 23andMe já enfrenta múltiplas ações judiciais e investigações que podem resultar em multas milionárias, levando a empresa a considerar a falência.

Gangue de extorsão ShinyHunters vaza dados de 4,9 milhões de contas

A gangue de extorsão ShinyHunters anunciou ter roubado informações pessoais de 4,9 milhões de contas após invadir a Charter Communications, uma das maiores operadoras de telecomunicações dos EUA, em abril. A empresa, que atende mais de 32 milhões de clientes, confirmou a violação, mas afirmou que dados sensíveis não foram comprometidos. No entanto, a ShinyHunters alegou que obteve acesso a 42 milhões de registros do Salesforce da Charter, incluindo nomes, endereços de e-mail, números de telefone e informações de planos. Após a recusa da Charter em pagar o resgate, os dados foram divulgados em um site da dark web. A análise do Have I Been Pwned confirmou que os dados vazados afetaram 4,9 milhões de contas, expondo informações como nomes, endereços físicos e números de telefone. A gangue tem um histórico de ataques a clientes do Salesforce, e o FBI aconselhou as vítimas a não cederem às exigências de resgate, pois isso não garante a segurança dos dados. A Charter também foi alvo de um ataque por um grupo de ameaças apoiado pelo estado chinês, o Salt Typhoon.

A Nova Realidade do Shadow AI e Seus Riscos para Empresas

O conceito de Shadow AI evoluiu de simples interações com chatbots para a criação de aplicações completas por funcionários, sem a supervisão de equipes de segurança ou TI. Um relatório recente da Red Access revelou mais de 380 mil ativos web acessíveis publicamente em plataformas de vibe coding, com cerca de 2 mil aplicações contendo dados sensíveis de empresas. Esses aplicativos, muitas vezes publicados sem controles de acesso adequados, representam um risco significativo, pois podem ser acessados por qualquer pessoa que tenha o link. A prática de vibe coding permite que não desenvolvedores criem soluções rapidamente, conectando-as a sistemas corporativos, mas sem as devidas salvaguardas. Isso contrasta com o antigo conceito de Shadow IT, onde as ferramentas eram limitadas a softwares não autorizados. A falta de visibilidade e controle em relação a essas novas aplicações torna difícil para as organizações monitorarem e protegerem seus dados. Para mitigar esses riscos, recomenda-se que as empresas realizem um inventário das aplicações criadas, estabeleçam caminhos sancionados para o uso de plataformas de desenvolvimento e adotem uma postura de descoberta contínua para acompanhar a criação de novas aplicações.

Carnival Corporation sofre vazamento de dados de 6 milhões de pessoas

A Carnival Corporation, maior operadora de cruzeiros do mundo, confirmou um vazamento de dados que afetou cerca de 6 milhões de pessoas, reivindicado pelo grupo de extorsão ShinyHunters em abril de 2026. O incidente ocorreu após um ataque de engenharia social que permitiu a um ator não autorizado acessar sistemas de TI da empresa. A companhia notificou 5.995.277 clientes sobre o roubo de dados, que incluiu informações pessoais como nomes, datas de nascimento, endereços de e-mail e detalhes do programa de fidelidade Mariner Society, da Holland America, uma das marcas do grupo. Embora a Carnival tenha agido rapidamente para bloquear a atividade não autorizada e iniciado uma investigação com especialistas em segurança, o grupo ShinyHunters alegou ter roubado mais de 8,7 milhões de registros. Este não é o primeiro incidente de segurança da Carnival, que já enfrentou outros vazamentos em 2020 e 2021, expondo informações pessoais e financeiras de clientes e funcionários. O FBI aconselhou as vítimas a não pagarem os resgates exigidos, pois isso não garante que os atacantes não tentem extorquir novamente.

Relatório de Uso de IA 2026 Riscos e Desafios nas Empresas

O Relatório de Uso de IA 2026, publicado pela LayerX Security, revela uma lacuna significativa na visibilidade e compreensão dos riscos associados à inteligência artificial (IA) nas empresas. Embora quase metade dos usuários corporativos tenha interagido com ferramentas de IA no último ano, apenas 18% o fazem semanalmente, indicando que a maioria é composta por usuários casuais. No entanto, um pequeno grupo de ‘usuários poderosos’ é responsável por uma quantidade desproporcional de interações e exposição de dados sensíveis. O ChatGPT continua sendo a plataforma de IA mais utilizada, representando 36% dos usuários corporativos, mas o Copilot M365 está crescendo rapidamente, alcançando 29% de adoção. A pesquisa também destaca o uso crescente de ferramentas de IA fora do controle corporativo, como extensões de navegador e conectores de IA, que ampliam a superfície de risco. Mais de 6% das conversas de IA nas empresas contêm dados sensíveis, com ferramentas como DeepSeek e ChatGPT apresentando as maiores taxas de exposição. O relatório enfatiza a necessidade urgente de as organizações revisarem suas políticas de governança e visibilidade em relação ao uso de IA, especialmente em um cenário onde a adoção de IA pessoal está se tornando comum dentro dos fluxos de trabalho corporativos.

Vazamento no INSS expõe 2,8 milhões de CPFs saiba como se proteger

Um vazamento de dados no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) expôs informações de 2,8 milhões de CPFs, conforme confirmado pela Dataprev. As informações vazadas incluem CPFs e datas de nascimento, sendo que 98% dos dados pertencem a cidadãos falecidos. O incidente ocorreu no final de abril, mas foi divulgado apenas na última semana. O INSS informou que a falha já foi corrigida e que medidas adicionais de segurança foram implementadas. Apesar de não terem sido expostos dados sensíveis como senhas, o vazamento pode facilitar tentativas de golpes. O INSS alertou sobre a importância de não confirmar dados pessoais por telefone ou mensagem e recomendou que os cidadãos monitorem seus CPFs no Registrato do Banco Central. Além disso, é aconselhável verificar movimentações suspeitas no aplicativo Meu INSS e estar atento a propostas de empréstimos não solicitados.

Vazamento de dados em Sandstone, Minnesota, expõe informações pessoais

A cidade de Sandstone, Minnesota, notificou seus residentes sobre um vazamento de dados ocorrido em abril de 2026, que comprometeu informações pessoais sensíveis, incluindo números de Seguro Social, dados financeiros e datas de nascimento. O grupo criminoso Qilin, uma gangue de ransomware de destaque, assumiu a responsabilidade pelo ataque em 4 de maio de 2026, embora a cidade não tenha confirmado essa alegação. O incidente foi descoberto em 8 de abril, quando a cidade percebeu interrupções em seus sistemas de computação, levando à conclusão de que se tratava de um ataque de ransomware. A cidade está oferecendo monitoramento de crédito gratuito para as vítimas do vazamento, mas não divulgou quantas pessoas foram afetadas ou se um resgate foi pago. O grupo Qilin, baseado na Rússia, é conhecido por atacar organizações através de e-mails de phishing e já reivindicou 557 ataques de ransomware em 2026, com um número crescente de alvos governamentais nos EUA. Os ataques de ransomware em entidades governamentais podem resultar em roubo de dados e paralisação de sistemas, afetando serviços essenciais e expondo dados pessoais a riscos de fraude.

Charter Communications confirma vazamento de dados por extorsão

A Charter Communications, uma das maiores operadoras de telecomunicações dos EUA, confirmou ter sofrido um vazamento de dados após o grupo de extorsão ShinyHunters ameaçar divulgar informações roubadas caso um resgate não fosse pago. A empresa, que atende milhões de clientes residenciais e comerciais sob a marca Spectrum, informou que está seguindo seus protocolos de segurança e notificando as autoridades sobre o incidente. Segundo a ShinyHunters, o ataque ocorreu em 1º de abril, por meio de um golpe de phishing por voz (vishing), que comprometeu a conta de um funcionário no Microsoft Entra. Os atacantes alegam ter extraído 40 milhões de registros, incluindo nomes, endereços de e-mail, números de telefone e informações de planos de clientes. Embora a Charter tenha afirmado que nenhuma informação pessoal sensível foi exfiltrada, a situação levanta preocupações sobre a segurança de dados e a eficácia das medidas de proteção em empresas que utilizam plataformas de SaaS, como Salesforce. O grupo ShinyHunters tem se destacado por suas campanhas de engenharia social, visando contas de SSO corporativas, e já realizou ataques a outras empresas, incluindo a Instructure, que também teve que negociar com os extorcionistas para evitar a divulgação de dados roubados.

Gangue de extorsão ShinyHunters ataca 7-Eleven e vaza dados de 185 mil

A gangue de extorsão ShinyHunters comprometeu os sistemas da rede de lojas de conveniência 7-Eleven, resultando no roubo de informações pessoais de mais de 183 mil indivíduos. O ataque ocorreu em abril de 2026, quando um terceiro não autorizado acessou sistemas utilizados para armazenar documentos de franqueados. A 7-Eleven confirmou a violação em cartas enviadas aos clientes afetados em 1º de maio, mas não atribuiu o ataque a um grupo específico. No entanto, os ShinyHunters reivindicaram a responsabilidade em 17 de abril, alegando ter roubado mais de 600 mil registros, incluindo dados corporativos e informações pessoais identificáveis. Após a recusa da empresa em pagar um resgate, os criminosos vazaram um arquivo de 9,4 GB em seu site na dark web. A análise do serviço Have I Been Pwned revelou que os dados expostos incluíam nomes, endereços, datas de nascimento, e-mails e números de telefone. Este incidente destaca a crescente ameaça de grupos de cibercrime que visam grandes empresas e a importância de medidas de segurança robustas para proteger informações sensíveis.

Grupo Everest assume violação de dados no Frost Bank

A Sefas, desenvolvedora de software, notificou 191.848 texanos sobre uma violação de dados ocorrida em dezembro de 2025 no Frost Bank, um de seus clientes. Os dados comprometidos incluem números de Seguro Social, números de identificação fiscal, números de contas e datas de nascimento. O grupo cibercriminoso Everest reivindicou a responsabilidade pela violação em 20 de abril de 2026, alegando ter roubado 250.000 números de Seguro Social do Frost Bank e 3,4 milhões de registros do Citizens Bank no mesmo dia. Embora a Sefas tenha confirmado a atividade não autorizada em seu servidor SFTP, nem Frost Bank nem Citizens Bank reconheceram publicamente as alegações do Everest. A Sefas está oferecendo 12 meses de monitoramento de crédito aos afetados. Desde o início de 2025, 68 ataques de ransomware foram registrados contra instituições financeiras nos EUA, com apenas nove confirmados. Os ataques de ransomware podem causar perda de dados e exigir resgates para a recuperação dos sistemas. O grupo Everest, ativo desde 2020, já atacou diversas organizações, incluindo a NASA e o governo brasileiro.

Cardinal Services notifica vazamento de dados de 142 mil pessoas

A Cardinal Services, Inc. iniciou notificações de violação de dados para 142.323 pessoas após dois incidentes de cibersegurança em 2025, um em junho e outro em agosto. O grupo de ransomware Rhysida reivindicou o primeiro ataque, exigindo um resgate de $940.000, enquanto o segundo ataque foi atribuído ao grupo INC. A empresa tomou medidas imediatas ao descobrir acessos não autorizados em seus sistemas, envolvendo profissionais externos de cibersegurança para investigar e mitigar os danos. Embora os detalhes sobre os dados afetados não sejam claros, a oferta de acesso gratuito ao Epiq Privacy Solutions ID sugere que informações sensíveis, como números de Seguro Social, podem ter sido comprometidas. O grupo Rhysida também adicionou a Cardinal a seu site de vazamento de dados, apresentando provas que incluem capturas de tela de documentos sensíveis. Em setembro, o grupo INC também reivindicou a violação, alegando que 140 GB de dados foram roubados. Até agora, a Cardinal não confirmou as reivindicações de resgate ou se algum pagamento foi feito. Este incidente destaca a crescente ameaça de ataques de ransomware nos Estados Unidos, com 755 ataques confirmados em 2025, afetando mais de 44,6 milhões de registros.

GitHub sofre ataque que compromete 3.800 repositórios internos

O GitHub confirmou que hackers acessaram 3.800 repositórios internos por meio de uma versão maliciosa da extensão Nx Console para Visual Studio Code, comprometida durante um ataque à cadeia de suprimentos da TanStack. O grupo de cibercriminosos TeamPCP é o responsável pelo ataque, que começou com a violação de pacotes npm da TanStack e Mistral AI, e se espalhou para outros projetos utilizando credenciais de CI/CD roubadas. O ataque permitiu que os invasores executassem fluxos de trabalho nos repositórios do GitHub como contribuidores. A extensão maliciosa, disponível por um curto período, tinha como objetivo roubar credenciais de diversas plataformas, incluindo npm e AWS. Embora o GitHub tenha tomado medidas para mitigar o incidente, como a rotação de segredos críticos, a equipe de segurança ainda investiga o alcance do ataque. O TeamPCP reivindicou acesso ao código-fonte do GitHub e está pedindo um resgate de pelo menos $50.000 por dados roubados. Este incidente destaca a vulnerabilidade das ferramentas de desenvolvimento e a necessidade de vigilância constante na segurança de extensões de software.

Vazamento de dados da Grafana devido a token do GitHub comprometido

O vazamento de dados da Grafana foi causado por um token de workflow do GitHub que não foi rotacionado após um ataque à cadeia de suprimentos do npm, atribuído ao grupo de hackers TeamPCP. Durante a campanha de malware Shai-Hulud, pacotes do TanStack infectados com código de roubo de credenciais foram publicados no npm, comprometendo ambientes de desenvolvimento, incluindo o da Grafana. Quando o pacote malicioso foi liberado, o workflow de CI/CD da Grafana o consumiu, permitindo que um módulo de roubo de informações executasse no ambiente do GitHub e exfiltrasse tokens de workflow para os atacantes. A Grafana detectou a atividade maliciosa em 1º de maio e implementou um plano de resposta a incidentes, mas um token foi esquecido no processo, permitindo acesso a repositórios privados da empresa. Embora o código-fonte tenha sido roubado, a Grafana assegurou que não houve impacto nos dados dos clientes e que o código baixado durante o incidente é considerado seguro. A investigação continua, e a empresa se comprometeu a notificar os clientes afetados caso novas evidências surjam.

GitHub confirma violação de 3.800 repositórios internos

O GitHub confirmou que aproximadamente 3.800 repositórios internos foram comprometidos após um de seus funcionários instalar uma extensão maliciosa no Visual Studio Code (VS Code). A empresa removeu a extensão trojanizada do marketplace e isolou o dispositivo afetado. A investigação inicial sugere que a atividade envolveu a exfiltração de repositórios internos do GitHub, sem evidências de que dados de clientes armazenados fora desses repositórios tenham sido afetados. O grupo hacker TeamPCP reivindicou o acesso ao código-fonte do GitHub e à venda de cerca de 4.000 repositórios de código privado, pedindo pelo menos US$ 50.000 pelos dados. Este incidente destaca a vulnerabilidade das extensões do VS Code, que já foram alvo de ataques anteriores, com extensões maliciosas sendo usadas para roubar credenciais de desenvolvedores. O GitHub, que abriga mais de 420 milhões de repositórios de código, é amplamente utilizado por organizações ao redor do mundo, incluindo 90% das empresas da Fortune 100.

GitHub investiga violação de 4.000 repositórios internos

O GitHub está investigando uma violação de segurança em seus repositórios internos, após o grupo de hackers TeamPCP afirmar ter acessado cerca de 4.000 repositórios que contêm código privado. A plataforma, que é amplamente utilizada por mais de 4 milhões de organizações e 180 milhões de desenvolvedores, assegurou que, até o momento, não há evidências de que dados de clientes armazenados fora de seus repositórios internos tenham sido afetados. O TeamPCP anunciou a venda do código-fonte e de informações internas do GitHub por pelo menos US$ 50.000, afirmando que não se trata de um resgate, mas de uma venda legítima. O grupo já foi associado a ataques de cadeia de suprimentos em várias plataformas de desenvolvimento de código, incluindo compromissos anteriores que afetaram a segurança de imagens Docker e bibliotecas de código aberto. O GitHub está monitorando sua infraestrutura para atividades subsequentes e notificará os clientes afetados caso alguma evidência de impacto seja descoberta.

Ataque à cadeia de suprimentos compromete repositórios do Grafana Labs

No dia 19 de maio de 2026, a Grafana Labs anunciou que, após investigar uma violação de segurança, não encontrou evidências de que sistemas de produção ou operações de clientes tenham sido comprometidos. O incidente se limitou ao ambiente do GitHub da empresa, que inclui código-fonte público e privado, além de repositórios internos. A violação foi originada de um ataque à cadeia de suprimentos do TanStack npm, realizado pelo grupo TeamPCP, que também afetou outras empresas como OpenAI e Mistral AI. A Grafana detectou a atividade maliciosa em 11 de maio de 2026 e, apesar de ter realizado a rotação de tokens de workflow do GitHub, um token não rotacionado permitiu o acesso dos atacantes aos repositórios. A empresa recebeu uma demanda de extorsão em 16 de maio, mas decidiu não pagar, temendo que os dados roubados não fossem excluídos e que isso pudesse incentivar futuros ataques. Desde então, a Grafana implementou medidas para reforçar sua segurança no GitHub, incluindo a rotação de tokens de automação e auditoria de commits em busca de atividades maliciosas.

Cadeia de lojas 7-Eleven confirma violação de dados em ciberataque

A rede de lojas 7-Eleven confirmou que seus sistemas foram comprometidos em um ciberataque atribuído ao grupo de extorsão ShinyHunters. O incidente ocorreu em 8 de abril de 2026, quando um terceiro não autorizado acessou sistemas que armazenam documentos de franqueados, resultando na exposição de informações pessoais de um número não divulgado de indivíduos. O grupo criminoso afirma ter roubado mais de 600.000 registros, incluindo dados corporativos e informações pessoais, após invadir o ambiente Salesforce da empresa. Após a recusa da 7-Eleven em pagar um resgate, os atacantes divulgaram um arquivo de 9,4 GB com documentos na dark web. A 7-Eleven, que opera mais de 86.000 lojas globalmente, já havia enfrentado um ataque de ransomware em 2022, que afetou suas operações na Dinamarca. O FBI aconselhou as vítimas a não ceder às demandas dos extorsionários, ressaltando que o pagamento de resgates não garante a segurança futura dos dados. Este incidente destaca a crescente ameaça de grupos de cibercrime que visam empresas de grande porte, especialmente aquelas que utilizam plataformas populares como Salesforce.

Vazamento de dados como uma empresa deve responder a um incidente de segurança?

Com o aumento dos vazamentos de dados no Brasil, onde mais de 200 milhões de dados foram expostos apenas no último trimestre de 2025, é crucial que as empresas estejam preparadas para lidar com incidentes de segurança. O planejamento prévio é fundamental, pois a contenção e reparação de um vazamento exigem decisões rápidas. Um plano de resposta a incidentes deve ser formalmente implementado e amplamente disseminado na organização, estabelecendo fluxos claros para identificação, investigação e comunicação de incidentes. A figura do DPO (Encarregado pelo Tratamento de Dados Pessoais) é central nesse processo, coordenando a comunicação entre as áreas e orientando sobre as medidas a serem adotadas. Além disso, a criação de uma cultura organizacional voltada para a proteção de dados é essencial. As empresas devem optar por uma abordagem proativa, minimizando os impactos de um incidente, que pode afetar tanto a reputação quanto a conformidade com a LGPD. A rapidez na resposta e a clareza nas responsabilidades são determinantes para evitar consequências catastróficas.

Grupo de hackers acessa código-fonte da Grafana Labs

A Grafana Labs, responsável pela popular plataforma de análise e visualização de dados, confirmou que hackers acessaram seu código-fonte após uma violação em seu ambiente do GitHub, utilizando um token de acesso roubado. O grupo de extorsão conhecido como CoinbaseCartel reivindicou a responsabilidade pelo ataque, embora até o momento não tenha vazado dados. A empresa afirmou que não houve exposição de dados de clientes ou informações pessoais, e que os sistemas dos clientes permaneceram inalterados. Após a investigação, a Grafana invalidou as credenciais comprometidas e implementou medidas de segurança adicionais. O grupo de hackers tentou extorquir a empresa, exigindo pagamento para não publicar o código-fonte roubado, mas a Grafana optou por não ceder à demanda, seguindo as orientações do FBI, que desaconselha o pagamento de resgates. O CoinbaseCartel, que começou suas atividades em setembro do ano passado, já anunciou mais de 100 vítimas em seu portal de vazamento de dados, utilizando técnicas como engenharia social e phishing para obter acesso a redes-alvo. A Grafana planeja divulgar mais detalhes sobre o incidente após a conclusão de sua investigação.

Dados de cartões roubados são vendidos por menos que um café

Uma pesquisa da NordVPN revelou que detalhes de cartões de pagamento roubados estão sendo vendidos em mercados da dark web por preços alarmantemente baixos, em torno de £9 (aproximadamente R$ 60) no Reino Unido. Pacotes completos de identidade digital, que incluem cópias de passaportes e carteiras de motorista, podem ser adquiridos por cerca de £30 (R$ 200). A pesquisa destaca que cidadãos britânicos são alvos valiosos, com seus dados sendo vendidos a preços superiores à média europeia. O CTO da NordVPN, Marijus Briedis, enfatiza que a facilidade com que criminosos podem adquirir informações pessoais, por valores equivalentes a um café, torna a situação ainda mais preocupante. A combinação de pequenos dados vazados pode levar a um roubo de identidade mais silencioso e gradual, dificultando a detecção de ataques. Para ajudar os consumidores a entenderem o valor de seus dados, a NordVPN lançou uma calculadora interativa da dark web. A empresa recomenda o uso de senhas únicas e autenticação em múltiplos fatores como medidas de proteção. A conscientização sobre o valor dos dados pessoais é crucial para a proteção contra fraudes e roubo de identidade.

Grafana sofre ataque cibernético e nega pagamento de resgate

A Grafana, empresa de tecnologia, revelou que um grupo não autorizado obteve um token que permitiu acesso ao seu ambiente no GitHub, possibilitando o download de sua base de código. A investigação da empresa confirmou que não houve acesso a dados de clientes ou informações pessoais, e que não foram identificados impactos nos sistemas dos clientes. Após a descoberta do incidente, a Grafana iniciou uma análise forense e invalidou as credenciais comprometidas, além de implementar medidas de segurança adicionais. O atacante tentou extorquir a empresa, exigindo pagamento para evitar a divulgação da base de dados roubada, mas a Grafana optou por não ceder à chantagem, seguindo a recomendação do FBI, que desencoraja negociações com criminosos. O ataque foi atribuído ao grupo de cibercrime CoinbaseCartel, que se especializa em extorsão de dados e já possui 170 vítimas em diversos setores. A Grafana não divulgou detalhes sobre a base de código acessada, mas oferece soluções como o Grafana Cloud, uma plataforma de observabilidade gerenciada na nuvem. O incidente destaca a crescente ameaça de grupos de extorsão de dados e a importância de medidas de segurança robustas para proteger informações sensíveis.

Fluke Corporation confirma vazamento de dados de mais de 18 mil pessoas

A Fluke Corporation anunciou que notificou 18.517 pessoas sobre um vazamento de dados ocorrido entre agosto e outubro de 2025, que comprometeu números de Seguro Social, datas de nascimento e informações sobre deficiência. O incidente foi causado por uma vulnerabilidade em um aplicativo de terceiros utilizado pela empresa e foi explorado pelo grupo de ransomware Clop, conhecido por atacar software empresarial. O ataque durou dois meses, de 10 de agosto a 7 de outubro de 2025, e foi descoberto pela Fluke em 29 de setembro. A empresa não confirmou se pagou um resgate, mas está oferecendo 24 meses de monitoramento de crédito e seguro contra roubo de identidade aos afetados. O grupo Clop é responsável por uma série de ataques de ransomware, tendo reivindicado 458 ataques em 2025, afetando principalmente organizações que utilizam software vulnerável. O impacto desses ataques pode incluir interrupções significativas nas operações de negócios, além de riscos de fraude para os indivíduos cujos dados foram comprometidos.

Grupo hacker TeamPCP ameaça vazar código-fonte da Mistral AI

O grupo hacker TeamPCP está ameaçando vazar o código-fonte do projeto Mistral AI, a menos que um comprador seja encontrado para os dados. Em um post em um fórum de hackers, o grupo está pedindo US$ 25.000 por um conjunto de quase 450 repositórios. A Mistral AI, uma empresa francesa de inteligência artificial, confirmou que hackers comprometeram seu sistema de gerenciamento de código após um ataque à cadeia de suprimentos de software. O incidente começou com a violação de pacotes oficiais da TanStack e da Mistral AI, utilizando credenciais de CI/CD roubadas. O grupo afirma ter roubado cerca de 5 gigabytes de repositórios internos e código-fonte que a Mistral utiliza em seus projetos. Embora a Mistral tenha confirmado a contaminação de alguns de seus pacotes de SDK, a investigação forense revelou que os dados afetados não faziam parte dos repositórios principais. O impacto do ataque se estendeu a outros projetos de software, como UiPath e OpenSearch. A Mistral assegurou que seus serviços hospedados e dados gerenciados não foram comprometidos. O incidente destaca a vulnerabilidade das cadeias de suprimentos de software e a necessidade de vigilância constante em ambientes de desenvolvimento.

Clínica de Denver confirma vazamento de dados de 113 mil pacientes

A Western Orthopaedics, localizada em Denver, Colorado, notificou 113.330 pessoas sobre um vazamento de dados ocorrido em setembro de 2025. O incidente comprometeu informações pessoais sensíveis, incluindo números de Seguro Social, dados financeiros, informações de seguro de saúde e registros médicos. A clínica tomou conhecimento do ataque em outubro, após um terceiro não autorizado acessar sua rede e roubar dados. O grupo de ransomware PEAR reivindicou a responsabilidade pelo ataque, alegando ter roubado 1,7 TB de dados, que foram publicados em seu site de vazamento no final de setembro. A Western Orthopaedics está oferecendo monitoramento de crédito e proteção contra roubo de identidade aos afetados. Este incidente destaca a crescente ameaça de ataques cibernéticos no setor de saúde, que já registrou 139 ataques confirmados em 2025, comprometendo mais de 12 milhões de registros pessoais. O grupo PEAR, que se especializa em roubo de dados sem criptografia, já foi responsável por 82 ataques, incluindo vários a prestadores de serviços de saúde.

Campanha GemStuffer usa RubyGems para exfiltração de dados

Pesquisadores de cibersegurança alertam para a campanha GemStuffer, que tem como alvo o repositório RubyGems, utilizando mais de 150 gems para exfiltração de dados ao invés de distribuição de malware. De acordo com a empresa Socket, os pacotes não visam comprometer massivamente desenvolvedores, pois muitos têm pouca ou nenhuma atividade de download e seus payloads são repetitivos e barulhentos. Os scripts envolvidos na campanha acessam portais de serviços democráticos do governo local do Reino Unido, coletando informações como calendários de reuniões, listas de itens de agenda e documentos PDF, que são então empacotados em arquivos .gem e publicados de volta no RubyGems com credenciais de API codificadas. A campanha levanta preocupações sobre o uso do RubyGems como um canal de armazenamento para dados coletados, o que pode indicar uma capacidade de ataque contra a infraestrutura governamental. A situação se agrava com a desativação temporária do registro de novas contas no RubyGems, após um ataque malicioso significativo. Embora a informação coletada seja publicamente acessível, a sistemática coleta e arquivamento de dados pode ter implicações mais amplas, incluindo possíveis testes de abuso de registro de pacotes.

Comitê de Segurança Nacional dos EUA investiga ataques cibernéticos à Instructure

O Comitê de Segurança Nacional da Câmara dos EUA convocou executivos da Instructure para depor sobre dois ataques cibernéticos realizados pelo grupo de extorsão ShinyHunters, que afetaram a plataforma Canvas da empresa. Os ataques resultaram no roubo de dados de milhões de estudantes e na interrupção de atividades escolares durante períodos críticos, como as provas finais. A Instructure confirmou que, em 29 de abril, detectou a invasão, que expôs informações como nomes, endereços de e-mail e números de identificação de estudantes, mas não incluiu senhas ou dados financeiros. O ShinyHunters reivindicou a responsabilidade, alegando ter roubado 280 milhões de registros de 8.809 instituições educacionais. Após o segundo ataque, que desfigurou portais de login do Canvas, a Instructure anunciou ter chegado a um acordo com o grupo para interromper a divulgação pública dos dados. O Comitê expressou preocupações sobre a capacidade de resposta da Instructure a incidentes e solicitou uma reunião até 21 de maio para discutir as intrusões e as medidas tomadas. O incidente levanta questões sérias sobre a segurança dos dados armazenados pela empresa e sua responsabilidade em proteger as informações de estudantes e educadores.

Multa de 963,900 para South Staffordshire Water por ciberataque

O Escritório do Comissário de Informação do Reino Unido multou a South Staffordshire Water Plc e sua controladora em £963,900 (cerca de R$ 6,3 milhões) devido a um ciberataque que expôs os dados pessoais de 663,887 clientes e funcionários. A empresa, que fornece 330 milhões de litros de água potável diariamente para 1,6 milhão de consumidores, sofreu o ataque que comprometeu suas operações de TI em 2022. Embora a gangue de ransomware Cl0p tenha inicialmente reivindicado a responsabilidade, a investigação do ICO confirmou a autenticidade dos dados vazados, que incluíam nomes completos, endereços, e informações bancárias. O ataque, que começou em setembro de 2020, foi facilitado por um ataque de phishing que permitiu a instalação de malware em seus sistemas, permanecendo indetectado por 20 meses. O ICO identificou falhas significativas na segurança da empresa, como controles insuficientes para prevenir a escalada de privilégios e o uso de software obsoleto. A multa foi reduzida em 40% devido à cooperação da empresa durante a investigação.

Škoda Auto revela vazamento de dados de clientes após ataque cibernético

A Škoda Auto, subsidiária do Grupo Volkswagen, confirmou um vazamento de dados após um ataque cibernético que comprometeu seu portal de e-commerce. Os invasores exploraram uma vulnerabilidade não especificada no software da loja online, obtendo acesso a informações pessoais de clientes, incluindo nomes, endereços, informações de contato e credenciais de login. A empresa assegurou que dados financeiros, como detalhes completos de cartões de crédito, não foram acessados, pois são processados exclusivamente por provedores de pagamento. Após a detecção do ataque, a Škoda notificou as autoridades competentes e corrigiu a falha de segurança. A empresa alertou os clientes afetados sobre possíveis tentativas de phishing e recomendou que ficassem atentos a comunicações suspeitas relacionadas à Škoda. Este incidente segue uma série de ataques cibernéticos que afetaram outras montadoras, como Renault e Jaguar Land Rover, destacando a crescente vulnerabilidade do setor automotivo a ameaças digitais.

Instructure fecha acordo com grupo de extorsão após vazamento de dados

A Instructure, empresa responsável pelo Canvas, um sistema de gestão de aprendizagem amplamente utilizado, anunciou que chegou a um acordo com o grupo de cibercrime ShinyHunters para evitar a divulgação de dados roubados em uma recente violação de segurança. O ataque afetou mais de 30 milhões de educadores e alunos em mais de 8.000 instituições de ensino ao redor do mundo. O grupo ShinyHunters reivindicou a responsabilidade pelo ataque, que resultou no roubo de mais de 3,6 TB de dados, explorando vulnerabilidades no ambiente Free-for-Teacher do Canvas. Apesar do retorno dos dados e da confirmação de sua destruição, especialistas alertam que o pagamento de resgates não garante a proteção contra futuras extorsões ou vendas dos dados a outros criminosos. A Instructure informou que está tomando medidas para reforçar a segurança de seus sistemas e que mais informações sobre o incidente serão compartilhadas em um webinar. A empresa também suspendeu temporariamente as contas Free-for-Teacher enquanto trabalha para resolver as falhas de segurança identificadas. Este incidente destaca a crescente ameaça de grupos de cibercrime e a necessidade de vigilância constante na proteção de dados educacionais.

Instructure chega a acordo após ataque cibernético ao Canvas

A Instructure, empresa americana de tecnologia educacional e responsável pela plataforma Canvas, anunciou que chegou a um acordo com um grupo de cibercriminosos após uma violação de sua rede. O ataque resultou na ameaça de vazamento de dados de aproximadamente 9.000 instituições de ensino, incluindo escolas e universidades. A empresa revelou que decidiu pagar um resgate para evitar a divulgação das informações roubadas, que incluíam 275 milhões de registros, como nomes de usuários, endereços de e-mail e informações de matrícula. A Instructure afirmou que os dados foram devolvidos e que a destruição digital das informações foi confirmada. Além disso, a empresa está colaborando com especialistas para melhorar sua segurança cibernética e realizar uma análise forense do incidente. O ataque, atribuído ao grupo ShinyHunters, explorou uma vulnerabilidade relacionada a tickets de suporte na versão Free-for-Teacher do Canvas. Após a violação, a Instructure suspendeu temporariamente as contas dessa versão e implementou medidas de segurança adicionais. O incidente destaca a necessidade de vigilância constante contra ataques cibernéticos, especialmente em ambientes educacionais, onde dados sensíveis estão em risco.

Vazamento de dados da Nvidia GeForce NOW confirmado, mas a maioria estará segura

Recentemente, a Nvidia confirmou um vazamento de dados relacionado ao seu serviço de jogos em nuvem, GeForce NOW. O incidente ocorreu devido a uma falha na infraestrutura de um parceiro regional, a GFN.am, que gerencia operações em países como Azerbaijão e Geórgia. Os dados comprometidos incluem nomes, endereços de e-mail, nomes de usuário, datas de nascimento e status de autenticação em dois fatores (2FA), mas não houve comprometimento de senhas. O vazamento afetou apenas usuários na Armênia, e a Nvidia afirmou que não houve impacto em seus serviços operados diretamente. O grupo de hackers, que se apresentou como ShinyHunters, foi identificado como um impostor, e a GFN.am está colaborando com a Nvidia para investigar o incidente. Embora o vazamento tenha gerado preocupações, a empresa garantiu que a maioria dos usuários não foi afetada, especialmente aqueles que se registraram após 9 de março de 2026. O valor de venda dos dados vazados foi estimado em US$ 100.000, pagos em criptomoedas como Bitcoin ou Monero.

Vulnerabilidade na Instructure permite ataque a portais Canvas

A Instructure, empresa responsável pelo Canvas, um sistema de gestão de aprendizagem amplamente utilizado, confirmou que uma vulnerabilidade de segurança permitiu que hackers modificassem portais de login do Canvas e deixassem uma mensagem de extorsão. O ataque envolveu múltiplas falhas de cross-site scripting (XSS), que possibilitaram ao invasor obter sessões administrativas autenticadas. Em 29 de abril, a Instructure detectou a violação e imediatamente revogou o acesso não autorizado, iniciando uma investigação com especialistas forenses. Dias depois, foi confirmado que dados foram roubados, totalizando mais de 3,6 terabytes de informações. O grupo ShinyHunters, responsável pelo ataque, utilizou a mesma vulnerabilidade em um segundo ataque em 7 de maio, pressionando a Instructure a negociar um resgate. A empresa tomou medidas para mitigar os danos, incluindo a suspensão temporária de contas do Canvas. Embora o ataque não tenha comprometido dados durante a defaceação, a violação inicial afetou 8.809 instituições educacionais, resultando na possível exposição de 275 milhões de registros de alunos e funcionários. A Instructure restaurou o Canvas em 9 de maio, mas a situação destaca a necessidade de vigilância contínua em sistemas educacionais.

Grupo RansomHouse ataca repositório da Trellix e vaza dados

O grupo de cibercriminosos RansomHouse reivindicou a invasão do repositório de código-fonte da Trellix, uma empresa internacional de cibersegurança, e divulgou imagens como prova do ataque. A Trellix confirmou a violação em 1º de maio, informando que identificou acesso não autorizado a uma parte de seu repositório de código-fonte e que está colaborando com especialistas forenses para investigar o incidente. Apesar da confirmação do ataque, a empresa afirmou não ter encontrado evidências de que seu código-fonte tenha sido explorado ou que o processo de distribuição tenha sido afetado. O ataque ocorreu em 17 de abril e resultou em criptografia de dados. O RansomHouse, que atua desde 2022, é conhecido por suas operações de extorsão de dados, utilizando ferramentas avançadas de criptografia. Um caso recente notável do grupo envolveu o roubo de 740 mil registros de clientes da gigante de e-commerce japonesa Askul Corporation. A Trellix ainda está investigando o incidente e prometeu compartilhar mais informações assim que estiverem disponíveis.