Vazamento

Grupo FulcrumSec assume vazamento de dados do Manchester Airports Group

O Grupo Manchester Airports (MAG), maior operador de aeroportos do Reino Unido, sofreu um vazamento de dados que expôs informações sensíveis de clientes, incluindo dados de reservas e informações pessoais. O grupo de extorsão FulcrumSec reivindicou a responsabilidade pelo ataque, alegando ter roubado aproximadamente 86 GB de dados, que incluem registros de quase 200.000 viagens programadas até 2026. A MAG confirmou que um terceiro não autorizado acessou dados relacionados a reservas de estacionamento, lounges e Wi-Fi nos aeroportos de Manchester, Londres Stansted e East Midlands. A empresa contatou os clientes afetados, mas não confirmou os detalhes do vazamento. Os hackers afirmaram ter obtido acesso por meio de credenciais de API expostas em JavaScript do lado do cliente. Embora a MAG tenha garantido que não houve comprometimento da segurança operacional, o incidente destaca a vulnerabilidade das informações pessoais e a necessidade de vigilância constante contra fraudes. O grupo FulcrumSec, ativo desde 2025, já atacou outras organizações e ameaça divulgar os dados roubados, embora considere redigir ou reter algumas informações para evitar danos reais.

Incidente de cibersegurança na McKesson expõe dados de pacientes

A McKesson, gigante da distribuição farmacêutica e de saúde nos EUA, revelou um incidente de cibersegurança que resultou no acesso não autorizado a aplicações de terceiros e na possível violação de dados de 284 milhões de registros de pacientes. O ataque foi reivindicado pelo grupo de extorsão ShinyHunters, que alegou ter utilizado engenharia social, especificamente phishing por voz (vishing), para comprometer contas de funcionários da McKesson. A empresa confirmou que a violação ocorreu entre 21 e 25 de agosto de 2026, e que a investigação está em andamento. Embora a McKesson não tenha determinado se o incidente teve impacto material em suas operações, a situação gerou preocupações sobre a segurança e privacidade dos dados de seus clientes e pacientes. O grupo ShinyHunters exigiu um resgate de mais de 55 milhões de dólares, mas a McKesson não respondeu à demanda. O ataque destaca a crescente ameaça de ataques cibernéticos no setor de saúde, que já foi alvo de outras empresas como Medtronic e DentaQuest. A situação é um alerta para a necessidade de medidas de segurança robustas e vigilância constante em ambientes corporativos.

Hasbro revela acesso não autorizado a dados de funcionários

A Hasbro, uma das maiores empresas de brinquedos e jogos do mundo, confirmou que atacantes acessaram informações pessoais e financeiras de um número não divulgado de funcionários. A empresa, fundada em 1923 e listada na NASDAQ, é conhecida por marcas como Monopoly e Transformers. Embora a Hasbro tenha notificado o Escritório do Procurador Geral de Massachusetts sobre a violação, não revelou quantas pessoas foram afetadas ou quando o incidente foi detectado. As informações comprometidas podem incluir nomes, e-mails, endereços, números de identificação nacional e dados financeiros. Segundo o relatório de notificação de violação de dados de 2026 do Procurador Geral de Massachusetts, 436 funcionários tiveram seus números de Seguro Social, informações de contas financeiras e dados de cartões de crédito expostos. A Hasbro implementou medidas de contenção, como desativação de contas comprometidas e reforço de segurança. Em abril, a empresa também enfrentou um ciberataque que afetou seus sistemas, resultando em uma perda de aproximadamente 25 milhões de dólares em receita. A Hasbro não confirmou se clientes também foram afetados por essa violação.

Grupo de Aeroportos de Manchester sofre ataque cibernético

O Grupo de Aeroportos de Manchester (MAG) revelou que hackers invadiram seus sistemas e roubaram dados de clientes, incluindo inscrições para Wi-Fi nos aeroportos de Manchester, Stansted e East Midlands. Embora os detalhes de pagamento dos clientes não tenham sido acessados e as operações dos aeroportos não tenham sido afetadas, informações como endereços de e-mail, números de telefone, placas de veículos e códigos postais foram comprometidas. Para garantir a segurança, o MAG suspendeu temporariamente o serviço online ‘Gerenciar Minha Reserva’ e orientou os viajantes a utilizarem a linha telefônica. A empresa, que opera os três aeroportos e atende mais de 66 milhões de passageiros anualmente, tomou medidas rápidas para conter a intrusão, restringindo o acesso aos sistemas afetados e notificando as autoridades. Clientes potencialmente expostos foram aconselhados a ficarem atentos a comunicações suspeitas e a não clicarem em links recebidos por e-mail ou SMS. O MAG enfatizou que nunca solicitará informações de cartão de pagamento ou senhas. Embora a empresa tenha contatado diretamente os clientes afetados, não foi divulgada a quantidade exata de indivíduos comprometidos, mas relatos indicam que até 8,9 milhões de viajantes podem ter seus dados expostos.

Análise de Brechas em Google Workspace para Empresas em Crescimento

O Google Workspace se tornou essencial para o funcionamento de empresas em crescimento, oferecendo acesso a e-mails, arquivos e aplicativos. No entanto, essa conectividade também pode facilitar a propagação de brechas de segurança. Em um webinar programado para 23 de setembro de 2026, a BleepingComputer, em parceria com a Material Security, discutirá como as empresas são comprometidas através do Google Workspace. Os especialistas Rajan Kapoor e Rick Fitzgerald analisarão casos reais de brechas documentadas, destacando que muitos ataques não começam com vulnerabilidades sofisticadas, mas sim com engenharia social ou integrações de terceiros esquecidas que ainda possuem acesso. Durante os momentos iniciais de um incidente, as decisões tomadas podem influenciar significativamente o impacto da violação. O webinar abordará como os atacantes acessam ambientes do Google Workspace, as decisões críticas nas primeiras horas de um ataque e quais controles de segurança são mais eficazes para empresas com recursos limitados. O foco será em melhorias práticas que podem ser implementadas rapidamente, ajudando as equipes de segurança a entender melhor as vulnerabilidades e a responder de forma mais eficaz a incidentes.

Vulnerabilidade em Snowflake expõe dados de clientes da ATT

O recente caso de cibersegurança envolvendo Connor Moucka e seus cúmplices destaca uma falha crítica na gestão de identidades e credenciais na plataforma Snowflake. Utilizando credenciais válidas de clientes, muitos com anos de uso, eles conseguiram acessar mais de 165 organizações clientes da Snowflake, resultando no roubo de bilhões de registros, incluindo dados de chamadas e mensagens de quase todos os clientes da AT&T. Moucka se declarou culpado por fraudes computacionais e roubo de identidade.

Museu de Arte de Los Angeles sofre vazamento de dados de clientes

O Museu de Arte do Condado de Los Angeles (LACMA) anunciou que um incidente de segurança ocorrido em julho de 2025 expôs informações sensíveis de clientes e funcionários. A atividade suspeita foi detectada em 11 de julho, com a confirmação de comprometimento da rede um mês depois. Após investigações, o museu identificou que dados como data de nascimento, número de Seguro Social, informações de identificação e dados financeiros parciais foram acessados. A LACMA notificou as autoridades e os indivíduos afetados, recomendando que monitorassem suas contas bancárias e considerassem medidas de proteção contra roubo de identidade. Além disso, foi oferecido um serviço de proteção contra fraudes por um ano. O incidente destaca a vulnerabilidade de instituições culturais e a importância de medidas de segurança robustas para proteger dados sensíveis. A LACMA, um dos maiores museus de arte do oeste dos EUA, atrai anualmente mais de um milhão de visitantes, o que aumenta a relevância da proteção de dados em sua operação.

Nutex investiga violação de dados após ataque cibernético

A Nutex, provedora de serviços de saúde, está investigando um incidente de violação de dados onde informações foram extraídas de seus servidores por um terceiro não autorizado. A empresa, que opera 28 instalações em 12 estados dos EUA e possui uma receita anual de US$ 875 milhões, revelou o ataque em um registro junto à Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC). A Nutex informou que os dados roubados podem incluir informações privadas ou confidenciais, embora ainda não tenha determinado a extensão exata do comprometimento. Após a detecção da intrusão, a empresa ativou seu plano de resposta a incidentes, contratou especialistas externos e notificou as autoridades. Até o momento, a Nutex não identificou impacto material em suas operações ou relatórios financeiros, e acredita que o incidente não afetará sua estratégia de negócios. A empresa continua a avaliar quais dados podem ter sido acessados e o impacto potencial sobre pacientes, funcionários e parceiros comerciais. A falta de reivindicações públicas sobre o ataque por parte de grupos de ameaças levanta questões sobre a natureza e a motivação do ataque.

Falha de gerenciamento de chaves expõe dados de startup na Coreia do Sul

Em julho, a plataforma de apoio a startups da Coreia do Sul, Modu-ui Changup, sofreu uma violação de dados que expôs informações pessoais de cerca de 5.000 candidatos. O incidente foi causado pela exposição de uma chave de criptografia através de uma API, revelando e-mails, comentários de avaliação e resumos de ideias de startups. Apesar de os dados estarem criptografados, a falha no gerenciamento das chaves permitiu que um agente externo acessasse essas informações. A investigação, conduzida pelo Ministério de Pequenas e Médias Empresas e Startups, revelou que a chave estava embutida na API, facilitando a coleta de dados por meio de técnicas como web crawling. O caso destaca os riscos de armazenar chaves de criptografia de forma inadequada e a necessidade de um gerenciamento seguro dessas chaves. A proteção de dados criptografados depende diretamente da segurança do gerenciamento de chaves, e a falta de medidas adequadas pode comprometer a conformidade regulatória, como a LGPD no Brasil. As autoridades continuam a investigar o incidente, que levanta preocupações sobre a segurança de plataformas digitais e a proteção de dados sensíveis em um cenário cada vez mais digitalizado.

Mais de 9.300 chaves de acesso da AWS expostas e ainda ativas

Um estudo da Truffle Security revelou que mais de 9.300 chaves de acesso da Amazon Web Services (AWS) foram expostas publicamente entre agosto de 2022 e agosto de 2026, e muitas delas ainda estão ativas. Dentre as chaves expostas, 817 estavam vinculadas a empresas, sendo 526 delas chaves raiz da AWS, que possuem permissões totais. A pesquisa identificou que 242 chaves pertenciam a usuários do Identity and Access Management (IAM) com a política AdministratorAccess, permitindo controle total sobre os recursos da AWS. A Truffle Security também encontrou 431.875 segredos da AWS em repositórios de código, extraindo 64.024 chaves únicas que correspondiam a 50.654 contas da AWS. A maioria das chaves expostas não foi rotacionada, com uma idade média de 1.831 dias. Os pesquisadores alertam que a posse dessas chaves pode permitir que atacantes acessem, exfiltratem ou até eliminem dados armazenados na nuvem, além de potencialmente gerar custos elevados para as empresas. Recomendações incluem a exclusão de chaves de acesso raiz e a configuração de alertas orçamentários.

Hospital SickKids revela vazamento de dados de funcionários

O Hospital for Sick Children (SickKids), localizado em Toronto, anunciou que informações pessoais de funcionários atuais e antigos, além de candidatos a vagas, foram expostas em um incidente de cibersegurança. O hospital informou que a violação ocorreu devido a uma falha em um software de terceiros utilizado por diversas organizações. Apesar do vazamento, os sistemas clínicos e os registros dos pacientes não foram comprometidos, e o site de carreiras da instituição foi temporariamente retirado do ar, mas já foi restaurado. A investigação, conduzida com a ajuda de especialistas em cibersegurança, revelou que dados pessoais, como nomes e endereços, podem ter sido acessados. O hospital não divulgou detalhes sobre a quantidade de pessoas afetadas ou a natureza exata das informações vazadas. Como medida de precaução, SickKids está oferecendo 24 meses de monitoramento de crédito e proteção de identidade aos indivíduos afetados. Este incidente não é isolado; em dezembro de 2022, o hospital sofreu um ataque de ransomware que afetou seus sistemas internos, e em setembro de 2023, foi envolvido em uma violação de dados em uma organização parceira. A saúde continua sendo um setor altamente visado por grupos de ransomware e extorsão de dados.

Incidente de violação de dados na CareCloud afeta 3,7 milhões

A empresa americana CareCloud, especializada em tecnologia da saúde, revelou que um incidente de violação de dados ocorrido no início deste ano afetou mais de 3,7 milhões de indivíduos. A empresa, que fornece serviços de registros eletrônicos de saúde, faturamento médico e gestão de práticas, informou que o ataque resultou em uma interrupção de rede de 8 horas e restringiu o acesso a um de seus bancos de dados. O incidente foi reportado à Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) em março, e a investigação subsequente confirmou que entre 10 e 16 de março de 2026, um terceiro não autorizado acessou um dos ambientes da AWS da CareCloud, alegando ter extraído dados. Embora a notificação aos afetados não especifique os tipos de dados expostos, a empresa oferece 12 a 24 meses de serviços de proteção de identidade. A CareCloud não mantém um relacionamento direto com os pacientes, o que pode levar muitos a conhecerem a empresa pela primeira vez após a violação. É aconselhável que os indivíduos afetados permaneçam vigilantes contra tentativas de phishing que possam explorar os dados roubados. Até o momento, nenhum grupo de ransomware reivindicou a responsabilidade pelo ataque.

Sakura Internet revela acesso não autorizado a dados de clientes

A Sakura Internet, provedora japonesa de serviços de nuvem e data center, anunciou que hackers conseguiram acessar seu sistema de gerenciamento de vendas, onde informações de contratos e membros são armazenadas. O incidente, descoberto durante a investigação de uma violação separada, pode ter afetado até 1.360.563 contas de membros. Embora a empresa tenha invalidado todas as credenciais comprometidas e removido malware de seus sistemas, a extensão exata da violação ainda está sendo determinada. A Sakura garantiu que as senhas armazenadas estão protegidas por hashing, dificultando a decifração, e que não há informações de cartões de crédito comprometidas. A empresa notificou as autoridades competentes e está informando individualmente os clientes afetados. O ataque ocorreu em 9 de agosto, mas não houve interrupções operacionais relatadas. A situação destaca a vulnerabilidade das credenciais válidas, que podem permitir ações não bloqueadas em sistemas de segurança. O incidente é relevante, pois a Sakura é um fornecedor estratégico para o governo japonês, reduzindo a dependência de provedores estrangeiros.

Falha de autorização expõe dados de 39 mil clientes da SafePal

A SafePal, fabricante de carteiras de hardware, revelou uma falha de autorização em um plug-in de rastreamento de pedidos que expôs informações pessoais de aproximadamente 39.798 clientes, incluindo nomes, endereços de e-mail, endereços de entrega, números de telefone e detalhes de compras. A empresa notificou os clientes afetados por e-mail em 16 de agosto, assegurando que dados sensíveis como credenciais de carteira e informações financeiras não foram comprometidos. A falha permitiu acesso não autorizado a informações de pedidos de outros clientes entre 2 de março de 2025 e 11 de abril de 2026, mas a SafePal não especificou quando a exploração começou ou quantas partes acessaram os dados. A empresa alertou que os clientes podem enfrentar tentativas de fraude, como chamadas e e-mails suspeitos. Além disso, a SafePal implementou medidas de segurança adicionais, incluindo a redução do tempo de retenção de dados pessoais para 90 dias e a purgação de registros afetados de servidores ativos. Um ator de ameaças anunciou um conjunto de dados relacionado ao incidente em um fórum de cibercrime, mas a SafePal não comentou sobre isso. O incidente destaca a vulnerabilidade de dados pessoais e a necessidade de vigilância constante contra fraudes.

Pokémon Center sofre vazamento de dados na Europa

O Pokémon Center notificou seus clientes no Reino Unido e na Alemanha sobre um vazamento de dados que ocorreu devido a um ataque cibernético ao provedor logístico CEVA Logistics. Os hackers conseguiram acessar informações pessoais e de pedidos de clientes que realizaram compras no site. Embora os sistemas da CEVA tenham sido comprometidos, os dados expostos pertencem a clientes do Pokémon Center que compartilharam suas informações para o envio de produtos. A CEVA, que é uma subsidiária do grupo CMA CGM, é uma das maiores empresas de logística do mundo e, recentemente, sofreu um ataque que afetou vários varejistas na Europa. O incidente, que ocorreu entre 29 de julho e 1 de agosto, também impactou a Valve, que notificou seus clientes da Steam sobre o roubo de informações pessoais. O Pokémon Center informou que os dados comprometidos incluem nomes, endereços, números de telefone e e-mails, mas garantiu que informações de pagamento não foram acessadas. Além disso, muitos pedidos foram cancelados, embora não esteja claro por que isso ocorreu em vez de apenas atrasos nas entregas. A empresa está enfrentando atrasos na entrega de pedidos e cancelamentos, afetando produtos muito esperados pelos consumidores.

Cibercriminoso vende dados de funcionários de empresas Fortune 500

Um ator de ameaças, conhecido pelo pseudônimo ‘TheHatman’, está vendendo bancos de dados de funcionários supostamente roubados da infraestrutura do Microsoft Azure de várias empresas da Fortune 500. Desde 31 de julho, ele publicou anúncios oferecendo dados de grandes organizações, incluindo McDonald’s, Tata Consultancy Services e Vodafone, totalizando 3,64 milhões de registros. O mais recente vazamento, que inclui 1,7 milhão de registros de funcionários do McDonald’s, contém informações como nomes, IDs de funcionários, endereços de e-mail e números de telefone. O atacante afirma ter utilizado técnicas de ‘password spray’ e fadiga de autenticação multifatorial (MFA) para obter acesso. Embora a Tata Consultancy tenha investigado e não encontrado evidências de violação, o impacto potencial desses dados é significativo, pois incluem informações que podem facilitar ataques de engenharia social. A empresa Gap Inc. também declarou que não encontrou evidências de violação e que os dados são antigos e não sensíveis. A análise da Hudson Rock confirmou a autenticidade dos dados, que incluem atributos de diretórios corporativos e contas de serviço. Este incidente destaca a vulnerabilidade das empresas a ataques que exploram credenciais comprometidas, com um impacto potencial significativo na conformidade com a LGPD.

Ministério da Economia da França revela vazamento de dados de 678 mil pessoas

O Ministério da Economia e Finanças da França confirmou um vazamento de dados após um ataque cibernético que comprometeu os sistemas da Direção Geral de Finanças Públicas (DGFiP). O incidente, descoberto em 12 de agosto de 2026, resultou na extração de informações de 678 mil indivíduos, incluindo dados fiscais como renda tributária, quociente familiar e taxa de retenção, além de informações empresariais como nome da empresa e número SIREN. Dados cadastrais relacionados a endereços e tamanhos de propriedades também foram acessados. A administração tributária francesa suspendeu o acesso aos sistemas sensíveis e está investigando o caso com a ajuda da Agência Nacional de Cibersegurança da França (ANSSI). O atacante, identificado como ‘ZeroBytes’, anunciou a venda de um banco de dados roubado no fórum PwnForums, alegando ter acesso a dados de cerca de 20 milhões de cidadãos franceses, embora tenha conseguido extrair apenas 252.149 registros. O Ministério da Economia informou que notificará os afetados sobre quais dados foram acessados e as precauções necessárias. Este incidente se junta a uma série de ataques cibernéticos que afetaram diversas agências governamentais na França nos últimos meses.

SafePal alerta sobre vazamento de dados de 39 mil clientes

A SafePal, fornecedora de carteiras de hardware para criptomoedas, confirmou um vazamento de dados que afetou aproximadamente 39.798 clientes. O incidente ocorreu devido a uma falha na função de rastreamento de pedidos, que permitiu o acesso não autorizado a informações pessoais, como nomes, endereços de e-mail, endereços de entrega, números de telefone e detalhes de compras. A empresa assegurou que dados sensíveis, como frases-semente de carteiras, chaves privadas e informações bancárias, não foram comprometidos. A SafePal notificou os clientes afetados por e-mail e lançou uma ferramenta online para verificação de pedidos. A empresa também alertou sobre o risco de ataques de phishing direcionados, uma vez que informações roubadas podem ser utilizadas para enganar os clientes. A falha foi identificada em uma revisão do sistema de processamento de pedidos, e a SafePal implementou medidas de segurança adicionais. Embora a empresa tenha removido dados pessoais de seus servidores ativos, uma cópia criptografada será mantida para investigações legais. Clientes que compartilharam suas credenciais em resposta a tentativas de phishing devem considerar suas carteiras comprometidas e transferir ativos para novos dispositivos seguros.

Grupo ShinyHunters rouba dados de 1,6 milhão de contas RingCentral

O grupo de extorsão ShinyHunters comprometeu 1,6 milhão de contas da RingCentral, uma plataforma de comunicação em nuvem utilizada por mais de 600 mil empresas. O incidente ocorreu em julho, quando a empresa revelou que seus sistemas foram invadidos após uma ‘sofisticada campanha de engenharia social’. Apesar de a RingCentral afirmar que não houve novas atividades não autorizadas desde as medidas de remediação, o grupo de hackers alegou ter roubado 623GB de dados e, após a recusa da empresa em pagar um resgate, vazou 280GB de arquivos em seu site na dark web. A análise dos dados vazados confirmou que continham informações pessoais, como nomes, endereços de e-mail, números de telefone e endereços físicos. Embora a RingCentral não tenha atribuído o ataque a um ator específico, o ShinyHunters já foi associado a várias violações de dados em clientes da Salesforce e outras empresas. O incidente destaca a vulnerabilidade das plataformas de comunicação em nuvem e a necessidade de medidas de segurança robustas para proteger dados sensíveis.

Trezor revela vazamento de dados de 14 mil clientes após ataque a fornecedor

A fabricante de carteiras de hardware Trezor anunciou um vazamento de dados que afetou cerca de 14 mil clientes, após um ataque ao seu fornecedor de logística, ShipMonk. Os atacantes conseguiram acessar informações de pedidos, incluindo nomes completos, endereços de entrega, e-mails e números de telefone. O incidente impactou clientes dos Estados Unidos, Reino Unido, Suécia, Colômbia, Brasil, Itália e Portugal, que realizaram pedidos entre 10 de maio e 8 de agosto de 2026. A Trezor garantiu que seus sistemas não foram comprometidos e que todos os dispositivos permanecem seguros. No entanto, alertou os clientes afetados sobre um possível aumento em tentativas de phishing, já que os dados vazados podem ser utilizados para fraudes. O ataque foi atribuído a uma vulnerabilidade explorada na plataforma de análise Metabase, que permitiu o acesso não autorizado aos dados. A Trezor já havia enfrentado um incidente semelhante em janeiro de 2024, quando 66 mil usuários tiveram suas informações expostas em um ataque ao portal de suporte da empresa.

Campanha de roubo de dados atinge portais da Salesforce e ServiceNow

Uma campanha de roubo de dados, chamada City-Forum, está em andamento e utiliza ferramentas personalizadas para acessar informações expostas a usuários anônimos em portais da Salesforce Experience Cloud e ServiceNow. A empresa de segurança SaaS Reco identificou que os ataques se originam de um único servidor, localizado na Alemanha, e têm como alvo diversas organizações globais, incluindo empresas de telecomunicações, bancos e fornecedores de software. Os ataques não exploram vulnerabilidades nas plataformas, mas sim dados que foram inadvertidamente expostos a usuários convidados devido a regras de compartilhamento excessivamente permissivas. A atividade maliciosa tem aumentado, com um IP específico sendo responsável por mais de 560 mil eventos relacionados à enumeração de dados. Os atacantes utilizam tanto o framework Aura quanto o novo Lightning Web Runtime (LWR) da Salesforce, além de explorar endpoints do ServiceNow que permitem buscas anônimas. A Reco recomenda que administradores revisem as configurações de acesso e permissões para mitigar esses riscos.

Falha em APIs de IA expõe dados sensíveis de usuários

Uma nova vulnerabilidade descoberta nas APIs de raciocínio da OpenAI, Anthropic e Google permite que pesquisadores recuperem informações internas e segredos de logs de sessão, incluindo chaves de API e senhas. A falha afeta objetos de raciocínio criptografados, que podem ser reproduzidos em diferentes sessões, permitindo que modelos mais fracos revelem conteúdos ocultos. O estudo, intitulado ‘Stealing Reasoning Traces from Proprietary LLM APIs’, demonstrou quatro caminhos de abuso, como a extração de dados privados de outros usuários e a recuperação de conteúdo prejudicial. A equipe analisou 6.708 trajetórias públicas e decodificou 315.320 blocos de raciocínio, recuperando 704 artefatos de privacidade, incluindo 62 chaves de API e 33 senhas. Embora os pesquisadores tenham notificado os provedores sobre a vulnerabilidade e afirmem que as medidas de mitigação foram eficazes, a falta de reconhecimento público da falha levanta preocupações. O problema reside no design das APIs, que preserva o raciocínio entre chamadas, mas pode expor dados sensíveis se não forem tratados adequadamente. O estudo destaca a necessidade de os desenvolvedores removerem blocos de raciocínio de logs compartilhados para evitar vazamentos de informações.

Incidente de Segurança LiteLLM no PyPI expõe credenciais de empresas

Em março de 2026, duas versões maliciosas do pacote LiteLLM foram disponibilizadas no repositório PyPI por cerca de 40 minutos, contendo código projetado para roubar credenciais de sistemas que as instalassem. A empresa de inteligência de ameaças CloudSEK revelou que um conjunto de dados obtido, composto por aproximadamente 434.000 arquivos capturados, mapeia a exposição potencial de mais de 2.500 organizações. Embora esses números não representem o total de vítimas, eles indicam um risco significativo. As versões comprometidas, identificadas como 1.82.7 e 1.82.8, foram retiradas do PyPI após a detecção, mas a recomendação é que as organizações afetadas realizem a rotação de suas credenciais imediatamente. O FBI também alertou que as credenciais exfiltradas podem ser exploradas a longo prazo, enfatizando a necessidade de rotacionar segredos de CI/CD e credenciais de nuvem. O ataque está ligado a uma campanha maior, conhecida como TeamPCP, que comprometeu o scanner Trivy da Aqua Security. O incidente destaca a vulnerabilidade das cadeias de suprimento de software e a importância de práticas de segurança robustas para evitar a exploração de credenciais expostas.

Mozilla atualiza chave GPG após exposição acidental no GitHub

A Mozilla anunciou a atualização da chave GPG utilizada para assinar as versões do Firefox e Thunderbird, após a exposição acidental de uma cópia não criptografada em um repositório privado do GitHub. Apesar do incidente, a organização avaliou que o risco de um ataque à cadeia de suprimentos, onde agentes maliciosos poderiam distribuir instaladores maliciosos assinados com a chave exposta, é baixo, uma vez que o acesso ao repositório era restrito a um pequeno grupo de indivíduos autorizados. Até o momento, não há evidências de que a chave tenha sido acessada por partes não autorizadas. A Mozilla revogou a chave antiga e implementou medidas para evitar recorrências. A nova subchave de assinatura expira em 5 de agosto de 2028 e os usuários que verificam assinaturas GPG manualmente devem importar a nova chave e a revogação da antiga. Para usuários do Linux que instalarem o Firefox via pacotes RPM, é necessário atualizar manualmente os sistemas, com instruções específicas disponíveis para diferentes distribuições. O Thunderbird, por sua vez, não requer ações específicas relacionadas a RPM. A situação destaca a importância de manter práticas de segurança rigorosas em ambientes de desenvolvimento e distribuição de software.

Wesco investiga incidente de cibersegurança envolvendo dados sensíveis

A Wesco, gigante global na distribuição de produtos elétricos e serviços logísticos, confirmou que está investigando um incidente de cibersegurança. A situação surgiu após o grupo de extorsão de dados ExfilSquad alegar ter roubado informações sensíveis da empresa e divulgá-las em seu site. Jennifer Sniderman, vice-presidente de comunicações corporativas da Wesco, afirmou que o incidente envolve o ambiente de CRM em nuvem da empresa, mas não acredita que haja risco para dados sensíveis. A investigação inicial não encontrou evidências de ransomware ou outros softwares maliciosos nos sistemas da Wesco. A empresa, que emprega cerca de 21.000 pessoas e opera em aproximadamente 50 países, gerou cerca de US$ 24 bilhões em vendas no último ano. O ExfilSquad, conhecido por ataques a instituições como a Universidade de Newcastle e o Banco Nacional de Dados Legais da Polícia do Reino Unido, afirma ter roubado 2,6 milhões de registros contendo informações pessoais identificáveis (PII) de clientes e funcionários. Apesar da gravidade da alegação, a Wesco não relatou interrupções em suas operações.

Hackers roubam dados de clientes da Valve na Europa

A Valve, conhecida por sua plataforma de distribuição digital Steam, notificou clientes na Europa sobre um vazamento de dados resultante de um ataque cibernético à CEVA Logistics, sua parceira de transporte. O ataque ocorreu entre 29 de julho e 1 de agosto de 2026, permitindo que os hackers acessassem informações pessoais de clientes, como nomes, endereços, números de telefone e detalhes de pedidos. A Valve garantiu que dados sensíveis, como informações de pagamento e senhas, não foram comprometidos. A empresa alertou os clientes afetados sobre a possibilidade de serem alvo de tentativas de phishing, onde os criminosos podem usar as informações roubadas para enganar as vítimas. A CEVA Logistics está investigando o incidente e já isolou os sistemas afetados. A Valve também está em contato com autoridades de proteção de dados nos países impactados. Este incidente destaca a vulnerabilidade das cadeias de suprimento e a importância de medidas de segurança robustas para proteger dados pessoais.

LexisNexis desativa serviços após atividade suspeita em servidores

A LexisNexis, empresa global de análise de dados, desativou temporariamente seus serviços Diligence, Metabase API e Newsdesk em resposta a atividades incomuns em servidores gerenciados por um fornecedor terceirizado não identificado. A empresa está investigando o incidente com a ajuda de uma firma forense de cibersegurança e está reconstruindo os sistemas afetados em um novo ambiente antes de reativar os serviços. O presidente da divisão Nexis Solutions, Todd Larsen, confirmou que a decisão de desconectar-se dos sistemas de terceiros foi tomada para proteger os clientes e conter a situação. Embora o Metabase tenha sido alvo de ataques de roubo de dados devido a uma vulnerabilidade crítica de injeção SQL, Larsen esclareceu que a Lexis Solutions não utiliza os serviços de nuvem do Metabase e que o produto Nexis Metabase API não está relacionado à vulnerabilidade reportada. Este incidente ocorre após outros problemas de segurança enfrentados pela LexisNexis, incluindo um ataque em que dados pessoais de 364.000 indivíduos foram comprometidos em 2025 e outro em março deste ano, onde arquivos privados foram vazados. A empresa continua a investigar e a tomar medidas para garantir a segurança de seus sistemas.

Incidente de violação de dados afeta 3,8 milhões na saúde

A empresa de software de saúde Unlimited Technology Systems revelou que mais de 3,8 milhões de pessoas foram afetadas por um incidente de violação de dados ocorrido em outubro de 2025. A violação foi detectada em 19 de outubro, após a empresa perceber atividades não autorizadas em seu centro de dados comercial. A investigação subsequente, realizada com o auxílio de uma firma forense de cibersegurança, confirmou que hackers acessaram arquivos entre 5 e 10 de outubro, expondo informações pessoais sensíveis, como números de Seguro Social, datas de nascimento, endereços de e-mail e informações de saúde. A empresa notificou as autoridades e começou a enviar avisos aos pacientes afetados em 1º de julho de 2026. Apesar da gravidade do incidente, nenhum grupo de ransomware reivindicou a responsabilidade, e os perpetradores ainda não foram identificados. Para mitigar os riscos, a Unlimited Technology Systems ofereceu serviços de monitoramento de identidade aos afetados. Este incidente destaca a vulnerabilidade das empresas que lidam com dados sensíveis na área da saúde e a necessidade de medidas de segurança robustas para proteger informações pessoais.

Hackers comprometem servidores do governo suíço via SharePoint

O Escritório Federal de Tecnologia da Informação e Telecomunicações da Suíça (BIT) confirmou que hackers exploraram vulnerabilidades em seus servidores Microsoft SharePoint, comprometendo cerca de 200 contas. O ataque foi detectado em 28 de julho, quando especialistas de segurança notaram atividades incomuns. Após a confirmação da violação, o BIT bloqueou o acesso externo ao SharePoint, corrigiu as vulnerabilidades suspeitas e redefiniu as senhas das contas afetadas. Acredita-se que os atacantes tenham explorado falhas divulgadas pela Microsoft em meados de julho, que foram corrigidas nas atualizações de Patch Tuesday. Entre as vulnerabilidades mencionadas estão a CVE-2026-56164, que permite escalonamento de privilégios, e a CVE-2026-50522, uma falha crítica de execução remota de código. Até o momento, não há evidências de que dados além das credenciais de login tenham sido roubados, e informações confidenciais não eram armazenadas na plataforma afetada. O BIT está reinstalando os servidores comprometidos como precaução e o acesso externo permanecerá bloqueado até a conclusão desse processo. Não houve reivindicação de responsabilidade por parte de grupos de ransomware até o momento.

Homem no Canadá se declara culpado por roubo de dados na Snowflake

Um canadense de 26 anos, Connor Riley Moucka, conhecido como Alexander Moucka, se declarou culpado por acessar contas de empresas no provedor de armazenamento em nuvem Snowflake e roubar dados de pelo menos 165 organizações. Entre fevereiro e outubro de 2024, ele e um cúmplice, John Erin Binns, acessaram contas desprotegidas por autenticação multifator (MFA) usando logins roubados por meio de malware infostealer. Sem a MFA, os criminosos precisavam apenas de nomes de usuário e senhas corretos para entrar nas contas. Eles roubaram terabytes de dados, incluindo informações pessoais identificáveis (PII), registros financeiros e históricos de chamadas. Após o roubo, tentaram extorquir as empresas, conseguindo pelo menos 2,5 milhões de dólares em bitcoin de três vítimas. O Departamento de Justiça dos EUA informou que as empresas afetadas sofreram perdas superiores a 9,5 milhões de dólares, impactando mais de 100 milhões de indivíduos. Moucka se declarou culpado de quatro acusações, incluindo fraude e roubo de identidade, e pode enfrentar até 32 anos de prisão. O caso destaca a importância da MFA e da proteção de dados em ambientes de nuvem.

Tokens de API do n8n expostos em commits públicos do GitHub

Pesquisadores da GitGuardian identificaram 321 instâncias do n8n que aceitam tokens de API expostos em commits públicos do GitHub, representando 36% das instâncias acessíveis testadas. O n8n é uma plataforma de automação de fluxo de trabalho de código aberto amplamente utilizada para conectar bancos de dados, repositórios de código e serviços de IA. A exposição de tokens pode permitir que atacantes acessem dados sensíveis e credenciais sem explorar vulnerabilidades de software. Os pesquisadores demonstraram quatro técnicas de ataque que utilizam apenas funcionalidades documentadas da API REST e requisições HTTP padrão, sem necessidade de ferramentas especializadas. Além disso, muitos tokens não têm data de expiração, o que aumenta o risco de uso indevido. O artigo destaca a importância de proteger credenciais e a necessidade de ações proativas para mitigar esses riscos, especialmente em um cenário onde mais de 100.000 instâncias do n8n estão visíveis publicamente. A situação é preocupante, pois 58% das instâncias escaneadas estavam rodando versões afetadas por pelo menos uma vulnerabilidade conhecida, aumentando a superfície de ataque.

Ciberataque compromete dados de mais de 100 mil policiais no Reino Unido

Um ciberataque ao Banco Nacional de Dados Legais da Polícia do Reino Unido (PNLD) expôs dados de contato de mais de 100 mil policiais e profissionais da justiça criminal. A invasão, detectada em 26 de julho, foi reivindicada pelo grupo de extorsão de dados ExfilSquad, que afirma ter roubado 135 mil registros. O PNLD, que fornece recursos legais online há mais de 30 anos, também opera o site ‘Ask the Police’, que responde a perguntas comuns sobre policiamento e questões legais. Os dados comprometidos incluem nomes, organizações e endereços de e-mail de policiais e usuários do site. Embora a PNLD tenha confirmado a violação, não foram encontrados indícios de que senhas ou credenciais de segurança tenham sido comprometidas. A investigação está em andamento com a ajuda de especialistas em cibersegurança e da Agência Nacional do Crime (NCA). O ExfilSquad, que também atacou a empresa americana Analog Devices, publicou amostras dos dados roubados e exigiu um resgate para não divulgar o restante das informações. A PNLD já notificou as organizações afetadas e o Escritório do Comissário de Informação (ICO).

Dados da PNLD expostos na dark web impacto e riscos

O Police National Legal Database (PNLD) do Reino Unido confirmou que informações sensíveis de policiais, funcionários do governo e clientes foram comprometidas e publicadas na dark web. O incidente, detectado em 26 de julho de 2026, incluiu nomes, endereços de e-mail de trabalho e informações de contato, o que pode facilitar ataques de phishing direcionados. Embora o PNLD tenha assegurado que senhas e credenciais de segurança não foram afetadas, a falta de detalhes sobre o número de pessoas impactadas e a duração do acesso não autorizado levanta preocupações. A PNLD, que fornece serviços legais para forças policiais e organizações de justiça criminal, notificou as partes afetadas e está colaborando com a National Crime Agency (NCA) e especialistas em cibersegurança. A análise preliminar sugere que a violação pode ter ocorrido devido a uma configuração inadequada em um portal da Microsoft Power Platform, permitindo acesso não autenticado a dados sensíveis. A PNLD ainda não atribuiu a violação a nenhum grupo específico, embora o ExfilSquad tenha listado a PNLD em seu site de vazamentos. A situação continua em investigação, sem confirmação de ransomware ou exploração de vulnerabilidades de software.

Amgen sofre violação de dados com roubo de informações sensíveis

A empresa farmacêutica Amgen, com sede na Califórnia, anunciou que foi vítima de uma violação de dados após a invasão de sistemas em nuvem operados por provedores de serviços terceirizados. O incidente foi detectado em julho de 2026, quando a empresa ativou seu plano de resposta a incidentes de cibersegurança, implementando medidas de contenção e contratando especialistas forenses independentes para investigar a situação. A investigação revelou que dados sensíveis, incluindo informações de saúde protegidas de pacientes e dados proprietários, foram extraídos dos ambientes em nuvem. Embora a Amgen tenha classificado o incidente como material, a empresa acredita que não afetará significativamente sua condição financeira ou resultados operacionais. A Amgen ainda está avaliando se mais informações foram acessadas ou roubadas e está em processo de notificação de pacientes afetados, conforme necessário. A empresa não divulgou quais provedores de nuvem foram envolvidos, nem detalhes sobre como a violação ocorreu. A situação destaca a crescente preocupação com a segurança de dados no setor farmacêutico e a necessidade de vigilância constante em ambientes de nuvem.

Multa de R 39 milhões para KT Corporation por violação de dados

A Comissão de Proteção de Informações Pessoais da Coreia do Sul (PIPC) multou a KT Corporation, gigante das telecomunicações, em KRW 53,979 bilhões (aproximadamente R$ 39 milhões) devido a violações de proteção de dados. A penalidade foi resultado de uma violação de rede interna que durou quase 11 meses, entre 8 de outubro de 2024 e 5 de setembro de 2025. A investigação da PIPC começou após relatos de usuários sobre micropagamentos fraudulentos, levando a empresa a notificar a exposição de dados de cerca de 5.500 clientes. No total, 16.647 assinantes tiveram suas informações pessoais comprometidas, resultando em pagamentos fraudulentos de KRW 240 milhões (cerca de R$ 167.400) para pelo menos 368 deles.

Incidente de segurança na Analog Devices acesso não autorizado a sistemas

A empresa americana de semicondutores Analog Devices anunciou que um grupo não autorizado acessou alguns de seus sistemas e exfiltrou arquivos. O incidente foi detectado em 23 de junho de 2026, levando a empresa a ativar seus protocolos de resposta a incidentes e contratar especialistas externos em cibersegurança para auxiliar nas atividades de contenção e investigação. Até o momento, não há informações sobre o tipo de dados comprometidos. A empresa informou à Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) que não tem conhecimento de vazamentos de dados online ou uso fraudulento das informações. As autoridades policiais foram notificadas, e partes afetadas e reguladores receberão notificações sobre as informações comprometidas. Apesar do incidente, a Analog Devices afirmou que suas operações comerciais não foram afetadas e que não espera um impacto material em sua condição financeira. A empresa também está avaliando um outro problema de cibersegurança não relacionado que surgiu em relatórios públicos em 26 de julho, possivelmente ligado ao grupo de extorsão de dados ‘ExfilSquad’, que alegou ter exfiltrado informações de seus sistemas, embora não esteja mais listada em seu site. A conexão entre essa intrusão e o incidente divulgado na SEC ainda não está clara.

Brinks Home sofre ataque cibernético e dados podem ser vazados

A empresa de segurança residencial Brinks Home revelou que hackers invadiram seus sistemas e ameaçam vazar dados supostamente roubados. O ataque foi identificado em 20 de julho, e a empresa ativou imediatamente seu procedimento de resposta a incidentes. O CEO, William Niles, informou que a equipe está colaborando com especialistas forenses para resolver a situação. A invasão não afetou a funcionalidade dos sistemas de monitoramento de alarmes da empresa. O grupo de extorsão ShinyHunters reivindicou a responsabilidade pelo ataque, alegando ter roubado mais de 4,9 milhões de registros do Salesforce, incluindo informações pessoais identificáveis (PII) de clientes e funcionários. O ataque foi realizado através de um golpe de vishing, onde um funcionário foi convencido a completar um processo de autenticação, permitindo acesso à conta do funcionário. A Brinks Home está investigando a extensão do vazamento e alerta os clientes sobre possíveis fraudes. A empresa se comprometeu a notificar os afetados caso suas informações sejam confirmadas como comprometidas.

Vazamento de dados expõe informações de 1,2 milhão de pessoas na saúde

A empresa de faturamento médico Medical Computer Business Services (MCBS) revelou que uma violação de rede em 2025 comprometeu informações sensíveis de mais de 1,2 milhão de indivíduos. O incidente foi comunicado ao Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA, que confirmou que 1.261.464 pessoas foram afetadas. A MCBS, localizada em Augusta, Georgia, atua como agregadora de dados de saúde, processando registros de pacientes para prestadores de serviços de saúde. A violação ocorreu entre 22 e 26 de setembro de 2025, e a investigação concluiu que dados como endereços físicos, números de Seguro Social, datas de nascimento, informações de planos de saúde e histórico médico podem ter sido expostos. A empresa também listou sete entidades de saúde cujos dados foram geridos por ela. O grupo de ransomware PEAR reivindicou a responsabilidade pelo ataque, alegando ter exfiltrado 3,3 terabytes de dados, incluindo informações de recursos humanos e detalhes operacionais. A MCBS aconselha os indivíduos afetados a monitorar suas informações de crédito e a entrar em contato com seus prestadores de saúde para verificar se seus dados foram comprometidos.

Gangue de extorsão ShinyHunters assume ataque a Ernst Young

A gangue de extorsão ShinyHunters reivindicou a responsabilidade por uma violação de dados recentemente divulgada pela Ernst & Young (EY), alegando que obteve credenciais de sistemas da empresa por meio de um ataque à cadeia de suprimentos. A EY confirmou a violação no início deste mês, informando que um sistema de tickets de suporte de terceiros utilizado por sua equipe de TI foi comprometido, resultando no roubo de tickets que podem conter informações fiscais de clientes. A empresa detectou atividades incomuns em 23 de abril, identificando que o atacante acessou a plataforma entre 28 de março e 12 de abril, baixando vários documentos. Embora a EY tenha notificado as autoridades e oferecido serviços de monitoramento de identidade aos clientes afetados, não divulgou o nome do sistema comprometido nem quantas pessoas foram impactadas. A ShinyHunters, por sua vez, ameaçou divulgar os dados supostamente roubados caso a EY não entre em contato até 31 de julho de 2026. A gangue afirmou que as credenciais da EY foram obtidas através de um ataque à cadeia de suprimentos, permitindo o acesso a ambientes como Jira, GitHub e Azure. A EY ainda não confirmou a ligação com a ShinyHunters, e a veracidade das alegações não pôde ser verificada de forma independente.

Hackers invadem rede da OnTrac e expõem dados de clientes

A empresa de entrega de pacotes OnTrac anunciou que hackers invadiram sua rede corporativa, possivelmente acessando dados pessoais de seus clientes. O incidente foi detectado em 23 de março, e uma investigação interna revelou que os atacantes acessaram arquivos entre 20 e 22 de março. Embora a empresa tenha confirmado que nomes foram expostos, não está claro quais outros tipos de informações foram comprometidos, pois os detalhes foram redigidos na notificação enviada às autoridades. Para mitigar os riscos, a OnTrac está oferecendo um ano de monitoramento de crédito e proteção de identidade gratuitamente aos clientes afetados. A empresa também recomenda que os destinatários da notificação revisem seus relatórios de crédito e considerem a colocação de alertas de fraude. Até o momento, não houve confirmação de que informações roubadas tenham sido publicadas ou utilizadas de forma fraudulenta. A OnTrac contratou especialistas externos para avaliar a extensão da violação e tomou medidas para garantir que os dados não fossem divulgados. A situação destaca a crescente preocupação com a segurança de dados em empresas de entrega, especialmente em um cenário onde a proteção de informações pessoais é crucial.

Chick-fil-A confirma roubo de dados de mais de 13 mil clientes

A rede americana de fast food Chick-fil-A confirmou que mais de 13 mil clientes tiveram seus dados pessoais roubados em uma recente onda de ataques de credential stuffing. Os ataques ocorreram entre 17 e 19 de junho, quando a empresa detectou atividades suspeitas de login em contas do Chick-fil-A One. Os atacantes utilizaram ferramentas automatizadas e credenciais obtidas de fontes de terceiros para acessar as contas e roubar informações dos clientes. Os dados comprometidos incluem nomes, endereços de e-mail, números de membros do programa de fidelidade, valores de crédito, números de pagamento móvel e os últimos quatro dígitos de cartões de crédito ou débito. Além disso, informações como datas de nascimento, números de telefone e endereços também podem ter sido acessadas. Em resposta ao incidente, a Chick-fil-A desconectou todas as contas afetadas, removeu métodos de pagamento e restaurou os saldos das contas. A empresa também aconselhou os clientes a alterarem suas senhas. Este não é o primeiro incidente de segurança da empresa, que já havia relatado um ataque semelhante em março de 2023, afetando mais de 71 mil clientes.

Origin Energy confirma vazamento de dados de clientes na Austrália

A Origin Energy, maior fornecedora de energia da Austrália, confirmou um vazamento de dados que expôs informações pessoais identificáveis de seus clientes, afetando cerca de 4,8 milhões de usuários. A empresa está investigando a extensão do impacto e notificando os clientes afetados. Os dados expostos incluem endereços físicos, datas de nascimento, números de telefone, informações de conta, além de partes dos dados financeiros, como os últimos quatro dígitos do cartão de crédito e os últimos três dígitos da conta bancária. A empresa assegurou que as informações financeiras expostas são incompletas e não podem ser usadas para fraudes. O CEO da Origin, Frank Calabria, pediu desculpas aos clientes e afirmou que medidas estão sendo tomadas para evitar novos acessos não autorizados. Além disso, a empresa notificou as autoridades competentes, incluindo a Polícia Federal Australiana e o Centro de Cibersegurança da Austrália. Um hacker, autodenominado ‘John Doe’, reivindicou a responsabilidade pelo ataque e ameaçou divulgar os dados de 2 milhões de clientes se não houver negociação. Este incidente destaca a vulnerabilidade das empresas em proteger dados sensíveis e a necessidade de medidas de segurança robustas.

Coreia do Sul alerta diplomatas sobre riscos após ataque cibernético

O governo sul-coreano revelou um ataque cibernético que durou dez meses contra o sistema de educação online da Academia Diplomática Nacional, afetando dados de pelo menos 6.000 indivíduos, incluindo funcionários atuais e antigos do Ministério das Relações Exteriores. O ataque ocorreu entre abril de 2025 e fevereiro de 2026, durante o qual foram roubados IDs de usuários, nomes, e-mails e senhas criptografadas. Embora informações sensíveis, como números de telefone e endereços, não tenham sido comprometidas, a gravidade do incidente levou o Ministério a fechar sua infraestrutura de TI e implementar medidas de segurança adicionais. A divulgação do ataque foi atrasada em cinco meses devido à natureza sensível do incidente, que exigiu uma análise cuidadosa antes de ser tornada pública. O porta-voz do Ministério, Park Il, destacou a necessidade de cautela em relação a questões diplomáticas e de segurança.

Hackers invadem sistema educacional da Academia Diplomática da Coreia do Sul

A Coreia do Sul revelou que hackers comprometeram o sistema de educação online da Academia Nacional Diplomática, acessando-o por dez meses e roubando informações pessoais de funcionários atuais e antigos do Ministério das Relações Exteriores (MFA), incluindo diplomatas no exterior. O incidente ocorreu em abril de 2025, quando um ator de ameaça desconhecido explorou uma vulnerabilidade no servidor da Academia. Estima-se que cerca de 6.000 indivíduos tenham sido afetados, com 350 sendo funcionários do governo em missões internacionais. O MFA informou que dados como IDs, nomes, endereços de e-mail e senhas criptografadas foram vazados, mas garantiu que informações mais sensíveis, como números de identificação únicos e endereços residenciais, não foram expostas. O ministério bloqueou o acesso ao sistema e implementou medidas adicionais de segurança. A divulgação do incidente foi atrasada devido à sua natureza sensível e à necessidade de uma análise cuidadosa. A população afetada foi aconselhada a estar atenta a comunicações suspeitas e a relatar imediatamente qualquer atividade estranha ao departamento de segurança do MFA.

Ciberataque à Upbound Group gera perdas de US 13 milhões

A fintech Upbound Group, anteriormente conhecida como Rent-A-Center, revelou que criminosos cibernéticos roubaram dados de seus sistemas e usaram essas informações para fraudes em contratos de leasing, resultando em perdas financeiras de aproximadamente US$ 13 milhões no segmento Acima no segundo trimestre deste ano. Em um comunicado à Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC), a empresa informou que informações não sensíveis de clientes e outros documentos foram acessados sem autorização. Os atacantes utilizaram esses dados para obter produtos por meio do sistema de leasing da Acima, que paga aos varejistas por esses bens, mas os fraudadores não realizaram os pagamentos de leasing, causando as perdas. Após a detecção do ataque, a Upbound implementou medidas de mitigação com o auxílio de especialistas em cibersegurança, incluindo controles de autenticação aprimorados e mecanismos adicionais de detecção de fraudes. As autoridades federais foram notificadas e a investigação do incidente continua. Até o momento, não há evidências de que o ataque tenha afetado decisões de investimento, e nenhum grupo de ransomware reivindicou a responsabilidade pelo ataque.

Chick-fil-A notifica clientes sobre violação de dados em ataque cibernético

A rede de fast food americana Chick-fil-A notificou um número não revelado de clientes sobre uma violação de dados resultante de ataques de ‘credential stuffing’. A empresa, que opera mais de 3.000 restaurantes nos EUA e em outros países, identificou atividades suspeitas de login em contas do Chick-fil-A One entre 17 e 19 de junho de 2026. Os atacantes utilizaram credenciais de contas obtidas de fontes de terceiros para acessar informações pessoais, como nomes, endereços de e-mail, números de membros, códigos QR e os últimos quatro dígitos de cartões de crédito. Além disso, dados como datas de nascimento e números de telefone também podem ter sido expostos. Embora a Chick-fil-A não tenha divulgado o número total de contas afetadas, confirmou que 2.182 clientes do Texas foram impactados. Em resposta, a empresa deslogou todas as contas comprometidas, removeu métodos de pagamento e recomendou que os usuários alterassem suas senhas. Este incidente destaca a vulnerabilidade de contas que reutilizam credenciais em múltiplas plataformas, um problema crescente na cibersegurança.

Estée Lauder confirma vazamento de dados após ataque cibernético

A gigante de cosméticos Estée Lauder notificou seus clientes sobre uma violação de dados que ocorreu em 9 de agosto de 2025, quando hackers exploraram uma vulnerabilidade no Oracle E-Business Suite, utilizado para operações de recursos humanos. A empresa identificou a intrusão em junho de 2026 e confirmou que informações pessoais de certos indivíduos foram acessadas, incluindo endereços postais, e-mails, datas de nascimento, números de segurança social, números de passaporte, informações financeiras e dados de saúde. A vulnerabilidade explorada está relacionada ao CVE-2025-61882, que permitiu que atacantes contornassem a autenticação e executassem códigos remotamente. A Estée Lauder já havia sido alvo do grupo de ransomware Clop em 2023, quando outra falha foi explorada. A empresa está oferecendo 24 meses de monitoramento de identidade gratuito para os afetados e aconselha a vigilância contra roubo de identidade e fraudes.

Ernst Young confirma vazamento de dados após ataque cibernético

A Ernst & Young (EY) confirmou um ataque cibernético que resultou na exposição de dados sensíveis de clientes, incluindo informações fiscais. O incidente ocorreu entre 28 de março e 12 de abril de 2026, quando atacantes acessaram um sistema de gerenciamento de serviços de TI utilizado pela empresa. A EY detectou atividades anômalas em 23 de abril e ativou seus protocolos de resposta a incidentes, envolvendo especialistas em cibersegurança e notificando as autoridades competentes. Embora a empresa tenha removido os invasores e garantido a segurança dos sistemas, não foram divulgados detalhes sobre o número de clientes afetados ou a natureza exata das informações comprometidas. Até o momento, não houve reivindicações de grupos de hackers e os dados não foram encontrados na dark web. Para mitigar os riscos, a EY está oferecendo 24 meses de monitoramento de identidade gratuito através da Experian para os clientes impactados.

Hugging Face sofre ataque cibernético e expõe dados internos

A Hugging Face, plataforma de inteligência artificial de código aberto, sofreu uma violação de segurança que permitiu a atacantes acessarem conjuntos de dados internos e credenciais. O ataque foi realizado por meio de um sistema autônomo de agentes de IA, que explorou vulnerabilidades de execução de código em seu pipeline de processamento de dados. Os invasores utilizaram um conjunto de dados malicioso para executar código em um trabalhador de processamento, o que lhes permitiu roubar credenciais de nuvem e se mover lateralmente por clusters internos. A empresa está investigando se dados de parceiros ou clientes foram afetados e já tomou medidas para mitigar o ataque, incluindo o fechamento das vulnerabilidades exploradas e a rotação de credenciais. Embora a Hugging Face não tenha encontrado evidências de comprometimento de modelos públicos, o incidente destaca a crescente preocupação com ataques impulsionados por IA. A empresa aconselhou seus usuários a revisar atividades recentes em suas contas e rotacionar tokens de acesso. Este é o primeiro incidente de segurança ligado a um agente de IA na plataforma, que já havia enfrentado outras violações no passado.

Abbott investiga incidentes de cibersegurança em sistemas internos

A Abbott Laboratories está investigando dois incidentes de cibersegurança que envolvem acesso não autorizado a sistemas internos da sua divisão de Diagnósticos de Câncer e uma alegação de violação do portal LabCentral. O primeiro incidente foi confirmado após o grupo de extorsão ShinyHunters ameaçar divulgar dados supostamente roubados, caso a empresa não negociasse. A Abbott afirmou que o acesso foi limitado a sistemas legados e que não impactou suas operações ou a segurança dos pacientes. O grupo ShinyHunters alegou ter acessado dados sensíveis através de um ataque de vishing, comprometendo contas de acesso único da Microsoft. No segundo incidente, o grupo ShadowByt3$ afirmou ter invadido o portal LabCentral, mas a Abbott contestou a caracterização dos dados como sensíveis, afirmando que se tratam de documentos públicos. Até o momento, nenhum dado foi divulgado publicamente por ambos os grupos. A empresa ativou procedimentos de resposta a incidentes e notificou as autoridades competentes.