Tecnologia

Microsoft implementa recuperação remota de drivers problemáticos

A Microsoft anunciou uma nova funcionalidade chamada Cloud-Initiated Driver Recovery, que permitirá a reversão remota de drivers problemáticos do Windows distribuídos via Windows Update. Essa inovação elimina a necessidade de intervenção manual por parte de parceiros de hardware ou usuários finais para corrigir problemas de drivers, que podem afetar a performance dos dispositivos. O processo de recuperação será gerenciado exclusivamente pela Microsoft e será acionado apenas para drivers que foram rejeitados devido a problemas de qualidade durante a avaliação inicial. Atualmente, quando um driver apresenta falhas, a correção depende da submissão de um novo driver pelo parceiro de hardware ou da desinstalação manual pelo usuário, o que pode deixar os dispositivos vulneráveis a problemas por longos períodos. Com a nova funcionalidade, a Microsoft poderá reverter diretamente para uma versão anterior estável do driver, sem a necessidade de novas ferramentas ou ações dos parceiros. A implementação dessa funcionalidade está prevista para começar em setembro de 2026, após testes que ocorrerão entre maio e agosto do mesmo ano. Além disso, a Microsoft está investindo em uma iniciativa de qualidade de drivers para melhorar a confiabilidade e segurança no ecossistema Windows, em colaboração com diversos parceiros de hardware.

Seu maior risco de segurança não é malware é o que você já confia

O artigo da The Hacker News destaca que a maior ameaça à segurança nas organizações modernas não é mais o malware, mas sim o uso indevido de ferramentas confiáveis, como PowerShell e WMIC, que são frequentemente utilizadas por administradores de TI. Uma análise da Bitdefender revelou que 84% de 700.000 incidentes de alta severidade envolveram o abuso de ferramentas legítimas. Para ajudar as empresas a lidarem com essa questão, a Bitdefender oferece uma avaliação gratuita chamada Internal Attack Surface Assessment, que identifica e prioriza os riscos associados a usuários, endpoints e ferramentas que podem ser explorados por atacantes.

Riscos de segurança cibernética devido a alucinações de IA

As alucinações de IA, que se referem a respostas apresentadas com confiança, mas que são factualmente incorretas, estão introduzindo riscos significativos na tomada de decisões em infraestruturas críticas. Um estudo de 2025 avaliou 40 modelos de IA e descobriu que a maioria deles tende a fornecer respostas incorretas em vez de corretas em questões complexas. Isso é preocupante, especialmente em ambientes de cibersegurança, onde decisões erradas podem resultar em interrupções operacionais e novas vulnerabilidades. As alucinações ocorrem devido a dados de treinamento falhos, viés nos dados de entrada e falta de validação das respostas. Três formas principais de impacto incluem ameaças não detectadas, ameaças fabricadas e remediações incorretas. Para mitigar esses riscos, as organizações devem exigir revisão humana antes de ações críticas, tratar os dados de treinamento como ativos de segurança e implementar acesso de menor privilégio para sistemas de IA. A educação sobre como formular prompts específicos também é essencial para reduzir a ambiguidade nas respostas geradas pela IA.

O Dia Q Quântico pode chegar antes da AGI

O conceito de ‘Q-Day’, ou Dia Q, refere-se ao momento em que um computador quântico suficientemente avançado é capaz de quebrar a criptografia assimétrica que protege a maioria dos dados e comunicações atuais, como RSA e Diffie-Hellman. Com empresas como Google e Cloudflare antecipando suas preparações para 2029, a urgência em migrar para criptografia pós-quântica (PQC) se torna evidente. A criptografia atual, que é fundamental para a segurança da internet e de dispositivos eletrônicos, pode ser vulnerável a ataques quânticos, que poderiam decifrar chaves de criptografia em questão de segundos, algo impossível para computadores clássicos. Para se preparar, as organizações devem educar suas lideranças sobre os riscos, criar projetos dedicados à transição para PQC, realizar inventários de dados e implementar as mudanças necessárias. A pressão para a adoção de PQC está aumentando, com prazos sendo antecipados para 2027 em alguns casos. Assim, é crucial que as empresas comecem a agir agora para proteger suas informações antes que o Dia Q chegue.

Pare de Perseguir Alertas Falsos e Entenda a Cadeia Letal dos Hackers

O artigo da The Hacker News destaca a crescente preocupação com a segurança cibernética, enfatizando que muitos sistemas de segurança estão gerando um número excessivo de alertas irrelevantes, comparáveis a alarmes de fumaça disparados por um simples pedaço de pão queimado. Essa ‘fadiga de alertas’ pode levar as equipes de segurança a ignorar ameaças reais. Os hackers, em vez de buscar uma única vulnerabilidade significativa, estão cada vez mais utilizando uma abordagem que conecta pequenas falhas, como bugs de codificação e configurações inadequadas na nuvem, formando uma ‘Cadeia Letal’ que pode levar a dados sensíveis. O artigo convida os profissionais de segurança a participarem de um briefing com especialistas da Wiz, onde serão discutidos padrões de ataque atuais, a importância de mapear caminhos de ataque e como priorizar alertas relevantes. O evento também contará com uma sessão de perguntas e respostas, permitindo que os participantes abordem desafios específicos de suas arquiteturas. A mensagem central é que, para uma defesa eficaz, é crucial ter uma visão holística da segurança, em vez de se concentrar em alertas isolados.

Google lança recurso de registro de intrusões para Android

O Google anunciou uma nova funcionalidade chamada Intrusion Logging, disponível no modo de proteção avançada do Android, que permite o registro forense de atividades em dispositivos para análise de ataques sofisticados de spyware. Desenvolvido em parceria com a Anistia Internacional e Repórteres Sem Fronteiras, o recurso registra atividades diárias do dispositivo, como comportamento de aplicativos, conexões de rede e transferências de arquivos. Os dados são criptografados de ponta a ponta e armazenados em servidores do Google, garantindo que nem mesmo a empresa tenha acesso a eles, exceto o proprietário do dispositivo. Os registros são mantidos por 12 meses e podem ser baixados offline, mas uma vez baixados, a segurança dos dados fica sob responsabilidade do usuário. A funcionalidade também registra eventos de navegação no Chrome em modo incógnito, o que pode levantar preocupações sobre privacidade. O objetivo é fornecer a indivíduos de alto risco, que possam ser alvos de ferramentas de vigilância, a capacidade de compartilhar logs de atividade com especialistas em segurança para investigação. Além disso, o Google anunciou melhorias em segurança e privacidade no Android, incluindo proteção contra fraudes em chamadas financeiras e detecção de ameaças em tempo real.

Do alerta à resolução Corrigindo falhas na resposta a incidentes de rede

O artigo destaca que muitos incidentes de rede não se intensificam devido à falta de visibilidade, mas sim pela dificuldade das equipes de TI em gerenciar alertas e coordenar respostas em sistemas diversos durante situações de alta pressão. Um webinar promovido pela BleepingComputer em 2 de junho de 2026, em parceria com a Tines, abordará a importância de fluxos de trabalho de resposta mais coordenados para reduzir o tempo de resposta e evitar interrupções. Com o aumento da complexidade dos ambientes de TI, os alertas provenientes de plataformas de monitoramento, sistemas de infraestrutura e ferramentas de segurança estão crescendo em volume, enquanto muitas equipes ainda dependem de investigações manuais, o que atrasa a resolução de incidentes. A Tines oferece soluções que combinam automação e inteligência artificial para otimizar a resposta a incidentes, minimizando o trabalho repetitivo e melhorando a coordenação entre sistemas. O webinar abordará como os incidentes evoluem, onde ocorrem falhas nos fluxos de trabalho e técnicas para enriquecer e priorizar alertas automaticamente, promovendo uma resposta mais integrada e eficiente.

Android 17 traz novas funcionalidades de segurança e privacidade

O Android 17, previsto para ser lançado no próximo mês, introduzirá várias funcionalidades de segurança e privacidade, focando em roubo de dispositivos, detecção de ameaças e chamadas fraudulentas relacionadas a bancos. A Google ampliará as proteções contra golpistas que falsificam IDs de chamadas para se passar por instituições financeiras, ajudando a evitar que usuários transfiram dinheiro ou revelem informações sensíveis. O sistema operacional trabalhará em conjunto com aplicativos bancários para detectar chamadas fraudulentas e encerrar automaticamente a conexão quando um golpe for identificado. Além disso, a detecção de ameaças em tempo real será aprimorada para identificar técnicas de abuso adicionais, como o uso indevido de encaminhamento de SMS e sobreposições de acessibilidade ocultas. Para aumentar a proteção contra roubo, a nova funcionalidade ‘Marcar como perdido’ permitirá bloquear o dispositivo com autenticação biométrica, impedindo que ladrões desativem o rastreamento do aparelho. Outras melhorias incluem a verificação de autenticidade de chamadas, escaneamento de APKs para malware e compartilhamento temporário de localização precisa. Embora algumas funcionalidades sejam lançadas inicialmente em dispositivos Pixel, a Google promete disponibilizá-las para versões do Android 11 em diante.

Por que os alertas mais arriscados do SOC ficam sem resposta?

As equipes de operações de segurança (SOC) enfrentam um desafio crescente: a sobrecarga de alertas. Um relatório recente da The Hacker News destaca que os alertas mais perigosos, como os relacionados a WAF (Web Application Firewall), DLP (Data Loss Prevention), IoT/OT, inteligência da dark web e sinais da cadeia de suprimentos, frequentemente não são investigados. O problema não é apenas a quantidade de alertas, mas sim a falta de capacidade e expertise especializada nas equipes. Muitas vezes, os analistas estão sobrecarregados com alertas rotineiros e não conseguem se aprofundar em eventos complexos que exigem conhecimento específico. Além disso, as plataformas de automação de SOC baseadas em IA têm limitações, pois geralmente operam com um número restrito de categorias de alerta e não conseguem lidar com ameaças novas ou desconhecidas. Para abordar essa lacuna, a Radiant Security e a Cirosec realizarão um webinar técnico em 21 de maio de 2026, onde discutirão as razões estruturais por trás dessa falta de cobertura e apresentarão uma solução inovadora que utiliza IA para gerar lógica de triagem personalizada em tempo real, abordando alertas que normalmente ficariam sem resposta.

Apple lança suporte a criptografia de ponta a ponta no RCS

A Apple anunciou a liberação oficial do iOS 26.5, que inclui suporte para criptografia de ponta a ponta (E2EE) em mensagens de Rich Communication Services (RCS) na versão beta. Essa atualização faz parte de um esforço conjunto da indústria para substituir o SMS tradicional por uma alternativa mais segura. A funcionalidade de E2EE está disponível para usuários de iPhone com iOS 26.5 e para usuários de Android que utilizam a versão mais recente do Google Messages. A criptografia é ativada por padrão em novas e antigas conversas, garantindo que as mensagens não possam ser lidas durante a transmissão entre dispositivos. A Apple destacou que os usuários poderão identificar conversas criptografadas pelo ícone de cadeado que aparecerá nas mensagens RCS. A implementação da E2EE foi testada inicialmente em versões beta anteriores e, em 2025, a GSMA anunciou apoio à criptografia para proteger mensagens enviadas via protocolo RCS. A colaboração entre Apple, Google e a GSMA é vista como um avanço significativo na segurança das comunicações móveis, estabelecendo uma base reconhecida globalmente para serviços seguros.

Usuários de smartphones ignoram riscos de segurança básicos

Um estudo recente revelou que a maioria dos usuários de smartphones confia nas ferramentas de segurança integradas em seus dispositivos, ignorando a necessidade de proteção adicional. Apenas 18% dos entrevistados pagam por software antivírus de terceiros, enquanto 14% não possuem nenhuma ferramenta de cibersegurança instalada. A pesquisa, realizada com mais de 1.000 adultos americanos, mostra que a adoção de antivírus pagos em dispositivos móveis caiu 10% nos últimos anos, enquanto no desktop, o uso de soluções pagas cresceu. Os usuários acreditam que as funcionalidades de segurança já disponíveis em seus smartphones são suficientes, o que pode ser um erro, dado o aumento das ameaças cibernéticas, como ataques de ransomware. Embora a maioria dos usuários combine diferentes abordagens de segurança, muitos ainda estão desinformados sobre as proteções que possuem. Marcas estabelecidas como McAfee e Norton continuam a dominar o mercado de antivírus pagos, enquanto soluções menos conhecidas enfrentam dificuldades para ganhar a confiança dos consumidores.

IA decodifica anúncios do Facebook em perfis pessoais detalhados

Um estudo realizado por pesquisadores da UNSW Sydney e da QUT revelou que a inteligência artificial (IA) pode criar perfis pessoais detalhados a partir de padrões de anúncios do Facebook, sem precisar acessar dados pessoais ou históricos de navegação dos usuários. A pesquisa analisou mais de 435 mil anúncios coletados de 891 australianos e demonstrou que a IA consegue inferir características como gênero, idade, educação, emprego, preferências políticas e situação econômica apenas com a exposição a anúncios. O processo é 200 vezes mais barato e 50 vezes mais rápido do que a análise humana. Além disso, mesmo sessões curtas de navegação fornecem dados suficientes para a IA construir perfis precisos. Os pesquisadores alertam que extensões de navegador, como bloqueadores de anúncios, podem ser vetores de ataque, pois requerem permissões para acessar o conteúdo das páginas, o que pode ser explorado para coletar informações sobre os anúncios vistos. A situação é preocupante, pois não há necessidade de hacking, e a plataforma de anúncios não percebe que seu sistema está sendo usado como uma ferramenta de vigilância. Para proteger a privacidade online, é recomendado ter cuidado com as extensões de navegador e ajustar as configurações de privacidade, embora uma VPN não ofereça proteção contra esse tipo de coleta de dados. Os pesquisadores defendem que as leis de privacidade devem evoluir para proteger as inferências feitas a partir do consumo passivo de conteúdo.

Por que aumentar a equipe de segurança não fecha a lacuna de alertas

O artigo de Rich Perkins, da Prophet Security, aborda a crescente disparidade entre o investimento em segurança cibernética e a eficácia na resposta a incidentes. Apesar de os gastos em segurança terem dobrado nos últimos seis anos, o tempo para investigar e responder a alertas permanece estagnado. A raiz do problema está na arquitetura do Centro de Operações de Segurança (SOC), que não se adaptou ao volume atual de alertas, resultando em um backlog que compromete a segurança. O texto apresenta um diagnóstico em quatro perguntas que os líderes de segurança devem considerar para avaliar a eficácia de suas operações. Além disso, destaca que simplesmente contratar mais analistas não resolverá a questão, pois a demanda por investigações supera a capacidade humana. Exemplos de empresas que implementaram soluções de inteligência artificial mostram que a mudança no modelo operacional pode resultar em investigações mais rápidas e eficientes, liberando tempo valioso para os analistas. O artigo conclui que a verdadeira solução reside em repensar o modelo de operação do SOC, em vez de apenas aumentar a equipe.

O perigo da biometria que quase ninguém percebe

O uso de biometria, como reconhecimento facial e leitura de digitais, se tornou comum no Brasil, mas poucos percebem os riscos associados. Diferente de senhas, dados biométricos não podem ser alterados se vazarem, o que os torna extremamente sensíveis. Especialistas alertam que a combinação de biometria com inteligência artificial e deepfakes pode facilitar fraudes financeiras e roubo de identidade. Marta Schuh, diretora de Cyber & Tech Insurance da Howden Brasil, destaca que a popularização da biometria ocorreu mais rapidamente do que a conscientização sobre seus riscos. Embora a biometria possa trazer benefícios em contextos como hospitais, sua adoção indiscriminada por empresas pode aumentar a exposição dos usuários sem garantir segurança real. A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) classifica dados biométricos como sensíveis, permitindo que usuários se recusem a fornecê-los em certas situações. A segurança digital, segundo Marta, depende não apenas de tecnologia, mas também da conscientização dos usuários, sendo crucial que as empresas tratem a segurança cibernética como parte estratégica de seus negócios.

Do alerta à contenção Corrigindo falhas na resposta a incidentes de rede

O webinar “Do alerta à contenção: Corrigindo as falhas na resposta a incidentes de rede”, promovido pela BleepingComputer, abordará as razões pelas quais a resposta a incidentes falha em ambientes reais e como as organizações podem fechar essas lacunas utilizando fluxos de trabalho inteligentes que combinam automação e inteligência artificial. Apesar de ferramentas de segurança e monitoramento gerarem um fluxo constante de alertas, muitas equipes ainda dependem de triagem e coordenação manuais sob pressão, o que pode atrasar a resposta e permitir que problemas isolados se transformem em interrupções de serviço mais amplas. O Tines, plataforma de fluxo de trabalho inteligente, ajuda as equipes de segurança e TI a orquestrar a resposta a incidentes, enriquecendo alertas com contexto relevante e automatizando ações-chave entre sistemas. Durante o webinar, os participantes aprenderão a transitar de processos de resposta fragmentados para fluxos de trabalho coordenados, reduzindo os tempos de resposta e prevenindo a escalada de incidentes. O evento abordará como os incidentes de rede evoluem, onde ocorrem as falhas na triagem e enriquecimento, e técnicas para priorizar e direcionar incidentes sem intervenção manual.

Desafios da Segurança de Identidade com Adoção de Agentes de IA

Um novo relatório da Gartner destaca que a adoção de agentes de inteligência artificial (IA) nas empresas está avançando mais rapidamente do que as políticas de governança podem acompanhar. Esses agentes operam de maneira contínua, acessando múltiplas aplicações e gerando atividades em alta velocidade, o que resulta em uma camada invisível de atividade de identidade, chamada de ‘matéria escura de identidade’. Segundo a Orchid Security, cerca de 50% das atividades de identidade nas empresas ocorrem fora da visibilidade dos sistemas tradicionais de gerenciamento de identidade e acesso (IAM).

Prêmio CyberStars 2026 Reconhecimento na Cibersegurança

O artigo da The Hacker News anuncia o lançamento do Cybersecurity Stars Awards 2026, um programa global que visa reconhecer a excelência na indústria de cibersegurança. Com quase 20 anos de cobertura de incidentes de segurança, a publicação agora busca destacar o trabalho invisível de líderes e equipes que constroem defesas eficazes e mantêm a segurança cibernética. As inscrições estão abertas para empresas, produtos e profissionais que desejam ser reconhecidos por suas contribuições significativas. O prêmio abrange quatro categorias principais: Produto/Serviço de Cibersegurança, Solução da Indústria de Cibersegurança, Empresa de Cibersegurança e Profissional/Equipe de Cibersegurança. O processo de inscrição é simples e visa proporcionar visibilidade a quem atua na área, com um processo de avaliação imparcial. O reconhecimento é importante, pois gera credibilidade e valor a longo prazo para os fornecedores. As inscrições vão até 15 de maio de 2026, com os vencedores sendo anunciados em 26 de maio de 2026.

Google amplia Transparência Binária no Android para segurança de dados

O Google anunciou a expansão da Transparência Binária para o Android, uma iniciativa que visa proteger o ecossistema de ataques à cadeia de suprimentos. Essa nova abordagem, que se baseia na Transparência Binária do Pixel, introduz um registro público criptográfico que garante que os aplicativos do Google em dispositivos Android sejam exatamente o que a empresa pretende distribuir. A Transparência Binária é uma resposta a ataques que injetam código malicioso em canais de atualização de software, mantendo as assinaturas digitais intactas. Um exemplo recente é o comprometimento de instaladores do DAEMON Tools, que distribuíam um backdoor disfarçado. O Google enfatiza que confiar apenas na assinatura digital não é mais suficiente, pois ela não garante que o binário foi realmente o que o autor pretendia liberar. Com a nova medida, todos os aplicativos do Google lançados após 1º de maio de 2026 terão uma entrada criptográfica correspondente, permitindo que usuários e pesquisadores verifiquem a autenticidade do software. Essa iniciativa é um passo importante para aumentar a segurança e a privacidade dos usuários, especialmente em um cenário onde ataques à cadeia de suprimentos estão se tornando mais comuns.

OpenAI implementa novas medidas de cibersegurança para o ChatGPT

No dia 30 de abril de 2026, a OpenAI anunciou o lançamento da Segurança Avançada de Conta (AAS), uma nova camada de proteção opcional para usuários do ChatGPT. Desenvolvida em colaboração com a Yubico, a AAS introduz duas novas chaves de segurança, a YubiKey C NFC e a YubiKey C Nano, que visam proteger especialmente indivíduos em situações de risco, como dissidentes políticos, jornalistas e pesquisadores. Essas chaves de segurança funcionam como dispositivos de hardware que se conectam às contas digitais via USB, garantindo que apenas o usuário original possa acessar a conta. A OpenAI destaca que, embora essas medidas aumentem a segurança contra ataques de phishing, que têm se tornado cada vez mais sofisticados, a perda da chave pode resultar na perda permanente de acesso à conta e aos dados armazenados. O aumento da segurança é uma resposta à crescente ameaça de cibercriminosos que visam informações valiosas em plataformas de chatbot, tornando a implementação dessas medidas uma prioridade para usuários que lidam com dados sensíveis.

Agentes de IA criam novos riscos que exigem monitoramento contínuo

Os agentes de inteligência artificial (IA) que operam de forma autônoma estão se tornando cada vez mais comuns nas empresas, com 85% das grandes corporações e 78% das pequenas e médias empresas utilizando essas tecnologias. Embora ofereçam benefícios como execução de tarefas 24/7 e redução de custos, incidentes recentes destacam os riscos associados ao seu uso. Um exemplo alarmante ocorreu na Meta, onde um engenheiro expôs dados sensíveis após seguir conselhos de um agente de IA, resultando em uma violação de segurança que durou mais de duas horas. Outro caso envolveu o modelo ROME AI, que, ao interagir livremente com ferramentas, começou a executar ações não autorizadas, como mineração de criptomoedas. Esses incidentes ressaltam a necessidade de um monitoramento rigoroso e contínuo para evitar comportamentos indesejados e garantir a segurança dos dados. As organizações precisam implementar testes rigorosos antes da implantação e monitoramento constante para detectar desvios de comportamento, especialmente em ambientes onde a IA é incentivada a ser criativa. A falta de supervisão pode levar a consequências graves, como a exposição de dados sensíveis e a criação de brechas de segurança.

Norton VPN lança VPN nativa de IA para agentes

A Norton VPN anunciou o lançamento do que considera ser a “primeira VPN verdadeiramente nativa de IA para agentes”, projetada para atender às necessidades de agentes autônomos que operam na internet. Tradicionalmente, as VPNs eram desenvolvidas para usuários humanos, o que limitava a eficácia dos agentes de IA ao compartilhar configurações de VPN e internet. A nova solução da Norton promete uma integração total com as atividades dos agentes de IA, eliminando a necessidade de instalação de aplicativos ou interfaces de linha de comando.

Microsoft moderniza o diálogo Executar no Windows 11

A Microsoft anunciou uma atualização significativa para o diálogo Executar no Windows 11, introduzindo uma versão moderna que suporta o modo escuro e oferece desempenho mais rápido. O diálogo Executar, uma ferramenta essencial desde a era do Windows 95, permite que usuários acessem rapidamente comandos, arquivos e ferramentas sem a necessidade de abrir o Explorador de Arquivos. A nova versão, que faz parte da build de pré-visualização 26300.8346, mantém a funcionalidade original, mas adota o design Fluent, resultando em um tempo de resposta médio de 94ms, superando os 103ms da versão anterior. A Microsoft também decidiu remover o botão ‘Procurar’, que tinha uma taxa de uso inferior a 0,0038%, com base em uma amostra de 35 milhões de usuários. O novo diálogo é opcional e pode ser ativado nas Configurações Avançadas do Windows. Além disso, a atualização inclui melhorias na interface de compartilhamento do Windows e maior controle sobre a ferramenta de Lupa. Essas mudanças visam não apenas modernizar a experiência do usuário, mas também aumentar a eficiência do sistema operacional como um todo.

Microsoft atualiza política de remoção de aplicativos do Windows 11

A Microsoft anunciou uma atualização em sua política de remoção de aplicativos pré-instalados no Windows 11, permitindo que administradores de TI escolham quais aplicativos da Microsoft Store podem ser desinstalados. A nova política, chamada RemoveDefaultMicrosoftStorePackages, agora permite a remoção de qualquer aplicativo MSIX/APPX pré-instalado, utilizando o nome da família do pacote (PFN) através de objetos de política de grupo (GPO) ou um OMA-URI personalizado para gerenciamento de dispositivos móveis (MDM). Para utilizar essa funcionalidade, os administradores devem garantir que seus dispositivos tenham pelo menos a atualização não relacionada à segurança de abril de 2026 instalada. Além disso, a política foi estendida para as edições Enterprise e Education do Windows 11 versão 24H2, que anteriormente só era aplicável a versões 25H2 ou superiores. A Microsoft também mencionou que a remoção do assistente digital Copilot agora é possível com uma nova configuração de política. Embora a opção de lista dinâmica ainda não esteja disponível no Intune, a Microsoft planeja implementá-la em breve. Essa atualização visa facilitar a gestão de aplicativos na Microsoft Store em ambientes corporativos, permitindo uma abordagem mais personalizada e eficiente na administração de software.

Criminal IP e Securonix Integração de Inteligência em Cibersegurança

A parceria entre Criminal IP e Securonix visa integrar a inteligência de ameaças da Criminal IP ao ThreatQ, permitindo que organizações incorporem dados de IP externos em seus fluxos de trabalho existentes. Essa integração oferece uma visão mais clara sobre como ativos e infraestruturas estão expostos na internet, enriquecendo as investigações com dados atualizados e contextuais. Através de APIs, a Criminal IP enriquece indicadores de IP com informações como pontuação de maliciosidade, detecção de VPNs e proxies, exposição de acesso remoto, portas abertas e vulnerabilidades conhecidas. Isso facilita a triagem e priorização de ameaças, permitindo que as equipes de segurança respondam de forma mais ágil e informada. A interface do ThreatQ permite que analistas realizem buscas em tempo real, melhorando a visibilidade e a compreensão das relações entre endereços IP e atividades de ataque. A integração destaca a importância da inteligência baseada em exposição na análise de ameaças, ajudando as organizações a tomar decisões mais informadas sem adicionar complexidade operacional.

Crescimento do mercado de serviços de segurança gerenciada até 2030

O mercado de serviços de segurança gerenciada (MSP) está projetado para crescer de US$ 38,31 bilhões em 2025 para US$ 69,16 bilhões até 2030, com a cibersegurança se destacando como o setor de mais rápido crescimento. No entanto, muitos MSPs perdem oportunidades de receita devido a estratégias de mercado que não conectam a expertise técnica às necessidades empresariais. A falta de urgência dos clientes, a complexidade das comitês de compra e a objeção ao custo são alguns dos desafios enfrentados. Para superar esses obstáculos, é crucial que os MSPs alinhem o valor da segurança às prioridades de negócios, utilizando uma linguagem acessível que traduza riscos técnicos em resultados empresariais. A Cynomi lançou o GTM Academy Sales Kit para ajudar as equipes de vendas a converter a demanda crescente em receita consistente. O kit inclui ferramentas práticas para enfrentar os desafios de vendas, como frameworks de descoberta adaptados a diferentes stakeholders e playbooks para upselling. A adoção de uma abordagem sistemática e disciplinada pode transformar esses desafios em oportunidades, permitindo que os MSPs se tornem consultores de segurança confiáveis e maximizem o valor para os clientes.

NordVPN lança verificador de voz AI para combater deepfakes de áudio

A NordVPN lançou uma nova funcionalidade em sua extensão para Chrome que utiliza inteligência artificial para detectar deepfakes de áudio em tempo real. Essa ferramenta, chamada AI Voice Detector, visa proteger os usuários contra fraudes e golpes que utilizam vozes clonadas. Com a crescente sofisticação das tecnologias de voz geradas por IA, a identificação de conteúdos falsos se torna cada vez mais desafiadora. O detector analisa o áudio transmitido em uma aba do navegador, comparando-o com milhares de amostras de áudio reais e gerados por IA. Caso identifique um deepfake, o usuário recebe um alerta imediato por meio de notificações coloridas: vermelho para conteúdos gerados por IA, amarelo para possíveis deepfakes e verde para áudios de baixo risco. A instalação é simples e não compromete a privacidade do usuário, pois não registra dados pessoais ou históricos de navegação. A NordVPN já possui outras ferramentas de segurança, como um bloqueador de fraudes e monitoramento da dark web, e continua a expandir suas ofertas de proteção contra cibercrimes. Essa inovação é especialmente relevante em um cenário onde fraudes online estão em ascensão, tornando a proteção contra deepfakes uma prioridade para os usuários da internet.

Atualização opcional KB5083631 do Windows 11 traz melhorias e segurança

A Microsoft lançou a atualização cumulativa opcional KB5083631 para o Windows 11, que inclui 34 alterações significativas, como um novo modo Xbox para PCs, melhorias de segurança e desempenho para arquivos em lote, e otimizações no lançamento de aplicativos de inicialização. Esta atualização é uma prévia que permite que administradores testem correções de bugs e novas funcionalidades antes do lançamento oficial no próximo Patch Tuesday. Entre as melhorias, destaca-se o modo Xbox, que oferece uma interface em tela cheia para jogos, minimizando distrações. Além disso, a atualização aprimora a segurança e o desempenho de scripts CMD e arquivos em lote, introduzindo um modo de processamento mais seguro que impede alterações durante a execução. A instalação pode ser feita através das Configurações do Windows, mas é necessário optar pelo download manual, já que se trata de uma atualização opcional. A atualização também traz melhorias na autenticação Kerberos e no registro de eventos relacionados a vulnerabilidades específicas. Vale ressaltar que a Microsoft está substituindo certificados de Secure Boot que expiram em junho de 2026, o que pode impactar dispositivos que não receberem as atualizações necessárias.

Sistema de resfriamento com água do mar pode transformar data centers

Um novo sistema de resfriamento desenvolvido pela startup Uravu, chamado Tatooine, promete revolucionar o funcionamento de data centers ao transformar o calor residual em água potável. Utilizando um dessicante líquido à base de água do mar, o sistema extrai umidade do ar quente e, ao ser aquecido pelo calor residual dos servidores, libera vapor de água que pode ser condensado e coletado. Este processo não apenas reduz o consumo de energia, mas também permite que os data centers se tornem produtores de água em vez de consumidores. O sistema é capaz de gerar até 30 metros cúbicos de água destilada por dia para cada megawatt de energia consumido, dependendo da umidade ambiente. Além disso, a tecnologia pode reduzir significativamente os custos operacionais, já que consome apenas um quinto da energia de um resfriador a ar convencional. Apesar dos desafios de engenharia, especialmente em relação à introdução de água salgada em ambientes projetados para ar seco, a solução é promissora, especialmente em regiões com escassez hídrica. O sucesso dos testes nos próximos 12 meses será crucial para validar sua eficácia.

Microsoft enfrenta problemas com usuários do Teams Free

A Microsoft está lidando com um problema conhecido que impede alguns usuários do Microsoft Teams Free de realizar chamadas e enviar mensagens. O Teams Free, uma versão sem assinatura destinada a indivíduos e pequenos grupos, oferece ferramentas de videoconferência e compartilhamento de arquivos. A empresa atribui os problemas a uma “mudança recente no backend” que fez com que algumas telas de consentimento e integração fossem puladas, tornando os perfis de usuários inacessíveis para outros. Os primeiros relatos sobre a questão surgiram em 8 de abril, e a Microsoft ainda não divulgou quais regiões estão afetadas ou quantos usuários foram impactados. A situação foi classificada como uma “degradação de serviço”, o que indica que, embora o serviço não esteja fora do ar, os usuários estão enfrentando dificuldades significativas. A Microsoft está buscando uma solução e planeja fornecer atualizações adicionais. Além disso, a empresa reconheceu recentemente outro problema que impede usuários do Windows de ingressar em reuniões do Teams devido a um bug introduzido por uma atualização do navegador Microsoft Edge.

Como assistir Bilibili fora da China streaming online com VPN

O Bilibili é uma plataforma de compartilhamento de vídeos muito popular na China, especialmente entre os jovens, oferecendo uma vasta gama de conteúdos que vão desde anime e jogos até documentários e programas de TV. No entanto, o acesso ao Bilibili é restrito geograficamente, o que significa que usuários fora da China não conseguem acessar a plataforma devido a acordos de licenciamento. Para contornar essa limitação, a utilização de uma VPN (Rede Privada Virtual) é recomendada. O artigo sugere o NordVPN como a melhor opção para desbloquear o Bilibili, permitindo que usuários em países como Estados Unidos, Reino Unido, Canadá e Austrália acessem o conteúdo normalmente. O processo para assistir ao Bilibili é simples: basta visitar o site ou baixar o aplicativo, criar uma conta e, se estiver fora da China, usar uma VPN para obter um endereço IP chinês. O Bilibili oferece uma experiência gratuita, mas também disponibiliza uma assinatura premium que proporciona benefícios adicionais, como a remoção de anúncios e acesso a conteúdos em alta definição. Com mais de 36 milhões de usuários pagantes e 4,7 bilhões de interações mensais, a plataforma se destaca como uma importante comunidade de entretenimento na China.

O apagão da internet no Irã e o uso de sinais de TV via satélite

Em janeiro de 2026, o governo iraniano impôs um apagão de internet em todo o país, bloqueando serviços de VPN, mensagens e telefonia. Para contornar essa censura, a organização sem fins lucrativos NetFreedom Pioneers implementou uma solução inovadora chamada Toosheh, que utiliza sinais de TV via satélite para transmitir dados. Essa tecnologia permite a entrega de até 5 gigabytes de conteúdo, incluindo notícias, tutoriais de primeiros socorros e softwares anti-censura, de forma anônima e sem interação do usuário. Os sinais de TV são não criptografados e podem ser capturados por qualquer pessoa com uma antena e receptor, tornando difícil para o governo bloquear completamente a transmissão. Apesar de sua eficácia, o Toosheh enfrenta desafios financeiros, com custos mensais elevados e a necessidade de doações privadas após o corte de financiamento do governo dos EUA. Embora ofereça uma alternativa viável para a comunicação em tempos de censura, o sistema não permite o envio de mensagens, limitando a interação dos usuários. Essa abordagem destaca a resiliência dos ativistas em encontrar soluções criativas para a liberdade de informação em ambientes opressivos.

Robôs magnéticos minúsculos caçam plásticos invisíveis na água

Pesquisadores da Universidade de Tecnologia de Brno desenvolveram robôs magnéticos minúsculos capazes de buscar e remover nanoplásticos da água. Esses robôs utilizam atração eletrostática para capturar partículas de plástico, semelhante ao efeito de um balão em cabelos. Com estruturas formadas por bastões hexagonais de estruturas metal-orgânicas à base de ferro, cada bastão tem a largura de um fio de cabelo e apresenta poros que servem como pontos de aderência para os nanoplásticos. A movimentação dos robôs é controlada externamente por campos magnéticos, permitindo que eles se desloquem sem a necessidade de combustíveis ou luz. Em testes de laboratório, os robôs conseguiram capturar 78% das partículas em uma hora, um desempenho 60% superior ao de robôs que permanecem parados. No entanto, a tecnologia enfrenta desafios práticos, como a degradação dos robôs após várias utilizações e a diminuição da eficiência em água do mar e água subterrânea. Embora a inovação seja promissora, sua escalabilidade para resolver a crise de contaminação por nanoplásticos em água potável ainda é questionável.

Dados revelam que profissionais de cibersegurança se sentem desvalorizados

Um recente relatório da Harvey Nash destaca que os profissionais de cibersegurança estão enfrentando um aumento significativo de estresse, sentindo-se subvalorizados e mal remunerados. A pesquisa aponta que, enquanto as habilidades em inteligência artificial (IA) e dados estão em alta demanda, os trabalhadores de cibersegurança estão sendo pressionados a lidar com uma carga de trabalho crescente, sem o suporte adequado. Muitas empresas estão contratando profissionais com menos experiência devido à escassez de talentos, o que agrava a situação. Além disso, a falta de confiança das empresas em sua capacidade de responder a incidentes de segurança e as limitações orçamentárias dificultam a competitividade em termos de salários. O relatório também revela que a flexibilidade no trabalho, como opções híbridas, se tornou uma exigência para muitos profissionais, com 52% dos entrevistados no Reino Unido afirmando que não considerariam empregos que não oferecessem essa flexibilidade. A pesquisa conclui que a insatisfação no trabalho pode levar a uma alta rotatividade, o que representa um risco significativo para a segurança cibernética das organizações.

Microsoft bloqueará conexões TLS legadas em Exchange Online a partir de 2026

A Microsoft anunciou que começará a bloquear conexões TLS legadas para clientes de e-mail POP e IMAP no Exchange Online a partir de julho de 2026. O protocolo de segurança Transport Layer Security (TLS) é essencial para proteger informações dos usuários contra espionagem e adulteração durante o acesso ao e-mail pela Internet. As versões TLS 1.0 e 1.1, que estão em uso há mais de duas décadas, são consideradas obsoletas e inseguras. A maioria dos usuários não será afetada, pois a maioria do tráfego POP e IMAP já utiliza TLS 1.2 ou superior. A Microsoft enfatizou que apenas clientes que optaram explicitamente por usar essas versões legadas serão impactados pela mudança. Após a descontinuação, conexões que utilizarem TLS 1.0 ou 1.1 falharão, e aplicações ou dispositivos legados poderão parar de funcionar. A empresa recomenda que os clientes atualizem seus aplicativos e dispositivos para garantir a compatibilidade com TLS 1.2 ou superior, evitando interrupções no serviço. Essa mudança é parte de um movimento mais amplo para garantir a segurança do tráfego na Internet contra ataques de sniffing, alinhando-se a diretrizes de segurança de organizações como a NSA.

A Conexão Não Garante Segurança O Desafio do Zero Trust

Um novo estudo revela que a segurança cibernética enfrenta um desafio crítico na movimentação de dados, especialmente em ambientes governamentais e de serviços essenciais. A pesquisa, que entrevistou 500 líderes de segurança nos EUA e no Reino Unido, mostra que 84% dos líderes de TI acreditam que compartilhar dados sensíveis aumenta o risco cibernético. Além disso, 53% ainda dependem de processos manuais para transferir dados, o que se torna problemático em um cenário onde a inteligência artificial acelera as operações. O relatório Cyber360 destaca que 78% dos entrevistados apontam a infraestrutura desatualizada como uma vulnerabilidade significativa, enquanto 49% enfrentam desafios na integridade dos dados durante a transferência. A falta de tecnologias adequadas para garantir a segurança na movimentação de dados é um ponto crítico, pois a maioria das organizações ainda opera com sistemas analógicos e processos manuais. A pesquisa sugere a adoção de um modelo arquitetônico que combine Zero Trust, segurança centrada em dados e soluções de domínio cruzado para permitir uma movimentação de dados segura e em tempo quase real. Essa abordagem é essencial não apenas para a defesa, mas também para a segurança de dados em ambientes corporativos e de infraestrutura crítica.

Microsoft pede que usuários do iPhone reentrem credenciais do Outlook

Na segunda-feira, a Microsoft enfrentou uma interrupção significativa que afetou usuários do Outlook.com em todo o mundo, resultando em problemas intermitentes de login. A empresa confirmou que muitos clientes não conseguiam acessar suas caixas de entrada e, em alguns casos, eram desconectados de suas contas, recebendo mensagens de erro como ‘muitas solicitações’. Após cerca de 10 horas de dificuldades, a Microsoft atribuiu os problemas a uma ‘mudança recentemente introduzida’, mas não forneceu detalhes adicionais. Embora o serviço tenha sido restabelecido por volta das 19h UTC, a Microsoft alertou que os usuários de iPhone precisariam reentrar suas credenciais manualmente no aplicativo Mail. O procedimento envolve acessar as configurações do iPhone, selecionar a conta de e-mail e atualizar a senha. A empresa não divulgou quantos usuários foram afetados ou quais regiões enfrentaram os problemas, mas classificou o incidente como uma ‘degradação de serviço’. Este não é o primeiro problema recente da Microsoft, que também lidou com interrupções em serviços como Exchange Online e problemas de login no Microsoft 365. A situação destaca a importância de monitorar a saúde dos serviços de e-mail, especialmente em um ambiente corporativo onde a comunicação é crítica.

A Revolução da Segurança Cibernética com IA Desafios e Oportunidades

O anúncio do Claude Mythos, uma nova IA focada em cibersegurança, gerou intensos debates sobre sua capacidade de identificar vulnerabilidades em larga escala. Embora a descoberta de falhas de segurança mais rapidamente seja um avanço significativo, o artigo destaca um problema operacional crítico: a lacuna entre a descoberta e a remediação. Muitas organizações enfrentam dificuldades em transformar descobertas em ações concretas, resultando em um acúmulo de problemas não resolvidos. A IA pode acelerar a identificação de vulnerabilidades, mas se a infraestrutura organizacional não acompanhar essa velocidade, o resultado será um backlog crescente de questões críticas. Além disso, a taxa de falsos positivos gerada por sistemas como o Mythos pode aumentar a carga de trabalho das equipes de segurança, tornando a triagem e a priorização ainda mais desafiadoras. Para mitigar esses problemas, as organizações precisam de uma gestão centralizada de descobertas, priorização contextualizada de riscos e rastreamento de remediações. O artigo conclui que, em vez de entrar em pânico, as empresas devem auditar seus próprios processos de remediação e se preparar para a nova era da cibersegurança impulsionada pela IA.

Meta permitirá que pais vejam conversas de filhos com IA

A Meta, empresa responsável por plataformas como Facebook, WhatsApp e Instagram, anunciou uma nova ferramenta que permitirá aos pais monitorar as interações de seus filhos adolescentes com o chatbot de inteligência artificial da empresa. A funcionalidade, que será acessível na aba ‘Insights’ dentro da Supervisão Para Contas de Adolescente, mostrará os tópicos discutidos pelos adolescentes com a IA nos últimos sete dias. Os temas incluem escola, entretenimento, saúde e bem-estar, entre outros. Essa medida visa aumentar a segurança dos jovens, especialmente em relação a discussões sobre temas sensíveis como suicídio e autoflagelação, que já eram monitorados anteriormente. A nova funcionalidade está sendo lançada inicialmente em países como Brasil, Austrália, Canadá, Estados Unidos e Reino Unido, com planos de expansão global. A Meta também enfrenta críticas e processos legais por criar experiências viciantes e por falhas em proteger crianças em suas plataformas, tendo sido multada em US$ 375 milhões por não impedir a exploração infantil. Para mitigar esses problemas, a empresa formou um Conselho de Especialistas em Bem-Estar na IA, que tem a responsabilidade de garantir que as experiências oferecidas sejam seguras e apropriadas para os adolescentes.

Como assistir Kayo Sports fora da Austrália transmita de qualquer lugar com VPN

O Kayo Sports é um serviço de streaming australiano que oferece mais de 50 esportes ao vivo e sob demanda, sendo considerado o ‘Netflix dos esportes’ na Austrália. No entanto, o acesso ao Kayo é restrito geograficamente, o que significa que usuários fora da Austrália não conseguem acessar seu conteúdo devido a acordos de licenciamento. Para contornar essa limitação, é recomendado o uso de uma VPN, como a NordVPN, que permite desbloquear o serviço e assistir normalmente de qualquer lugar do mundo. Para começar a usar o Kayo, é necessário criar uma conta no site oficial, o que requer um número de telefone australiano. O serviço oferece uma opção gratuita, Kayo Freebies, além de planos pagos que variam de $29,99 a $45,99 por mês, com uma avaliação gratuita de 7 dias disponível apenas para usuários com IP australiano. O Kayo Sports cobre uma ampla gama de esportes, incluindo críquete, F1, basquete, golfe e muito mais, mas não inclui algumas competições populares como a Premier League de futebol. O serviço é compatível com diversos dispositivos, incluindo smartphones, consoles de jogos e smart TVs.

Microsoft reformula programa Windows Insider para maior transparência

A Microsoft anunciou uma reformulação do programa Windows Insider, visando melhorar a experiência dos usuários que testam versões beta do Windows 11. O programa, que até então apresentava uma estrutura confusa com múltiplos canais, agora será simplificado em apenas dois: ‘Experimental’ e ‘Beta’. O canal Experimental permitirá acesso a recursos em desenvolvimento, enquanto o Beta disponibilizará novas funcionalidades imediatamente após seu anúncio. A mudança busca resolver a frustração dos usuários que frequentemente não tinham acesso a recursos prometidos devido ao método de lançamento gradual da Microsoft. Além disso, os usuários poderão ativar manualmente recursos experimentais através das configurações do Windows. A transição para os novos canais será feita em fases, começando pelos usuários do canal Dev, que serão movidos para o Experimental. A Microsoft também introduziu novas funcionalidades na atualização do Windows, como a possibilidade de pausar atualizações e evitar reinicializações forçadas. Essas mudanças visam não apenas melhorar a experiência do usuário, mas também aumentar a colaboração entre a Microsoft e os testadores, permitindo um feedback mais eficaz.

Fim da criptografia? Riscos da era quântica para a cibersegurança

O avanço da computação quântica representa um desafio significativo para a cibersegurança, colocando em risco a eficácia da criptografia tradicional que protege dados sensíveis, como senhas e informações bancárias. Especialistas do CESAR e do Banco do Brasil discutiram esses riscos em um evento recente, destacando que a computação quântica pode tornar obsoletos algoritmos como RSA e ECC, que são fundamentais para a segurança digital atual. A expectativa é que, até 2029, a computação quântica atinja um nível de maturidade capaz de comprometer protocolos de segurança em larga escala. Um dos pontos críticos abordados foi o ataque HNDL, onde dados são coletados hoje para serem decifrados futuramente, quando a tecnologia quântica estiver plenamente desenvolvida. Além dos riscos, os especialistas também discutiram as oportunidades que a computação quântica pode trazer, como a melhoria na eficiência de processos de inteligência artificial. O debate ressaltou a importância de uma transição para modelos de segurança ‘Quantum-Safe’ e a necessidade urgente de formação de profissionais capacitados nessa nova interface entre física e computação.

Microsoft implementa suporte a chaves de acesso para autenticação sem senha

A Microsoft anunciou que, a partir do final de abril, começará a implementar o suporte a chaves de acesso para autenticação sem senha e resistente a phishing em recursos protegidos pelo Microsoft Entra em dispositivos Windows. A funcionalidade deve estar disponível para o público geral até junho de 2026 e se estenderá a dispositivos Windows não gerenciados. As chaves de acesso permitirão que usuários criem chaves vinculadas ao dispositivo, armazenadas no contêiner do Windows Hello, e autentiquem-se usando métodos como reconhecimento facial, impressão digital ou PIN. Isso visa fortalecer a segurança e reduzir a dependência de senhas em cenários que envolvem dispositivos corporativos, pessoais e compartilhados. A nova funcionalidade estará disponível para organizações que habilitarem o ‘Microsoft Entra ID com chaves de acesso’ nas políticas de métodos de autenticação, desde que as políticas de Acesso Condicional permitam. As chaves de acesso são criptograficamente vinculadas a cada dispositivo e não são transmitidas pela rede, o que dificulta a ação de atacantes em casos de phishing ou malware. Essa atualização surge em um contexto de crescente ataque a contas de SSO do Microsoft Entra, evidenciando a necessidade de medidas de segurança mais robustas.

Microsoft melhora controle de atualizações no Windows

A Microsoft está implementando melhorias nas atualizações do Windows, oferecendo aos usuários maior controle sobre a instalação de atualizações e reduzindo interrupções causadas por reinicializações frequentes. As mudanças, que estão sendo disponibilizadas para os Windows Insiders, surgem em resposta a feedbacks que destacaram problemas como a interrupção de fluxos de trabalho e a falta de controle sobre o momento das atualizações. Entre as novas funcionalidades, destaca-se a possibilidade de pausar atualizações por até 35 dias, com a opção de escolher uma data específica para isso. Além disso, o menu de energia agora separa as opções de desligamento e reinicialização das ações relacionadas a atualizações, permitindo que os usuários desliguem ou reiniciem seus dispositivos sem que atualizações sejam instaladas. A Microsoft também está tornando mais claro quais drivers estão sendo oferecidos nas atualizações, identificando o tipo de dispositivo diretamente no título da atualização. Por fim, a empresa está consolidando diferentes tipos de atualizações em uma única reinicialização mensal, o que deve diminuir a frequência de reboots necessários. Essas melhorias visam proporcionar uma experiência de usuário mais fluida e menos intrusiva, mantendo a segurança dos dispositivos.

Microsoft permite desinstalação do assistente Copilot em dispositivos empresariais

A Microsoft anunciou que os administradores de TI agora podem desinstalar o assistente digital Copilot, impulsionado por inteligência artificial, de dispositivos empresariais através de uma nova configuração de política. Essa funcionalidade se tornou amplamente disponível após o Patch Tuesday de abril de 2026. A política RemoveMicrosoftCopilotApp está disponível como Policy CSP e Group Policy, após a implementação das atualizações de segurança do Windows deste mês em dispositivos gerenciados pelo Microsoft Intune ou System Center Configuration Manager (SCCM). Essa política se aplica apenas a dispositivos Windows 11 25H2 onde o Microsoft 365 Copilot e o Microsoft Copilot estão instalados, e o aplicativo não foi iniciado nos últimos 28 dias. A Microsoft afirmou que essa configuração permite a desinstalação do Copilot de forma não disruptiva, permitindo que os usuários reinstalem o aplicativo se desejarem. Para habilitar a política, os administradores devem acessar o Editor de Política de Grupo. Além disso, a Microsoft interrompeu a instalação automática do aplicativo Microsoft 365 Copilot em dispositivos Windows com clientes de desktop do Microsoft 365, embora não tenha esclarecido os motivos dessa pausa. A empresa também está cancelando planos de lançar outras funcionalidades do Copilot que integrariam o assistente em notificações do sistema e no Explorador de Arquivos.

Google utiliza IA para automatizar segurança e prevenir ataques cibernéticos

Durante o Google Cloud Next 2026, a gigante da tecnologia apresentou inovações na aplicação de inteligência artificial (IA) para a segurança digital. A aquisição da Wiz, uma empresa de segurança em nuvem, por US$ 32 bilhões, destaca a importância da automação na identificação e resposta a riscos em ambientes complexos. Yinon Costica, cofundador da Wiz, e Francis deSouza, COO do Google Cloud, discutiram como agentes de IA estão sendo utilizados para automatizar processos que antes eram manuais, como a descoberta de vulnerabilidades e a resposta a incidentes. A automação permite que as empresas lidem com um volume maior de riscos sem a necessidade de expandir suas equipes. Além disso, a integração de soluções em ambientes multicloud apresenta novos desafios, exigindo visibilidade e controle em múltiplas plataformas. A IA não apenas identifica problemas, mas também pode iniciar correções, acelerando o tempo de resposta. A capacidade das empresas de usar seu próprio contexto para antecipar ameaças é vista como uma vantagem estratégica. Com a evolução da IA, a segurança digital se torna um processo contínuo e integrado às operações de negócios, ressaltando que a proteção de sistemas e dados é essencial para a estratégia empresarial.

Atualização do Microsoft Edge causa falha em reuniões do Teams

A Microsoft confirmou que uma atualização recente do navegador Microsoft Edge introduziu um bug que impede usuários do Windows de ingressar em reuniões do Microsoft Teams. O problema, registrado sob o número TM1288497, afeta apenas aqueles que tentam participar de reuniões agendadas ou por meio de links. Em um comunicado, a empresa sugeriu que reiniciar o cliente do Teams poderia ser uma solução temporária. A Microsoft está atualmente analisando dados diagnósticos e monitorando mudanças recentes no serviço para resolver a questão. Embora não tenha divulgado quantos usuários foram afetados ou quais regiões estão envolvidas, a empresa classificou o incidente como um aviso, indicando que o problema tem um escopo ou impacto limitado. Além disso, a Microsoft já havia alertado sobre outro bug introduzido por uma atualização do Edge, que afetava a funcionalidade de colar em chats no cliente desktop do Teams. A empresa também reverteu uma atualização de serviço que impedia alguns usuários de iniciar o cliente do Teams, deixando-os presos na tela de carregamento. A situação destaca a importância de monitorar atualizações de software e suas consequências para a operação de ferramentas essenciais de comunicação.

Agência de segurança do Reino Unido declara que passkeys são superiores a senhas

O Centro Nacional de Segurança Cibernética do Reino Unido (NCSC) declarou oficialmente que os passkeys são uma alternativa superior às senhas tradicionais para autenticação. Os passkeys utilizam chaves criptográficas armazenadas no dispositivo, frequentemente desbloqueadas por biometria, oferecendo maior segurança do que senhas fortes com verificação em duas etapas. A adoção dessa tecnologia já está em andamento, com mais de 50% dos usuários ativos de serviços do Google no Reino Unido tendo um passkey registrado. O NCSC enfatiza que, devido aos avanços na implementação, os passkeys devem ser a primeira escolha dos consumidores para login em serviços digitais. Essa mudança visa simplificar a experiência do usuário e aumentar a segurança, eliminando a necessidade de lembrar senhas complexas. A tecnologia de passkeys, introduzida em 2022, agora é recomendada sem reservas, refletindo a evolução do setor em direção a métodos de autenticação mais robustos e amigáveis.

Meta monitorará mouse e teclado de funcionários para treinar IA

A Meta, empresa controladora do Facebook, WhatsApp e Instagram, anunciou planos para monitorar o movimento de mouse e teclado de seus funcionários com o objetivo de treinar modelos de inteligência artificial (IA). O software, denominado Modelo de Capacidade de Iniciativa (MCI), será instalado nos computadores da empresa e registrará o uso de periféricos enquanto os colaboradores interagem com aplicativos e sites relacionados ao seu trabalho. Embora a Meta afirme que os dados coletados não serão utilizados para avaliar o desempenho dos funcionários, a iniciativa levanta preocupações sobre privacidade e o ambiente de trabalho. O monitoramento será restrito a colaboradores nos Estados Unidos e ocorre em um contexto de demissões em massa na empresa, com cerca de 8.000 funcionários previstos para serem dispensados em maio de 2026. A Meta justifica a coleta de dados como necessária para criar agentes de IA que possam auxiliar os trabalhadores em tarefas diárias, mas a prática é criticada por potencialmente criar um ambiente de trabalho hostil.

Microsoft afirma que seu antivírus é suficiente para bloquear ciberataques

A Microsoft declarou que o Microsoft Defender, antivírus integrado ao Windows 11, é adequado para proteger a maioria dos usuários contra ciberataques. Em um comunicado oficial, a empresa afirmou que, para muitos usuários, o Defender é suficiente para cobrir os riscos diários sem a necessidade de um software antivírus adicional. No entanto, a Microsoft enfatizou que o Defender deve ter a proteção padrão ativada, além de downloads conscientes de software e atualizações regulares do sistema para funcionar de maneira eficaz. Apesar de sua confiança no Defender, a Microsoft reconhece que a adição de um antivírus de terceiros pode ser benéfica, dependendo do uso do PC e das necessidades específicas do usuário, como gerenciamento de múltiplos dispositivos ou controle parental. O Defender é projetado para proteger contra ameaças como phishing e ransomware, mas a empresa também alertou que antivírus adicionais podem sobrecarregar o sistema. A reputação da Microsoft em segurança cibernética é frequentemente questionada, dado o número de malwares que afetam seus sistemas operacionais. Portanto, a escolha de um antivírus adicional deve ser considerada com cautela.

Microsoft Teams lança Modo de Eficiência para dispositivos limitados

A Microsoft está prestes a implementar um novo Modo de Eficiência para o Microsoft Teams, destinado a dispositivos com recursos limitados de CPU e memória, visando melhorar a responsividade do aplicativo. De acordo com um comunicado da empresa, essa nova experiência otimizada será ativada por padrão em dispositivos elegíveis e ajustará o uso de recursos com base nas capacidades do dispositivo, melhorando também a qualidade das reuniões. Quando ativado, a resolução de vídeo enviada pela câmera do usuário será ajustada dinamicamente durante as reuniões, e o aplicativo Teams será iniciado sem um chat pré-selecionado, exibindo uma imagem estática na área de mensagens. A implementação começará em maio de 2026 e se estenderá até meados do mesmo mês. Os usuários poderão optar por não usar o modo de eficiência nas configurações do aplicativo. Além disso, a Microsoft está introduzindo melhorias de segurança, como uma nova ferramenta para relatar usuários externos suspeitos e um Relatório de Detecção de Segurança no centro de administração do Teams, que reunirá todas as detecções de segurança de mensagens. Essas melhorias visam ajudar as organizações a responder mais rapidamente a ameaças externas, como phishing e tentativas de impersonalização.