Tecnologia

Lista revela sites que ainda não adotaram passkeys no login

As passkeys, uma alternativa moderna às senhas tradicionais, ainda não foram implementadas em todas as plataformas online. Para incentivar a adoção dessa tecnologia, o pesquisador de segurança Scott Helme lançou o site ‘Why No Passkeys?’, que lista os sites mais populares que não oferecem suporte a esse recurso. A iniciativa segue o modelo do ‘Why No HTTPS?’, criado por Helme e Troy Hunt em 2017, que visava identificar portais que não utilizavam o protocolo HTTPS.

Google implementa novos controles de privacidade para serviços de busca

O Google anunciou a implementação de novos controles de privacidade para seus serviços de busca e Google Play, permitindo que os usuários tenham maior controle sobre o histórico salvo e as recomendações personalizadas. Em um e-mail enviado aos usuários, a empresa destacou que as novas configurações serão visíveis nas contas do Google nos próximos dias. As mudanças incluem a separação das configurações de histórico de serviços de busca e recomendações personalizadas, permitindo que os usuários decidam se desejam que suas atividades sejam salvas e se desejam personalização com base nesses dados. O histórico de serviços de busca abrangerá atividades em serviços como Pesquisa, Maps, Shopping, e Translate, e incluirá também interações visuais e de áudio. Embora o Google afirme que as novas configurações oferecem mais controle, é importante que os usuários revisem suas configurações, especialmente se a atividade da Web e do aplicativo estiver ativada. As novas opções também se estenderão ao Google Play, refletindo as escolhas anteriores dos usuários sobre a duração do armazenamento de histórico. Essa mudança pode ser vista como uma forma de aprimorar a experiência do usuário, mas também levanta questões sobre privacidade e uso de dados.

MacPaw lança ClearVPN focado em privacidade para TVs inteligentes

A MacPaw, empresa ucraniana de cibersegurança, lançou uma versão do ClearVPN para dispositivos Apple TV e Android TV, visando melhorar a privacidade dos usuários durante o consumo de conteúdo. Com a adoção de TVs inteligentes ultrapassando 900 milhões de unidades globalmente, a necessidade de proteger dados pessoais se torna cada vez mais relevante. O ClearVPN permite que os usuários façam login de forma simplificada, utilizando um QR code ou um link para smartphone, evitando a frustração de digitar senhas longas em controles remotos. A interface intuitiva do aplicativo minimiza decisões técnicas, enquanto a funcionalidade ‘Localização Ótima’ conecta automaticamente o usuário ao melhor servidor disponível. Além disso, uma seção dedicada ao streaming facilita o acesso a plataformas específicas. Desde seu lançamento em 2020, o ClearVPN tem como objetivo tornar a cibersegurança acessível a todos, mantendo a proteção online equivalente à proteção offline. A nova aplicação já está disponível para usuários globalmente, exigindo dispositivos com Android TV 6+ ou tvOS 18+ para instalação.

Atualização KB5095093 do Windows 11 traz novas funcionalidades

A Microsoft lançou a atualização cumulativa KB5095093 para as versões 24H2 e 25H2 do Windows 11, que corrige diversos bugs e introduz novas funcionalidades, destacando-se a nova ferramenta de restauração ‘Point-in-Time’. Essa atualização, parte do cronograma opcional de atualizações não relacionadas à segurança, permite que os usuários revertam o sistema, aplicativos e arquivos a um estado anterior em minutos, utilizando pontos de restauração armazenados localmente. Para usuários comuns, novos pontos de restauração são gerados a cada 24 horas e mantidos por 72 horas. Já os usuários empresariais podem configurar a frequência de captura de snapshots de 4 a 24 horas. Além disso, a atualização corrige um bug que exibia nomes de arquivos internos em diálogos de confirmação ao excluir arquivos da Lixeira. Outras melhorias incluem atualizações no painel de emojis, melhorias na conectividade de rede e ajustes na exibição de notificações na barra de tarefas. A instalação da atualização pode ser feita através das configurações do Windows ou manualmente pelo Catálogo de Atualizações da Microsoft.

O que a Copa do Mundo pode ensinar sobre resiliência cibernética

A Copa do Mundo de 2026, que contará com 48 seleções e será realizada em três países, representa um desafio logístico e de segurança cibernética sem precedentes. A complexidade do evento, com a interconexão de sistemas de bilhetagem, plataformas de streaming e redes de telecomunicações, torna-o um alvo atrativo para criminosos cibernéticos. Eventos esportivos anteriores, como a Copa de 2022 no Catar, já mostraram um aumento significativo em ataques de phishing e tentativas de roubo de credenciais. A analogia com as empresas é clara: assim como a Copa, as organizações operam em ambientes digitais distribuídos, onde a proteção de dados é cada vez mais complexa. A resiliência cibernética, portanto, não se resume a evitar ataques, mas sim a garantir a continuidade dos negócios após um incidente. O backup, tradicionalmente visto como uma ferramenta operacional, agora é crucial para a recuperação rápida e segura de dados. A adoção de Data Clean Rooms (DCRs) permite que as empresas validem a integridade dos dados antes de restaurá-los, evitando a reintrodução de códigos maliciosos. Em um mundo digital interconectado, a capacidade de se recuperar rapidamente de um ataque é um diferencial competitivo.

Desfrute de transmissões mais suaves da Copa com apps de VPN na TV

Com a Copa do Mundo se aproximando, muitos fãs de futebol buscam maneiras de assistir aos jogos de forma mais eficiente. O artigo da TechRadar sugere que, em vez de usar métodos tradicionais como espelhamento de tela, os usuários podem optar por aplicativos de VPN nativos disponíveis em dispositivos como Apple TV e Fire TV. Essa abordagem promete uma experiência de streaming mais fluida e sem interrupções. Para começar, basta acessar as lojas de aplicativos de cada dispositivo, instalar o aplicativo da VPN desejada e configurar a localização do servidor para países como Reino Unido ou Austrália, onde as transmissões estão disponíveis. O artigo recomenda o Norton VPN, que oferece uma garantia de devolução do dinheiro em 60 dias, ideal para quem deseja testar o serviço durante o torneio. Outras opções como ExpressVPN e NordVPN também são mencionadas, cada uma com suas características específicas. A facilidade de instalação e uso direto na TV torna essa solução atraente para quem não quer perder nenhum momento da Copa do Mundo.

Segurança de Habilidades de IA Um Alerta para Empresas

A empresa de segurança AIR demonstrou uma falha crítica na segurança de habilidades de IA ao criar um agente de IA falso que enganou scanners de segurança, alcançando cerca de 26.000 usuários, incluindo contas corporativas. O agente, chamado ‘brand-landingpage’, prometia criar uma página de destino usando a ferramenta Stitch do Google, mas na verdade coletava endereços de e-mail dos usuários. Os scanners falharam em detectar a ameaça porque analisaram apenas o pacote inicial, que não continha instruções maliciosas. Após a instalação, o link que o agente seguia foi alterado para direcionar os usuários a um script malicioso. Essa situação destaca a fragilidade dos sinais de confiança, como estrelas do GitHub e resultados limpos de scanners, que não garantem a segurança de habilidades de IA. A pesquisa sugere que as habilidades devem ser tratadas como software, com uma verificação rigorosa do que elas apontam, e não apenas do que está embutido nelas. A falha estrutural nos scanners, que avaliam pacotes fixos enquanto atacantes podem modificar o conteúdo externo, é um alerta para as empresas sobre a necessidade de uma abordagem mais robusta na segurança de suas implementações de IA.

Copa do Mundo testa limites do reconhecimento facial em massa

A Copa do Mundo de 2026, que ocorrerá nos Estados Unidos, México e Canadá, promete ser um marco no uso de reconhecimento facial em eventos esportivos. Com a expectativa de mais de seis milhões de torcedores e um orçamento de segurança superior a um bilhão de dólares, o torneio se tornará um grande laboratório de vigilância biométrica. No Brasil, a Lei Geral do Esporte já tornou a biometria obrigatória em estádios com capacidade acima de 20 mil pessoas, e o Allianz Parque, em São Paulo, já identificou mais de 200 foragidos desde a implementação do sistema. Entretanto, essa tecnologia levanta questões sobre privacidade e direitos humanos, especialmente em relação à precisão dos sistemas de reconhecimento facial, que têm mostrado taxas de erro alarmantes, especialmente em grupos minoritários. A discussão é ainda mais complexa com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que classifica dados biométricos como sensíveis e exige rigor na sua coleta e tratamento. A Copa de 2026 pode acelerar a adoção dessas tecnologias, mas é crucial encontrar um equilíbrio entre segurança e privacidade.

Microsoft confirma atualização do Windows 11 para versão 26H2

A Microsoft anunciou que a próxima atualização de recursos do Windows 11 será a versão 26H2, que já está em fase de testes com usuários do programa Windows Insiders. A atualização promete uma experiência de atualização previsível e de baixo impacto, especialmente para organizações e profissionais de TI. Dispositivos que operam nas versões 24H2 e 25H2 poderão realizar a atualização para a nova versão utilizando um pequeno pacote de habilitação, que requer apenas um reinício rápido. Este pacote de habilitação, com apenas 174 KB, ativa recursos já presentes no dispositivo, ao contrário da atualização completa, que exige um download de 6,5 GB. A Microsoft ainda não divulgou a data de lançamento geral da versão 26H2, mas as atualizações com a designação ‘H2’ costumam ser lançadas no segundo semestre do ano. Importante ressaltar que sistemas com versões anteriores, como 23H2, precisarão da atualização completa, pois não compartilham o mesmo ramo de manutenção. A empresa não anunciou mudanças nos requisitos de hardware para esta nova versão.

VPNs gratuitas e apps de streaming expõem redes empresariais a riscos

Um estudo recente revela que muitos usuários de VPNs gratuitas e aplicativos de streaming podem estar inadvertidamente contribuindo para atividades criminosas, ao permitir que suas conexões de internet sejam utilizadas como proxies residenciais. Esses serviços, que prometem anonimato, frequentemente não obtêm permissão dos usuários e podem resultar em suas redes sendo marcadas como fraudulentas. A pesquisa da Infoblox Threat Intel indica que mais de 65% dos clientes de sua nuvem de defesa contra ameaças realizaram consultas DNS a domínios associados a redes de proxies residenciais, totalizando mais de 500 bilhões de consultas mensais. Essa prática não só compromete a segurança e a privacidade dos usuários, mas também pode levar a problemas legais, uma vez que é difícil provar que um usuário foi apenas um intermediário em atividades maliciosas. Para mitigar esses riscos, recomenda-se realizar auditorias de software, monitorar dispositivos conectados e investir em serviços que bloqueiem solicitações suspeitas. Além disso, usuários podem verificar o perfil de risco de seus endereços IP para identificar se já foram vítimas de abusos.

Computadores quânticos estão chegando e este dispositivo quer proteger segredos

A Fraunhofer IPMS lançou o Q-Dice, um gerador de números aleatórios quânticos, que promete aumentar a segurança em ambientes digitais frente aos desafios impostos pelos computadores quânticos. Utilizando flutuações quânticas em vez de algoritmos de software, o Q-Dice gera números aleatórios a uma velocidade superior a 4 Gbit/s, essencial para criptografia, autenticação e comunicações seguras. A geração de números aleatórios é crucial, pois a previsibilidade pode comprometer a segurança de sistemas digitais. O Q-Dice se destaca por não ter padrões subjacentes que possam ser explorados por hackers, tornando-o uma solução robusta contra ataques. O dispositivo foi avaliado por frameworks reconhecidos e possui classificações de segurança que garantem sua eficácia. A tecnologia está disponível tanto em formato de hardware dedicado quanto como um serviço em nuvem, facilitando sua adoção por diferentes organizações. A Fraunhofer IPMS busca parcerias para desenvolver aplicações práticas, destacando a importância de preparar as infraestruturas de segurança para a era quântica.

A corrida armamentista da IA e o papel do open source na cibersegurança

A evolução da cibersegurança está em um ponto de inflexão com a introdução da inteligência artificial (IA), que não apenas aprimora as ferramentas de defesa, mas também acelera a capacidade de ataque. Um relatório da CrowdStrike revela que o tempo médio para invasores acessarem dados sigilosos caiu para 29 minutos, um aumento de 65% em relação ao ano anterior. Além disso, 82% das detecções foram livres de malware, indicando que os hackers estão utilizando credenciais válidas e integrações legítimas para realizar ataques. A IBM reportou um aumento de 89% nas atividades ilegais relacionadas à IA, com 1 em cada 6 violações envolvendo o uso dessa tecnologia. Nesse contexto, a segurança preemptiva, que antecipa ameaças por meio da análise contínua, se torna essencial. O código aberto surge como uma solução estratégica, oferecendo transparência e colaboração, mas exige maturidade organizacional para evitar riscos, como demonstrado pelo incidente com a biblioteca XZ Utils. A convergência entre IA e open source pode ser uma oportunidade para as organizações que buscam se adaptar a um ambiente de ameaças em constante evolução.

A Segurança de Identidade em Tempos de Agentes de IA

Nos últimos anos, as equipes de segurança concentraram seus esforços na premissa de que, ao controlar identidades, é possível controlar riscos. No entanto, a introdução de agentes de inteligência artificial (IA) nas empresas está desafiando essa abordagem. Inicialmente vistos como ferramentas de produtividade, esses agentes agora estão conectados a serviços críticos, como Salesforce e GitHub, e atuam de forma autônoma ou em nome de humanos, criando um novo nível de complexidade em segurança. A falta de modelos de governança para esses agentes resulta em um cenário de acesso amplo e visibilidade baixa, onde 82% das organizações identificaram agentes de IA criados sem o conhecimento das equipes de segurança. A segurança deve ir além da simples permissão, considerando a intenção dos agentes e o que eles realmente podem acessar. A governança contínua é essencial para evitar que esses agentes se tornem caminhos invisíveis para ataques. O artigo destaca a importância de visibilidade e controle sobre esses novos atores, sugerindo que as empresas que adotarem uma abordagem proativa em relação à segurança de agentes de IA estarão mais bem posicionadas para inovar de forma segura.

Antivírus da Intego recebe desconto especial para a Copa do Mundo

A Intego, conhecida por suas soluções de segurança para Mac, lançou uma promoção significativa de 50% em todos os planos do Intego One, coincidentemente durante a Copa do Mundo. Essa oferta torna o antivírus acessível a partir de £2,50 por mês nos primeiros dois anos, mesmo para o pacote mais completo. O Intego One é destacado como uma das melhores opções de proteção para Macs, ocupando a segunda posição em avaliações de antivírus para esse sistema. Os planos variam desde proteção básica contra vírus e malware até soluções mais avançadas que incluem tecnologia de limpeza inteligente e uma VPN ilimitada para proteger o tráfego de internet. A Intego recebeu notas altas em testes de desempenho e usabilidade, com a AV-Test atribuindo 6 de 6 em suas avaliações mais recentes. A promoção é válida até 2 de julho de 2026, oferecendo uma oportunidade para usuários que buscam segurança durante a visualização de eventos esportivos ou que necessitam de uma nova solução de proteção.

ExpressVPN renova visual e avança em IA com nova versão de aplicativos

A ExpressVPN lançou a versão 14.2.0 de seus aplicativos para desktop, incluindo Mac, Windows e Linux, com um design renovado e melhorias funcionais. A atualização, disponibilizada em 17 de junho de 2026, traz uma interface mais limpa, que abre em modo compacto por padrão, facilitando a navegação e a leitura. Além disso, a seção de complementos foi aprimorada, tornando mais fácil encontrar e utilizar as opções disponíveis. Uma das adições mais significativas é o servidor MCP (Model Context Protocol), que permite que ferramentas de codificação baseadas em IA controlem a conexão VPN diretamente do ambiente de desenvolvimento. Essa funcionalidade é especialmente útil para desenvolvedores que utilizam assistentes de IA, pois elimina a necessidade de alternar entre diferentes interfaces para gerenciar a conexão. A atualização também inclui melhorias na acessibilidade, como melhor suporte para leitores de tela e foco no teclado. Embora as mudanças sejam principalmente visuais, a nova funcionalidade de controle de latência em segundo plano e a integração com ferramentas de IA representam um avanço significativo para a experiência do usuário.

Microsoft 365 Proteção de Dados e a Necessidade de Soluções de Terceiros

O artigo de Andy Kerr, da Acronis, destaca que muitas organizações acreditam que o Microsoft 365 oferece proteção automática para seus dados, mas isso não é verdade. O modelo de responsabilidade compartilhada da Microsoft implica que a segurança dos dados, incluindo backup e recuperação, é responsabilidade do cliente. Essa lacuna se torna crítica em cenários reais, como ataques de ransomware, exclusões acidentais e ameaças internas. O autor apresenta cinco razões principais pelas quais o backup nativo do Microsoft 365 não é suficiente: 1) Falta de proteção contra ransomware e perda de dados maliciosos; 2) Políticas de retenção nativas inadequadas para conformidade; 3) Recuperação granular limitada; 4) Exposição a phishing e ameaças internas; 5) Escalabilidade de custo ineficiente. Para mitigar esses riscos, a adoção de soluções de terceiros, como a Acronis Cyber Platform, é recomendada, pois oferece armazenamento imutável, detecção de ransomware baseada em IA e recuperação rápida. Assim, as organizações podem garantir a integridade e a segurança de seus dados no Microsoft 365.

Riscos Ocultos de Acesso em Ferramentas de IA nas Empresas

O artigo da Hacker News destaca os riscos de segurança associados ao uso de ferramentas de inteligência artificial (IA) nas empresas, especialmente em relação a agentes autônomos que interagem com a propriedade intelectual. Muitas organizações enfrentam um problema de ‘dívida administrativa’, onde ferramentas de IA permanecem ativas mesmo após a saída de seus criadores, mantendo acesso irrestrito a dados sensíveis. Isso ocorre porque as ferramentas de segurança tradicionais tratam a IA como software comum, sem considerar que essas ferramentas podem operar de forma autônoma e continuar acessando informações após a revogação das credenciais do usuário original. O artigo enfatiza a necessidade de um controle mais rigoroso sobre as identidades humanas e de máquina, propondo um webinar que abordará como identificar e gerenciar essas ferramentas não documentadas, além de discutir a importância de revogar acessos antes que possam ser explorados por atacantes. O evento promete fornecer uma visão prática sobre como as empresas podem melhorar sua segurança em um cenário cada vez mais dominado pela IA.

OpenAI testa nova assinatura ChatGPT para Ciência

A OpenAI está testando uma nova assinatura chamada ‘ChatGPT para Ciência’, voltada para casos de uso científico. Embora ainda não esteja claro se essa funcionalidade será acessível a todos, é provável que tenha restrições semelhantes às já existentes para outras versões do ChatGPT, como a versão Teams e a versão Business, que exigem que os usuários pertençam a entidades verificadas, como universidades ou instituições de pesquisa.

Além disso, a OpenAI já havia introduzido o GPT-Rosalind, um modelo especializado para pesquisa em ciências da vida, que está disponível apenas para organizações elegíveis, como grandes empresas farmacêuticas e instituições de pesquisa. O ‘ChatGPT para Ciência’ pode trazer capacidades semelhantes a um público mais amplo, permitindo um foco maior em descobertas e pesquisas científicas.

CrankGPT um chatbot offline movido à manivela

O CrankGPT é um chatbot inovador que opera de forma totalmente offline, utilizando um Raspberry Pi com 8GB de RAM e modelos de IA locais desenvolvidos pela Meta e Google. Este dispositivo é alimentado manualmente por uma manivela, permitindo que usuários acessem informações e realizem traduções mesmo em cenários de falta de eletricidade e conectividade, como em um mundo pós-apocalíptico. Os criadores, da Squeez Labs, destacam que, desde que os componentes eletrônicos sejam mantidos secos e em temperaturas adequadas, o CrankGPT pode funcionar por muitos anos, necessitando apenas de um cartão SD novo ocasionalmente. Além disso, a Squeez Labs está empenhada em tornar a IA mais acessível e sustentável, reduzindo a dependência de grandes centros de dados, o que é benéfico tanto para a privacidade do usuário quanto para o meio ambiente. A ideia de um modelo de IA que não requer conexão com a nuvem representa uma mudança significativa no paradigma atual, onde a maioria das soluções de IA depende de servidores online e do compartilhamento de dados pessoais com grandes empresas de tecnologia.

Microsoft investiga falha em aplicativos de terceiros com Office

A Microsoft está investigando um problema que impede aplicativos de terceiros de abrir o Microsoft Office em sistemas Windows atualizados. Este problema afeta aplicações como Word, Excel e PowerPoint quando iniciadas a partir de softwares de terceiros que utilizam automação OLE. Usuários relataram que aplicativos como CCH Engagement, Zotero e softwares odontológicos, como Dentrix e Softdent, estão entre os afetados. A falha ocorre após a instalação de atualizações do Windows lançadas a partir de 9 de junho de 2026, e, em muitos casos, os aplicativos ou documentos do Office não abrem sem exibir mensagens de erro. A Microsoft ainda não possui uma solução definitiva, mas recomenda que os usuários abram os aplicativos do Office diretamente como uma alternativa temporária. Clientes empresariais podem contatar o suporte da Microsoft para obter uma solução que possa ser aplicada em toda a organização. A empresa informou que uma resolução está em andamento e será incluída em uma futura atualização do Windows. Este incidente se soma a uma série de problemas recentes enfrentados por usuários do Office, incluindo falhas em abrir arquivos na versão web e problemas com atualizações do Windows.

Inteligência de IP e o Desafio da Infraestrutura Anônima

As equipes de segurança enfrentam um desafio crescente na análise de dados de IP, especialmente com o aumento do uso de infraestrutura de anonimização, como VPNs e proxies residenciais. Um estudo recente da Spur Intelligence revelou que quase metade dos profissionais de segurança entrevistados relatou impactos operacionais significativos devido a tentativas de roubo de contas e abuso de credenciais através dessas tecnologias. Embora as organizações reconheçam a importância da inteligência de IP, muitas ainda a utilizam de forma reativa, principalmente após a geração de alertas. A falta de contexto em dados de IP, como classificação de infraestrutura e padrões comportamentais, dificulta a tomada de decisões eficazes. Além disso, a preocupação com riscos internos, como o uso de dispositivos pessoais e aplicativos de consumo, é frequentemente subestimada. Para enfrentar esses desafios, as equipes de segurança devem integrar a inteligência de IP em seus fluxos de trabalho de forma proativa, buscando não apenas identificar endereços IP suspeitos, mas também entender a infraestrutura e o comportamento por trás deles. O futuro da inteligência de IP está em fornecer contexto rico, automação e uma base sólida para controles de segurança baseados em risco.

Na era das ameaças baseadas em IA, o zero-trust não é mais suficiente

O conceito de zero-trust, que se tornou fundamental nas estratégias de cibersegurança, enfrenta novos desafios com o aumento das ameaças baseadas em inteligência artificial (IA). Embora 50% das organizações planejem adotar a governança de dados zero-trust até 2028, a evolução das ameaças exige uma abordagem mais abrangente. Especialistas alertam que a arquitetura de zero-trust (ZTA) não é uma solução única e que suas limitações precisam ser reconhecidas. Com o aumento de fraudes como deepfakes e ataques autônomos, a ZTA deve evoluir para monitorar continuamente interações entre agentes autônomos e não apenas focar em controles de identidade e acesso. Além disso, a linguagem natural se torna uma nova superfície de ataque, exigindo controles humanos para evitar manipulações. A velocidade e a escala dos ataques aumentaram, tornando essencial que as equipes de cibersegurança adotem uma abordagem baseada em dados e avaliação contínua para garantir a eficácia das medidas de segurança. A ZTA deve, portanto, se adaptar para governar ecossistemas de máquina a máquina, respondendo dinamicamente a atividades anômalas em tempo real.

Samsung MAX VPN encerra atividades, usuários buscam alternativas

O Samsung MAX VPN, um aplicativo popular entre usuários de dispositivos Galaxy, encerrou suas atividades em 15 de junho de 2026, deixando mais de 50 milhões de usuários em busca de alternativas para proteger sua privacidade online. O aplicativo, que oferecia recursos de mascaramento de IP e compressão de dados, não será mais funcional, e os usuários que tentarem acessá-lo encontrarão uma mensagem de despedida. A Samsung ainda não anunciou um substituto nativo, o que aumenta a urgência para que os usuários encontrem uma solução de VPN confiável. A falta de proteção em redes Wi-Fi públicas pode expor informações sensíveis, como senhas e dados bancários, a hackers. O Google Play Store oferece diversas opções de VPNs de terceiros com protocolos de segurança robustos. É aconselhável que os usuários verifiquem as políticas de registro e as localizações dos servidores ao escolher um novo provedor de VPN, garantindo que seus dados de navegação permaneçam privados.

A crise de visibilidade na segurança com a ascensão da IA

Líderes de segurança de empresas como Datadog, Jamf e ASOS discutem a crescente crise de visibilidade que surge com a democratização da programação por meio da inteligência artificial (IA). Durante um evento virtual, eles abordaram como a capacidade de escrever código se espalhou entre os funcionários, criando um cenário de ‘código selvagem’ que pode comprometer a segurança das organizações. Um relatório da RedAccess revelou que existem 380 mil ativos acessíveis publicamente, com 5 mil contendo informações corporativas sensíveis, muitos dos quais foram criados sem revisão de segurança. A situação é exacerbada pela falta de governança adequada, já que muitos funcionários, motivados por boas intenções, criam automações sem supervisão. Os líderes de segurança enfatizam a importância de classificar dados corretamente e de adotar uma abordagem de habilitação, em vez de restrição, para evitar a proliferação de código não governado. Eles também destacam a necessidade de um registro de casos de uso para rastrear a responsabilidade e a importância de controles técnicos para prevenir comportamentos inesperados de agentes de IA. A discussão revela que, em vez de tentar impedir a criação de código, as organizações devem focar em monitorar e gerenciar o que já está sendo produzido.

Segurança de Senhas no Processo de Integração de Funcionários

O processo de integração de novos funcionários é um momento crítico para as equipes de TI, que precisam fornecer dispositivos, contas e senhas em um curto espaço de tempo. Muitas vezes, isso resulta no compartilhamento de senhas temporárias, que podem se tornar um ponto de vulnerabilidade se não forem geridas adequadamente. O envio de senhas por e-mail ou SMS, por exemplo, aumenta o risco de interceptação por atacantes. Alternativas como a comunicação verbal também apresentam desafios operacionais, pois envolvem a coordenação entre várias partes. Para mitigar esses riscos, soluções como o Specops First Day Password permitem que os novos funcionários criem suas próprias senhas de forma segura, eliminando a necessidade de senhas temporárias. Além disso, a permanência de senhas temporárias sem alteração pode levar a incidentes graves, como demonstrado por ataques a infraestruturas críticas, onde credenciais padrão foram exploradas. A segurança das senhas é essencial, pois mesmo com a crescente adoção de autenticação sem senha, elas ainda são fundamentais na gestão de acesso. Portanto, é crucial que as organizações adotem métodos seguros para gerenciar credenciais desde o primeiro acesso do usuário.

Nossos celulares se tornaram os maiores espiões do planeta

O artigo destaca a afirmação de John McAfee, pioneiro em cibersegurança, sobre como os smartphones se tornaram ferramentas de vigilância. Em uma palestra na DEF CON 22, McAfee abordou a privacidade e os perigos das aplicações móveis, enfatizando o aumento da vigilância e a coleta de dados por grandes empresas de tecnologia. Ele fez essas declarações em um contexto de crescente preocupação com a privacidade, especialmente após as revelações de Edward Snowden sobre a vigilância em massa. McAfee, que fundou a McAfee Associates, também lançou um dispositivo chamado Privacy Phone, projetado para oferecer segurança em nível de hardware. O artigo menciona que, apesar de regulamentações como o GDPR e a CCPA, muitos usuários ainda aceitam a coleta de dados sem questionar, evidenciando uma mudança na percepção sobre privacidade nos últimos anos. A ascensão da inteligência artificial e o uso de dados pessoais para treinamento de algoritmos também são discutidos como novos desafios para a privacidade do usuário.

Alguns empregos criativos podem desaparecer, mas talvez não deveriam existir

Mira Murati, ex-CTO da OpenAI, levantou questões sobre o impacto da inteligência artificial (IA) no mercado de trabalho durante uma discussão na Dartmouth College. Ela sugeriu que, embora alguns empregos criativos possam ser eliminados, isso pode ser justificado se a qualidade do conteúdo produzido não for alta. A IA generativa, que tem avançado significativamente, pode democratizar a criatividade, permitindo que mais pessoas criem conteúdo de forma acessível. Murati argumenta que essa mudança deve ser vista como uma oportunidade, já que a IA pode elevar a qualidade das produções ao reduzir barreiras de entrada. No entanto, a adoção da IA nas indústrias criativas enfrenta resistência, especialmente em áreas como a criação de conteúdo, onde a qualidade e a originalidade são essenciais. Apesar disso, a IA já está sendo utilizada em processos como dublagem e na aceleração de tarefas repetitivas. O artigo também menciona a interrupção de um acordo significativo entre a OpenAI e a Disney, destacando os desafios que a IA enfrenta para se estabelecer de forma robusta no setor criativo.

Como usar uma VPN na sua smart TV durante a Copa do Mundo

Com a Copa do Mundo de 2026 em andamento, muitos espectadores desejam acompanhar os jogos de qualquer lugar, garantindo uma conexão segura. O uso de uma VPN (Rede Privada Virtual) é recomendado para streaming, pois protege a privacidade e os dados pessoais. Embora a maioria dos principais provedores de VPN ofereça aplicativos para desktops, dispositivos móveis e tablets, alguns também disponibilizam apps que podem ser instalados diretamente nas TVs. No entanto, a compatibilidade varia: Android TV, Google TV, Amazon Fire OS e Apple TV suportam aplicativos nativos, enquanto TVs Samsung com Tizen OS e LG com webOS não oferecem esse suporte. Para essas TVs, uma alternativa é utilizar o Smart DNS, que redireciona consultas de DNS, permitindo o acesso a conteúdos, mas sem a proteção de uma VPN. Outra opção é conectar um laptop ou dispositivo móvel à TV via cabo HDMI para transmitir o conteúdo. É importante lembrar que a transmissão de um dispositivo com VPN para um TV sem VPN pode não funcionar devido à necessidade de ambos estarem na mesma rede. Portanto, a melhor abordagem é usar uma VPN diretamente na TV, se possível, ou conectar-se via HDMI.

Diretor do Google renuncia por contratos de IA com o Pentágono

René Mayrhofer, diretor de segurança da plataforma Android do Google, renunciou ao seu cargo em protesto contra os novos contratos da empresa com o Departamento de Defesa dos EUA (DoD). Em uma carta interna, ele expressou sua preocupação com a utilização dos modelos de inteligência artificial (IA) da empresa para fins classificados, afirmando que a gestão atual do Google havia perdido seu ’norte moral’. Mayrhofer destacou que a decisão de colaborar com o Pentágono contraria os princípios éticos que a empresa havia estabelecido anteriormente, incluindo a proibição de usar IA para desenvolver armas ou ferramentas de vigilância. O Google, que já havia abandonado suas metas de neutralidade de carbono em favor do desenvolvimento de IA, agora permite que o DoD utilize seus modelos para ‘qualquer propósito legal’, o que, segundo Mayrhofer, pode incluir ações que violam leis internacionais. A renúncia de Mayrhofer ocorre em um contexto em que centenas de funcionários do Google já haviam assinado uma carta aberta pedindo ao CEO Sundar Pichai que rejeitasse essa decisão, considerada ‘antiética e perigosa’. A situação levanta questões sobre a responsabilidade das empresas de tecnologia em suas colaborações com entidades governamentais e militares.

A evolução da segurança cibernética o fim do MDR?

Nos últimos anos, o modelo de Managed Detection and Response (MDR) foi uma solução eficaz para as equipes de segurança que enfrentavam dificuldades em monitorar alertas 24 horas por dia. No entanto, o cenário de ameaças evoluiu rapidamente, com atacantes utilizando inteligência artificial para automatizar ataques e criar variantes de malware que burlam a detecção tradicional. Um estudo de 2025 revelou que cerca de 60% dos alertas gerados em ambientes corporativos não são revisados, resultando em incidentes reais que permanecem ocultos. Além disso, a qualidade das investigações varia conforme a experiência do analista e o momento do dia, o que pode levar a classificações incorretas de ameaças. A falta de integração entre a engenharia de detecção e a investigação também compromete a eficácia do MDR, resultando em uma postura de detecção que se degrada mais rapidamente do que melhora. Com a crescente complexidade dos ataques, é necessário repensar o modelo operacional, adotando soluções de segurança que utilizem IA para acelerar a investigação e garantir que todos os alertas sejam analisados. Essa mudança é crucial para que as organizações se mantenham protegidas em um ambiente de ameaças em constante evolução.

Norton VPN reduz preço antes da Copa do Mundo - menos de R 20 por mês

A Norton VPN anunciou uma redução significativa em seus preços, oferecendo planos a partir de R$ 19,99 por ano, o que a torna uma opção mais acessível em comparação com concorrentes como NordVPN e ExpressVPN. O plano Norton VPN Plus, que inclui ferramentas de detecção de fraudes baseadas em IA, monitoramento da dark web e um gerenciador de senhas, agora tem o mesmo preço que o plano básico, proporcionando um valor adicional aos usuários. Durante testes recentes, a Norton VPN alcançou velocidades de até 1.010 Mbps, permitindo streaming de eventos ao vivo em alta definição sem interrupções. Além disso, a empresa oferece uma garantia de devolução do dinheiro de 60 dias, o dobro do padrão do setor, permitindo que os usuários experimentem o serviço sem riscos. A expansão da infraestrutura da Norton, com mais de 130 locais em 90 países, e a introdução de uma função de rotação manual de IP, são melhorias que visam otimizar a experiência do usuário, especialmente para quem deseja desbloquear plataformas de streaming como Netflix e Disney Plus. Essa promoção é especialmente relevante com a proximidade da Copa do Mundo de 2026, atraindo usuários que buscam uma solução de segurança e privacidade para suas transmissões.

Como escolher as configurações de VPN para streaming estável na Copa de 2026

Com a aproximação da Copa do Mundo de 2026, muitos usuários buscarão maneiras de assistir aos jogos de forma segura e estável, especialmente durante eventos de alta demanda. O uso de uma VPN (Rede Privada Virtual) pode ser uma solução eficaz para contornar problemas comuns, como congestionamento de rede e restrições geográficas. No entanto, para otimizar a performance de streaming, é crucial ajustar algumas configurações da VPN. O artigo destaca a importância de escolher o protocolo adequado, sendo o WireGuard recomendado por sua velocidade e confiabilidade. Além disso, a desativação de recursos como obfuscação e bloqueadores de anúncios pode melhorar a conexão, evitando interrupções durante momentos críticos dos jogos. O uso de split tunneling também é sugerido, permitindo que o tráfego de streaming utilize a VPN enquanto outros aplicativos funcionam normalmente. Essas configurações são essenciais para garantir uma experiência de visualização fluida e sem interrupções durante a Copa do Mundo, especialmente em um cenário de alta demanda de internet.

A Transformação da Cibersegurança com a Inteligência Artificial

A inteligência artificial (IA) está revolucionando a cibersegurança, aumentando a velocidade e a escala dos crimes cibernéticos de maneiras que as operações de segurança tradicionais não conseguem acompanhar. Segundo a Gartner, espera-se que agentes de IA reduzam em 50% o tempo necessário para explorar exposições de contas até 2027. Campanhas de phishing, que antes levavam dias para serem elaboradas, agora podem ser criadas em minutos, sem os erros que costumavam denunciá-las. Para provedores de serviços gerenciados (MSPs), a situação é crítica: aqueles que ainda dependem de uma pilha de segurança fragmentada não apenas demoram mais a responder, mas também têm dificuldade em demonstrar aos clientes que seus ambientes estão totalmente protegidos.

Inovações e Excelência em Cibersegurança Prêmios de 2026

O artigo destaca a cerimônia de premiação dos Cybersecurity Stars Awards de 2026, que reconhece o trabalho invisível, mas essencial, realizado na área de cibersegurança. Com 95 subcategorias e quatro categorias principais, os prêmios foram concedidos a produtos e equipes que demonstraram inovação, impacto e excelência técnica. Entre as subcategorias premiadas estão segurança com IA, criptografia pós-quântica e gestão contínua de exposição a ameaças. A seleção dos vencedores foi feita por um painel independente, que avaliou as nomeações sem considerar popularidade ou tamanho da marca. O evento visa dar visibilidade a iniciativas que, embora não sejam amplamente divulgadas, são cruciais para a proteção cibernética. O artigo também menciona que as nomeações para os prêmios de 2027 abrirão ainda este ano, incentivando mais empresas e profissionais a participarem. A premiação é uma oportunidade de reconhecer o trabalho que, muitas vezes, só é notado quando algo dá errado, destacando a importância da prevenção na segurança digital.

O teste de Voight-Kampff da vida real como dar crachá para uma IA?

O artigo de Fábio Maia discute os desafios da cibersegurança em um mundo onde a Inteligência Artificial (IA) opera em níveis de complexidade e autonomia semelhantes aos humanos. Inspirando-se no filme Blade Runner, o autor levanta a questão de como autenticar e auditar Agentes Autônomos de IA, que podem agir de forma criativa e adaptativa, mas com a velocidade de máquinas. A abordagem tradicional de Gestão de Identidade e Acesso (IAM) divide usuários em humanos e máquinas, mas a IA generativa desafia essa categorização. O texto sugere que, ao conceder credenciais a uma IA, há riscos significativos, como a possibilidade de ‘alucinações’ da IA ou ataques de injeção de comandos, que podem levar a ações maliciosas sem que o sistema perceba. A solução proposta é a adoção de um modelo de autorização dinâmica e comportamental, onde o acesso é reavaliado constantemente com base no comportamento do agente, alinhando-se ao conceito de Confiança Zero. A pressão por eficiência nas empresas pode levar à adoção apressada de IAs, mas a governança e o controle são essenciais para evitar desastres.

Brasil se torna referência global no combate a fraudes digitais

O Brasil se destaca como um dos países mais atacados por fraudes digitais, mas também como um líder em soluções para combatê-las. Luis Felipe Monteiro, CEO da Unico, afirma que essa dualidade proporciona uma vantagem competitiva para as empresas brasileiras no mercado internacional. Em 2025, as tentativas de fraudes sofisticadas aumentaram 1.082%, impulsionadas pelo uso de inteligência artificial, e a projeção para 2026 é de um crescimento adicional de até 550%. Para enfrentar esse cenário, o Brasil adotou um modelo de ‘confiança contínua’, que avalia mais de 40 pontos de dados em tempo real para validar transações, permitindo que até 90% das transações legítimas sejam aprovadas sem fricção. A Unico, que já opera em mais de 20 países, evitou perdas de mais de R$ 23 bilhões em fraudes em 2025, e seu crescimento internacional foi de 130% no primeiro trimestre de 2026. Essa abordagem inovadora não apenas protege os usuários, mas também posiciona o Brasil como um exemplo a ser seguido globalmente.

GitHub anuncia mudanças no npm para combater ameaças na cadeia de software

O GitHub anunciou mudanças significativas na versão 12 do npm, que visam aumentar a segurança da cadeia de suprimentos de software. Uma das principais alterações é a desativação padrão de scripts de instalação, que são frequentemente utilizados por atacantes para executar código malicioso durante o comando ’npm install’. Essa mudança é uma resposta a técnicas de ataque que exploram a execução automática de scripts de dependências transitivas, permitindo que um pacote comprometido execute código arbitrário em máquinas de desenvolvedores ou em ambientes de integração contínua (CI).

NordVPN oferece 75 de desconto e 3 meses grátis em promoção

A NordVPN, conhecida por suas soluções de segurança digital, está oferecendo uma promoção significativa que inclui 75% de desconto em seu plano de dois anos, reduzindo o custo mensal de R$ 31,90 para apenas R$ 10,36. Além disso, a oferta inclui três meses adicionais gratuitos e um cupom que garante 5% de desconto extra, válido até 18 de junho. A NordVPN combina funcionalidades de VPN e antivírus, proporcionando proteção contra sites falsos, phishing e downloads perigosos, o que é especialmente relevante para usuários que realizam compras online ou acessam redes Wi-Fi públicas. A interface intuitiva e o suporte ao cliente eficiente são pontos destacados por usuários, tornando o serviço acessível tanto para iniciantes quanto para usuários experientes. A promoção é uma oportunidade atraente para quem busca aumentar a segurança digital, especialmente em um cenário onde golpes online estão em ascensão, como durante eventos de alta demanda por ingressos e promoções.

Relatório de pentest pode parecer seguro, mas não é

Um relatório de pentest que apresenta poucos problemas pode dar uma falsa sensação de segurança. Após várias execuções de testes automatizados, as descobertas tendem a diminuir, levando a uma interpretação errônea de que a segurança está estável. No entanto, isso pode significar que as ferramentas de pentest atingiram seus limites de visibilidade. O artigo destaca que a validação de segurança deve ser vista em múltiplas camadas, não apenas na capacidade de um atacante explorar um caminho. Embora o pentest automatizado mostre que um caminho de ataque existe, ele não garante que as defesas, como SIEM e EDR, estejam funcionando adequadamente para detectar ou bloquear essas tentativas. A simulação de ataque e a validação de controles são abordagens complementares, mas frequentemente confundidas. A falta de validação de controles pode levar a uma priorização inadequada dos riscos, uma vez que as equipes podem não ter evidências completas sobre a eficácia das defesas. O webinar promovido pela The Hacker News e Picus Security busca esclarecer essas questões e ajudar as equipes a entenderem como classificar e priorizar as descobertas de segurança de forma mais eficaz.

Certta lança agente de IA para combater fraudes digitais em tempo real

A Certta apresentou, em 10 de junho de 2026, duas novas ferramentas voltadas para a prevenção de fraudes digitais: o Flow e o Hubby. O Flow é uma plataforma que permite a criação e ajuste de jornadas de verificação de identidade sem a necessidade de programação, possibilitando testes A/B e respostas automáticas a ameaças. Essa ferramenta visa reduzir o tempo que as empresas levam para atualizar suas regras de segurança, que atualmente pode levar semanas, enquanto os golpistas adaptam suas táticas em questão de horas. Por outro lado, o Hubby é um agente de inteligência artificial que atua como assistente especializado, permitindo que os usuários descrevam suas necessidades em texto, enquanto o sistema sugere ações e aguarda aprovação humana. A Certta utiliza modelos de linguagem para aprimorar a interpretação e análise de dados, oferecendo recomendações mais precisas e contextualizadas. Ambas as ferramentas estão disponíveis para mais de 300 clientes da Certta, sem exigência de porte mínimo para adoção.

A IA está mudando rapidamente a cibersegurança BT se junta ao Projeto Glasswing

A BT se tornou a primeira empresa do Reino Unido a se juntar ao Projeto Glasswing da Anthropic, uma iniciativa de cibersegurança que oferece acesso ao modelo avançado de segurança cibernética, Claude Mythos Preview. O anúncio foi feito durante a Cúpula de Adoção de IA do Governo do Reino Unido, onde a CEO da BT, Allison Kirkby, destacou que essa parceria ajudará a proteger tanto as redes da empresa quanto os sistemas de seus clientes contra ataques cibernéticos cada vez mais sofisticados. O modelo Claude Mythos Preview já identificou milhares de vulnerabilidades críticas em sistemas operacionais e navegadores, mas ainda não está disponível ao público devido a preocupações sobre seu uso indevido. A BT, que já bloqueia quatro milhões de ataques diariamente, espera que a adesão ao projeto fortaleça sua capacidade de cibersegurança. O Projeto Glasswing foi lançado em abril de 2026 e, desde então, expandiu seu acesso a mais de 150 organizações em 15 países, incluindo telecomunicações, energia e saúde. A Anthropic também está em discussões com autoridades governamentais dos EUA sobre como o modelo pode ajudar em estratégias ofensivas e defensivas. A expectativa é que desenvolvedores possam acessar modelos semelhantes dentro de seis a doze meses, com as devidas salvaguardas.

Anthropic lança modelo Fable com novas salvaguardas de segurança

A Anthropic anunciou o lançamento do modelo Fable, uma versão mais segura de seu modelo anterior, Mythos, que apresentava riscos significativos de segurança para empresas em todo o mundo. O modelo Mythos, considerado um dos mais poderosos da empresa, poderia ser utilizado por agentes maliciosos para atacar softwares públicos e privados, levando a Anthropic a restringir seu acesso apenas a especialistas em cibersegurança e empresas confiáveis. O novo modelo Fable 5 vem com salvaguardas rigorosas que desviam consultas sensíveis para um modelo anterior, Opus 4.8, e está disponível gratuitamente por tempo limitado, embora consuma tokens rapidamente, tornando-o caro para uso contínuo. A empresa observa que, enquanto Fable 5 é acessível a um grupo restrito de parceiros confiáveis, a versão sem restrições, Claude Mythos 5, só será disponibilizada a defensores cibernéticos do governo e pesquisadores de ciências da vida. A Anthropic enfatiza que, embora o modelo Fable 5 seja mais seguro, seu uso intensivo de recursos computacionais limita sua acessibilidade em comparação com modelos anteriores. A empresa também alerta que, se não forem cuidadosos, laboratórios de ponta podem inadvertidamente permitir que atacantes se aproveitem dessas ferramentas poderosas.

Meta usará dados de empresas para personalizar experiências dos usuários

A Meta anunciou que começará a utilizar informações compartilhadas por outras empresas para personalizar o feed dos usuários e as respostas de seu chatbot de inteligência artificial (IA). Essa mudança amplia o uso de dados além da publicidade direcionada. A empresa esclareceu que não está coletando novos dados, mas sim utilizando informações já disponíveis, como atividades em sites de terceiros, para tornar a experiência do usuário mais relevante. Os usuários terão controle sobre como esses dados são utilizados, podendo optar por permitir ou não essa personalização. A configuração ‘Atividade de outras empresas’ foi expandida para facilitar o gerenciamento do uso de dados, enquanto a opção ‘Sua atividade fora das tecnologias da Meta’ será descontinuada. A nova funcionalidade será implementada em diversos países, incluindo Brasil, a partir do próximo mês. A Meta destaca que, ao permitir o uso desses dados, os usuários verão conteúdos mais alinhados com seus interesses, como anúncios relacionados a compras recentes. Caso contrário, o conteúdo exibido será baseado apenas nas interações dentro das plataformas da Meta.

Windscribe agora aceita pagamentos em dinheiro por assinaturas de VPN

A Windscribe, provedora canadense de VPN, anunciou que agora aceita pagamentos em dinheiro para sua assinatura Pro de um ano, que custa 69 dólares. Essa opção visa oferecer total anonimato financeiro aos usuários, evitando o rastreamento comum associado a métodos digitais, como cartões de crédito ou PayPal. No entanto, a empresa alerta que essa é a forma mais lenta e arriscada de pagamento, já que o envio de dinheiro físico pode resultar em perdas, atrasos ou danos durante o transporte. Windscribe recomenda que a maioria dos usuários continue utilizando métodos digitais, destacando que a opção de pagamento em dinheiro é destinada a um pequeno grupo que realmente precisa de privacidade total. Além disso, os pagamentos em dinheiro são limitados a assinaturas anuais e não são reembolsáveis, o que aumenta o risco para o consumidor. Apesar das vantagens de privacidade, a empresa enfatiza que a maioria dos usuários deve optar por métodos mais seguros e rápidos para proteger sua identidade online.

Apple anuncia recurso de IA para corrigir senhas fracas automaticamente

Durante a WWDC 2026, a Apple revelou uma nova funcionalidade impulsionada por inteligência artificial que promete corrigir automaticamente senhas fracas e comprometidas. Atualmente, o Safari e o aplicativo de Senhas da Apple já conseguem identificar senhas fracas, duplicadas ou comprometidas, mas não realizam correções automáticas. Com a atualização para o iOS 27, essa nova funcionalidade permitirá que o gerenciador de senhas da Apple atue de forma ‘agencial’, ajustando senhas com base no comportamento do usuário. A Apple garante que essa tecnologia é segura e respeita a privacidade, utilizando modelos de fundação desenvolvidos em colaboração com o Google, que operam tanto localmente quanto na nuvem, sem armazenar dados pessoais. A empresa enfatiza que a nova arquitetura da Apple Intelligence foi projetada com foco na privacidade, assegurando que os dados dos usuários não sejam acessíveis a terceiros. A funcionalidade estará disponível para os usuários que se inscreverem no Programa de Desenvolvedores e também será lançada para o público geral com o iOS 27 ainda este ano.

Desafios da Cibersegurança e a Solução Wazuh Cloud

As equipes de segurança enfrentam ambientes cada vez mais complexos, onde ameaças como ransomware e ataques à cadeia de suprimentos evoluem rapidamente. A gestão de infraestruturas híbridas, que incluem sistemas locais e plataformas em nuvem, torna-se um desafio, especialmente com a necessidade de conformidade com normas rigorosas como PCI DSS e GDPR. Os Centros de Operações de Segurança (SOCs) recebem milhares de alertas diariamente, muitos dos quais são falsos positivos, levando a um desgaste significativo dos analistas e a lacunas de segurança exploráveis. O Wazuh Cloud surge como uma solução gerenciada e nativa da nuvem, que visa simplificar operações através de automação e análise inteligente. Com um tempo de implantação reduzido, manutenção zero e escalabilidade automática, o Wazuh Cloud permite que as equipes de segurança se concentrem na proteção de ativos críticos em tempo real. A plataforma oferece uma análise de segurança automatizada que reduz a carga cognitiva dos analistas, melhorando a eficiência operacional e a precisão na detecção de ameaças. Assim, o Wazuh Cloud se apresenta como uma alternativa viável para organizações que buscam fortalecer sua postura de segurança sem os desafios associados à gestão de infraestrutura.

X-VPN comprova credenciais de privacidade com auditoria independente

O X-VPN, um serviço de rede privada virtual (VPN), recentemente publicou os resultados de uma auditoria independente que confirma sua política de não registro de dados. Realizada por uma das ‘Big Four’ em conformidade com o padrão ISAE 3000, a auditoria verificou que a empresa não coleta nem armazena informações que possam identificar usuários ou suas atividades online. A análise abrangeu aspectos técnicos, segurança dos servidores e governança de dados, garantindo que apenas as informações mínimas necessárias para a operação do serviço sejam processadas. A auditoria, concluída em 28 de fevereiro de 2026, revelou que a infraestrutura do X-VPN é segura e que os mecanismos de supervisão operam com total independência e transparência. Essa validação externa é crucial, pois no setor de VPNs, a confiança é fundamental e a verificação independente ajuda a garantir que as promessas de privacidade sejam cumpridas na prática. Os usuários do X-VPN podem acessar o relatório completo após login em suas contas, destacando a importância da transparência em serviços de privacidade digital.

Microsoft lança terminal inteligente com suporte a IA

A Microsoft lançou uma versão open-source do Windows Terminal chamada “Intelligent Terminal”, que integra inteligência artificial (IA) diretamente na interface do terminal. Essa nova ferramenta permite que os usuários recebam assistência em tempo real para explicar erros, elaborar comandos e solucionar problemas sem sair da sessão do terminal. Ao abrir o Intelligent Terminal pela primeira vez, o usuário pode escolher entre diferentes agentes de IA, como GitHub Copilot, Claude, Codex e Gemini, com opções para detectar e sugerir correções automáticas para erros. Uma das principais funcionalidades é a gestão de sessões, que permite ao usuário retomar trabalhos anteriores sem perder o progresso. O Intelligent Terminal é uma aplicação separada e ainda não está incluída nas instalações padrão do Windows, mas pode ser baixada pela Microsoft Store ou GitHub. Embora a ferramenta seja promissora, a Microsoft reconhece que não é adequada para todos os usuários, o que justifica sua distribuição como um aplicativo separado.

Microsoft implementa atraso em atualizações do Visual Studio Code

A Microsoft anunciou uma nova funcionalidade para o Visual Studio Code (VS Code) que introduz um atraso de duas horas nas atualizações automáticas de extensões. Essa medida visa aumentar a segurança do ambiente de desenvolvimento, protegendo os usuários contra versões problemáticas ou potencialmente comprometidas. A partir da versão 1.123 do VS Code, as atualizações automáticas ocorrerão duas horas após a publicação, permitindo que os desenvolvedores tenham um tempo adicional para avaliar novas versões. Os usuários ainda poderão optar por atualizar extensões imediatamente, utilizando um botão específico. No entanto, essa nova funcionalidade não se aplica a extensões de editores confiáveis como Microsoft, GitHub e OpenAI, que continuarão a ser atualizadas instantaneamente. Essa iniciativa segue uma tendência crescente entre plataformas de gerenciamento de pacotes, como RubyGems e npm, que também implementaram controles de instalação baseados em tempo para mitigar a exposição a versões maliciosas recém-publicadas. Essas mudanças são uma resposta ao aumento de incidentes na cadeia de suprimentos de software, que têm como alvo sistemas de desenvolvedores e usuários finais.

Robô ucraniano resiste a ataques russos por 45 dias

Um robô de combate ucraniano, o Droid TW 12.7, desempenhou um papel crucial ao repelir ataques russos em uma interseção estratégica por 45 dias durante o verão de 2025. Controlado remotamente a uma distância de até 10 km, o robô estava armado com uma metralhadora M2 Browning de 12,7 mm e operava em conjunto com drones de vigilância aérea, permitindo que os operadores atacassem alvos em tempo real sem expor tropas ao perigo. Este foi o primeiro uso totalmente robótico em operações defensivas na Ucrânia, destacando a crescente dependência de veículos terrestres não tripulados (UGVs) em um cenário de escassez de mão de obra devido ao conflito em andamento. O presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy anunciou planos para adquirir pelo menos 50.000 UGVs, considerando-os um avanço significativo após os drones de combate. Embora o Droid TW 12.7 tenha demonstrado eficácia, ele requer manutenção regular, incluindo recarga de baterias e reposição de munição, e não é totalmente autônomo na seleção de alvos, o que limita sua operação em áreas com civis. A utilização de UGVs como o Droid TW 12.7 pode se intensificar à medida que a guerra se prolonga, refletindo uma mudança nas táticas de combate.