Tecnologia

Seis perguntas para elaborar um plano de habilitação de IA

À medida que nos aproximamos do final de 2025, dois fatos sobre a inteligência artificial (IA) são cruciais para os diretores de segurança da informação (CISOs). Primeiro, a maioria dos funcionários já utiliza ferramentas de IA generativa em suas atividades, mesmo que a empresa não forneça acesso ou proíba seu uso. Segundo, muitos desses funcionários já compartilharam informações internas e confidenciais com essas ferramentas. Um estudo da Microsoft revela que 75% dos trabalhadores do conhecimento estavam usando IA generativa em 2024, e 78% deles utilizavam ferramentas pessoais. Isso gera um aumento no ‘Access-Trust Gap’, que é a diferença entre aplicativos de negócios confiáveis e aqueles não gerenciados que acessam dados corporativos. Para mitigar riscos, as empresas precisam desenvolver um plano de habilitação de IA que inclua governança e controle de acesso. O artigo propõe seis perguntas essenciais para guiar essa elaboração, como quais casos de uso de IA são prioritários e quais ferramentas devem ser adotadas. A falta de governança pode resultar em violações de políticas e consequências legais. Portanto, é fundamental que as empresas adotem uma abordagem proativa e contínua para a governança da IA, garantindo que os funcionários utilizem aplicativos confiáveis e monitorados.

Segurança em Navegadores Desafios e Estratégias para GenAI

O uso de inteligência artificial generativa (GenAI) em navegadores se tornou comum nas empresas, permitindo que funcionários redijam e-mails, analisem dados e desenvolvam códigos. No entanto, essa prática levanta preocupações de segurança, pois muitos usuários inserem informações sensíveis em prompts ou fazem upload de arquivos sem considerar os riscos. Os controles de segurança tradicionais não foram projetados para lidar com esse novo padrão de interação, criando uma lacuna crítica. Para mitigar esses riscos, é essencial que as organizações implementem políticas claras sobre o uso seguro de GenAI, categorizando ferramentas e definindo quais tipos de dados são permitidos. Além disso, a criação de perfis de navegador dedicados e controles por site pode ajudar a isolar o uso de GenAI de aplicativos internos sensíveis. O monitoramento contínuo e a educação dos usuários são fundamentais para garantir que as diretrizes sejam seguidas, preservando a produtividade sem comprometer a segurança. A implementação de controles de dados precisos e a gestão de extensões de navegador também são essenciais para evitar a exfiltração de informações confidenciais.

OpenAI admite que novos modelos podem representar alto risco cibernético

A OpenAI alertou que seus futuros Modelos de Linguagem de Grande Escala (LLMs) podem representar riscos cibernéticos significativos, potencialmente facilitando o desenvolvimento de exploits zero-day e campanhas de ciberespionagem avançadas. Em um recente comunicado, a empresa destacou que as capacidades cibernéticas de seus modelos estão evoluindo rapidamente, o que, embora possa parecer preocupante, também traz benefícios para a defesa cibernética. Para mitigar esses riscos, a OpenAI está investindo em ferramentas de defesa, controles de acesso e um programa de cibersegurança em camadas. A empresa planeja introduzir um programa que oferecerá aos usuários acesso a capacidades aprimoradas para tarefas de cibersegurança. Além disso, a OpenAI formará um conselho consultivo, o Frontier Risk Council, composto por especialistas em cibersegurança, que ajudará a definir limites entre capacidades úteis e potenciais abusos. A OpenAI também participa do Frontier Model Forum, onde compartilha conhecimentos e melhores práticas com parceiros da indústria, visando identificar como as capacidades de IA podem ser potencialmente armadas e como mitigar esses riscos.

Automação Robótica e Gestão de Identidades Desafios e Melhores Práticas

O uso da Automação de Processos Robóticos (RPA) tem crescido nas empresas, trazendo eficiência e segurança, mas também desafios significativos na gestão de identidades não humanas (NHIs). À medida que os bots começam a superar o número de funcionários humanos, a gestão do ciclo de vida das identidades se torna crucial para mitigar riscos de segurança. A RPA impacta a Gestão de Identidade e Acesso (IAM) ao gerenciar identidades de bots, garantir acesso com privilégios mínimos e assegurar a auditabilidade. Os benefícios incluem maior eficiência, precisão e segurança, além de suporte à conformidade regulatória. No entanto, surgem desafios como a gestão de bots, aumento da superfície de ataque e dificuldades de integração com sistemas legados. Para garantir a segurança da RPA dentro da IAM, as empresas devem priorizar identidades de bots, utilizar gerenciadores de segredos, implementar Gestão de Acesso Privilegiado (PAM) e fortalecer a autenticação com autenticação multifator (MFA). Essas práticas ajudam a manter um ambiente seguro e alinhado aos princípios de segurança de confiança zero.

Microsoft reconhece ameaça do SteamOS, mas promessas são tardias

O artigo da TechRadar analisa a evolução do mercado de jogos para PC e a resposta tardia da Microsoft ao crescimento do SteamOS, sistema operacional baseado em Linux desenvolvido pela Valve. Historicamente, o Windows foi a plataforma dominante para jogos, mas a falta de inovação e a complacência da Microsoft permitiram que a Valve emergisse como uma concorrente séria. O Steam, lançado em 2003, tornou-se a principal loja de jogos para PC, representando cerca de 75% das vendas até 2013. A introdução do SteamOS em 2014 e do Proton, uma camada de compatibilidade que permite que jogos do Windows rodem no Linux, desafiou a supremacia do Windows. Além disso, o Steam Deck, um console portátil que utiliza o SteamOS, demonstrou a viabilidade de uma alternativa ao Windows para jogos. A Microsoft, percebendo a ameaça, começou a vender seus jogos no Steam em 2019, mas a sua resposta foi considerada insuficiente e tardia, especialmente em um cenário onde o Windows 11 apresenta problemas de usabilidade para jogos em dispositivos portáteis. O artigo conclui que a complacência da Microsoft pode ter consequências negativas para sua posição no mercado de jogos para PC.

Navegadores de IA não são seguros e precisam ser bloqueados, diz Gartner

Um relatório recente da Gartner alerta que navegadores com agentes de inteligência artificial (IA) apresentam riscos significativos à segurança. A pesquisa, liderada por Dennis Xu, Evgeny Mirolyubov e John Watts, conclui que as configurações padrão desses navegadores priorizam a experiência do usuário em detrimento da segurança, expondo dados sensíveis dos usuários. Os navegadores de IA, que incluem funcionalidades como barras laterais para resumos e interações com conteúdo web, frequentemente enviam informações como histórico de navegação e abas abertas para servidores em nuvem, aumentando o risco de vazamentos de dados. O estudo recomenda que as organizações evitem o uso desses navegadores, a menos que medidas rigorosas de segurança sejam implementadas. Além disso, os especialistas alertam para o potencial de ações errôneas por parte da IA, como compras indevidas ou preenchimento incorreto de formulários. Para mitigar esses riscos, é sugerido o bloqueio do acesso das IAs a e-mails e a revisão das configurações de privacidade dos navegadores. A conclusão é que, sem uma análise de risco adequada, o uso de navegadores de IA é considerado perigoso.

A segurança na nuvem está mudando como proteger sua infraestrutura

A segurança na nuvem enfrenta novos desafios, com atacantes explorando vulnerabilidades em configurações, identidades e códigos, em vez de realizar ataques diretos. Ferramentas de segurança convencionais frequentemente falham em detectar essas ameaças, que se disfarçam como atividades normais. O time Cortex Cloud da Palo Alto Networks realizará um webinar técnico para discutir três vetores de ataque que estão contornando a segurança tradicional: erros de configuração de identidade na AWS, ocultação de arquivos maliciosos em modelos de IA e permissões excessivas em Kubernetes. Durante a sessão, especialistas mostrarão como esses ataques são realizados e como as equipes podem melhorar a visibilidade e a detecção de ameaças. O evento promete fornecer insights práticos sobre como auditar logs de nuvem, corrigir permissões arriscadas e aplicar controles voltados para IA, ajudando as organizações a se protegerem antes que vulnerabilidades sejam exploradas. A participação é essencial para fechar as lacunas de segurança e evitar surpresas desagradáveis em relatórios de violação.

Novas funcionalidades de segurança do Chrome com IA

O Google anunciou novas funcionalidades de segurança para o navegador Chrome, integrando capacidades de inteligência artificial (IA) para mitigar riscos de segurança. Entre as inovações, destaca-se o ‘User Alignment Critic’, que avalia de forma independente as ações do agente de IA, garantindo que estas estejam alinhadas com os objetivos do usuário e não sejam influenciadas por conteúdos maliciosos. Essa abordagem é complementada por um sistema de ‘Agent Origin Sets’, que limita o acesso do agente a dados de origens relevantes, prevenindo vazamentos de dados entre sites. Além disso, o navegador agora exige a aprovação do usuário antes de acessar sites sensíveis, como portais bancários. O Google também implementou um classificador de injeção de prompts, que atua em paralelo ao modelo de planejamento, bloqueando ações baseadas em conteúdos potencialmente maliciosos. Para incentivar a pesquisa em segurança, a empresa oferece recompensas de até $20.000 por demonstrações que consigam violar essas novas barreiras de segurança. A iniciativa surge em um contexto onde especialistas alertam sobre os riscos associados ao uso de navegadores com IA, especialmente em ambientes corporativos. A pesquisa da Gartner recomenda que as empresas evitem o uso de navegadores de IA até que os riscos sejam adequadamente gerenciados.

Zero Trust Como a Integração de Ferramentas Melhora a Segurança

O modelo de segurança Zero Trust tem se mostrado eficaz na redução da superfície de ataque e na resposta a ameaças, mas muitas organizações ainda enfrentam dificuldades em sua implementação devido à falta de comunicação entre ferramentas de segurança. Segundo a Accenture, 88% das empresas relatam desafios significativos nesse processo. O Shared Signals Framework (SSF) surge como uma solução para padronizar a troca de eventos de segurança, mas sua adoção ainda é desigual, como exemplificado pelo Kolide Device Trust, que não suporta SSF atualmente.

Subaru entra na polêmica de anúncios em sistemas de infotainment

A Subaru, montadora japonesa, está enfrentando críticas após relatos de que anúncios pop-up começaram a aparecer nos sistemas de infotainment de seus veículos na América do Norte. Proprietários relataram que os anúncios, como um para o serviço Sirius XM, surgiram enquanto dirigiam, causando distrações perigosas. Um usuário mencionou ter quase se acidentado devido a um desses anúncios enquanto dirigia a 88 km/h. Embora alguns usuários afirmem que é possível evitar os anúncios ao selecionar a opção ’não mostrar novamente’, outros relatam que os pop-ups ocorrem com frequência, causando desconforto e distração. A Subaru declarou que não tinha conhecimento de tais problemas e não havia recebido reclamações diretas de clientes. A tendência de anúncios em veículos não é exclusiva da Subaru; outras montadoras, como a Stellantis, também estão implementando essa prática, o que levanta preocupações sobre a segurança e a privacidade dos motoristas. A introdução de anúncios em sistemas de infotainment pode ser vista como uma nova fonte de receita para as montadoras, mas muitos motoristas consideram essa prática intrusiva e potencialmente perigosa.

White Hat vs. Black Hat O que é um hacker ético?

O artigo explora a dualidade do hacking, apresentando as categorias de hackers: White Hat, Black Hat e Gray Hat. Os hackers Black Hat são aqueles que realizam atividades ilegais e maliciosas, como roubo de dados e ciberespionagem, enquanto os White Hats são hackers éticos que utilizam suas habilidades para proteger sistemas, sendo contratados por empresas para identificar e corrigir vulnerabilidades. Já os Gray Hats operam em uma zona ambígua, invadindo sistemas sem autorização, mas sem intenções destrutivas. A distinção entre hackers e crackers também é abordada, destacando que hackers são entusiastas que buscam entender sistemas, enquanto crackers são aqueles que invadem sistemas com intenções maliciosas. O artigo também menciona as formas de atuação dos hackers éticos, como testes de intrusão (pentests) e programas de recompensa por identificação de falhas (bug bounty). Essa discussão é relevante para a compreensão do papel dos hackers na segurança cibernética e na proteção de dados.

WatchGuard antecipa tendências de cibersegurança para 2026

A WatchGuard Technologies divulgou um relatório com previsões para a cibersegurança em 2026, destacando a crescente importância da inteligência artificial e das regulamentações de segurança digital. Segundo os especialistas Marc Laliberte e Corey Nachreiner, os crypto-ransomwares devem diminuir, pois as empresas estão adotando melhores práticas de backup e recuperação, tornando-se menos propensas a pagar resgates. Em contrapartida, os ataques focados em roubo de dados e chantagem por exposição pública devem aumentar. Além disso, a segurança do ecossistema open source pode ser ameaçada por ataques a repositórios como NPM e PyPI, levando à necessidade de defesas automatizadas baseadas em IA. Com a implementação do Cyber Resilience Act na Europa, empresas terão apenas 24 horas para reportar vulnerabilidades, o que pode acelerar a adoção de práticas de segurança. A previsão é que em 2026 ocorra o primeiro ataque totalmente executado por IA, ressaltando a urgência de defesas igualmente automatizadas. Falhas de configuração e ataques a portas de VPN continuarão a ser vulnerabilidades significativas, especialmente para pequenas e médias empresas, que devem adotar medidas de segurança do tipo Zero Trust.

Windows 11 ainda enfrenta dificuldades para substituir Windows 10

Apesar do lançamento do Windows 11, a adoção do novo sistema operacional tem sido lenta, com o Windows 10 ainda dominando mais de 40% dos desktops ativos globalmente. Dados de novembro de 2025 indicam que o Windows 11 representa 53,7% dos desktops, enquanto o Windows 10 mantém 42,7%. Essa resistência à migração é observada principalmente em ambientes empresariais, onde muitas organizações optam por prorrogações de segurança pagas para sistemas críticos, em vez de atualizar para o Windows 11. A falta de incentivos claros para a mudança, além da necessidade de testes de compatibilidade e reestruturação de fluxos de trabalho, contribui para essa hesitação. Muitos usuários ainda utilizam máquinas com Windows 10 para tarefas leves, o que também distorce as estatísticas de adoção. A situação é agravada pela ausência de recursos que forcem uma mudança imediata no comportamento de compra das empresas. Em um cenário econômico incerto, as empresas estão relutantes em realizar grandes investimentos não planejados em substituições de hardware, o que torna a transição para o Windows 11 ainda mais desafiadora.

5 formas de se proteger de injeção de prompt em navegadores de IA

O avanço da inteligência artificial (IA) trouxe benefícios significativos, mas também expôs usuários a novos riscos, como a injeção de prompt em navegadores. Esse tipo de ataque ocorre quando hackers inserem códigos maliciosos em prompts, manipulando a IA para realizar atividades fraudulentas, como roubo de dados e credenciais. O artigo apresenta cinco dicas práticas para mitigar esses riscos. Primeiro, é essencial desconfiar das informações fornecidas pela IA, sempre verificando a veracidade com fontes confiáveis. Em segundo lugar, os usuários devem evitar compartilhar dados pessoais sensíveis, como informações bancárias, que podem ser acessadas por cibercriminosos. A atualização constante dos dispositivos é outra medida crucial, pois correções de segurança ajudam a fechar brechas exploráveis. Além disso, é importante monitorar as atividades da IA e verificar a precisão das informações geradas. Por fim, a autenticação multifator (MFA) é recomendada para adicionar uma camada extra de segurança, dificultando o acesso não autorizado mesmo em caso de vazamento de credenciais. Essas práticas são fundamentais para proteger os usuários em um cenário digital cada vez mais complexo.

Drive de fita LTO-10 de 30TB pode ser conectado ao Mac Mini

O novo drive de fita LTO-10 da SymplyPRO XTF SAS oferece uma solução de armazenamento de alta capacidade, permitindo que usuários de Mac Mini conectem um dispositivo que suporta até 30TB de armazenamento nativo. Com velocidades de transferência que se aproximam das de um SSD padrão, o drive é ideal para arquivamento de longo prazo. Os cartuchos LTO-10 podem alcançar até 75TB com compressão, e a unidade oferece velocidades de leitura e gravação de até 400MB/s, podendo chegar a 1000MB/s dependendo da compressão dos dados. Além disso, o drive inclui suporte para criptografia de 256 bits e permite o uso de cartuchos WORM, aumentando a segurança dos dados armazenados. A possibilidade de armazenar cartuchos offline cria uma ‘barreira de ar’, protegendo os backups contra ataques remotos. O preço do drive é de aproximadamente $11,395.25, e cada cartucho LTO-10 custa cerca de $300. Embora não substitua SSDs para acesso diário, a capacidade e a durabilidade do LTO-10 o tornam uma opção atraente para arquivistas e equipes de produção que necessitam de armazenamento a frio.

Transformando Vendas em Parcerias O Guia Anti-Vendas para MSPs

O artigo aborda os desafios enfrentados por Provedores de Serviços Gerenciados (MSPs) e Provedores de Serviços de Segurança Gerenciados (MSSPs) na comunicação da importância da cibersegurança em termos de negócios. Apesar de 57% das pequenas e médias empresas (PMEs) considerarem a segurança cibernética uma prioridade, muitas vezes elas se sentem confusas e céticas diante de mensagens de vendas baseadas no medo. O guia ‘Getting to Yes’ propõe um modelo de vendas que prioriza a construção de confiança e parcerias de longo prazo, em vez de simplesmente persuadir os clientes. O artigo destaca cinco objeções comuns que os MSPs enfrentam, como a percepção de custo elevado e a crença de que já estão protegidos. Para cada objeção, são oferecidas estratégias que transformam a resistência em oportunidades de educação. O modelo de ’trust-first’ é apresentado como uma abordagem prática que se baseia em empatia, educação e evidência para criar discussões colaborativas. Além disso, o artigo enfatiza a importância de demonstrar valor e diferenciação através de resultados mensuráveis e alinhamento com as metas dos clientes, utilizando automação para escalar e repetir o processo de construção de confiança.

Navegadores com IA estão mudando as regras. Sua segurança está acompanhando?

Os navegadores modernos, como Microsoft Edge e Google Chrome, estão incorporando assistentes de IA que prometem facilitar a vida dos usuários, oferecendo resumos de páginas, traduções e automação de tarefas. No entanto, essa conveniência pode vir acompanhada de riscos significativos de segurança. A integração de modelos de linguagem avançados permite que esses navegadores interpretem e atuem sobre o conteúdo da web, mas também os torna vulneráveis a ataques. Um exemplo é a injeção de texto invisível em páginas da web, que pode instruir a IA a roubar credenciais ou executar comandos maliciosos sem que o usuário perceba. Isso representa uma ameaça crítica, pois não gera indicadores claros de comprometimento, dificultando a detecção por ferramentas de segurança tradicionais. À medida que essas tecnologias se tornam comuns, é essencial que as organizações adotem uma postura de segurança mais rigorosa, implementando políticas de uso de IA e monitoramento comportamental para mitigar os riscos associados. A necessidade de suporte gerenciado em centros de operações de segurança (SOCs) é cada vez mais evidente, especialmente para empresas menores que podem não ter os recursos para lidar com essas novas ameaças.

A autenticação sem senha não é o problema, os mitos sobre a tecnologia são

A autenticação sem senha surge como uma alternativa viável às senhas tradicionais, que atualmente representam um desafio para os usuários, que precisam gerenciar em média 168 senhas. O uso de senhas tem se tornado cada vez menos seguro, com o fenômeno da ‘fadiga de senhas’ levando os usuários a reutilizarem credenciais fracas, tornando-os vulneráveis a ataques como phishing e credential stuffing. A autenticação sem senha utiliza métodos como biometria (impressão digital, reconhecimento facial) e chaves de segurança, proporcionando uma experiência de login mais fluida e segura.

As guerras dos navegadores de IA e seus desafios de segurança

Nos últimos anos, a evolução dos navegadores de internet tem sido marcada pela introdução de navegadores de IA, que atuam como agentes autônomos, capazes de realizar ações em nome dos usuários, como reservar voos ou preencher formulários. Essa mudança representa um desafio significativo para a segurança cibernética, pois esses navegadores exigem altos níveis de privilégio para operar, o que aumenta a superfície de ataque. A nova arquitetura de navegadores de IA, como o ChatGPT Atlas, transforma a interação do usuário com a internet, passando de uma abordagem passiva para uma ativa, onde o navegador não apenas exibe informações, mas também executa comandos de forma autônoma. Isso levanta preocupações sobre a segurança dos dados sensíveis, já que esses navegadores precisam acessar informações como credenciais e dados pessoais identificáveis (PII). O risco de injeção de comandos maliciosos, onde um ator mal-intencionado pode manipular o navegador para exfiltrar dados, é uma das principais ameaças identificadas. Para mitigar esses riscos, as organizações devem auditar seus sistemas, restringir o acesso a recursos sensíveis e implementar camadas adicionais de segurança. O artigo destaca a necessidade urgente de os profissionais de segurança se adaptarem a essa nova realidade, considerando os navegadores de IA como uma nova classe de risco em seus ambientes.

Tor substitui criptografia antiga por sistema mais seguro

O Tor Network anunciou a substituição de seu algoritmo de criptografia de relé, o tor1, por um novo sistema chamado Counter Galois Onion (CGO). Essa mudança visa aumentar a privacidade e a segurança dos usuários em todo o mundo, especialmente contra técnicas modernas de interceptação que poderiam comprometer dados sensíveis. O CGO utiliza uma permutação pseudorrandômica robusta, chamada UIV+, que atende a rigorosos requisitos de segurança. Entre as melhorias, destaca-se a resistência a ataques de tagging, a confidencialidade de tráfego passado mesmo se chaves atuais forem expostas, e a eliminação do SHA-1 em favor de um autenticador de 16 bytes. O novo sistema também implementa criptografia de bloco largo e encadeamento de tags, tornando células modificadas e tráfego futuro irrecuperáveis. A transição para o CGO está sendo integrada nas implementações C Tor e no cliente Arti baseado em Rust, e os usuários do Tor Browser não precisam realizar ações manuais para se beneficiar das atualizações, que ocorrerão automaticamente. Embora o sistema ainda esteja em fase experimental, a Tor enfatiza que essas melhorias são essenciais para atender aos padrões de criptografia em evolução.

Enfrentando o burnout em cibersegurança de uma vez por todas

O setor de cibersegurança é conhecido por sua intensidade e ritmo acelerado, o que pode levar a um alto índice de burnout entre os profissionais. Um estudo recente revelou que 76% dos especialistas em cibersegurança relataram fadiga ou burnout no último ano, com 69% afirmando que sua condição piorou entre 2023 e 2024. As causas desse esgotamento incluem a pressão constante para se manter à frente de ataques cibernéticos, a necessidade de adaptação a novas tecnologias e regulamentações, além da escassez de profissionais qualificados, que atualmente é de mais de 4 milhões globalmente. O burnout não afeta apenas a saúde mental e física dos indivíduos, mas também compromete a produtividade e a eficácia das equipes de segurança, aumentando o risco de incidentes de segurança e gerando custos financeiros significativos. Para mitigar esses efeitos, é crucial que as organizações promovam uma cultura de apoio, ofereçam recursos de saúde mental e considerem parcerias estratégicas, como serviços de resposta e detecção gerenciados (MDR), que mostraram reduzir a fadiga em 92% dos profissionais afetados. Além disso, oportunidades de crescimento e desenvolvimento podem ajudar a manter os talentos engajados e motivados.

Suporte a VPN chega ao novo Amazon Fire TV Stick

A Amazon lançou uma atualização do sistema operacional Vega, que agora suporta VPNs no Fire TV Stick 4K Select. Essa nova funcionalidade é um alívio para os usuários que desejam melhorar sua experiência de streaming, permitindo acesso a catálogos de serviços como Netflix e Amazon Prime que possuem restrições geográficas. No entanto, até o momento, apenas duas VPNs, NordVPN e IPVanish, disponibilizaram aplicativos compatíveis com o Vega OS. Ambas as empresas estão oferecendo promoções significativas para o Black Friday, com descontos que podem chegar a 77%. O uso de uma VPN não apenas desbloqueia conteúdo restrito, mas também protege a privacidade do usuário, criptografando a conexão e evitando que terceiros monitorem as atividades de streaming. Embora o Surfshark seja considerado um dos melhores serviços de VPN, ainda não possui um aplicativo para o novo sistema da Amazon. A atualização é um passo importante para a Amazon, que busca atender a uma demanda crescente por segurança e privacidade no streaming.

Gestão de Acesso Privilegiado Remoto A Nova Fronteira da Segurança

Com o aumento do trabalho remoto e híbrido, as organizações enfrentam desafios significativos em relação à segurança de acesso a sistemas críticos. O modelo tradicional de Gestão de Acesso Privilegiado (PAM) já não é suficiente, pois se limita a ambientes internos. A Gestão de Acesso Privilegiado Remoto (RPAM) surge como uma solução eficaz, permitindo que administradores, contratados e fornecedores tenham acesso seguro a partir de qualquer local e dispositivo. RPAM aplica controles de acesso rigorosos, verifica identidades e monitora sessões privilegiadas sem expor credenciais ou depender de VPNs. Essa abordagem não apenas melhora a segurança, mas também atende às exigências de conformidade, automatizando o registro de sessões e criando trilhas de auditoria detalhadas. A adoção de RPAM está crescendo rapidamente devido à necessidade de controles de acesso robustos em um cenário de trabalho remoto, à vulnerabilidade de métodos tradicionais de acesso remoto e à pressão para atender a regulamentações como a ISO 27001 e HIPAA. O futuro da gestão de acesso privilegiado está na integração de soluções RPAM, que oferecem controle nativo em nuvem e suporte a arquiteturas de segurança de confiança zero, essenciais para proteger contas privilegiadas em ambientes modernos.

Microsoft reforça segurança do Entra ID contra injeções de scripts

A Microsoft anunciou que, a partir de outubro de 2026, implementará melhorias na segurança da autenticação do Entra ID, bloqueando ataques de injeção de scripts não autorizados. A atualização da Política de Segurança de Conteúdo (CSP) permitirá apenas a execução de scripts provenientes de domínios confiáveis da Microsoft durante o processo de login em ’login.microsoftonline.com’. Essa medida visa proteger os usuários contra ataques de Cross-Site Scripting (XSS), que possibilitam a injeção de códigos maliciosos em sites. A mudança se aplica exclusivamente a experiências de login baseadas em navegador e não afetará o Microsoft Entra External ID. A Microsoft recomenda que as organizações testem seus fluxos de autenticação antes da implementação para evitar problemas. Além disso, a empresa aconselha a não utilização de extensões de navegador que injetem códigos durante o login. Essa atualização faz parte da Iniciativa de Futuro Seguro da Microsoft, que busca priorizar a segurança no desenvolvimento de novos produtos, especialmente em resposta a um relatório que indicou a necessidade de uma reforma na cultura de segurança da empresa. Outras medidas de segurança já implementadas incluem a adoção de autenticação multifator resistente a phishing e a migração de serviços para ambientes mais seguros.

Por que é mais seguro comprar na Black Friday usando cartão virtual?

Com a aproximação da Black Friday, o aumento das transações online traz também um crescimento nos riscos de segurança cibernética. O uso de cartões de crédito virtuais surge como uma solução eficaz para proteger os consumidores contra fraudes. Diferente dos cartões físicos, que possuem dados permanentes e podem ser facilmente clonados, os cartões virtuais geram informações aleatórias e temporárias, dificultando o acesso de cibercriminosos. Existem dois tipos principais de cartões virtuais: o recorrente, que é utilizado para assinaturas e tem uma validade maior, e o temporário, que expira rapidamente, geralmente após uma única compra. O especialista Daniel Barbosa destaca que, mesmo que um criminoso tenha acesso a um cartão virtual, ele estará expirado no momento da tentativa de uso, oferecendo uma camada adicional de segurança. Além disso, muitos bancos permitem que os usuários definam limites de gastos, o que pode prevenir perdas significativas em caso de fraude. Para garantir uma experiência de compra segura, é essencial que os consumidores verifiquem a autenticidade dos sites antes de inserir seus dados, evitando assim golpes comuns como phishing.

Google nega uso de e-mails do Gmail para treinar IAs

O Google se defendeu de acusações de que estaria utilizando e-mails do Gmail para treinar seus modelos de inteligência artificial sem o consentimento dos usuários. As alegações surgiram após uma análise da empresa de segurança Malwarebytes, que sugeriu que mudanças nas configurações do Gmail permitiriam a análise de e-mails pessoais para alimentar ferramentas como o Gemini. O Google, em resposta, afirmou que não altera as configurações dos usuários e que os recursos inteligentes do Gmail, como a Escrita e Resposta Inteligentes, existem há anos sem uso do conteúdo dos e-mails para treinar suas IAs. Após a resposta do Google, a Malwarebytes revisou sua posição, reconhecendo que as acusações foram baseadas em mal-entendidos sobre a apresentação das configurações do Gmail. A empresa de segurança esclareceu que o Gmail apenas escaneia e-mails para ativar recursos como filtragem de spam e sugestões de escrita, práticas consideradas normais em termos de segurança e privacidade. O artigo também menciona que os usuários podem desativar esses recursos nas configurações do Gmail, caso desejem maior controle sobre suas informações.

Troquei o Google por uma alternativa segura agora está com 50 de desconto!

Com o aumento de violações de dados e ciberataques, muitos usuários estão buscando alternativas mais seguras para suas atividades online. O artigo destaca a importância de utilizar VPNs (Redes Privadas Virtuais) para aumentar a privacidade e segurança na navegação, mas alerta que isso não deve ser a única medida de proteção. A troca de serviços que coletam dados, como o Gmail, por opções mais seguras é essencial. A Proton, uma empresa suíça, oferece uma alternativa robusta ao Gmail, com um pacote de serviços que inclui Proton VPN, Proton Mail, Proton Drive, Proton Calendar e Proton Pass, todos com forte foco em privacidade. Durante a Black Friday, a Proton está oferecendo um desconto de 50%, reduzindo o preço do pacote para $6,49 por mês. O Proton VPN é destacado por sua política de não registro e forte criptografia, enquanto o Proton Mail garante que os e-mails sejam criptografados antes de serem enviados. Além disso, o Proton Drive e o Proton Calendar oferecem alternativas seguras para armazenamento e agendamento. Essa promoção é uma oportunidade para os usuários que desejam melhorar sua segurança digital a um custo reduzido.

As lacunas ocultas na segurança da nuvem

O cenário de cibersegurança está passando por uma transformação significativa, especialmente com a adoção crescente de arquiteturas multicloud e aplicações em contêineres. O modelo tradicional de segurança, que se baseia em um perímetro rígido, está se mostrando inadequado para as novas realidades, onde o tráfego interno se desloca por infraestruturas públicas, frequentemente sem a devida visibilidade ou controle. Muitas empresas enfrentam dificuldades em integrar firewalls de nuvem em suas estratégias de segurança, resultando em lacunas que podem ser exploradas por atacantes. Além disso, o tráfego de saída, que é a principal via utilizada por invasores para comunicação e exfiltração de dados, muitas vezes não é adequadamente monitorado. A fragmentação das estratégias de segurança, causada pela diversidade de provedores de nuvem e pela complexidade das tecnologias emergentes, cria pontos cegos críticos. Para enfrentar esses desafios, as organizações precisam adotar um modelo de segurança que integre controles diretamente na infraestrutura da nuvem, priorizando a visibilidade e o controle do tráfego, especialmente o lateral, e eliminando a confiança implícita entre as cargas de trabalho. Essa abordagem não apenas protege melhor os dados, mas também permite que as equipes de segurança respondam rapidamente a ameaças, mantendo a agilidade necessária para a inovação.

Geração Z cria senhas menos seguras do que as dos pais

Uma análise da empresa de cibersegurança NordPass revelou que a Geração Z, composta por indivíduos nascidos entre 1997 e 2012, está criando senhas menos seguras do que as gerações anteriores. A pesquisa identificou que a sequência ‘12345’ foi a mais utilizada por esses jovens, enquanto os Millennials e as gerações mais velhas, como Gen X e Boomers, optaram por senhas ligeiramente mais complexas, como ‘123456’. Apesar de campanhas de conscientização sobre cibersegurança, os hábitos de criação de senhas não melhoraram significativamente ao longo dos anos. O estudo também apontou que, embora a inclusão de caracteres especiais em senhas esteja se tornando mais comum, isso ainda não é suficiente para garantir a segurança digital necessária em um cenário de crimes cibernéticos cada vez mais sofisticados. Especialistas recomendam o uso de autenticação de dois fatores e gerenciadores de senhas como medidas eficazes para melhorar a segurança das contas online.

Nações hostis podem usar computadores quânticos em breve, alerta Palo Alto

A Palo Alto Networks alertou que o avanço da computação quântica pode tornar obsoletas as atuais normas de criptografia e dispositivos de segurança, como firewalls, em um futuro próximo. O CEO da empresa, Nikesh Arora, prevê que nações hostis poderão ter acesso a computadores quânticos armados até 2029, o que exigirá que organizações substituam seus dispositivos que dependem de criptografia para garantir a proteção de dados sensíveis. Além disso, a empresa destacou as vulnerabilidades de navegadores corporativos, especialmente com a integração de inteligência artificial, que pode aumentar a exposição a ataques. A Palo Alto está se preparando para oferecer uma gama de produtos resistentes à computação quântica e está em processo de aquisição da CyberArk, além de integrar a Chronosphere. Arora enfatizou a necessidade de inspeção e monitoramento mais rigorosos dos fluxos de dados, à medida que a computação quântica e a IA aumentam o volume de tráfego. As organizações devem manter softwares antivírus atualizados e implementar medidas de proteção contra roubo de identidade, enquanto se preparam para um futuro onde tecnologias emergentes exigem medidas de segurança proativas.

Como assistir TV britânica de Natal no exterior em 2025

O artigo da TechRadar apresenta a programação da TV britânica para o Natal de 2025, destacando produções como ‘A Ghost Story for Christmas: The Room in the Tower’, com Joanna Lumley, e ‘Dear Father Christmas’, que promete uma abordagem divertida sobre a figura do Papai Noel. Além disso, menciona o retorno de personagens icônicos como Pat Butcher em ‘EastEnders’ e a animação ‘The Scarecrows’ Wedding’. Para quem estiver fora do Reino Unido durante as festividades, o texto sugere o uso de VPNs, como a NordVPN, para acessar serviços de streaming como BBC iPlayer e ITVX, que são restritos geograficamente. O uso de uma VPN não só facilita o acesso a esses conteúdos, mas também oferece proteção contra ameaças online. O artigo também lista uma série de especiais de Natal programados, que incluem desde comédias até dramas e animações, prometendo uma variedade de entretenimento para todos os gostos.

Microsoft muda exibição de falhas em telas públicas e melhora ferramentas

A Microsoft anunciou uma nova funcionalidade para telas de sinalização digital, que visa minimizar a exibição prolongada de erros do sistema, como a famosa Tela Azul da Morte (BSOD). Com o novo modo de Sinalização Digital, os erros serão exibidos por apenas quinze segundos antes que a tela seja apagada, exigindo interação física para reativação. Essa mudança é especialmente relevante para ambientes públicos, como painéis de transporte e exibições comerciais, onde a presença de mensagens de erro pode causar constrangimento. Além disso, a Microsoft está introduzindo ferramentas de recuperação, como a recuperação de ponto no tempo, permitindo que os usuários revertam sistemas para configurações anteriores. As opções de restauração podem ser agendadas em intervalos de quatro a vinte e quatro horas, com períodos de retenção de seis a setenta e duas horas. A empresa também está implementando a reconstrução em nuvem para o Windows 11, facilitando a reinstalação e configuração remota de dispositivos. Outras melhorias incluem a criptografia BitLocker acelerada por hardware e suporte a algoritmos de criptografia pós-quântica, visando reforçar a proteção de dados em ambientes corporativos.

Como a Samsung garante segurança em dispositivos móveis corporativos

O uso de dispositivos móveis no ambiente corporativo traz benefícios, mas também riscos significativos à segurança de dados. Para mitigar esses riscos, muitas empresas estão adotando soluções da Samsung, especialmente os dispositivos Galaxy e o Knox Suite. O Knox é uma plataforma de segurança integrada que combina proteção em hardware e software, oferecendo uma defesa em múltiplas camadas contra ataques de malware. Além disso, os dispositivos Galaxy são projetados para atender aos rigorosos padrões de segurança exigidos por empresas, incluindo funcionalidades como inicialização segura e ambientes de execução confiáveis.

Google atualiza Quick Share para funcionar com AirDrop da Apple

Em uma atualização significativa, o Google anunciou que seu serviço de transferência de arquivos Quick Share agora é compatível com o AirDrop da Apple, permitindo que usuários de dispositivos Android e iOS compartilhem arquivos e fotos de forma mais fácil. Inicialmente, essa funcionalidade está disponível apenas para a linha Pixel 10, mas há planos para expandi-la a outros dispositivos Android no futuro. Para realizar a transferência, o dispositivo Apple deve estar configurado como ‘descoberto’ por um período de 10 minutos, enquanto os usuários do Android precisam ajustar as configurações de visibilidade do Quick Share.

Como navegar nas restrições da internet no Oriente Médio com VPN

Em 2025, pelo menos sete países do Oriente Médio, incluindo Turquia, Síria, Jordânia e Catar, impuseram restrições à internet, afetando o acesso de cidadãos e turistas a conteúdos online. Essas restrições variam de bloqueios temporários, como o ocorrido na Turquia, onde o acesso a redes sociais foi limitado por 42 horas, a bloqueios prolongados, como o do jogo Roblox no Catar, que permanece inacessível devido a preocupações com a segurança infantil. A resposta a essas limitações tem sido um aumento significativo no uso de VPNs, sendo o Proton VPN uma das opções mais populares. Com sede na Suíça, o Proton VPN se destaca por suas características avançadas de anti-censura, prometendo contornar bloqueios severos. A empresa oferece um serviço gratuito, essencial para aqueles que não podem pagar por opções premium, mas também disponibiliza uma versão paga com recursos adicionais, como uma rede de servidores em 127 países e uma política rigorosa de não registro. O Proton VPN também introduziu o protocolo Stealth e um recurso de ícone discreto para evitar a detecção em ambientes de censura. Essa ferramenta é especialmente relevante em países com alta vigilância e censura, tornando-se uma solução viável para quem busca privacidade e liberdade online.

Google sinaliza apps que consomem muita bateria na Play Store

O Google anunciou que começará a sinalizar aplicativos na Play Store que apresentam consumo excessivo de bateria em dispositivos Android. Essa iniciativa visa informar os usuários sobre o impacto que determinados aplicativos podem ter na performance da bateria de seus dispositivos. A sinalização será feita na página do aplicativo, destacando um aviso para aqueles que ultrapassarem um limite de 5% de consumo em segundo plano, medido ao longo de 28 dias. Essa medida é parte de um esforço maior do Google para aprimorar a experiência do usuário e a qualidade técnica dos aplicativos disponíveis na loja. Embora a empresa tenha sido questionada sobre a possibilidade de a nova métrica detectar spyware e malware, ela esclareceu que o foco é apenas na performance da bateria. No entanto, o consumo excessivo de bateria pode ser um indicativo de que um dispositivo está infectado por software malicioso, já que esses programas frequentemente operam em segundo plano, drenando a energia do aparelho. Essa nova diretriz pode servir como um alerta para os usuários sobre a segurança de seus dispositivos, especialmente em um cenário onde o cibercrime está em ascensão.

A Importância do Fabric de Segurança de Identidade na Cibersegurança

O Fabric de Segurança de Identidade (ISF) é uma estrutura arquitetônica unificada que integra diversas capacidades de identidade, como governança, gerenciamento de acesso e detecção de ameaças. Com o aumento da complexidade dos ambientes de TI e a prevalência de ataques cibernéticos, a abordagem tradicional com ferramentas isoladas se torna insuficiente. O ISF se destaca por proteger todos os tipos de identidade, incluindo humanos, máquinas e agentes de IA, em ambientes on-premises, híbridos e multi-nuvem.

Segurança na Nuvem Protegendo Acesso e Dados Empresariais

O uso da nuvem se tornou uma prática comum entre empresas, oferecendo agilidade e eficiência. No entanto, à medida que a infraestrutura em nuvem se expande, a gestão de acesso se torna mais complexa, aumentando o risco de vazamentos de dados e problemas legais. O artigo destaca a importância de estabelecer regras de acesso robustas e de se manter em conformidade com legislações globais, como a LGPD no Brasil. Para ajudar as empresas a enfrentar esses desafios, um webinar gratuito com especialistas da CyberArk será realizado, abordando estratégias práticas para proteger cargas de trabalho em nuvem. Os participantes aprenderão a limitar danos em caso de roubo de credenciais, a definir regras de acesso sem comprometer a agilidade da equipe e a alinhar-se com as normas de segurança internacionais. A crescente sofisticação dos atacantes exige que as empresas adotem um plano de segurança eficaz para proteger suas operações na nuvem, garantindo que a inovação não comprometa a segurança.

Microsoft implementa bloqueio de captura de tela no Teams

A Microsoft anunciou a implementação de um novo recurso no Teams, destinado a usuários premium, que bloqueia automaticamente a captura de tela durante reuniões. Denominada ‘prevent screen capture’, essa funcionalidade visa aumentar a segurança digital, evitando o vazamento de informações sensíveis. Quando ativado, o recurso impede que os usuários capturem a tela durante chamadas de vídeo, resultando em um retângulo preto na tela para usuários de Windows ou uma mensagem de restrição para aqueles em dispositivos Android. É importante ressaltar que o bloqueio não é ativado por padrão; os organizadores das reuniões devem habilitá-lo manualmente. Essa medida é especialmente relevante em um contexto corporativo, onde a proteção de dados é crucial. A Microsoft também destacou que o bloqueio não se aplica a plataformas que não suportam essa funcionalidade, limitando o acesso a áudio apenas. Com essa atualização, a empresa busca reforçar a segurança em um ambiente de trabalho cada vez mais digitalizado e vulnerável a ataques cibernéticos.

Deep web e dark web Entendendo as profundezas da internet

O artigo explora as diferenças entre a surface web, deep web e dark web, desmistificando conceitos frequentemente associados a atividades ilícitas. A surface web é a parte da internet que é indexada por mecanismos de busca, contendo a maioria dos sites acessíveis ao público. Em contraste, a deep web inclui conteúdos não indexados, como e-mails, bancos online e bases de dados protegidas, que são essenciais para a privacidade e segurança dos usuários. A dark web, uma subcategoria da deep web, é acessível apenas por meio de softwares específicos, como o Tor, e é frequentemente associada a atividades ilegais, mas também serve a propósitos legítimos, como a proteção de jornalistas e dissidentes em regimes autoritários. O artigo enfatiza que, embora a dark web possa abrigar atividades criminosas, ela também é um espaço de anonimato e liberdade de expressão. A compreensão desses conceitos é crucial para navegar na internet de forma segura e informada.

IA com 30 anos de memória é usada para combater crimes digitais

A Cisco anunciou o desenvolvimento de uma nova inteligência artificial (IA) que utiliza 30 anos de dados sobre ataques cibernéticos para aprimorar a segurança digital. O projeto visa expandir o modelo Foundation-Sec-8B, que atualmente opera com 8 bilhões de parâmetros, para 17 bilhões, aumentando a precisão na detecção de ameaças. Raj Chopra, vice-presidente sênior da Cisco, destacou que o foco não é criar um sucessor, mas sim um modelo expandido que utilize um vasto arsenal de informações coletadas ao longo das últimas três décadas, incluindo incidentes e manuais de treinamento. A equipe de especialistas em segurança digital da Cisco liderará esse processo, que deve ser concluído até o final do ano. Além disso, a empresa está desenvolvendo novos modelos de IA para complementar essa versão atualizada, com o objetivo de apoiar os profissionais de segurança no combate ao cibercrime com ferramentas mais sofisticadas.

TaskHound Ferramenta para Detectar Tarefas Agendadas e Credenciais no Windows

O TaskHound é uma ferramenta inovadora que visa detectar tarefas agendadas no Windows que operam com privilégios elevados e credenciais armazenadas, um alvo atrativo para atacantes que buscam movimentação lateral e escalonamento de privilégios. Muitas organizações configuram essas tarefas de forma inadequada, permitindo que credenciais sejam armazenadas em disco, o que as torna vulneráveis a ataques. O TaskHound automatiza a identificação dessas tarefas em ambientes Active Directory, economizando tempo e reduzindo erros em avaliações de segurança. Ele destaca tarefas críticas que rodam como administradores de domínio e integra-se ao BloodHound, permitindo uma análise contextualizada das rotas de ataque. Além disso, a ferramenta analisa datas de alteração de senhas em relação às datas de criação das tarefas, identificando credenciais obsoletas que podem ser exploradas. O TaskHound opera em modos online e offline, facilitando a análise em diferentes cenários. Para as operações defensivas, ele ajuda a identificar tarefas que merecem investigação imediata, reforçando a importância da gestão adequada de acessos privilegiados e da auditoria regular do Active Directory.

Microsoft Teams Lança Recurso Premium para Impedir Capturas de Tela

A Microsoft anunciou uma nova funcionalidade de segurança no Teams Premium chamada “Prevenir captura de tela”, que visa bloquear capturas de tela e gravações durante reuniões sensíveis. Essa atualização, que será implementada globalmente até o final de novembro de 2025, surge em resposta ao aumento das preocupações sobre vazamentos de dados não autorizados em ambientes de colaboração virtual, especialmente em setores como finanças, saúde e jurídico, onde informações confidenciais são frequentemente compartilhadas.

Hacker transforma lâmpada LED em servidor de Minecraft

Um entusiasta de hardware conhecido como Vimpo conseguiu transformar uma lâmpada LED inteligente barata, comprada na AliExpress, em um servidor de Minecraft. O projeto utilizou um microcontrolador BL602 RISC-V, que opera a 192 MHz e possui 276 KB de RAM e 128 KB de ROM. A transformação começou com a abertura da lâmpada e a remoção do microcontrolador, que foi conectado a um adaptador USB-serial para permitir a comunicação. O software utilizado foi uma implementação reduzida chamada Ucraft, que, apesar de suas limitações, conseguiu suportar até dez jogadores simultaneamente, utilizando menos de 70 KB de memória. Embora a performance não se compare a servidores profissionais, o projeto demonstra a flexibilidade dos sistemas embarcados e a criatividade na inovação tecnológica. Essa experiência, embora mais uma curiosidade do que uma solução prática, destaca o potencial de reimaginar o que é possível com hardware simples.

Estamos prontos para a era pós-quântica?

A criptografia é fundamental para a segurança digital, protegendo dados sensíveis contra acessos não autorizados. No entanto, a ascensão dos computadores quânticos representa um desafio significativo para os métodos tradicionais de criptografia, como RSA e ECC, que se baseiam em problemas matemáticos complexos. Esses computadores têm a capacidade de resolver esses problemas de forma muito mais eficiente, o que pode comprometer a segurança de dados criptografados. Especialistas preveem que computadores quânticos funcionais poderão estar disponíveis em até dez anos, levando a um cenário preocupante onde atacantes coletam dados criptografados na expectativa de decifrá-los no futuro.

Redução Dinâmica da Superfície de Ataque Uma Nova Abordagem em Cibersegurança

As equipes de segurança enfrentam diariamente o desafio de gerenciar um número excessivo de riscos e alertas, muitas vezes se sentindo sobrecarregadas e sempre um passo atrás. O artigo apresenta a Redução Dinâmica da Superfície de Ataque (DASR), uma abordagem inovadora que promete transformar a defesa cibernética. Ao contrário das ferramentas tradicionais que apenas identificam problemas, o DASR atua em segundo plano, monitorando mudanças arriscadas e fechando vulnerabilidades automaticamente. Isso é crucial em um cenário onde a superfície de ataque está em constante evolução devido a novos aplicativos, sistemas em nuvem e dispositivos remotos. O webinar promovido pela The Hacker News e Bitdefender abordará a eficácia do DASR, destacando como a automação e o contexto podem reduzir riscos em tempo real. Especialistas da Bitdefender compartilharão experiências práticas e mostrarão como o sistema PHASR pode prevenir ataques antes que eles causem danos. Essa abordagem não só promete aliviar a carga das equipes de segurança, mas também oferece uma maneira mais eficiente de proteger as organizações contra ameaças cibernéticas.

Migração de dados legados não é mais adequada, mas o que deve mudar?

A migração de dados legados, frequentemente vista como uma tarefa administrativa de TI, precisa ser reavaliada à luz da complexidade crescente dos ambientes de TI modernos. Com mais de 80% dos dados empresariais sendo não estruturados e dispersos em diferentes formatos e tecnologias de armazenamento, as ferramentas tradicionais de migração falham em interpretar esses conjuntos de dados. Isso pode resultar na transferência de informações redundantes ou sensíveis para ambientes inadequados, aumentando riscos e ineficiências. Para uma migração eficaz, as organizações devem primeiro mapear seu patrimônio de dados, entendendo o que é armazenado, como é utilizado e sua relevância. A adoção de ferramentas de gerenciamento de dados inteligentes que utilizam análise de metadados pode facilitar essa tarefa, permitindo decisões estratégicas sobre a retenção, realocação ou exclusão de dados. Além disso, a automação pode reduzir o esforço manual e garantir consistência, transformando a migração em um mecanismo proativo de modernização da infraestrutura. A colaboração entre equipes de TI, conformidade e negócios é essencial para alinhar as decisões de migração com as prioridades organizacionais e regulamentares. Medir o desempenho da migração através de KPIs claros pode ajudar a demonstrar valor e promover melhorias contínuas.

Google lança tecnologia de privacidade com Private AI Compute

No dia 12 de novembro de 2025, o Google apresentou uma nova tecnologia chamada Private AI Compute, que visa processar consultas de inteligência artificial (IA) em uma plataforma segura na nuvem. A empresa afirma que essa tecnologia desbloqueia a velocidade e o poder dos modelos de nuvem Gemini para experiências de IA, garantindo que os dados pessoais dos usuários permaneçam privados e inacessíveis, nem mesmo ao Google.

O Private AI Compute é descrito como um ’espaço seguro e fortificado’ para o processamento de dados sensíveis, utilizando unidades de processamento de tensor Trillium (TPUs) e enclaves de inteligência Titanium (TIE). Essa infraestrutura é projetada para aproveitar a velocidade computacional da nuvem, mantendo as garantias de segurança e privacidade do processamento local.

Motorola e o lifestyle tech expectativas para a Black Friday

No episódio especial do podcast Canaltech, a Motorola é destaque ao discutir suas inovações em smartphones dobráveis e o uso de inteligência artificial. A diretora de Marketing da Motorola no Brasil, Stella Colucci, compartilha detalhes sobre as parcerias da marca com empresas como Pantone e Swarovski, que visam integrar tecnologia e estilo de vida. O programa também aborda as expectativas para as promoções da Motorola durante a Black Friday, um evento que promete atrair consumidores em busca de ofertas em tecnologia. Além disso, o podcast menciona outros tópicos relevantes, como mudanças no WhatsApp e fraudes envolvendo cartões de crédito, ressaltando a importância da cibersegurança no cenário atual. O episódio é uma oportunidade para os ouvintes se atualizarem sobre as tendências do setor e as estratégias da Motorola para se destacar no mercado.

IA enfrenta desafios em compras online, revela pesquisa da Microsoft

Uma pesquisa realizada pela Microsoft testou a eficácia de várias IAs agentic em um ambiente simulado de marketplace, revelando falhas significativas na escolha de produtos e na busca por informações. Utilizando um ambiente open-source chamado Magentic Marketplace, a pesquisa envolveu agentes de IA como o Operator da OpenAI e a Business AI da Meta, além de modelos como GPT-5 e Gemini 2.5 Flash. Os agentes foram designados a encontrar o melhor preço entre 300 lojas, mas muitos falharam em realizar comparações adequadas, optando por escolhas que pareciam ‘boas o suficiente’ sem uma análise aprofundada. O estudo também explorou a vulnerabilidade das IAs a manipulações, onde a maioria sucumbiu a táticas de marketing, exceto o Claude Sonnet 4, que se mostrou resistente. Essas falhas levantam preocupações sobre a confiabilidade das IAs como assistentes pessoais, especialmente em contextos críticos como o mercado financeiro, onde decisões automatizadas podem ter consequências significativas. A pesquisa destaca a necessidade de um treinamento mais robusto para essas tecnologias antes que possam ser confiáveis em transações importantes.