Tecnologia

Nova funcionalidade do ChatGPT promete melhorias na gestão de tarefas

A OpenAI está testando uma atualização significativa para o ChatGPT, que será lançada nas próximas semanas. A nova funcionalidade, codinome ‘Salute’, permitirá aos usuários criar tarefas com uploads de arquivos e acompanhar seu progresso. Além disso, há indícios de que o ChatGPT poderá escolher um modelo otimizado para resultados de negócios locais, como restaurantes e hotéis, em widgets de mapas. Outra mudança importante é o suporte a um novo túnel seguro para servidores MCP, que conecta o servidor interno do cliente à OpenAI sem a necessidade de alterações no firewall. Por fim, a atualização inclui blocos de código e matemática editáveis em linha, semelhantes aos blocos de formatação recentemente introduzidos. Essas melhorias visam aumentar a funcionalidade e a usabilidade do ChatGPT, tornando-o uma ferramenta ainda mais poderosa para usuários e empresas.

Google testa Skills para Gemini no Chrome

O Google está testando uma nova funcionalidade chamada ‘Skills’ para o Gemini, sua inteligência artificial integrada ao navegador Chrome. Essa funcionalidade permitirá que o Gemini execute tarefas automaticamente, atuando como um assistente dentro do navegador. Atualmente, o Gemini já está disponível para usuários de desktop nos Estados Unidos, onde pode ajudar a explicar partes confusas de páginas, resumir conteúdos e comparar informações entre várias abas. Por exemplo, ao pesquisar por voos, hotéis e atividades, o usuário pode solicitar que o Gemini compile as informações em um único plano claro.

Google Chrome permite excluir modelos de IA da proteção aprimorada

O Google Chrome agora oferece a opção de excluir modelos de inteligência artificial (IA) que alimentam sua funcionalidade de ‘Proteção Aprimorada’, atualizada no ano passado com capacidades de IA. Essa proteção, que já existia há alguns anos, foi aprimorada para fornecer segurança em tempo real contra sites, downloads e extensões perigosas. Embora não esteja claro como essa nova versão se diferencia da anterior, a IA pode estar sendo utilizada para identificar padrões em tempo real e alertar os usuários sobre sites potencialmente prejudiciais, mesmo aqueles que não foram previamente identificados pelo Google. Além disso, a proteção baseada em IA realiza uma varredura detalhada de downloads suspeitos. Para excluir o modelo de IA, os usuários devem acessar as configurações do Chrome e desativar a opção ‘On-device GenAI’. Essa funcionalidade está atualmente disponível na versão Canary do Chrome e será lançada para todos em breve. É importante notar que o modelo de IA local também pode ser utilizado para outras funcionalidades além da detecção de fraudes.

Cookies e fingerprinting como sites rastreiam identidades para vender anúncios

O artigo aborda como cookies e fingerprinting são utilizados por sites para rastrear usuários na internet e direcionar anúncios. Os cookies, arquivos de texto que armazenam informações sobre a navegação, podem ser classificados em primários, que facilitam a experiência do usuário, e de terceiros, que rastreiam a atividade online para fins publicitários. Já o fingerprinting é uma técnica mais avançada que coleta dados do dispositivo do usuário, como resolução de tela e sistema operacional, criando uma ‘impressão digital’ que permite o rastreamento sem a necessidade de cookies. Essa prática levanta preocupações sobre privacidade, especialmente em relação à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), pois o fingerprinting pode operar sem consentimento explícito. O artigo também menciona o Real-Time Bidding (RTB), um sistema de leilão em tempo real que transforma dados de navegação em receita publicitária. A crescente resistência a cookies em navegadores está impulsionando o uso de técnicas como o fingerprinting, que desafiam a transparência e o controle do usuário sobre seus dados pessoais.

OpenAI começará a exibir anúncios no ChatGPT para usuários nos EUA

A OpenAI anunciou que começará a exibir anúncios no ChatGPT para usuários adultos logados nos Estados Unidos, tanto na versão gratuita quanto na versão ChatGPT Go, nas próximas semanas. A empresa garantiu que os dados e conversas dos usuários estão protegidos e não serão vendidos a anunciantes. A introdução de anúncios visa tornar os benefícios da inteligência artificial mais acessíveis e ajudar pequenas empresas a competir. Os anúncios aparecerão no final das conversas e serão claramente rotulados, sem influenciar as respostas do chatbot. Usuários em planos mais caros, como Plus e Pro, não verão anúncios. A OpenAI não especificou quais dados serão coletados para personalizar os anúncios, mas os usuários poderão entender o motivo pelo qual estão vendo determinados anúncios e poderão desativar a personalização. A decisão de incluir anúncios representa uma mudança significativa na estratégia da OpenAI, que até agora dependia principalmente de assinaturas. O CEO Sam Altman comentou que a empresa não aceitará dinheiro para influenciar as respostas do ChatGPT, enfatizando que a publicidade é uma alternativa para sustentar o alto custo do desenvolvimento da inteligência artificial.

OpenAI confirma anúncios no ChatGPT para usuários gratuitos

A OpenAI anunciou que o ChatGPT começará a exibir anúncios nas próximas semanas, mas assegurou que esses anúncios não influenciarão as respostas geradas pela inteligência artificial. Os anúncios aparecerão dentro das respostas, provavelmente na parte inferior, e serão visíveis apenas para usuários de contas gratuitas ou da versão ChatGPT Go. A empresa, apoiada pela Microsoft, argumenta que a inclusão de anúncios ajudará a financiar suas ambições em Inteligência Geral Artificial (AGI), que visa beneficiar toda a humanidade. Os anúncios serão claramente rotulados e não aparecerão em conversas que abordem tópicos sensíveis, como saúde ou política. Além disso, a OpenAI garantiu que as conversas dos usuários permanecerão privadas e que os dados não serão vendidos a anunciantes. Para aqueles que preferirem não ver anúncios, a empresa sugere considerar a atualização para a assinatura de $20 ou a mudança para alternativas como Claude. Essa mudança pode impactar a experiência do usuário e levanta questões sobre privacidade e monetização de dados.

Assinatura ChatGPT Go de US 8 oferece mais mensagens e recursos

A OpenAI lançou a assinatura ChatGPT Go, disponível nos Estados Unidos e em outras regiões, ao custo de US$ 8. Essa nova opção permite aos usuários enviar 10 vezes mais mensagens, fazer uploads de arquivos e criar imagens em comparação com a versão gratuita. No entanto, a assinatura não oferece acesso aos modelos avançados de raciocínio, limitando-se ao modelo GPT-5.2 Instant. A OpenAI destaca que o ChatGPT Go é voltado para aqueles que buscam um acesso ampliado a recursos a um preço mais acessível. Além disso, a assinatura proporciona uma memória e janela de contexto mais longas, permitindo que o ChatGPT retenha mais informações sobre os usuários e suas conversas. Por outro lado, a assinatura ChatGPT Plus, que custa US$ 20, continua sendo a melhor opção, pois oferece acesso a modelos avançados e não exibe anúncios. O ChatGPT Go, assim como a versão gratuita, mostrará anúncios nas respostas, embora a OpenAI afirme que isso não afetará as respostas do GPT. Para uma experiência sem limites e com o mais alto nível de raciocínio, a assinatura GPT Pro, que custa US$ 200, é recomendada. A introdução de anúncios nas contas gratuitas e Go pode impactar a experiência do usuário, mas a OpenAI garante que não influenciará as respostas geradas pelo modelo.

Verizon oferece crédito de 20 após falha de serviço nacional

A Verizon começou a enviar mensagens de texto aos seus clientes com instruções para resgatar um crédito de $20 em suas contas, como compensação pela interrupção de serviço que ocorreu na semana passada. A falha, que afetou usuários em todo os Estados Unidos, ocorreu em 14 de janeiro, quando muitos clientes relataram perda de sinal e seus dispositivos ficaram presos no modo SOS, impossibilitando chamadas e acesso à internet. A empresa reconheceu o problema, atribuindo-o a uma falha de software, e não a um incidente de cibersegurança. O crédito de $20 é uma tentativa de compensar os dias de serviço perdidos, embora a Verizon tenha enfatizado que não é uma solução completa para o ocorrido. Para resgatar o crédito, os clientes devem acessar suas contas no site da Verizon e seguir algumas etapas simples. A empresa também recomendou que os clientes que ainda enfrentam problemas de conectividade reiniciem seus dispositivos. A Verizon está oferecendo um crédito por conta, independentemente do número de linhas associadas, e as mensagens estão sendo enviadas apenas para o número do titular da conta.

Como assistir a 5ª temporada de Shoresy na SBS - é GRÁTIS

A 5ª temporada de Shoresy, um spin-off da popular série Letterkenny, estará disponível para streaming gratuito na SBS On Demand a partir de 15 de janeiro de 2026. A série, que segue o personagem Shoresy, interpretado por Jared Keeso, promete trazer novas aventuras e desafios para o time Sudbury Bulldogs em sua temporada mais difícil até agora. Para assistir, os residentes australianos podem acessar o site da SBS On Demand ou baixar o aplicativo disponível para iOS e Android. É necessário registrar-se com um código postal australiano. Para aqueles fora da Austrália, como nos EUA, Reino Unido e Canadá, é possível acessar o conteúdo utilizando uma VPN, como o NordVPN, que permite desbloquear a plataforma e assistir ao conteúdo de forma segura. A SBS On Demand é compatível com diversos dispositivos, incluindo smart TVs, consoles de jogos e dispositivos móveis, facilitando o acesso ao conteúdo. A série é composta por seis episódios, com o primeiro episódio já disponível no dia de Natal de 2025.

OpenAI lança atualização do ChatGPT com busca avançada de histórico

A OpenAI está implementando uma atualização significativa para o ChatGPT, que agora inclui suporte para uma busca avançada no histórico de chats. Essa nova funcionalidade, que está sendo disponibilizada apenas para assinantes Plus e Pro, promete melhorar a capacidade de encontrar detalhes específicos em conversas anteriores. Anteriormente, a busca no histórico do ChatGPT apresentava limitações, especialmente em casos de threads semelhantes, dificultando a localização de informações desejadas. Com a nova atualização, quando o histórico de chats de referência está ativado, o ChatGPT pode identificar de forma mais confiável detalhes de conversas passadas, apresentando-as como fontes para que os usuários possam revisar o contexto original. Além disso, a OpenAI está aprimorando as capacidades de ditado, reduzindo transcrições vazias e aumentando a precisão. Essa atualização segue uma grande mudança anterior em dezembro, que introduziu novas personalidades para o ChatGPT, permitindo que os usuários ajustem características como calor, entusiasmo e uso de emojis. Essas melhorias visam tornar a interação com a IA mais personalizada e eficiente.

Google permite mudança de endereço de e-mail gmail.com

O Google anunciou que agora é possível alterar o endereço de e-mail @gmail.com, uma funcionalidade que estava em falta para os usuários. Essa mudança permite que, por exemplo, um usuário que tenha o e-mail xyz@gmail.com possa alterá-lo para abc@gmail.com. A atualização foi divulgada em um documento de suporte da empresa, que ressalta que a nova opção está sendo implementada gradualmente e pode não estar disponível para todos os usuários imediatamente. Ao mudar o endereço, o antigo não é desativado, mas se torna um e-mail alternativo, permitindo que o usuário receba mensagens em ambos os endereços sem perder dados armazenados, como fotos e mensagens. O Google também informa que é possível reverter a mudança a qualquer momento, mas limita a criação de novos endereços para o mesmo usuário a uma vez por ano. Para acessar essa funcionalidade, os usuários devem visitar myaccount.google.com e seguir as instruções disponíveis. Essa atualização é especialmente útil para aqueles que desejam se distanciar de endereços considerados embaraçosos ou que foram criados por familiares.

Extensão Copilot Studio para VS Code agora disponível para todos os usuários

A Microsoft anunciou que a extensão Copilot Studio para o Visual Studio Code (VS Code) está agora acessível a todos os desenvolvedores. Essa ferramenta permite que os usuários construam e gerenciem agentes do Copilot Studio diretamente no VS Code, utilizando fluxos de trabalho padrão de desenvolvimento de software. O VS Code, um editor de código multiplataforma amplamente utilizado, oferece integração com Git e suporte a pipelines de CI/CD, além de permitir a personalização através de extensões.

Verizon confirma que falha de software causou interrupção nacional

A Verizon confirmou que a interrupção de serviço sem fio que afetou clientes em todo os Estados Unidos no dia 14 de janeiro foi causada por um problema de software. A falha começou por volta do meio-dia, levando muitos usuários a relatar que seus dispositivos estavam presos no modo SOS, o que impediu a realização de chamadas, incluindo para o 911. A empresa afirmou que não há indícios de que um incidente de cibersegurança tenha contribuído para a interrupção. A Verizon comunicou que seus engenheiros estavam trabalhando para resolver o problema e, por volta das 22h20, anunciou que a situação havia sido normalizada, recomendando que os clientes reiniciassem seus dispositivos. Em um gesto de compensação, a empresa ofereceu um crédito de US$ 20 para os clientes afetados, embora tenha destacado que isso não compensaria a inconveniência. A Verizon ainda não divulgou detalhes sobre quais sistemas foram impactados pelo problema de software.

Como assistir A Knight of the Seven Kingdoms online com uma VPN

A série A Knight of the Seven Kingdoms, que faz parte da franquia Game of Thrones, estreia no dia 18 de janeiro de 2026, com episódios disponíveis em diferentes plataformas de streaming, como HBO Max nos EUA e na Austrália, Sky no Reino Unido e Crave no Canadá. A trama se passa cerca de 90 anos antes dos eventos de Game of Thrones e acompanha as aventuras de Ser Duncan, o Alto, e seu jovem escudeiro Egg. A série promete uma adaptação fiel da novela The Hedge Knight, de George R.R. Martin, e, apesar de ter um tom mais tranquilo, ainda contará com sequências de ação, como torneios e julgamentos por combate.

Evolução dos SOCs Como Modernizar a Resposta a Incidentes em 2026

Em 2026, muitos Centros de Operações de Segurança (SOCs) ainda utilizam práticas e ferramentas desatualizadas, inadequadas para o cenário atual de ameaças cibernéticas. O artigo destaca quatro hábitos que limitam a evolução dos SOCs: a revisão manual de amostras suspeitas, a dependência exclusiva de varreduras estáticas, a desconexão entre ferramentas e a escalada excessiva de alertas suspeitos. Para superar esses desafios, recomenda-se a adoção de fluxos de trabalho otimizados por automação, como o uso de serviços de análise de malware em nuvem e análise comportamental em tempo real. Essas abordagens não apenas aceleram a detecção e resposta a incidentes, mas também melhoram a eficiência operacional dos analistas. Por exemplo, o uso do ANY.RUN, uma sandbox interativa, demonstrou reduzir o tempo médio de resposta a incidentes (MTTR) em 21 minutos e o tempo médio de detecção (MTTD) para 15 segundos. A integração de ferramentas e a redução de escalonamentos desnecessários também são cruciais para aumentar a produtividade e a eficácia dos SOCs. O artigo conclui que a modernização das práticas de segurança é essencial para enfrentar a crescente complexidade das ameaças cibernéticas.

Agentes de IA Riscos de Acesso e Escalonamento de Privilégios

Os agentes de inteligência artificial (IA) estão se tornando componentes essenciais nas operações diárias de segurança, engenharia e TI, atuando como intermediários de acesso em diversos sistemas. Esses agentes, que podem automatizar tarefas como provisionamento de contas e gerenciamento de mudanças, são projetados para operar com permissões amplas, o que pode obscurecer a visibilidade sobre quem está acessando o quê. Essa configuração, embora aumente a produtividade, introduz riscos significativos de escalonamento de privilégios, onde usuários com acesso limitado podem, indiretamente, acessar dados ou realizar ações que normalmente não teriam permissão. A falta de controle sobre as permissões dos agentes e a atribuição de atividades a eles, em vez de aos usuários, dificulta a detecção de abusos e a aplicação de políticas de segurança. Para mitigar esses riscos, é crucial que as equipes de segurança monitorem continuamente as permissões dos agentes e a relação entre as identidades dos usuários e os ativos críticos. A adoção segura de agentes de IA requer visibilidade e monitoramento contínuo para evitar que se tornem pontos cegos de segurança.

Ferramentas de deepfake ainda são ineficazes, aponta pesquisa

Uma pesquisa do Fórum Econômico Mundial (WEF) revelou que, apesar da evolução das ferramentas de deepfake, a maioria delas ainda é fraca em comparação com as contramedidas de segurança adotadas por instituições financeiras e empresas. O estudo analisou 17 programas de deepfake, tanto de código aberto quanto comerciais, entre julho de 2024 e abril de 2025, focando na capacidade desses softwares de contornar algoritmos de reconhecimento facial, especialmente em verificações de identidade ‘know your customer’ (KYC). Os resultados mostraram que a maioria das ferramentas é superficial e voltada para entretenimento, com apenas uma pequena fração capaz de realizar fraudes de identidade de forma eficaz. Apenas cinco dos programas estudados afetam webcams em tempo real, e somente três conseguem injetar imagens falsas diretamente em feeds de vídeo de reconhecimento facial. Embora os deepfakes possam enganar os olhos humanos, eles ainda enfrentam dificuldades em passar por sistemas de reconhecimento facial, que utilizam metadados e outros dados para validação. A pesquisa sugere que os defensores da segurança estão à frente, já que têm tempo para estudar e melhorar suas defesas, enquanto os criminosos não têm feedback sobre o que precisam aprimorar.

Sorteio de contas vitalícias da Proton arrecada R 6,5 milhões para direitos digitais

A Proton, conhecida por seus serviços de VPN e e-mail seguro, arrecadou um recorde de R$ 6,5 milhões (US$ 1,27 milhão) em sua campanha de arrecadação de fundos de 2025, destinada a organizações que defendem os direitos digitais. O evento, que contou com a participação de mais de 50 mil pessoas e a venda de mais de 100 mil ingressos, premiou 10 contas vitalícias exclusivas da Proton. A Proton Foundation também contribuiu com R$ 1 milhão (US$ 200 mil) de suas reservas, totalizando um montante significativo para ser dividido entre dez grupos escolhidos pela comunidade, que atuam em diversas frentes, como proteção à privacidade, liberdade de expressão e infraestrutura de internet segura. Entre os beneficiários estão organizações como European Digital Rights (EDRi) e NLnet Foundation, que trabalham em advocacy e segurança técnica, respectivamente. Além de financiar essas iniciativas, a Proton oferece ferramentas gratuitas, como Proton VPN Free e Proton Mail, para garantir acesso à internet sem censura, especialmente em regimes repressivos. A empresa também se envolve em ações legais para promover mudanças regulatórias e defender a competitividade no setor tecnológico.

Nova funcionalidade de IA promete melhorar a saúde dos usuários

A Anthropic lançou uma nova iniciativa chamada Claude for Healthcare, que permite aos usuários da plataforma Claude, nos EUA, acessar e entender melhor suas informações de saúde. Os assinantes dos planos Claude Pro e Max podem conectar seus resultados de exames e registros médicos através das integrações com HealthEx e Function, com suporte para Apple Health e Android Health Connect previsto para ser lançado em breve. A ferramenta é capaz de resumir o histórico médico dos usuários, explicar resultados de exames em linguagem simples, detectar padrões em métricas de saúde e preparar perguntas para consultas médicas. A Anthropic enfatiza que as integrações são projetadas para serem privadas, permitindo que os usuários escolham quais informações compartilhar e que os dados de saúde não são utilizados para treinar modelos de IA. Este desenvolvimento ocorre em um contexto de crescente preocupação sobre a precisão das informações de saúde fornecidas por sistemas de IA, especialmente após a remoção de resumos de IA do Google que apresentavam informações incorretas. A Anthropic também ressalta que os resultados gerados devem ser revisados por profissionais qualificados antes de qualquer decisão de saúde.

Por que o CTEM é a resposta à pressão nas salas de reunião e à fadiga de segurança

Um estudo recente revelou que 73% dos CISOs enfrentaram um incidente de segurança significativo nos últimos seis meses, com 58% desses eventos ocorrendo apesar da presença de ferramentas que deveriam ter prevenido tais falhas. A crescente complexidade das ferramentas de segurança e a sobrecarga de dados têm gerado frustração nas equipes, levando a uma percepção de reatividade em vez de proatividade. Para enfrentar esses desafios, muitas organizações estão adotando a Gestão Contínua da Exposição a Ameaças (CTEM), que oferece uma abordagem estruturada para identificar, avaliar e reduzir continuamente a exposição a riscos. O CTEM se destaca ao transformar a visibilidade em ação, priorizando vulnerabilidades com base em sua relevância para os negócios e permitindo que os líderes de segurança comuniquem progresso de forma clara e mensurável aos executivos. Essa metodologia não apenas melhora a eficiência das ferramentas existentes, mas também fortalece a relação entre as equipes de segurança e a alta administração, promovendo uma cultura de transparência e confiança. Ao mudar a percepção da segurança cibernética de um centro de custo para um parceiro na gestão de riscos, as organizações podem se preparar melhor para enfrentar as ameaças cibernéticas de forma proativa.

OpenAI lança ChatGPT Health com foco em saúde e privacidade

A OpenAI anunciou o lançamento do ChatGPT Health, uma nova funcionalidade que permite aos usuários interagir com um chatbot sobre questões de saúde. Este espaço dedicado oferece a opção de conectar de forma segura registros médicos e aplicativos de bem-estar, como Apple Health e MyFitnessPal, para fornecer respostas personalizadas, conselhos nutricionais e sugestões de exercícios. A empresa enfatiza que o ChatGPT Health foi projetado para apoiar, e não substituir, cuidados médicos, e que as conversas são protegidas por criptografia e isolamento. Além disso, as interações na plataforma não são utilizadas para treinar modelos de IA da OpenAI. A nova funcionalidade está disponível para usuários fora da Área Econômica Europeia, Suíça e Reino Unido. A OpenAI também destacou que o modelo foi avaliado com base em padrões clínicos, visando garantir que ele atenda às necessidades reais dos usuários. No entanto, a empresa enfrenta críticas e processos judiciais relacionados a informações de saúde potencialmente prejudiciais fornecidas por suas ferramentas, levantando preocupações sobre a segurança e a confiabilidade das informações médicas geradas por IA.

Funcionários não humanos o futuro da cibersegurança

O artigo destaca a crescente importância das Identidades Não Humanas (NHIs) na cibersegurança, à medida que as empresas adotam Inteligência Artificial (IA) e automação em nuvem. Com 51% dos profissionais reconhecendo que a segurança das NHIs é tão crucial quanto a das contas humanas, a falta de visibilidade e supervisão sobre essas identidades representa um risco significativo. NHIs, como bots e contas de serviço, frequentemente têm acesso amplo e permanente a sistemas sensíveis, tornando-se alvos atraentes para cibercriminosos. Para mitigar esses riscos, as organizações devem implementar estratégias modernas de segurança, incluindo princípios de zero-trust, acesso com privilégios mínimos e rotação automatizada de credenciais. O gerenciamento adequado de segredos, como chaves de API e credenciais SSH, é essencial para evitar vulnerabilidades. O artigo conclui que, à medida que a infraestrutura das empresas se torna mais automatizada, as NHIs devem ser tratadas como identidades de primeira classe, com monitoramento contínuo e acesso controlado, para proteger dados e sistemas críticos.

Aumento de VPNs e aplicativos de segurança na Venezuela após ações dos EUA

Após a captura e deposição do presidente Nicolás Maduro, a Venezuela viu um aumento significativo no uso de VPNs, proxies e carteiras digitais. O clima de insegurança gerado pela invasão estadunidense levou os cidadãos a buscarem formas de proteger suas comunicações e transações financeiras, especialmente em relação a criptomoedas. De acordo com dados da SimilarWeb e Appfigures, o volume de downloads de aplicativos de segurança cresceu exponencialmente, com destaque para o LatLon VPN e ThetaProxy no Android, e Proton VPN e X (antigo Twitter) no iOS. Essa busca por privacidade e acesso à informação não é nova, pois o país já enfrenta restrições de internet há anos, com bloqueios a serviços de DNS e plataformas como TikTok. O aumento no uso de tecnologias de evasão de censura reflete a necessidade urgente dos venezuelanos de contornar a censura e garantir a segurança em um ambiente digital cada vez mais hostil.

A Evolução da Cibersegurança em um Mundo Impulsionado por IA

A cibersegurança está passando por uma transformação significativa, impulsionada por mudanças nas infraestruturas de nuvem, pontos finais distribuídos e cadeias de suprimento complexas. O foco da segurança deixou de ser uma coleção de soluções pontuais e passou a ser uma questão de arquitetura, confiança e velocidade de execução. O relatório analisa como áreas centrais da cibersegurança, como autenticação, segurança de dados em SaaS, proteção da cadeia de suprimento de software e gerenciamento de riscos humanos, estão se adaptando a adversários que utilizam técnicas técnicas e sociais de forma mais rápida e integrada.

O que a transição pós-quântica significa para sua estratégia de segurança

O avanço da computação quântica representa uma ameaça crescente à segurança cibernética, especialmente para protocolos fundamentais como o TLS (Transport Layer Security). Com a técnica de ‘Harvest Now, Decrypt Later’, atacantes estão coletando dados criptografados para decifrá-los no futuro, quando a computação quântica se tornar viável. A vulnerabilidade do TLS se deve à dependência de algoritmos clássicos, como RSA e ECC, que são suscetíveis ao algoritmo de Shor, capaz de quebrar essas criptografias rapidamente. A solução proposta é a adoção de criptografia híbrida pós-quântica, como o ML-KEM, que combina algoritmos clássicos com novos métodos resistentes a ataques quânticos. Essa transição é urgente, pois governos e empresas estão investindo pesadamente em pesquisa quântica, e a pressão regulatória está aumentando. Organizações devem realizar um inventário de sistemas que utilizam criptografia de chave pública e começar a testar configurações de TLS 1.3 com suporte a ML-KEM. A preparação para a segurança pós-quântica deve começar agora para garantir a proteção a longo prazo e a conformidade com normas como a LGPD.

Gerenciamento da Superfície de Ataque Promessas e Realidades

O gerenciamento da superfície de ataque (ASM) é uma abordagem que visa reduzir riscos cibernéticos ao aumentar a visibilidade dos ativos de uma organização. No entanto, muitas vezes, as ferramentas de ASM entregam mais informações do que resultados tangíveis em termos de segurança. Aumentos no número de ativos e alertas gerados não necessariamente indicam uma redução nas vulnerabilidades. O artigo destaca a importância de métricas que realmente reflitam a eficácia do ASM, como o tempo médio para a propriedade de ativos, a redução de pontos de extremidade não autenticados que alteram estados e o tempo para descomissionamento após a perda de propriedade. Essas métricas são mais indicativas de melhorias na segurança do que simplesmente contar ativos. A falta de uma ligação clara entre os esforços de ASM e os resultados de segurança torna difícil justificar investimentos em ASM durante revisões orçamentárias. O artigo sugere que a verdadeira eficácia do ASM deve ser medida pela rapidez e qualidade da resposta a exposições, em vez de apenas pela visibilidade dos ativos.

Surfshark VPN marcos de 2025 e plano para 2026

Em 2025, a Surfshark focou na profundidade de sua infraestrutura, aprimorando os sistemas que sustentam seus serviços de cibersegurança e privacidade. Este movimento ocorreu em um ano marcado pela adoção acelerada de tecnologias de IA generativa e um aumento significativo nas violações de dados em todo o mundo. O CEO da Surfshark, Vytautas Kaziukonis, destacou que o principal objetivo da empresa foi elevar o padrão de desempenho das VPNs, priorizando estabilidade e velocidade em vez de recursos chamativos. Uma das inovações mais significativas foi o lançamento do Everlink, uma infraestrutura de VPN auto-reparadora que mantém conexões estáveis mesmo diante de falhas de servidores. Além disso, a Surfshark implementou servidores com capacidade de 100 Gbps para atender à crescente demanda por maior largura de banda. A empresa também lançou ferramentas como o Email Scam Checker e recursos de mascaramento de identidade, em resposta ao aumento de ataques de phishing e vazamentos de dados. Para 2026, a Surfshark planeja expandir suas capacidades de proteção de identidade e demonstrar a eficácia dessas ferramentas em cenários do mundo real, sinalizando uma transição de uma simples VPN para uma solução abrangente de seguro digital.

Deepfakes Riscos e Como se Proteger

Os deepfakes, conteúdos gerados por inteligência artificial que alteram vídeos e fotos de forma hiper-realista, representam um dos maiores desafios para a segurança digital atualmente. Com um aumento alarmante de 700% em fraudes relacionadas a deepfakes no Brasil, segundo a Sumsub, a manipulação de conteúdo pode ter fins ilícitos, como desinformação e golpes. Personalidades públicas são frequentemente alvo, pois há uma abundância de material audiovisual disponível para a criação desses conteúdos. O advogado Mario Cosac destaca que a desinformação pode impactar decisões importantes, como ocorreu no plebiscito do Brexit, enquanto Augusto Salomon, CEO da StarMind, alerta para a falta de preparo das empresas na adoção de ferramentas de IA. Embora não haja legislação específica no Brasil sobre deepfakes, iniciativas em outros países, como a Dinamarca, propõem que cidadãos tenham controle sobre os direitos de uso de suas imagens. Além disso, a educação digital é vista como uma solução essencial para capacitar a população a lidar com essa nova realidade tecnológica, exigindo um pensamento crítico e habilidades de checagem. O artigo enfatiza a necessidade de uma abordagem multifacetada que inclua regulamentação, tecnologia de detecção e educação para mitigar os riscos associados aos deepfakes.

A importância de navegadores leves para produtividade no trabalho

Com a evolução dos navegadores web, muitos usuários enfrentam problemas de desempenho e produtividade devido ao excesso de recursos e processos em segundo plano. O artigo destaca como navegadores leves, como o Adapt Browser, podem melhorar a experiência de navegação, reduzindo distrações e aumentando a eficiência nas tarefas diárias. Os navegadores modernos frequentemente consomem altos níveis de CPU e memória, resultando em lentidão e perda de contexto ao alternar entre várias abas. Para mitigar esses problemas, o Adapt Browser prioriza a redução do consumo de recursos, centraliza fluxos de trabalho e simplifica a interface, permitindo que os usuários mantenham o foco e a produtividade. A arquitetura leve do Adapt Browser, que não é baseada em Chromium, oferece maior controle sobre o uso de recursos e garante uma experiência de navegação mais rápida e eficiente. O artigo conclui que a escolha de um navegador adequado é crucial para otimizar o trabalho online, especialmente à medida que as atividades baseadas na web se tornam cada vez mais comuns.

Hackers transformam robôs em máquinas violentas em teste de segurança

Especialistas de segurança da China alertaram para o risco de robôs humanoides serem sequestrados por cibercriminosos através de comandos de voz. Durante a GEEKCon, uma competição de hacking em Xangai, foi demonstrado como falhas em sistemas de controle de robôs podem ser exploradas para causar danos físicos. A equipe de pesquisa DARKNAVY mostrou que um robô humanoide, disponível no mercado, pode ser controlado por um simples comando de voz, transformando-o rapidamente em uma ameaça. Além disso, o robô comprometido pode infectar outros androides via conexões sem fio de curto alcance, criando uma rede de máquinas potencialmente perigosas. A demonstração incluiu um comando violento que fez o robô atacar um manequim, evidenciando o risco real que essa vulnerabilidade representa para a segurança pública. Os especialistas ressaltaram a necessidade de regulamentação mais rigorosa para a implementação de robôs em ambientes públicos e industriais, uma vez que a crença de que mantê-los desconectados seria suficiente para evitar riscos não se sustenta diante das novas tecnologias.

Inteligência Artificial nas Operações de Segurança Desafios e Oportunidades

A inteligência artificial (IA) está rapidamente se integrando às operações de segurança, mas muitas equipes ainda enfrentam dificuldades para transformar experimentos iniciais em valor operacional consistente. De acordo com a pesquisa SANS SOC de 2025, 40% dos Centros de Operações de Segurança (SOCs) utilizam ferramentas de IA ou aprendizado de máquina (ML) sem integrá-las formalmente às suas operações. Isso resulta em um uso informal e muitas vezes pouco confiável da IA, sem um modelo claro de como validar seus resultados. A IA pode melhorar a capacidade e a satisfação das equipes, mas deve ser aplicada a problemas bem definidos e acompanhada de processos de revisão rigorosos. O artigo destaca cinco áreas onde a IA pode oferecer suporte confiável: engenharia de detecção, caça a ameaças, desenvolvimento e análise de software, automação e orquestração. A aplicação eficaz da IA requer que as equipes definam claramente os problemas e validem as saídas, evitando a dependência excessiva da automação. A abordagem deve ser de refinamento de processos existentes, em vez de criar novas categorias de trabalho.

O que é Autenticação de Dois Fatores (2FA)?

A Autenticação de Dois Fatores (2FA) é uma medida de segurança essencial na era digital, que vai além do uso de senhas estáticas. Com o aumento dos vazamentos de dados, como os 300 milhões de registros pessoais que vazaram na dark web em 2025, a 2FA se torna crucial para proteger informações pessoais. O método combina dois fatores de verificação: algo que o usuário sabe (como uma senha) e algo que ele possui (como um smartphone ou token). Existem diferentes tipos de 2FA, desde o menos seguro, que utiliza SMS, até chaves de segurança física, que oferecem a maior proteção. A 2FA é fundamental para prevenir ataques como o credential stuffing e phishing, pois mesmo que a senha seja comprometida, o acesso à conta ainda requer o segundo fator de autenticação. Com a crescente sofisticação dos cibercriminosos, adotar a 2FA é uma estratégia eficaz para reforçar a segurança online.

A criptografia pós-quântica não é o fim NordVPN busca inovações em 2026

Em agosto de 2024, o Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST) lançou os primeiros padrões de criptografia resistentes a quânticos, marcando um novo capítulo na segurança de VPNs. A NordVPN, uma das principais fornecedoras do setor, adotou esses padrões em outubro de 2024, começando pela proteção em dispositivos Linux. Em 2025, a empresa expandiu a criptografia pós-quântica (PQE) para todos os seus aplicativos, utilizando o algoritmo ML-KEM, que é fundamental para a troca de chaves criptográficas. A NordVPN implementou uma abordagem híbrida, combinando algoritmos PQE com métodos de criptografia clássicos, e introduziu uma inovação ao trocar chaves de criptografia a cada 90 segundos, um método patenteado. O CTO da NordVPN, Marijus Briedis, destacou que a implementação da PQE é apenas o primeiro passo, com planos para integrar segurança pós-quântica na fase de autenticação, um aspecto crucial para garantir a confiança em identidades digitais. Embora não haja uma data definida para essa integração, a expectativa é que ocorra no primeiro semestre de 2026. A empresa busca liderar a indústria em agilidade criptográfica, permitindo adaptações rápidas a novas ameaças quânticas.

Phreeli lança MVNO focada em criptomoedas e privacidade global

A Phreeli, operadora móvel virtual (MVNO), lançou um serviço de telefonia celular que prioriza a privacidade dos usuários em mais de 90 países. O serviço oferece chamadas, mensagens e dados ilimitados, além de suporte a pagamentos em criptomoedas, o que proporciona um nível de anonimato incomum em serviços de telefonia convencionais. A proteção de dados é garantida através de um sistema que separa as interações dos usuários em três serviços distintos: serviço de dados, serviço de usuário e serviço de mistura, minimizando a exposição de informações pessoais. Os planos variam de US$ 25 a US$ 85 por mês, dependendo da quantidade de dados de alta velocidade, e todos incluem mensagens internacionais. Apesar das inovações, a Phreeli pode enfrentar desafios regulatórios devido à falta de requisitos de identificação padrão, o que pode levantar preocupações sobre fraudes e lavagem de dinheiro. A adoção do serviço dependerá da aceitação regulatória e da confiança dos usuários, especialmente considerando que a MVNO utiliza infraestrutura celular existente, permitindo a ativação instantânea via eSIM.

Esqueça OpenVPN e WireGuard Este é o protocolo VPN do futuro

O artigo da TechRadar destaca o lançamento do protocolo NordWhisper pela NordVPN, projetado para contornar restrições de rede sem comprometer a experiência do usuário. Lançado em janeiro de 2025, o NordWhisper utiliza tecnologia de túnel web inovadora, que imita o tráfego da web comum, tornando-se quase invisível para firewalls que bloqueiam assinaturas de VPN. Embora atualmente esteja disponível apenas para Windows, Android e Linux, sua compatibilidade foi expandida para iPhone e Mac. Além disso, a introdução do Encrypted Client Hello (ECH) em agosto de 2025 visa proteger a privacidade dos usuários ao impedir que intermediários vejam quais serviços estão sendo acessados. O artigo também menciona a crescente importância da privacidade dos metadados, uma vez que ferramentas de censura modernas utilizam aprendizado de máquina para analisar padrões de tráfego. A NordVPN está desenvolvendo tecnologias que podem melhorar a privacidade dos metadados e está se preparando para integrar o protocolo QUIC, visando um futuro totalmente baseado em TLS para resistência à censura. Com o aumento das restrições na internet globalmente, soluções de VPN confiáveis e resistentes à censura se tornam cada vez mais essenciais.

Fujifilm lança cartucho de fita magnética de 40TB para empresas

A Fujifilm anunciou o lançamento de um novo cartucho de fita magnética LTO Ultrium 10 com capacidade nativa de 40TB, que pode chegar a 100TB com compressão. Este produto visa atender a empresas que enfrentam um aumento nos incidentes de ransomware e a crescente pressão regulatória sobre a proteção de dados. O cartucho, que é compatível com unidades LTO-10 existentes, promete maior eficiência em custos de armazenamento a longo prazo, especialmente em cenários de retenção de dados. Com uma taxa de transferência máxima de 400MB/s nativa e até 1000MB/s comprimida, a nova fita é projetada para suportar temperaturas de operação entre 15°C e 35°C e níveis de umidade de até 80%. A Fujifilm destaca a durabilidade e a performance estável de leitura e gravação, embora a confiabilidade em condições de estresse dependa da disciplina de implantação. Apesar das alegações de que a mídia física está obsoleta, a fita magnética continua a desempenhar um papel importante nas estratégias de armazenamento corporativo, especialmente devido à sua capacidade de isolamento offline, que limita a exposição a ataques cibernéticos. O cartucho estará disponível a partir de janeiro de 2026, em três configurações diferentes.

Mini PC Dell Pro Micro com desconto e VPN grátis por tempo limitado

O Dell Pro Micro QCM1250 é uma opção atraente para quem busca um mini PC moderno e eficiente por menos de $700. Atualmente, está disponível por $699,99 na Newegg, uma redução significativa em relação ao preço original de $999,99 e muito mais barato do que o preço direto da Dell, que é de $1.179,00. Este desktop compacto é equipado com um processador Intel Core Ultra 5 235T, 16GB de memória DDR5 e um SSD NVMe de 256GB, rodando o Windows 11 Pro. Além disso, a oferta inclui uma assinatura gratuita do NordVPN, avaliada em $50, que é considerada uma ferramenta essencial para segurança online. Embora o armazenamento de 256GB possa ser considerado limitado, é possível realizar uma atualização posteriormente. O Pro Micro é ideal para multitarefas, trabalho de escritório e desenvolvimento, apresentando um design que minimiza o calor e o ruído, tornando-o adequado para ambientes profissionais. Com um peso de pouco mais de 1,3 kg, é uma solução prática e eficiente para quem precisa de um desktop que ocupe pouco espaço.

ChatGPT Atlas e Chrome são os piores navegadores para a privacidade

Um estudo recente da Digitain revelou que o ChatGPT Atlas, da OpenAI, e o Google Chrome são os navegadores com maior risco à privacidade dos usuários. O ChatGPT Atlas obteve uma pontuação de 99 em 100, indicando falhas significativas em bloquear o rastreamento de usuários entre sessões e sites. O Google Chrome, embora mais popular, ficou em segundo lugar com uma pontuação de 76, demonstrando que a proteção de dados não é uma prioridade para grandes empresas do setor. Outros navegadores, como Mozilla Firefox e Apple Safari, também apresentaram pontuações baixas, levantando preocupações sobre a segurança dos dados dos internautas. Em contrapartida, navegadores como Brave e Mullvad Browser se destacaram por suas funcionalidades focadas na privacidade, sendo recomendados para aqueles que buscam maior proteção online. O estudo alerta que a crescente popularidade de navegadores baseados em inteligência artificial pode aumentar a coleta de dados pessoais, o que representa um risco adicional para a privacidade dos usuários.

O leão da cibersegurança por que as empresas ainda correm devagar?

O artigo de Arthur Capella utiliza a metáfora de um leão na savana para ilustrar o cenário atual da cibersegurança, onde as empresas precisam estar mais preparadas do que seus concorrentes para evitar ataques cibernéticos. Ele destaca que a crença de que é possível construir defesas impenetráveis é um equívoco, já que nenhuma fortaleza é perfeita. O verdadeiro diferencial está em reconhecer que falhas são inevitáveis e em estar pronto para reagir rapidamente. Muitas organizações, ao invés de entenderem o risco, acumulam ferramentas e relatórios, criando uma falsa sensação de segurança. O papel da cibersegurança deve ser viabilizar o negócio, priorizando a proteção dos ativos mais críticos. Além disso, o autor enfatiza que a tecnologia sozinha não é suficiente; é necessário cultivar uma cultura de cibersegurança que envolva processos e pessoas bem treinadas. A abordagem deve ser baseada em risco, focando no que realmente representa uma ameaça ao negócio, e não apenas na quantidade de ferramentas implementadas. O artigo conclui que, em um ambiente de cibersegurança, a preparação é fundamental para evitar se tornar a presa do leão.

Passwd Gerenciador de Senhas Focado em Google Workspace

O Passwd é um gerenciador de senhas projetado especificamente para organizações que utilizam o Google Workspace. Com foco em segurança, ele utiliza criptografia AES-256 para proteger credenciais e dados sensíveis, garantindo que apenas os usuários possam acessar informações descriptografadas, em uma arquitetura de zero-knowledge. O sistema oferece controle administrativo centralizado, permissões baseadas em funções e rastreamento de acessos, facilitando a conformidade com normas como SOC 2 e GDPR.

A integração com o Google Workspace permite que os usuários façam login usando suas contas Google, eliminando a necessidade de gerenciar senhas mestras adicionais. O Passwd é compatível com diversos dispositivos, incluindo extensões para navegadores e aplicativos móveis, o que proporciona uma experiência de uso consistente. Além disso, oferece funcionalidades como geração de senhas seguras e auditorias de credenciais.

Senhas mais usadas no Brasil em 2025 por geração

Um levantamento realizado pela NordPass revelou as senhas mais comuns utilizadas no Brasil em 2025, destacando a preocupação dos usuários com a comodidade em detrimento da segurança. A pesquisa, que abrangeu 44 países e diferentes gerações, identificou que a senha mais utilizada no Brasil é ‘admin’, com mais de 2 milhões de ocorrências, seguida por ‘123456’ e ‘12345678’. O estudo também trouxe uma análise geracional, mostrando que mesmo os nativos digitais da geração Z não estão criando senhas mais seguras, com sequências numéricas simples ainda dominando a lista. A pesquisa enfatiza a dificuldade das campanhas de conscientização em impactar a população, já que a tendência de senhas fracas permanece alta. Para melhorar a segurança, recomenda-se a utilização de senhas complexas, a troca regular de credenciais e a adoção de autenticação multifator. O estudo foi realizado sem a compra de dados pessoais, utilizando informações de repositórios da dark web e dados públicos.

Navegação Sustentável O Impacto Ambiental dos Navegadores

Com o crescimento da internet, seu impacto ambiental também aumenta, principalmente devido ao consumo de energia dos data centers e hábitos de navegação que exigem muitos recursos. Embora os usuários individuais não percebam esse impacto diretamente, a soma das atividades digitais é significativa. A navegação ecológica busca reduzir essa carga digital sem alterar a experiência do usuário. Navegadores como o Wave Browser são projetados para serem eficientes, utilizando menos recursos do sistema e integrando ferramentas que minimizam a necessidade de extensões adicionais. O Wave Browser, por exemplo, bloqueia anúncios e processos em segundo plano, ajudando a diminuir o consumo de energia. Além disso, ele se associa a iniciativas de limpeza de oceanos, financiando a remoção de plástico e lixo através do uso do navegador. A proposta é que os usuários possam contribuir para a sustentabilidade ambiental sem mudar seus hábitos de navegação. A escolha de um navegador sustentável é uma maneira prática de fazer a diferença, promovendo uma navegação mais consciente e responsável.

A segurança de dados é essencial para o sucesso da IA nas empresas

O CEO da Veeam, Anand Eswaran, destaca a importância da segurança de dados e da resiliência para o sucesso da inteligência artificial (IA) nas empresas. Com o aumento do uso de IA, surgem também novas ameaças, como hackers que utilizam ferramentas de IA para criar malware mais sofisticado. Eswaran enfatiza que, independentemente do setor, os dados são o ‘sangue vital’ dos negócios e que a postura de resiliência é crucial. A Veeam se posiciona como um parceiro essencial, oferecendo uma plataforma unificada que integra controles de segurança de dados, governança de privacidade e resiliência de dados. Ele alerta que a falta de segurança pode levar ao fracasso de projetos de IA, uma vez que 90% dos dados são não estruturados e podem não ter os controles adequados. O CEO também menciona que as empresas precisam agir rapidamente para evitar a disrupção causada por atores maliciosos. A Veeam busca garantir que cada projeto de IA seja bem-sucedido, unindo segurança e resiliência em um único ciclo de vida de dados.

Startup suíça Soverli traz segurança de smartphone ao estilo Proton

A startup suíça Soverli apresentou uma nova abordagem para a segurança em smartphones, que opera em conjunto com Android e iOS, oferecendo uma camada de sistema operacional audível para empresas. Essa inovação permite que múltiplos sistemas operacionais funcionem simultaneamente em um único dispositivo, garantindo que usuários em setores críticos, como serviços de emergência e segurança pública, mantenham suas atividades mesmo se o sistema operacional principal for comprometido. A arquitetura da Soverli possibilita a separação entre ambientes pessoais e profissionais, protegendo dados sensíveis sem sacrificar a funcionalidade do dispositivo. A tecnologia, desenvolvida ao longo de quatro anos na ETH Zurich, utiliza um sistema patenteado que reduz a superfície de ataque e implementa ferramentas de criptografia para proteger informações. A startup já demonstrou a operação de aplicativos de mensagens seguras, como o Signal, dentro dessa camada soberana, assegurando a confidencialidade das comunicações. Com um financiamento inicial de 2,6 milhões de dólares, a Soverli planeja expandir suas operações e parcerias, alinhando-se à crescente demanda por infraestrutura digital auditável na Europa.

Visa e Akamai se unem para combater fraudes em compras online

A Visa e a Akamai Technologies firmaram uma parceria para combater fraudes em transações realizadas por meio de assistentes de inteligência artificial (IA). Com o aumento do uso de IA em compras online, surgem novas vulnerabilidades que podem ser exploradas por agentes maliciosos. Para mitigar esses riscos, as empresas implementaram o Protocolo de Agente Confiável (TAP) da Visa, que, em conjunto com a inteligência de ameaças da Akamai, garante a autenticidade do agente de IA envolvido na transação. O TAP utiliza reconhecimento profundo de usuários e inteligência comportamental para assegurar que as transações sejam realizadas por humanos e não por bots maliciosos. Além disso, a Visa introduziu a ferramenta Comércio Inteligente, que oferece suporte a desenvolvedores na criação de experiências de compra seguras. O relatório da Akamai de 2025 revelou um aumento de 300% no tráfego de bots de IA, destacando a urgência de soluções eficazes. O TAP promete uma implementação simples, com mudanças mínimas na infraestrutura existente, e proteção de ponta a ponta para os pagamentos, assegurando que as transações sejam realizadas conforme as instruções do comprador.

Google desiste de monitorar a Dark Web e apagará dados em fevereiro

A Google anunciou a descontinuação de sua ferramenta Relatório da Dark Web, que foi lançada em março de 2023. Essa funcionalidade permitia que usuários fossem notificados caso seus e-mails ou informações pessoais fossem encontrados na dark web. A decisão de encerrar o serviço foi motivada por feedback de usuários, que indicaram que a ferramenta não oferecia orientações claras sobre como proteger os dados expostos. A partir de 15 de janeiro de 2026, a Google deixará de monitorar a dark web, e todos os dados coletados serão apagados em 16 de fevereiro do mesmo ano.

Segurança em SaaS Desafios e Soluções com a IA

Nos últimos anos, a integração de assistentes de inteligência artificial (IA) em aplicações SaaS, como Zoom, Slack e Microsoft 365, trouxe uma nova dinâmica ao gerenciamento de dados e segurança. Esses assistentes, que operam em alta velocidade e com privilégios elevados, criam caminhos de integração dinâmicos entre diferentes sistemas, o que desafia os modelos tradicionais de segurança que assumem interfaces fixas e papéis de usuário estáveis. A dificuldade em rastrear as ações desses agentes de IA, que muitas vezes se misturam aos logs de usuários normais, expõe vulnerabilidades significativas. Para mitigar esses riscos, as equipes de segurança precisam adotar uma abordagem de segurança dinâmica, que monitore e adapte as políticas em tempo real, garantindo visibilidade e auditabilidade das ações dos assistentes de IA. Essa nova camada de segurança deve ser capaz de detectar desvios de acesso e comportamentos anômalos, permitindo uma resposta proativa a incidentes. À medida que as organizações adotam copilotos de IA, é crucial que os líderes de segurança reavaliem suas estratégias para garantir que a inovação não comprometa a segurança dos dados.

Da Defesa Reativa à Proativa O Papel da Inteligência de Ameaças

As equipes de segurança cibernética enfrentam um cenário desafiador, onde a quantidade de alertas e a velocidade das ameaças dificultam a identificação dos riscos mais relevantes. O artigo destaca a importância de uma postura proativa em vez de reativa, enfatizando que a defesa reativa resulta em investigações longas, desperdício de recursos e maior probabilidade de violações. A inteligência de ameaças (TI) é apresentada como uma solução para preencher as lacunas deixadas por operações reativas, fornecendo dados atualizados sobre as atividades dos atacantes. A ferramenta ANY.RUN’s Threat Intelligence Lookup permite que analistas enriqueçam alertas com informações contextuais, identifiquem campanhas de malware e ajustem suas defesas de forma mais eficaz. O artigo também ressalta a necessidade de entender o contexto específico de cada setor e região, já que as ameaças não estão distribuídas uniformemente. A visibilidade aprimorada e a capacidade de antecipar ataques são cruciais para que as equipes de segurança se mantenham à frente dos criminosos cibernéticos.

Líderes de TI buscam equilíbrio entre segurança e produtividade em software

Um novo relatório da JumpCloud e Google Workspace revela que apenas 6% dos líderes de TI estão satisfeitos com suas configurações tecnológicas atuais, destacando preocupações com custos, segurança e complexidade. A pesquisa indica que 87% dos líderes estão abertos a mudar suas suítes de produtividade em busca de plataformas mais unificadas e seguras. Os principais desafios enfrentados incluem tarefas administrativas elevadas, configurações de segurança complexas e preços complicados. A pesquisa critica a plataforma Microsoft 365, apontando a alta sobrecarga administrativa e a complexidade de configuração de segurança como principais pontos de dor. A utilização de inteligência artificial (IA) e uma postura de segurança de confiança zero são sugeridas como soluções para simplificar a gestão de dispositivos e usuários, além de prevenir ataques. O relatório enfatiza a necessidade de uma abordagem unificada para a gestão de identidade e segurança, em vez de depender de uma coleção desorganizada de ferramentas separadas.

Aumenta a Necessidade de Segurança em Desenvolvimento de Software com IA

O crescimento acelerado no desenvolvimento de software assistido por IA traz desafios significativos para as equipes de segurança e privacidade. Com o aumento do número de aplicações e a velocidade das mudanças, as soluções tradicionais de segurança de dados se mostram reativas e ineficazes. Problemas como a exposição de dados sensíveis em logs e a falta de mapeamento preciso de dados aumentam os riscos de privacidade. O HoundDog.ai surge como uma solução proativa, oferecendo um scanner de código focado em privacidade que identifica riscos e vazamentos de dados antes que o código seja implementado. Essa ferramenta analisa rapidamente milhões de linhas de código, permitindo que as equipes detectem e previnam problemas de segurança desde as fases iniciais do desenvolvimento. Além disso, a integração com plataformas como Replit amplia a visibilidade sobre os riscos de privacidade em aplicações geradas por IA. A necessidade de controles de governança e detecção embutidos no processo de desenvolvimento é mais urgente do que nunca, especialmente em um cenário onde a conformidade com legislações como a LGPD é crítica.